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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>gq</title> <link>https://gq.globo.com/</link> <description>O guia definitivo para o homem moderno com dicas de estilo, as últimas sobre cultura, esportes, saúde e mais</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://pox.globo.com/rss/gq/" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>gq</title> <link>https://gq.globo.com/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Por que jogadores estão usando meias esburacadas na Copa</title>  <atom:subtitle>Entenda a decisão, adotada por seleções diversas</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/07/por-que-jogadores-estao-usando-meias-esburacadas-na-copa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/07/por-que-jogadores-estao-usando-meias-esburacadas-na-copa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/2wIwwx6T2lLupcvgce5HfffKzYk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/W/P/COW5lWQui0jssz7fdAgg/gettyimages-2284581980.jpg" /><br /> ]]>    Futebol é um esporte assombrado por lesões, e é de se imaginar que os meiões não terminem uma partida incólumes. Ocorre que jogadores atuando na Copa do Mundo 2026 têm optado por cortar eles mesmos buracos na peça, geralmente na altura da panturrilha. A cena é comum: jogadores do Japão, Espanha e Inglaterra foram fotografados com as meias destruídas durante as partidas.
O meião cumpre duas funções: a primeira e mais clara é a de servir como suporte para o protetor de canela, geralmente feito em polipropileno que protege a área de choques. Ele também tem auxilia os músculos contra lesões: por ser colado à anatomia da perna e feito de material elástico (nylon ou poliéster), o acessório confere estabilidade ao tornozelo, a panturrilha e o arco do pé (que sem ele poderia sambar dentro da chuteira).
Meias destruídas na Copa do Mundo
Getty Images
A prática de cortá-las durante um jogo não é exclusiva da Copa, tendo acontecido em outros campeonatos europeus, por exemplo. Além disso, as regras definidas pela FIFA não proíbem as modificações nos meiões, "violentas" que sejam. Contanto que o protetor de canela permaneça no lugar, tudo está em ordem (a regra é diferente para os uniformes, inclusive).
Segundo Jorge Garay, repórter para a revista de tecnologia Wired, há um motivo biomecânico para os buracos. "Durante uma corrida ou uma mudança de direção, o maior músculo da panturrilha se contrai e aumenta de espessura para gerar a força que impulsiona o atleta para frente. Essa alteração de formato ocorre milhares de vezes durante uma partida", diz. "Para algumas pessoas, a expansão repetida do músculo é suficiente para criar uma sensação de pressão quando a meia exerce compressão constante sobre a panturrilha."
A literatura médica ou esportiva carece de respostas definitivas sobre a eficiência da prática. Tecidos de compressão e segundas peles podem, na verdade, aliviar inflamação muscular durante períodos prolongados. Também pode preservar a musculatura: em 2019, estudiosos de faculdades na Austrália, testaram o efeito de meias de compressão na performance de corredores durante dois percursos de 5km e descobriram que quem usa a peça tem melhor performance na prova subsequente.
O que pode explicar as meias danificadas pelos próprios boleiros, segundo aponta Garay, é um fato mais psicológico: uma sensação de conforto pode bastar para ajudar o atleta a se sentir mais confiante durante a partida.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/2wIwwx6T2lLupcvgce5HfffKzYk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/W/P/COW5lWQui0jssz7fdAgg/gettyimages-2284581980.jpg" medium="image"/>   <media:description>Keito Nakamura, do Japão, joga com meiões esburacados em disputa contra a Suécia</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:48:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os melhores perfumes de inverno de longa duração para homens confiantes</title>  <atom:subtitle>Essas fragrâncias se destacam graças aos seus ingredientes, pois liberam um aroma requintado em baixas temperaturas</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/07/os-melhores-perfumes-de-inverno-de-longa-duracao-para-homens-confiantes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/07/os-melhores-perfumes-de-inverno-de-longa-duracao-para-homens-confiantes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/2uolWkHzoHjIf9q7QCNCWVMqwNM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/v/7/fxSYJVTGWtjNhlcLZhiA/melhores-perfumes-inverno-gq.jpg" /><br /> ]]>    Ao falar sobre perfumes de inverno, preciso esclarecer que sou totalmente a favor de usar qualquer fragrância que combine com seu estilo, esteja você caminhando por montanhas de neve ou em um calor escaldante. Mas, quando se trata de perfumes, é preciso sim levar em consideração a sazonalidade.
Se você se perfumar com um oud forte em um dia de 32°C, pode acabar saturando o ambiente; por outro lado, certas composições só ganham vida em um ar mais frio. Os melhores perfumes de inverno são baseados em madeiras profundas, incenso, oud, âmbar, especiarias e couro, criando aromas ricos e sutis que refletem a atmosfera calma e introspectiva da estação. Há até uma explicação científica para isso: temperaturas mais frias retardam a evaporação, permitindo que as notas de topo (as que surgem logo no momento da aplicação) suavizem gradualmente, enquanto as notas de coração e de fundo emergem com maior profundidade e presença.
Existe uma grande variedade de perfumes de inverno. Patchouli, incenso, couro e oud são atualmente elementos essenciais da perfumaria artesanal, enquanto madeiras quentes, aromas gourmand intensos e especiarias marcantes continuam sendo os pilares da estação fria.
De notas quentes e envolventes para a noite a acordes mais frescos e aromáticos que iluminam os dias ensolarados, os perfumes de inverno certos fazem você querer afundar o nariz no seu suéter de gola alta, mesmo estando aconchegada em casa.
Abaixo, uma seleção especial dos melhores perfumes de inverno, todos com uma textura complexa, distinta e nada básica.
Mortel Eau de parfum de Trudon
Melhores perfumes de inverno
Divulgação
A Trudon é hoje tão famosa pelas suas fragrâncias personalizadas quanto pelas suas velas luxuosas, o que não surpreende, visto que esta histórica casa parisiense fornece cera das mais fina às catedrais francesas e à nobreza desde 1643. 
Tal como as velas etéreas, os perfumes transmitem uma sensação de misticismo e tradição desde a primeira fragrância. Mortel é uma composição amadeirada e munida de especiarias, digna de ser considerada icônica, com uma pirâmide olfativa em camadas que lembra as suas contrapartes em cera. 
Pimenta preta, olíbano e mirra entrelaçam-se numa aura cativante e resinosa que evoca a tranquilidade de uma antiga igreja francesa num dia de inverno. Contudo, a sua elegância intrínseca torna-a adequada para uma noite formal, especialmente se pretende ser a pessoa mais intrigante do ambiente.
Bois Pacifique Eau de parfum de Tom Ford
Melhores perfumes de inverno
Divulgação
Bois Pacifique tem a profundidade que se espera de uma das famosas misturas privadas de Tom Ford, mas com um perfil mais acessível que ainda conserva o charme e o requinte característicos da maison. Incenso, carvalho e cedro se entrelaçam para evocar uma floresta aromática. Enquanto uma base de âmbar adiciona riqueza, a baunilha traz calor e uma doçura gourmand, e o cardamomo com cúrcuma acrescenta uma sutil nota picante. 
O sucesso desta fragrância amadeirada e picante, ideal para um encontro romântico, é bem merecido. E, claro, o frasco de vidro canelado é tão elegante quanto o líquido que contém.
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Haltane Eau de parfum de Parfums de Marly
Melhores perfumes de inverno
Divulgação
O oud, com sua aura inconfundível, continua sendo controverso para alguns, mas aqui os renomados perfumistas da Parfums de Marly o refinam em um híbrido fougère-gourmand-oud excepcionalmente suave e sofisticado. 
Abre com bergamota e sálvia frescas, antes de um rico calor de praliné se instalar, enquanto patchouli, vetiver, couro e uma generosa dose de madeira de agar criam um acabamento refinado e amadeirado. Haltane figura entre os maiores perfumes de todos os tempos para muitos e permanece um clássico moderno para climas frios para a maioria, com uma sutil confiança em seu fascínio hipnótico.
Terre d’Hermès Eau de toilette de Hermès
Melhores perfumes de inverno
Divulgação
Terre d’Hermès é uma fragrância clássica, amadeirada e cítrica, que funciona em qualquer lugar e em qualquer época do ano. Na minha experiência, porém, o ar frio permite que sua aura revigorante e levemente penetrante realmente se revele. Cítricos brilhantes e amargos realçam a abertura, pimenta e sílex adicionam um toque mineral, e a base de patchouli e cedro se assenta em um aroma amadeirado suave e picante. 
Há um motivo para sua reputação icônica ter perdurado: ainda tem um aroma muito mais exclusivo do que o perfume realmente é. Segue sendo uma das fragrâncias mais inconfundíveis e fáceis de usar de todos os tempos. Como um uísque reconfortante em uma noite fria de inverno, é agradável, potente e cativante. Portanto, não exagere nas borrifadas.
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*Publicado originalmente na GQ US
*Todos os produtos apresentados na GQ Brasil são selecionados de forma independente por nossos editores. No entanto, quando você compra algo por meio de nossos links, podemos ser remunerados via comissão. Os preços foram verificados na publicação deste conteúdo. Preços e disponibilidade estão sujeitos à variação.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/2uolWkHzoHjIf9q7QCNCWVMqwNM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/v/7/fxSYJVTGWtjNhlcLZhiA/melhores-perfumes-inverno-gq.jpg" medium="image"/>   <media:description>Melhores perfumes de inverno</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:06:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como correr mais rápido, segundo especialistas</title>  <atom:subtitle>Quer correr mais rápido, melhorar sua forma e manter sua performance consistente à medida que envelhece? Especialistas compartilham as melhores dicas sobre como turbinar suas corridas</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/07/como-correr-mais-rapido-segundo-especialistas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/07/como-correr-mais-rapido-segundo-especialistas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/128B3r_qd0PRGppNdo3ggKDCHGE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/s/v/PYOBrFRSqCThTzaDVaPQ/runfast.webp" /><br /> ]]>    Se você sente necessidade de velocidade, veio ao lugar certo. Seja para tirar alguns minutos do seu tempo na maratona ou simplesmente humilhar seu rival no grupo de corrida —não julgamos—, existem formas testadas e comprovadas de aumentar seu ritmo, e não apenas um pouco.
Ao introduzir alguns treinos de velocidade na sua rotina e, de modo geral, tornar-se mais intencional sobre os tipos de corrida que faz durante a semana, você pode alcançar parciais significativamente mais rápidas em todos os aspectos. E, se tiver alguns trocados sobrando no bolso, um bom par de tênis pode ajudar você a chegar lá ainda mais rápido.
“Se há consistência em seu treino e não está enfrentando contratempos, por ficar doente ou se lesionar, cada vez que aparece para treinar você deveria estar melhorando”, diz Noelle McKenzie, CPT, ex-atleta de atletismo da D1 e cofundadora da Leading Edge Personal Trainers, na cidade de Nova York.
Também não se trata apenas de ritmo. O treino de velocidade traz uma série de benefícios adicionais para melhorar sua corrida de forma holística — de uma forma melhor a uma performance mais estável conforme você envelhece.
Por que todo corredor pode se beneficiar do treino de velocidade
O motivo óbvio para incorporar o treino de velocidade às suas corridas é ficar mais rápido. Fazer a mesma corrida moderada toda semana é bom para manter o condicionamento, ainda que não vá fazer você alcançar um velocista olímpico como Noah Lyles.
“Muitas vezes recebo um corredor que chega até mim e diz: ‘Não entendo por que não estou ficando mais rápido’, e então, quando pergunto o que ele está fazendo, geralmente está fazendo a mesma corrida repetidas vezes”, diz Frankie Ruiz, diretor de corrida da plataforma Life Time. “A chave para toda adaptação é a variedade. Se você acrescenta variedade suficiente, vai obter adaptação".
Embora o treino de velocidade vá torná-lo um corredor mais rápido, o aumento de ritmo é, em última instância, produto de melhorias em outros aspectos da sua performance na corrida. “O treino de velocidade não se resume apenas ao tempo no relógio”, diz Knox Robinson, treinador da iFIT e cofundador do clube de corrida Black Roses NYC. “Ele vai melhorar a eficiência da corrida e a economia de corrida. Maior eficiência cardiovascular. Seu corpo vai se tonificar de uma forma diferente. E todas essas coisas vão fazer você ficar mais rápido".
Segundo Ruiz, o treino de velocidade também é uma estratégia discreta para prolongar sua longevidade como corredor. “Muita gente, quando passa daquele marco dos 30 anos, tende a aceitar que simplesmente não é mais tão rápida. Mas há formas de combater essa queda natural de performance. Ela vai acontecer eventualmente, claro, mas há maneiras de compensá-la um pouco”, diz ele. “Por meio do trabalho de velocidade, você protege o desenvolvimento e a manutenção desses músculos de contração rápida; você meio que segura esse processo de envelhecimento".
Primeiro, as coisas rápidas
Se você leva a velocidade a sério, seria um erro ignorar os benefícios de aumento de ritmo de um supershoe. “Supershoes são tênis de corrida feitos para provas e trabalhos de velocidade, geralmente construídos com uma placa rígida de fibra de carbono”, diz Jason Loebig, CSCS, treinador e técnico de corrida baseado em Chicago. “Imagine a sensação de uma mola ou alavanca sobre uma sola de espuma muito reativa para ajudar a impulsionar você para frente enquanto corre".
Seja buscando um recorde pessoal na maratona ou uma arrancada de uma milha, os supershoes maximizam o retorno de energia para ajudar você a chegar lá com mais eficiência e, no fim, mais rápido. Apenas tenha certeza de escolher o tênis certo para a finalidade. “Tênis feitos para distâncias mais longas, como a maratona, geralmente contêm mais amortecimento para compensar mais impacto ao longo do tempo, enquanto tênis feitos para distâncias mais curtas, como 5K ou 10K, podem ser mais leves e firmes para uma cadência mais rápida”, diz Loebig.
Um ponto a observar é que supershoes são feitos principalmente para ocasiões específicas —não para a quilometragem diária. “Supershoes têm lugar tanto nas provas quanto no treino de velocidade, mas não devem ser usados como base para o treino diário”, diz Loebig. “Todo corredor precisa desenvolver a força natural dos pés e a resistência dos tendões e articulações dos membros inferiores, e os supershoes podem aliviar parte desse trabalho. Isso é especialmente verdadeiro se você é um corredor novo ou iniciante". 
Como introduzir o trabalho de velocidade nas suas corridas
Na base, o treino de velocidade depende de uma rotação de diferentes tipos de sessões, cada uma mirando um aspecto específico da capacidade do seu corpo de construir e sustentar velocidade.
“É aí que entram os treinos”, diz Steven James, treinador de corrida certificado pela UESCA e fundador da PFM Coaching. Os exercícios abaixo são amplamente considerados, entre treinadores de elite, as sessões de maior retorno para quem quer ficar mais rápido. “Pela minha própria experiência pessoal, quanto mais você conseguir incorporar, melhor”, diz McKenzie. “Cada um tem um propósito único, e cada um vai ajudar sua velocidade de corrida".
Embora os treinos em si sejam relativamente simples, o verdadeiro desafio é a consistência. Para ver progresso, especialistas disseram à GQ que corredores deveriam reservar espaço para quatro corridas por semana e se comprometer a calçar os tênis faça chuva ou faça sol. “Dá para se virar com três corridas por semana, mas quatro é o ideal”, diz James. “Dependendo da sua base ao começar, você poderia até fazer mais, desde que esteja deixando tempo adequado para recuperação". Você vai querer misturar treinos, uma corrida longa e corridas de recuperação a cada semana.
Quatro formas de fazer trabalho de velocidade
Strides
Um stride é a sequência de acelerar até um sprint controlado —cerca de 80% de esforço—, manter esse ritmo por cerca de 10 segundos e, então, permitir que seu corpo desacelere naturalmente. Eles geralmente são feitos em séries de até 12, com cerca de 60 a 90 segundos de descanso entre cada um. “O que isso faz é acostumar você à troca de pernas e ajudar a melhorar sua forma”, diz James.
Strides podem ser feitos no começo, no meio ou no fim de uma corrida, ou você pode até construir uma sessão apenas com strides. “Strides são o molho secreto”, diz Robinson. “Coloque 6 a 10 strides no fim de uma corrida 2 a 3 vezes por semana e você vai ver sua eficiência melhorar. Se sua eficiência melhora, sua economia melhora, e sua velocidade vai melhorar".
Repetições em subida
Repetições em subida envolvem — você adivinhou — dar sprints subindo uma ladeira, repetidamente. “A ideia por trás disso é desenvolver força nas pernas e melhorar sua forma”, diz Ruiz. Para cada repetição, mire em um sprint de 20 segundos, seguido de uma caminhada lenta de volta ao ponto de partida, deixando sua frequência cardíaca e sua respiração voltarem ao normal. “É mais sobre eficiência e forma na corrida do que sobre condicionamento aeróbico ou anaeróbico propriamente dito”, diz James. “Subir a ladeira obriga você a levantar os pés, obriga você a manter aquela postura ereta, e o recrutamento das fibras musculares se torna mais eficiente".
“Correr em subida, na verdade, causa menos impacto no corpo do que correr no plano, então é uma forma de risco relativamente baixo de introduzir treinos mais duros”, acrescenta James, que recomenda fazer sprints em subida semana sim, semana não — alternando com corridas intervaladas.
Treinos intervalados
Assim como um treino intervalado que você faria em um estúdio fitness, uma corrida intervalada consiste em alternar períodos cronometrados de esforço e recuperação. A duração de cada intervalo vai variar conforme você progride, mas um bom ponto de partida é 30 segundos de trabalho seguidos por dois minutos de recuperação, repetidos por um total de 10 a 12 rodadas. Os períodos de trabalho serão sua corrida mais difícil da semana, então certifique-se de aquecer antes. James recomenda um trote de 10 minutos com quatro ou cinco strides incluídos, e depois a mesma coisa repetida como desaquecimento no fim.
“O intervalo de trabalho deve estar em um esforço que faça você respirar pesado; você não consegue falar. E então o intervalo de recuperação é um trote muito leve”, diz James. Depois da sua primeira sessão, anote seu ritmo médio nos intervalos de trabalho e use isso como referência para a próxima vez. Agora você está pronto para começar a ajustar as durações dos intervalos.
“Na semana seguinte, faça 45 segundos ligado, dois minutos desligado. Ou fique em 30 segundos ligado, mas apenas 90 segundos desligado”, diz Robinson, que recomenda mudar apenas uma variável por sessão. Depois de seis semanas, volte às suas durações originais de intervalo — agora você será capaz de atingir esses períodos de trabalho em um ritmo mais rápido — e comece o ciclo novamente.
Sessões de limiar
Uma das coisas que nos impede de correr mais rápido é o ácido lático —o culpado por aquela sensação de queimação que você sente nas pernas durante esforços de alta intensidade. O ponto em que isso ocorre, quando seu corpo não consegue processar ácido lático tão rápido quanto o produz, é conhecido como limiar de lactato. Então, o objetivo das corridas de limiar é empurrar esse limiar cada vez mais para cima a cada semana, permitindo que você sustente um esforço mais duro e, consequentemente, mais rápido, sem cruzar esse ponto de virada e quebrar.
“Você está correndo em uma velocidade que é desafiadora, mas não é como se estivesse dando um sprint. Você quer encontrar essa zona”, diz Leo Harmon Jr., PT, DPT, diretor clínico da Pappas OPT, que detém o recorde da Middle Atlantic Conference e da Widener University nos 800 metros.
James prescreve corridas de limiar como duas sessões de 15 a 20 minutos, separadas por uma recuperação leve de cinco minutos. Se você está apenas começando, poderia até dividir em três rodadas de oito minutos. “Seu objetivo é conseguir aumentar, semana após semana, o tempo em que faz isso”, diz o Dr. Hamon. “Você também está aprendendo a correr enquanto está desconfortável, e a manter esse ritmo sem sentir mentalmente que precisa desistir".
Mais dois tipos de corrida para conhecer
Corridas longas
Uma corrida longa e lenta pode não parecer algo útil para aumentar a velocidade, mas cobrir uma longa distância uma vez a cada duas semanas vai ajudar a construir resistência e também contribuir para seu volume geral de treino, o que dará suporte às suas sessões de velocidade. Mentalmente, acostumar-se a distâncias mais longas também vai ajudar você a colocar corridas e provas mais curtas em perspectiva.
“Você quer que seu corpo se acostume a correr distâncias mais longas do que aquelas em que você realmente vai competir”, diz McKenzie. “Se você está treinando para uma 10K, mas está trabalhando para chegar a correr 15 milhas por vez, essa 10K vai parecer muito mais fácil. Então você sempre quer ter pelo menos um dia de distância longa e constante. Você não está tentando forçar o ritmo, está apenas tentando continuar e não fazer pausas". 
“Ganhar velocidade é sobre ficar mais rápido e mais forte por mais tempo. Esses são os três princípios de que estamos falando”, diz Robinson. “Mais rápido: esse é seu treino intervalado —as coisas mais curtas que vão aumentar sua economia. Mais forte: essas são suas corridas de limiar. E então por mais tempo: essa é sua corrida longa".
Corridas leves
“O treino de velocidade é uma dança”, diz Robinson. “É importante ter esses três princípios como base, mas, se isso é tudo o que você faz, então você não está incluindo nenhuma corrida de recuperação". Tirar o pé do acelerador algumas vezes por semana para correr uma distância relativamente curta em um ritmo casual não é apenas uma boa forma de recuperação ativa, mas também uma boa forma de se manter conectado com o que você ama na corrida. Essas podem ser corridas divertidas, ou até corridas sociais, diz Robinson. “Isso é o que há de ótimo nessa explosão de clubes de corrida. Além de conhecer novas pessoas e desbloquear nossos ambientes urbanos, o aspecto social da corrida realmente nos torna corredores melhores —e potencialmente pessoas melhores".
Apenas lembre-se de manter suas corridas leves leves. “Pegar leve nos dias leves vai permitir que você corra forte nos dias em que deve correr forte”, diz James. “Caso contrário, tudo vira apenas um esforço moderado, porque é tudo o que você consegue administrar, já que ainda está cansado da corrida anterior. Cada corrida deve ter um propósito. Pode ser apenas fazer você se sentir melhor —e esse é um propósito perfeitamente válido".  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/128B3r_qd0PRGppNdo3ggKDCHGE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/s/v/PYOBrFRSqCThTzaDVaPQ/runfast.webp" medium="image"/>   <media:description>Correr é uma das atividades em alta no momento</media:description>   <media:credit>Michael Houtz | Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 05 Jul 2026 17:15:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>6 alimentos com melatonina que te ajudam a dormir bem de maneira natural</title>  <atom:subtitle>Há alguns alimentos que podem te ajudar a obter uma dose de melatonina para dormir e se sentir melhor</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/07/6-alimentos-com-melatonina-que-te-ajudam-a-dormir-bem-de-maneira-natural.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/07/6-alimentos-com-melatonina-que-te-ajudam-a-dormir-bem-de-maneira-natural.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/rpYKU7XBbEnqnusiuD7194byK_0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/z/H/6lM7MLTZCB12KaZAeYAg/leche-en-vaso-1-.webp" /><br /> ]]>    Adicionar alimentos com melatonina à sua dieta pode te ajudar a dormir melhor, a combater o Jet Lag ou a insônia e, com isso, a ter mais energia durante o dia, sem necessidade de tomar suplementos. 
De acordo com a Clínica Mayo e a Sleep Foundation, os suplementos de melatonina são seguros e podem ser muito efetivos, mas não se recomenda consumi-los a longo prazo, há um limite na dose que você deve tomar, podem causar efeitos colaterais —como sonolência durante o dia, dores de cabeça e tonturas—, e inclusive existe a possibilidade de que se gere uma dependência.
Assim, embora você possa tomar melatonina de vez em quando, é importante buscar formas naturais de ajudar seu corpo a produzir melatonina e que te ajudem a ter um descanso mais adequado a cada noite —porque a falta de sono não só produz fadiga, também afeta seus hormônios, a saúde do seu cérebro e até seu peso. Uma coisa que você pode fazer é estabelecer bons hábitos de sono —como ter um horário fixo ou deixar de tomar café à tarde— e ajustar sua alimentação para abrir espaço para alimentos com melatonina. Para que serve a melatonina? De acordo com WebMD, há muitos benefícios relacionados à melatonina.
Esse hormônio ajuda a regular seus padrões de sono —por isso é especialmente bom quando você tem Jet Lag—, pode ajudar a reduzir o risco de doenças como Alzheimer ou Parkinson, ajuda a proteger a saúde dos seus olhos e, ao ajudar a melhorar o sono, também permite que você se sinta renovado e com energia ao despertar —embora o efeito possa ser contrário se você usar suplementos de maneira incorreta, ou se os tomar no horário errado.
Que alimentos com melatonina você pode comer para dormir melhor?
Necessita de melatonina?
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O bom da melatonina é que não é necessário recorrer a suplementos para obtê-la. De fato, há alguns alimentos que podem te ajudar a obter mais dela.
Segundo diz WebMD, embora a maioria das bases de dados de alimentos não indique a quantidade de melatonina que há nos alimentos, as pesquisas encontraram que há seis que são boas fontes de melatonina:
Cerejas ácidas: A ciência encontrou que o suco de cereja ácida aumenta os níveis de melatonina no corpo e melhora o sono. Mas, devido a que tem um alto conteúdo de açúcar, é preciso tomá-lo com moderação. Recomenda-se consumir a cereja inteira em vez de usar o suco.
Bagas de goji: Esta fruta originária da China é famosa por suas propriedades antienvelhecimento, mas também contém uma boa quantidade de melatonina que pode ajudar a melhorar o sono e sua qualidade.
Ovos: Além de conterem muitos outros nutrientes —e de serem uma boa fonte de proteína—, os ovos também fornecem melatonina, por isso podem ser grandes elementos para seus jantares.
Leite: Especialmente morno, o leite pode ajudar a combater a insônia, em especial porque também contém magnésio e outros nutrientes que promovem o relaxamento. Os especialistas também acreditam que fornece conforto psicológico.
Peixe: O peixe fornece mais melatonina que outras carnes, e recomenda-se consumir salmão e sardinhas, que além disso fornecem ômega-3, que também promove a produção de serotonina e ajuda a combater a inflamação.
Frutos secos —nozes—: WebMD explica que a maioria dos frutos secos contém uma boa quantidade de melatonina, mas os que fornecem mais são os pistaches e as amêndoas, que também contêm antioxidantes, ômega-3 e minerais essenciais para a saúde.
É importante saber que a dieta não é o único fator que pode ajudar a melhorar a qualidade do sono, mas que os bons hábitos, como o exercício, expor-se à luz do sol pela manhã, jantar mais cedo e evitar as telas ao menos uma hora antes de se deitar, também são grandes aliados para o sono.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/rpYKU7XBbEnqnusiuD7194byK_0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/z/H/6lM7MLTZCB12KaZAeYAg/leche-en-vaso-1-.webp" medium="image"/>   <media:description>O leite é uma conhecida fonte de nutrientes</media:description>   <media:credit>Getty</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:30:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>De São Paulo a Barcelona: Bottega Bernacca chega ao coração da Catalunha</title>  <atom:subtitle>Depois de conquistar São Paulo, o empresário Davide Bernacca e o chef Gerard Barberan inauguram em Gràcia a casa que marca o retorno do cozinheiro à sua terra natal</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/blog/2026/07/de-sao-paulo-a-barcelona-bottega-bernacca-chega-ao-coracao-da-catalunha.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/blog/2026/07/de-sao-paulo-a-barcelona-bottega-bernacca-chega-ao-coracao-da-catalunha.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/u3lf7C2axMiGSDzDK9r5h-CgKIQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/E/0/GlHXy7RLauIHEMPffAew/o-pao-de-queijo-com-queijos-italianos-do-bottega-bernarcca-foto-divulgacao.jpg" /><br /> ]]>    A primeira vez que entrei na Bottega Bernacca foi na Rua Padre João Manuel, no coração dos Jardins em São Paulo, numa época em que eu trabalhava ali perto e ia com frequência almoçar uma massa impecável. Foi ali que conheci o projeto de Davide Bernacca e do chef catalão Gerard Barberan, uma dupla que acompanhei evoluir ao longo dos anos por outros endereços da cidade, entre eles o Kuro, o japonês que os dois abriram juntos e que conquistou uma estrela Michelin.
O chef Gerard Barberan e seu sócio Davide Bernarcca em Barcelona
Divulgação
A história deles, aliás, começa longe do Brasil. Os dois se conheceram há mais de uma década em Ibiza, onde Gerard comandava a cozinha do saudoso Cipriani e Davide, cliente e amigo pessoal da família, já havia inaugurado a primeira Bottega Bernacca em São Paulo. 
Da amizade nasceu uma filial na ilha em 2015, bem diferente do pequeno espaço original. Foi este conceito ampliado que voltou à capital paulista três anos depois para amadurecer e se transformar no que é hoje: uma marca sólida de cozinha italiana dedicada à massa, com cinco endereços.
Nesta semana quente de verão europeu, numa escala em Barcelona, cruzei com Gerard. Queria conhecer o restaurante que ele acabava de abrir na Catalunha onde cresceu, ele que é de Badalona. A Bottega Bernacca de Barcelona ocupa o número 10 da Carrer de Bonavista, no bairro de Gràcia, fruto de um ano e meio de reformas, e reproduz o espírito acolhedor da matriz paulistana num ambiente que respira o mármore de Carrara, cidade de origem de Davide.
O menu do Bottega Bernarcca é italiano
Divulgação
Meu almoço começou com um tomate espanhol servido inteiro, ao natural, acompanhado de uma mussarela de búfala deliciosa. Veio depois um gesto da casa: pão de queijo brasileiro feito com queijos italianos, oferecido a todo cliente que passa por ali. E chegou, enfim, o cacio e pepe, ícone do cardápio, prato que resume o que Davide e Gerard aprenderam em anos de bottega paulistana, servido naquela textura al dente que torna a experiência mais leve.
O tomate servido inteiro no Bottega Bernacca Barcelona
Divulgação
O cardápio pede tempo. As entradas, pensadas para dividir, vão da tradicional frittatina de pasta al vodka com scamorza à berinjela alla parmigiana, passando pela língua tonnata e pelo carpaccio com manteiga Café de Paris. A despensa local aparece nas alcachofras alla romana, na mortadela com stracciatella e pistaches e numa bresaola de wagyu. Nas massas, clássicos executados com rigor, como o spaghetti al pomodoro de simplicidade desarmante.
Massas clássicas executadas com maestria na Bottega Bernarcca
Divulgação
Cozinhar em casa, para o chef, significa antes de tudo proximidade com o produto. "Como catalão, sou apaixonado por ele e me entusiasma muito poder trabalhar com uma matéria-prima tão excelente da nossa horta e do nosso mar", me disse Gerard. 
Do outro lado do salão, notei a presença de Fernanda, sua esposa, que cuida dos bastidores da marca e acompanha cada etapa desta nova fase. A cumplicidade dos dois sustenta o projeto. Perguntei a Gerard se ele desejava mesmo voltar a viver na Catalunha depois de tantos anos de Brasil. A ideia, confessou, foi um susto no início, mas hoje ele se diz feliz perto da família, diante de uma história que apenas começa.
O salão do Bottega Bernarcca em Barcelona
Divulgação
Entre aviões cruzando o Atlântico, Gerard se prepara também para inaugurar a Forneria Bernacca no Fasano Boa Vista e segue à frente do empreendimento recém aberto do Parque Ibirapuera, que atende até mil pessoas por dia. O endereço dos Jardins permanece intimista, do jeito que a gente gosta, e foi esse clima que respirei na Carrer de Bonavista. Quem passar por Barcelona já sabe onde encontrar, na Catalunha, o sabor que nasceu nos Jardins.
Bottega Bernacca Barcelona 
Carrer de Bonavista, 
10, Gràcia @bottegabernaccabcn  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/u3lf7C2axMiGSDzDK9r5h-CgKIQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/E/0/GlHXy7RLauIHEMPffAew/o-pao-de-queijo-com-queijos-italianos-do-bottega-bernarcca-foto-divulgacao.jpg" medium="image"/>   <media:description>O pão de queijo com queijos italianos do Bottega Bernarcca</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 05 Jul 2026 11:00:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mascar chiclete funciona para controlar a vontade de fumar, como faz Carlo Ancelotti?</title>  <atom:subtitle>Técnico da Seleção Brasileira é fumante e masca um pacote de chicletes por partida; saiba se o método é eficaz para controlar a vontade de fumar</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/07/mascar-chiclete-funciona-para-controlar-a-vontade-de-fumar-como-faz-carlo-ancelotti.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/07/mascar-chiclete-funciona-para-controlar-a-vontade-de-fumar-como-faz-carlo-ancelotti.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/xA9mW_fAjfhfiCiSu3Os1c85PfY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/C/f/y9bCjASNWivsjgC724sA/gettyimages-2065805737.jpg" /><br /> ]]>    Quando o Brasil está em campo na Copa do Mundo 2026, uma coisa é certa: Carlo Ancelotti estará mascando chicletes ao longo dos 90 minutos de partida. O técnico da Seleção Brasileira tem um longo histórico com o tabagismo, mas precisa recorrer a um outro hábito para controlar sua vontade de fumar quando está em campo.
Ancelotti fuma cigarros eletrônicos e cigarros tradicionais quando está longe do trabalho, optando por charutos em momentos especiais. Algumas vezes, o técnico já foi visto com o vape em mãos enquanto acompanhava o treino da seleção no banco.
Carlo Ancelotti fuma charuto em celebração de título do Real Madrid
Reprodução/Instagram
No entanto, desde que a FIFA e a OMS proibiram o fumo em estádios na Copa do Mundo de 2002, os cigarros estão proibídos em estádios. Por isso, para manter sua boca ocupada e esquecer a ansiedade da pausa do hábito e da ação em campo, o italiano recorrer a mascar um pacote inteiro de chicletes. 
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O hábito é eficaz para esquecer o cigarro?
Apesar da crença de que mascar chicletes convencionais pode ajudar a controlar a vontade de fumar, especialmente entre pessoas que tentam largar o cigarro, a pneumologista Telma Antunes, do Einstein Hospital Israelita, afirma que as gomas de mascar sem nicotina não têm eficácia comprovada na cessação do tabagismo e, por isso, não são recomendadas como estratégia para abandonar o vício.
No entanto, as gomas com nicotina são uma das formas de terapia de reposição de nicotina recomendada pela médica para aqueles que procuram parar de fumar. "Seu uso é eficaz, chegando a um sucesso de até 50% em pacientes que usaram o chiclete em relação ao placebo e isso é semelhante entre todas as formas de reposição de nicotina, seja pastilha ou adesivo."
Com elas, a nicotina é liberada e absorvida lentamente, atinge o pico de ação em 30 minutos e não replica as sensações prazerosas do cigarro no cérebro. Seu uso pode ser potencializado com a combinação de outras terapias, como a reposição através de adesivos, o uso de medicamentos e terapia comportamental para ajudar na mudança de hábitos e identificação de gatilhos.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/xA9mW_fAjfhfiCiSu3Os1c85PfY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/C/f/y9bCjASNWivsjgC724sA/gettyimages-2065805737.jpg" medium="image"/>   <media:description>Carlo Ancelotti masca chicletes durante os jogos para esquecer a vontade de fumar</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 05 Jul 2026 11:00:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Com dupla nacionalidade, Lucas Pinheiro conta se está torcendo para o Brasil ou Noruega na Copa do Mundo</title>  <atom:subtitle>O campeão olímpico declara sua torcida para as oitavas de final da Copa do Mundo e revela opiniões sobre Haaland e Vini Jr</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/07/com-dupla-nacionalidade-lucas-pinheiro-conta-se-esta-torcendo-para-o-brasil-ou-noruega-na-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/07/com-dupla-nacionalidade-lucas-pinheiro-conta-se-esta-torcendo-para-o-brasil-ou-noruega-na-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/6c8xhNz4yiDtZbqzFFu9LphGk-w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/h/V/YlvPnxR1ehfOU6B17tBQ/lucas-pinheiro.jpg" /><br /> ]]>    O coração de Lucas Pinheiro Braathen é grande o suficiente para caber duas nações. Nascido em Oslo, na Noruega, o campeão olímpico carrega as raízes de um pai norueguês e de uma mãe brasileira e escolheu defender o Brasil nas pistas de esqui. Ainda assim, diante do confronto entre os países na Copa do Mundo, que acontece nas oitavas de final no próximo domingo (5), sua torcida não deixa espaço para dúvidas.
"Fico feliz em ver a Noruega em uma Copa do Mundo depois de 28 anos sem jogar, mas meu coração é verde e amarelo no domingo! Eu escolhi ser brasileiro. O Brasil representa minhas raízes, minha família e uma parte essencial da minha identidade", diz Pinheiro em conversa com a GQ Brasil.
Lucas Pinheiro Braathen
Mark Clinton
Apesar de ter escolhido seu lado, o atleta ainda sim espera um grande jogo no domingo. No entanto, prefere não se arriscar em cravar um placar para a partida. "Mas vai dar Brasil", ele garante.
O futebol sempre foi uma forma de Pinheiro se manter conectado com o Brasil ao longo de sua infância. Ele inclusive aponta que sua jornada esportiva começou jogando futebol e assistindo craques como Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho em ação. "Desde a infância, eles são os meus ídolos", declara.
"Mesmo tendo seguido outro caminho no esporte, meu amor pelo esporte nasceu com futebol, eu sempre admirei o que o futebol representa para o povo brasileiro. E essa sensação e amor intenso pelo esporte, eu sempre quis trazer para os esportes de inverno", complementa. "Hoje, representar o Brasil no esqui também me faz sentir parte dessa história e dessa paixão que os brasileiros têm pelo esporte."
Lucas Pinheiro Braathen
Mark Clinton
Pinheiro também reconhece a grandiosidade dos dois jogadores das seleções brasileira e norueguesa: Vini Jr e Erling Haaland. Apesar de ter escolhido o Brasil como time do coração, ele ainda admira ambos os craques.
"São jogadores extraordinários, mas com características muito diferentes. O Vini Jr desequilibra no um contra um, é explosivo e pode mudar um jogo a qualquer momento. O Haaland é uma máquina de fazer gols, tem um poder físico impressionante e é um dos melhores finalizadores do mundo", declara.
"Ainda bem que eu não preciso escolher. O futebol ganha muito tendo atletas desse nível em seleções diferentes."
Lucas Pinheiro Braathen
Mark Clinton  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/6c8xhNz4yiDtZbqzFFu9LphGk-w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/h/V/YlvPnxR1ehfOU6B17tBQ/lucas-pinheiro.jpg" medium="image"/>   <media:description>Lucas Pinheiro</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 11:00:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Louis Vuitton retoma corrida de carros clássicos e reúne colecionadores na Itália</title>  <atom:subtitle>A maison francesa irá realizar o Louis Vuitton Classic Run, corrida de carros clássicos que percorrerá a Itália e finalizará no Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1, em Monza</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/motor/noticia/2026/07/louis-vuitton-retoma-corrida-de-carros-classicos-e-reune-colecionadores-na-italia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/motor/noticia/2026/07/louis-vuitton-retoma-corrida-de-carros-classicos-e-reune-colecionadores-na-italia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/IJ_jeJ6hELvBQ5FoGXJshblCS3Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/5/A/TOhuc0RDypvwF1ytB8mg/louis-vuitton-dolomites-classic-run-2026.jpg" /><br /> ]]>    A ligação entre a Louis Vuitton com o universo automotivo começou muito antes da maison francesa firmar parceria com a Fórmula 1. Em 1993, a marca deu início à desfiles de carros clássicos e reunir colecionadores em estradas paradisíacas ao redor do mundo. Agora, a tradição retorna com a Dolomites Classic Run 2026, desta vez tendo a Itália como cenário.
 Entre os dias 1 e 4 de setembro de 2026, a Louis Vuitton irá celebrar a "Arte de Viajar" ao reunir automóveis históricos de coleções internacionais em uma corrida de regularidade. Os participantes percorrerão um trajeto de aproximadamente 600 quilômetros, iniciado em Veneza, na Villa Pisani, em Stra, na Riviera del Brenta. Então, seguirão pelos cenários espetaculares das Dolomitas, paisagem reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO.
O percurso chegará ao fim em Monza, com um desfile especial para o público do Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1, no Autódromo Internacional de Monza. Os veículos entrarão na pista do Templo da Velocidade antes da largada da corrida principal.
Louis Vuitton Dolomites Classic Run 2026
Louis Vuitton
Após o evento, os carros serão expostos na Villa Reale dentro do Parco di Monza, onde o autódromo está localizado, para visitação do público. A cerimônia de premiação da corrida acontecerá no Castello Sforzesco de Milão e prestigiará o vencedor com um troféu encomendado à Sabine Marcelis e produzido pela marca italiana de vidro artístico Venini, que viajará ao destino em uma Trophy Trunk da Louis Vuitton.
O evento retoma a tradição da marca com o automobilismo, criada em 1897 por Georges Vuitton, filho de Louis, que desenvolveu o primeiro baú para automóveis, adaptado às novas exigências dos primeiros automóveis, uma era em que viajar de carro se tornava cada vez mais comum.
Louis Vuitton Dolomites Classic Run 2026
Louis Vuitton
Em 2021, a maison passou a criar anualmente uma mala para carregar o troféu do vencedor do Grande Prêmio de Mônaco, a corrida mais clássica do calendário da Fórmula 1.Três anos depois, quando o grupo LVHM firmou parceria com a categoria, a Louis Vuitton passou a criar malas para os troféus das 24 etapas do calendário do esporte.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/IJ_jeJ6hELvBQ5FoGXJshblCS3Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/5/A/TOhuc0RDypvwF1ytB8mg/louis-vuitton-dolomites-classic-run-2026.jpg" medium="image"/>   <media:description>Louis Vuitton Dolomites Classic Run 2026 irá reunir carros clássicos na Itália</media:description>   <media:credit>Louis Vuitton</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 22:25:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lando Norris chega com carro dos anos 60 avaliado em R$ 600 mil no GP da Inglaterra</title>  <atom:subtitle>O campeão mundial de Fórmula 1 escolheu um carro vintage para chegar em Silverstone para o primeiro dia do GP da Inglaterra; veja os detalhes</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/motor/noticia/2026/07/lando-norris-chega-com-carro-dos-anos-60-avaliado-em-r-600-mil-no-gp-da-inglaterra.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/motor/noticia/2026/07/lando-norris-chega-com-carro-dos-anos-60-avaliado-em-r-600-mil-no-gp-da-inglaterra.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/uGwGxtcwTwMwn5H2fIQi_NGIX0Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/D/E/qpHwU7T6KAcC3efqxk2Q/lando-norris-carro-silverstone.jpg" /><br /> ]]>    Lando Norris tem um bom gosto para carros, principalmente os modelos vintage. O piloto britânico da Fórmula 1 é dono de diversos veículos antigos, como o Shelby Cobra e a Ferrari F40, mas escolheu um especial para chegar pela primeira vez ao Grande Prêmio da Inglaterra, em Silverstone, pela primeira vez como campeão mundial.
Nesta sexta-feira (3), o piloto da McLaren foi visto estacionando um Jaguar E-Type 4.2, um dos esportivos mais icônicos da história do automóvel. O carro foi lançado em 1964, como uma evolução do E-Type original de 3,8 litros, construído com base no Jaguar D-Type, vencedor das 24 Horas de Le Mans por três vezes consecutivas nos anos 50.
A evolução contemplou em manter a potência do carro original, mas dessa vez com mais força em baixas rotações e uma caixa de câmbio de quatro marchas mais moderna. Com isso, o modelo alcança uma velocidade máxima de 240 km/h. No Brasil, um exemplar costuma a variar entre R$ 600 mil e R$ 1 milhão entre colecionadores, a depender do seu estado de conservação e originalidade.
Lando Norris chega em Silverstone dirigindo o Jaguar E-Type 4.2
Getty Images
O que se destaca, no entanto, é seu design sofisticado, com capô extremamente longo e baixo, faróis cobertos por lentes de vidro, frade oval discreta na dianteira, além de uma cabina compacta e recuada. Seu desenho elegante combina perfeitamente com o estilo de Norris em Silverstone, que sempre opta por carros clássicos para receber o seu público de casa.
Após descer do veículo, o piloto foi até a grade de fãs, onde distribuiu autógrafos e fotos com os fãs que lhe esperavam no estacionamento. Este é o primeiro contato com os britânicos desde que venceu o Campeonato Mundial de Pilotos em dezembro de 2025, no GP de Abu Dhabi.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/uGwGxtcwTwMwn5H2fIQi_NGIX0Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/D/E/qpHwU7T6KAcC3efqxk2Q/lando-norris-carro-silverstone.jpg" medium="image"/>   <media:description>Lando Norris chega em Silverstone dirigindo o Jaguar E-Type 4.2</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 19:21:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Vini Jr recebe de marca de luxo relógio milionário inspirado nos cassinos da década de 1960</title>  <link>https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/07/vini-jr-recebe-de-marca-de-luxo-relogio-milionario-inspirado-em-casinos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/07/vini-jr-recebe-de-marca-de-luxo-relogio-milionario-inspirado-em-casinos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/PwhfGEvBesWQKahJ5TUl4ue_s7s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/H/k/GxnkrnSlazb44QGAOJrA/vini-jr-relogio-jacob-co.jpg" /><br /> ]]>    O atacante Vini Jr tem outra adição milionária confirmada em sua coleção nesta sexta-feira (3), às vésperas do embate entre Brasil e Noruega neste domingo (5) na Copa do Mundo 2026. Em vídeo publicado nesta sexta por Jacob Arabo, joalheiro fundador da marca de luxo estadunidense Jacob &amp; Co., Vini Jr aparece recebendo um modelo da linha Casino Tourbillon.
A marca não divulga valores das peças que comercializa. Mas o relógio, inspirado nos casinos da década de 1960, aparece em sites especializados de revenda por valores que flutuam entre os 950 mil e 1,01 milhão de reais.
"Um verão movimentado para Vini Jr, mas ele ainda arranjou um tempo para nos visitar. Ótimo te ver meu amigo", diz Arabo na publicação. Não é claro nem pelo vídeo, nem por fotos divulgadas pela marca nas redes, em que data o atacante realizou a visita, nem se o relógio foi um presente ou uma aquisição do jogador.

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O Casino Tourbillon, lançado em 2023, "faz referência aos elegantes apostadores e socialites que circulavam por Monte Carlo, Macao ou Las Vegas nos anos 1960", diz a fabricante. Dentro do cristal de safira que protege o mostrado está um disco de quartzo azul cercado por uma complicação (nome dado na relojoaria às funções de um relógio mecânico) que simula um jogo de roleta. 
Novo relógio de Vini Jr
Reprodução / Instagram
A marca, conhecida por relógios de tamanho grandes, cifras suntuosas e inspirados em filmes ou carros de corrida, é bem quista por jogadores de futebol. Neymar tem uma coleção deles - o mais custoso avaliado em cerca de R$ 5,1 milhões. Cristiano Ronaldo e David Beckham são outros dos clientes longevos de Arabo.
Neymar, inclusive, foi outro dos astros a estampar a timeline recente do joalheiro. No vídeo, publicado no último domingo (28), ambos aparecem reagindo a relógios de um milhão de dólares do catálogo. Em junho, outra brasileira foi destacada pela fabricante: a influenciadora Virginia Fonseca, anunciada embaixadora da marca no último dia 16, cerca de um mês após o anúncio do término com Vini Jr.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/PwhfGEvBesWQKahJ5TUl4ue_s7s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/H/k/GxnkrnSlazb44QGAOJrA/vini-jr-relogio-jacob-co.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jacob Arabo e Vini Jr: novo relógio na coleção</media:description>   <media:credit>Reprodução / Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 15:29:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Restaurante francês em SP promete pagar até R$ 150 da conta do cliente caso a França seja eliminada pelo Paraguai</title>  <atom:subtitle>Seleção francesa enfrenta o Paraguai como favorita neste sábado (4), mas torcedores podem ter conta bancada em caso de derrota do esquadrão de Mbappé</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/gastronomia/noticia/2026/07/restaurante-frances-em-sp-promete-pagar-ate-r-150-da-conta-do-cliente-caso-a-franca-seja-eliminada-pelo-paraguai.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/gastronomia/noticia/2026/07/restaurante-frances-em-sp-promete-pagar-ate-r-150-da-conta-do-cliente-caso-a-franca-seja-eliminada-pelo-paraguai.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/VbtdtwASrQ7GoAWn33ia1E9A16Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Q/K/cVeWT5QymCtFFuz83cVw/2.jpg" /><br /> ]]>    Um restaurante tradicional de São Paulo propôs dar descontos de até R$ 150 por pessoa caso a França caia diante do Paraguai na partida deste sábado (4) pela fase de mata mata da Copa do Mundo. Segundo a equipe do La Casserole, no centro da capital paulista, até esta quinta (2) ainda haviam 20 mesas disponíveis para quem topar apostar contra a seleção favorita do mundial, que conta com nada menos do que o campeão mundial em 2018, Kylian Mbappé .
O convite faz sentido. O La Casserole foi fundado em 1954 pelos imigrantes franceses Roger e Fortunée e é um dos primeiros bistrôs de culinária francesa em São Paulo e está preparado com telões para assistir ao les Bleus.
A única condição da oferta  é que o cliente acompanhe a partida do início até o fim da transmissão no restaurante localizado no Largo do Arouche e faça uma reserva. A oferta também vale para o Infini, o bar de drinks ‘escondidinho’ revestido por espelhos instalado aos fundos do endereço.
Bistrô francês no Largo do Arouche, em São Paulo, foi fundado por franceses e faz aposta ousada
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Em caso de eliminação, os proprietários garantem que R$ 150 do que for consumido será abatido da conta, com exceção da taxa de serviço. O cardápio especial servido durante a partida inclui coxinha de pato confitado (R$ 34, 3 un.), croquete de cordeiro (R$ 38 - 5 un.) e cones de steak tartare (R$ 36 - 6 un.). 
A expectativa é de vitória dos franceses, embora o Paraguai já tenha eliminado a tetracampeã Alemanha na segunda (29), nos pênaltis  e tenha como marca uma retranca aguerrida empenhada em também parar Mbappé, Dembelé e outros craques da geração francesa.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/VbtdtwASrQ7GoAWn33ia1E9A16Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Q/K/cVeWT5QymCtFFuz83cVw/2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Bistrô francês promete até R$ 150 de desconto por pessoa em caso de derrota da França para o Paraguai</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 15:13:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>8 lançamentos de Adidas, Alexandre Won e mais</title>  <atom:subtitle>VEJA, Renner, Bvlgari, ACE, Swarovski e Diesel também divulgaram novidades</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/07/8-lancamentos-de-adidas-alexandre-won-e-mais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/07/8-lancamentos-de-adidas-alexandre-won-e-mais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/0_WntURUCh2HEY1JWLU7_hEg7KU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/f/f/5rXvV3S2CkBAy6Ucm1rw/726436.jpg" /><br /> ]]>    Confira abaixo a nossa seleção de novidades da moda na Vitrine GQ da semana.
Os produtos apresentados a seguir são selecionados de forma independente por nossos editores.
Adidas
Collab Adidas x Brain Dead x Disney.
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A adidas Originals renovou sua parceria com a Brain Dead e a Disney em uma coleção inspirada na cultura do futebol dos anos 1990. O destaque é a releitura da primeira adidas Predator, de 1994, que substitui as travas por um solado de borracha e incorpora línguas removíveis, pins retrô e chaveiros com personagens da Disney. A colaboração também reúne jerseys, shorts, meias, camiseta, conjunto esportivo, cachecol e acessórios que combinam referências ao futebol vintage com estampas e detalhes do universo Disney. As peças trazem personagens como Mickey Mouse e Pato Donald ao lado da identidade visual da Brain Dead.

Alexandre Won
Alexandre Won estreia no universo do couro.
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Referência em alfaiataria no Brasil, Alexandre Won ampliou a linha Alfaiataria 706 com suas primeiras jaquetas de couro. Produzidos na Itália em couro de carneiro e de bezerro, os modelos chegam em seis cores: preto, café, marrom, off-white, verde-escuro e marinho. A coleção reúne opções de inspiração clássica e casual, combinando cortes de alfaiataria a modelagens mais soltas. Entre os destaques está a Bomber Kuro, que incorpora aplicações de nylon e detalhes em camurça.
VEJA
Tênis Atlas, da VEJA.
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A VEJA lançou o Atlas, nova silhueta que combina referências do universo outdoor com uma proposta voltada ao uso urbano. Com sola tratorada, ilhós metálicos e construção robusta, o Atlas traz elementos inspirados em calçados de trilha, além de códigos já conhecidos da marca, como o logo V lateral e os painéis traseiros. Disponível em versões de couro O.T. (Organic Traced) e camurça, o tênis conta com palmilha de lã para maior conforto térmico, couro resistente à água em algumas versões e composição que inclui borracha amazônica, algodão orgânico e materiais reciclados.
ACE
Coleção Leisute Club, da ACE.
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A ACE apresentou o Leisure Club, novo drop que reúne peças pensadas para acompanhar diferentes momentos da rotina, do treino ao lazer. Entre os destaques estão conjuntos de moletom com referências esportivas, camisetas, macacão e trisets confeccionados em tecido butter touch, agora em novas cores como salmão e azul-índigo.
Renner
Collab Renner x Alceu Valença.
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A Renner lançou uma coleção inspirada em Alceu Valença que celebra o universo das festas juninas e a cultura popular brasileira. O drop reúne peças desenvolvidas a partir de referências ao sertão, ao vaqueiro e às celebrações de São João, com bordados, tricôs, estampas e detalhes que remetem ao trabalho artesanal e à identidade nordestina. A coleção também traz estampas exclusivas criadas pelo artista pernambucano Filho de Mercúrio e peças com trechos de músicas de Alceu Valença.
Bvlgari
Bvlgari Aluminium, coleção da Bvlgari.
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A Bvlgari ampliou a coleção Bvlgari Bvlgari Aluminium com duas novas versões para o verão. Os relógios mantêm a combinação característica de alumínio e borracha, em caixa de 40 mm resistente à água até 100 metros, e chegam em uma opção monocromática branca e outra com mostrador azul sunburst em edição limitada de 500 peças. Equipados com o calibre automático B77, com reserva de marcha de 42 horas, os modelos preservam o DNA sport-chic da coleção lançada em 1998.
Diesel
Coleção de acessórios da Diesel.
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A Diesel lançou uma coleção de acessórios unissex composta por brincos, anéis, pulseiras e correntes. As peças aparecem em acabamentos prata, preto e dourado, com propostas que vão do minimalismo a referências industriais, refletindo a identidade da marca.
Swarovski
Swarovski se uniu à ’47 e à Major League Baseball
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A Swarovski se uniu à ’47 e à Major League Baseball para lançar uma edição limitada do boné Yankees ’47 Clean Up. O modelo clássico ganha uma releitura com cristais Swarovski aplicados no tradicional logo "NY" e chega em quatro cores: rosa-claro, azul-marinho, azul-claro e Marshmallow. A colaboração combina a estética do streetwear com o acabamento característico da Swarovski, transformando um dos bonés mais icônicos da MLB em uma edição especial.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/0_WntURUCh2HEY1JWLU7_hEg7KU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/f/f/5rXvV3S2CkBAy6Ucm1rw/726436.jpg" medium="image"/>   <media:description>Collab Adidas x Brain Dead x Disney.</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 15:09:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Colecionador brasileiro de camisas de futebol teve ajuda até de motoristas de clubes para quebrar recorde mundial com 7 mil peças raras de Maradona, Pelé e Corinthians </title>  <atom:subtitle>Reconhecido pelo “Guinness” como o dono da maior coleção de camisas de futebol do mundo, o publicitário paulistano Cássio Brandão fez da paixão um negócio que mescla acervo para preservar a memória do esporte e comunidade de aficionados</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/07/colecionador-brasileiro-de-camisas-de-futebol-teve-ajuda-ate-de-motoristas-de-clubes-para-quebrar-recorde-mundial-com-7-mil-pecas-raras-de-maradona-pele-e-corinthians.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/07/colecionador-brasileiro-de-camisas-de-futebol-teve-ajuda-ate-de-motoristas-de-clubes-para-quebrar-recorde-mundial-com-7-mil-pecas-raras-de-maradona-pele-e-corinthians.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/aedblZh23Sxy5kKqgxf6PYADy7w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/5/q/CzlkAOReifM1xKd8ICPQ/header-colecionador.jpg" /><br /> ]]>    Há cerca de uma década, Cássio Brandão, 44, voltava de Londrina, no Paraná, para São Paulo com uma coleção recém-comprada de camisas de futebol quando foi parado pela polícia. Diante de centenas de peças no carro, precisou explicar que não se tratava de mercadoria ilegal, mas do resultado de um garimpo. O episódio resume parte da trajetória do paulistano aficionado dessas relíquias por décadas. “Não sou um colecionador de camisas, mas um contador de histórias. Uso as camisas para falar de pessoas e acontecimentos”, esclarece. Assista ao vídeo abaixo!
Corintiano roxo, Cássio cresceu na Vila Albertina, na Zona Norte de São Paulo. A paixão pelo esporte veio cedo. Uma de suas primeiras lembranças é ter assistido na televisão a um gol do centroavante Viola, do Timão, em 1988. Na infância na periferia, queria vestir as camisas de futebol para se aproximar de seus ídolos, mas sua família não tinha condição de comprá-las. Às vezes, conseguia uma falsificada. “Toda vez que tinha a do Viola, eu me sentia um pouco ele”, conta. “Meu desempenho era melhor no campinho de várzea.” 
A primeira peça própria, um manto do Corinthians de número 10, do esportista Neto, veio aos 13 anos. O tempo passou e, de maneira informal, a partir de 1999, o entusiasta começou a estruturar uma coleção. O hobby foi se expandindo, se expandindo até que, em 2018, virou negócio — junto de suas atividades como publicitário —, com o Alambrado Futebol Clube. Trata-se de uma comunidade de colecionadores, que reúne 65 pessoas articuladas em torno de compra, venda, troca, pesquisa e circulação de roupas históricas. 
O impressionante acervo o levou ao “Guinness World Records”. Em abril de 2024, Cássio foi reconhecido como o dono da maior coleção de camisas de futebol do mundo, com 6.200 itens. Atualmente, afirma, já se encontra perto dos 7.200, com cerca de 1.800 clubes e seleções representados.
 No Alambrado, as vestes se tornam documentos históricos. Para autenticar os achados, o aficionado mantém quase 50 mil materiais de apoio, entre jornais, revistas, fotos, ingressos e arquivos de época. “Nem tudo está na internet”, explica. “Busco a etiqueta, a costura, a numeração, o tecido... Nosso trabalho lembra a arqueologia.” 
Marcas preservadas podem ser decisivas para confirmar a legitimidade do item. “Se a camisa está suja e eu pego uma foto da partida com aquela sujeira, com a etiqueta rasgadinha, consigo fazer o match entre a imagem e o artigo”, explica. A lavagem fica restrita ao “último, último caso”. Antes disso, ocorre um processo de higienização, com a retirada de odor, banho de sol e quarentena. “As peças ficam em uma sala controlada antes de vir para cá, onde evitamos fungos e bactérias.” Para ele, as camisas mais valiosas não são necessariamente as mais caras. 
“É difícil escolher um filho preferido”, diz. Ainda assim, destaca aquela usada por Pelé em 1969, na partida em que a rainha Elizabeth II pediu para conhecê-lo durante visita ao Brasil, e a do Corinthians do primeiro jogo a que Cássio assistiu em um estádio, em 6 de dezembro de 1990, no Pacaembu. 
O colecionador segura camisa usada por Pelé na visita da rainha Elizabeth II ao Maracanã, em 1969
Renato Toso
Brilham ainda o manto vestido pelo goleiro Cássio na defesa contra Diego Souza, em 2012, e uma camisa de Sócrates da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, onde o craque estudou. O fanático também menciona uma veste de Diego Maradona do Napoli, de 1991. As relíquias chegam por muitos caminhos: jogadores, fãs, familiares, roupeiros, fisioterapeutas, massagistas, dirigentes... Cássio, por exemplo, comprou uma coleção de um motorista que dirigiu o ônibus do Corinthians por quase vinte anos. 
Ao fim das partidas, ele pedia lembranças aos atletas. Trata-se do ecossistema do futebol, como ele chama a rede informal costurada ao longo de mais de duas décadas, que sustenta grande parte do portfólio. O Alambrado, que conta com seis funcionários, tem uma loja física aberta ao público na Rua Cristiano Viana, em Pinheiros, São Paulo, e um espaço reservado para raridades, de acesso restrito, com controle de temperatura, umidade e luz. 
Entram em contato com o grupo desde curiosos até stylists, como o do cantor Bad Bunny. Em fevereiro deste ano, na passagem do astro porto-riquenho pelo Brasil, o músico apareceu em sua segunda apresentação no país com um agasalho usado por Pelé na Copa do Mundo de 1966. A joia foi emprestada pelo Alambrado sem custo, com contrato e valor estipulado apenas como garantia de devolução. “O objetivo nunca foi financeiro”, ressalta Cássio. “Queremos contar uma boa história.” 
No caso, conectar Bad Bunny a Pelé, à cultura brasileira e ao legado do futebol. A repercussão se mostrou imediata. A procura pelo negócio bombou, assim como havia acontecido com outro empréstimo de visibilidade, em 2023. Antes de uma corrida em Interlagos, o piloto inglês de F1 Lewis Hamilton ostentou uma roupa de membro da comissão técnica da seleção brasileira da Copa de 1994. 
Em relação aos artefatos de Pelé, seus favoritos, Cássio organizou um grupo de nove investidores para manter no Brasil o que chama de “joias da coroa”. São 115 itens do craque. A meta é trazer visibilidade ao conjunto em exposições e ações culturais. “Queremos muito oferecer dimensão global às peças, mas não queremos vendê-las”, explica. 
“Sou alucinado por Pelé, a figura brasileira mais importante de todos os tempos.” Em sua avaliação, o atleta é bem menos celebrado do que deveria por causa do racismo estrutural. “Pelé teria que ser nome de rua, avenida, aeroporto, já que poucas pessoas no mundo representaram tanto o país como ele.” 
Como especialista, Cássio percebe mudanças importantes na fabricação dos itens esportivos ao longo da história. Cita, por exemplo, uma camisa do Corinthians de 1955, a mais antiga do clube em seu portfólio. De algodão, produzida pela Atleta. “Na chuva, devia pesar uns 5 quilos”, calcula. Em contraste, as vestes atuais incorporam tecnologia de retenção de suor, cortes mais ajustados e tecidos sintéticos. O agasalho usado por Bad Bunny, observa, já figura como um exemplo de transição, “mais próximo do poliéster”. 
Peça usada por Bad Bunny no segundo show no país
Reprodução
O entusiasta leva em conta ainda a democratização do acesso. “Hoje, uma camisa de torcedor do Corinthians custa R$ 400, enquanto a versão de jogador chega a R$ 800”, compara. Em sua visão, os preços elevados ajudam a alimentar o mercado pirata. Ele avalia que as réplicas chinesas e tailandesas ficaram bastante sofisticadas; algumas, diz, são difíceis de distinguir das originais. 
Assim, o acervo antigo ganha mais valor: com tesouros únicos, especiais, que não podem ser reproduzidos. “Temos uma coisa meio similar ao vinil”, acredita. Cássio resolveu dividir conhecimento também por meio de seu primeiro livro, Manto Alvinegro (Ed. Capella Editorial), lançado em fevereiro, no Museu do Futebol. 
A obra de mais de 400 páginas reúne uma pesquisa dedicada às camisas do Corinthians, seu time do coração. Com fotos de Lailson Santos, conta com depoimentos de trinta corintianos sobre as peças mais importantes de sua vida, entre eles Casagrande, Rivellino, Neto, Basílio e Gabi Zanotti.
Revistas Newsletter  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/aedblZh23Sxy5kKqgxf6PYADy7w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/5/q/CzlkAOReifM1xKd8ICPQ/header-colecionador.jpg" medium="image"/>   <media:description>Cássio (foto) veste sua primeira camisa da coleção, a do Corinthians de 1990</media:description>   <media:credit>Renato Toso</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 14:48:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Após perder dinheiro com carro antigo em leilão, empresário cria plataforma para tornar mais transparente mercado que move R$ 36 bilhões</title>  <atom:subtitle>Plataforma permite conectar vendedores de carros especiais com entusiastas e colecionadores</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/motor/noticia/2026/07/apos-perder-dinheiro-com-carro-antigo-em-leilao-empresario-cria-plataforma-para-tornar-mais-transparente-mercado-que-move-r-36-bilhoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/motor/noticia/2026/07/apos-perder-dinheiro-com-carro-antigo-em-leilao-empresario-cria-plataforma-para-tornar-mais-transparente-mercado-que-move-r-36-bilhoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/dpBLtcPEbdEbN79AEZYb3YNPz74=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/m/f/j5GMWCSYiuzdq4YtY6XA/app-raro.jpg" /><br /> ]]>    Para alguns, carros são máquinas de alta performance. Para outros, são obras de arte sobre rodas, capazes de guardar histórias, memórias e paixões de diferentes gerações. Um serviço lançado em junho, dedicado a automóveis especiais, pretende conectar entusiastas e colecionadores com veículos que se destacam por sua singularidade - e nasceu de um momento de frustração.
O projeto, chamado RARO, foi idealizado por Fernando Hormain (56), empresário do mercado financeiro, e Rafaela Pons (30), profissional de marketing que morou por dez anos na Itália trabalhando nos mercados de luxo, moda e design. Os sócios mantiveram um olhar apurado para arte, estética e objetos que carregam histórias, e decidiram transformar essa paixão em negócio.
Hormain se diz uma pessoa muito visual, estimulado por design. "Nunca gostei exatamente das mesmas coisas que todo mundo gostava. Quando completei 18 anos, todos queriam ganhar um carro novo da concessionária. Eu falava para meu pai que queria um carro com 20 anos a mais", conta o economista em conversa com a GQ Brasil.
Mercedes-Benz SLS AMG disponível no sistema da RARO
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A ideia de transformar sua visão sobre o mundo em plataforma surgiu a partir da participação do empresário em um leilão de carros antigos nos Estados Unidos. Em 2016, ele levou um Volkswagen Puma para um leilão internacional, a fim de mostrar o trabalho artesanal de carros brasileiros para o mundo, mas se decepcionou quando o veículo foi vendido por um valor muito abaixo do esperado.
"A partir dali, comecei a enxergar que as pessoas tinham que conhecer mais o que estavam comprando. E que, quem vendia, também precisava saber se estava indo pelo preço correto. Ali começou a se formatar essa ideia de ter um ambiente seguro e transparente para essas negociações", explica.
Hormain conheceu Rafaela através da amigos em comum. A RARO nasceu dessa primeira conversa entre os dois, conectados por seus valores e ideias sobre como vêem certos objetos do cotidiano como arte. "Nós dois temos essa paixão por artigos especiais, independente de qual nicho: carro, moda, artes, obras de arte, esculturas", conta a empresária.
A ideia se casou com um momento ideal na vida de Rafaela, que estava retornando ao Brasil após uma década na Itália, com o desejo de trabalhar com peças de arquivo, design e itens colecionáveis. Durante sua estadia na Europa e seu trabalho com moda, a profissional de marketing aprendeu como apreciar peças de arquivo, móveis e itens de decoração marcados tanto pela estética quanto pelas histórias que carregam.
"Eu estava voltando para o Brasil e queria muito fazer alguma coisa ligada a peças especiais, de arquivo, talvez um espaço voltado para design e objetos que eu gostava. Quando a gente se conheceu, clicamos na hora", conta.
Ferrari 512 BB disponível no catálogo da RARO
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Como funciona?
A plataforma, que iniciou suas atividades em junho deste ano, tem a ideia de se transformar em um ambiente para pessoas que compartilham o apreço por design, colecionismo e histórias, independente do item de interesse. Inicialmente, o projeto foca no mercado automotivo, visto que é uma indústria que está em constante movimento no Brasil.
"Nós compreendemos que são mais de 3,2 milhões de antigomobilistas no Brasil. É uma indústria que movimenta em torno de 36 bilhões de reais por ano", observa Hormain. No entanto, eventualmente, eles pretendem expandir o projeto para outros itens raros e colecionáveis, como relógios, bolsas, canetas, selos e obras de arte. "Ao mesmo tempo que um homem pode ter interesse por carros, sua esposa também pode ter por bolsas", resume o empresário.
 A plataforma não funciona apenas como um marketplace, mas também como um espaço de discussão sobre os itens que estão sendo vendidos e integração com outros usuários que compartilham de um mesmo interesse que o usuário. "Visamos sempre por transparência. Então teremos fóruns em todos os artigos para que você possa conversar sobre aquele item específico, e uma área do club, um espaço privado para criar conversas e se conectar com essa comunidade", explica Rafaela.
Detalhes da Ford Shelby GT500 Super Snake, disponível pela RARO
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Para a RARO, informação é ouro: quanto mais detalhes você dá sobre o item que você está vendendo, maior a oportunidade de torná-lo interessante para quem quer comprá-lo. "Sempre pedimos que o proprietário use o maior tipo de informação, não somente técnica, mas também histórias que tornem aquele artigo especial, mesmo que seja algo muito emocional e particular para aquela pessoa", complementa.
O espaço para discussão de cada artigo também permite que o comprador saiba o verdadeiro estado de cada peça antes de fazer seu investimento. "Você pode questionar a originalidade, perguntar o estado do banco, do coro, até se teve algum tipo de reforma", destaca.
E para trazer a ideia de Hormain em fazer com que os compradores e vendedores saibam o preço justo para o item disponível na plataforma, o serviço conta com uma equipe que cuida da curadoria, para checar tudo o que será passado ao público final.
"Cada carro e cada história tem detalhes que mudam completamente a base de preço deles. Mas temos uma equipe, que inclui colecionadores de carros, que vão desempenhar uma função específica para trazer essa transparência para quem a gente vê na plataforma", explica o empresário.
No final, eles querem que o histórico e o apelo emocional do carro falem mais alto do que o valor de mercado do veículo. "Tudo tem a ver com história, arte, design e beleza. Você pode ser colecionador tendo um Fusca ou dez Ferraris", pontua.
Ferrari Testarosa disponível pela RARO
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As perguntas dizem muito sobre o olhar de fora. Para quem acompanha o trio pelas redes, o trisal pode parecer uma relação guiada apenas por desejo ou curiosidade sexual. Mas na casa onde vivem, em Santo Antônio da Platina, interior do Paraná, a dinâmica também passa por regras, contas, tarefas domésticas, religião, renda e conflitos cotidianos.
Flávia é formada em enfermagem, mas não atua na área. Hoje, trabalha com redes sociais e plataformas de conteúdo adulto. Maycon, 30, e Alan, 32, trabalham com pintura automotiva. Os três vivem há cerca de dois anos com a filha dela em uma cidade de aproximadamente 46 mil habitantes.
O começo de tudo
Antes do trisal, Flávia e Alan tiveram um relacionamento. Durante esse período, surgiu a ideia de chamar Maycon, amigo de Alan, para encontros entre os três. No início, segundo ela, não havia intenção de transformar aquilo em um compromisso estável.
“Ele que deu a ideia de chamar um amigo dele. No caso, o Maycon. A gente chamou algumas vezes, saiu junto, mas nada sério”, afirma. No fim de 2023, Flávia e Alan terminaram. Ela passou a se relacionar com Maycon, mas diz que ainda amava Alan. Foi então que propôs aos dois que tentassem viver uma relação a três, não mais como experiência pontual, mas como convivência.
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“No início não foi fácil. Não foi uma coisa que os dois aceitaram”, afirma Flávia. “Mas, com o tempo, a gente sentou, conversou e decidiu tentar”. Para que a relação funcionasse, diz ela, a vida em casas separadas não parecia uma opção. Desde o começo, o trisal passou a dividir o mesmo teto. “Se fosse cada um na sua casa, não iria dar certo”, diz.
Uma relação fechada e ciumenta
Apesar de não seguir o modelo monogâmico tradicional, o trisal tem acordos definidos. O relacionamento é fechado, sem envolvimento com pessoas de fora. Outra regra é que o sexo aconteça sempre entre os três, e não em duplas.
“Não posso me relacionar sexualmente só com um. Sempre o nosso sexo tem que ser nós três juntos”, afirma Flávia. “E a outra regra foi que a gente manteria o nosso relacionamento fechado”. Maycon e Alan são heterossexuais e, segundo ela, não mantêm uma relação sexual ou afetiva entre si. “Têm um carinho ali, mas é um carinho de amizade, de irmandade”, diz.
A vida a três não eliminou o ciúme. Pelo contrário: segundo Flávia, esse é um dos pontos que mais exigiu adaptação. Os conflitos costumam surgir quando um dos dois sente que o outro recebeu mais atenção, carinho ou prioridade. ”Tem ciúmes tanto entre eles como com pessoas de fora também”. 
No início, ela afirma que os três não tinham maturidade para lidar com esses incômodos. Quando algo desagradava, cada um ficava no próprio canto até a convivência voltar ao normal. Com o tempo, a estratégia mudou. “Hoje, a gente prefere sentar, conversar sobre o assunto que está desagradando cada um, ver quem está errado, olhar até mesmo para o próprio erro e tentar não fazer de novo”, resume. “Não é porque é a três que é bagunça, que qualquer um fica com qualquer um. Não. É nós três somente”.
A rotina dentro de casa
Na vida doméstica, as tarefas são divididas. Limpeza, roupa, quintal e organização da casa entram na rotina dos três. “Às vezes, um pega para fazer a limpeza geral, o outro pega para cozinhar, o outro pega para lavar roupa. Isso incluindo eu também”, explica Flávia.
A cozinha, segundo ela, fica mais sob responsabilidade de Maycon. A administração das contas fica mais concentrada nela. Flávia diz que os dois não gostam muito quando ela se define como “chefe da família”, mas afirma que costuma assumir a palavra final nas decisões. A rotina também envolve a filha de Flávia, de seis anos. Ela conta que conversou com a menina antes de consolidar a relação e que a vida familiar precisou ser organizada considerando a convivência.
O preço de assumir
Assumir o trisal trouxe mudanças nas relações sociais de Flávia. Ela diz que perdeu proximidade com amigas de infância e de faculdade. Algumas amizades não acabaram de forma explícita, mas deixaram de ter a intimidade. “É aquele tipo de amizade que a gente encontra na rua, fala um oi, mas não tem mais laço”, diz. “Era relação de sair, contar segredo, de estar uma na casa da outra”. 
Na família, a reação foi dividida. Flávia afirma que conversou principalmente com o pai, a avó paterna e a filha. O pai perguntou se ela estava feliz. Ao ouvir que sim, apoiou a decisão. A avó, mesmo sendo católica e conservadora, também ficou ao lado dela. Uma tia foi outra pessoa que acolheu a relação.
Com o restante da família, o contato mudou. Flávia diz que os três não costumam ser convidados para festas e encontros familiares. Ela cita o casamento de uma prima, para o qual não foi chamada, como um episódio marcante. “Sei que não fui convidada por conta de ser trisal”, afirma. Segundo Flávia, a família de Maycon e Alan não mantém contato com eles. E ainda há a questão da fé.
Fé e pertencimento
Na Umbanda eles citam acolhimento que não tiveram em outras religiões
Acervo pessoal
A religião se tornou uma rede de apoio para o trisal. Flávia conta que foi criada no catolicismo, fez primeira comunhão e crisma, mas diz que o relacionamento não foi acolhido quando eles tentaram se aproximar de espaços católicos e evangélicos. “A gente foi tentar fazer parte desse ciclo religioso e não foi aceito”, indica.
O acolhimento, segundo ela, veio na umbanda. Os três foram batizados juntos na religião. “As pessoas acham que, por sermos três, a gente não tem a dignidade de Deus estar na nossa vida”, diz. “Pelo contrário, por mais que a gente seja três pessoas, a gente se sente muito abençoado”. 
Hoje, ela afirma que a religião de matriz africana fortaleceu o relacionamento e ajudou os três a enfrentarem parte do preconceito vivido fora dali. “Para eles, isso não tem importância: se você é homem e gosta de homem, se está com três pessoas. O que importa é você ser uma boa pessoa”, afirma.
Das redes à renda
Além dos trabalhos individuais, o trio divide contas em redes de conteúdo adulto. A exposição pública começou depois que Flávia passou a acompanhar outros trisais nas redes. Inspirada por perfis que falavam sobre relações não monogâmicas, ela decidiu criar uma página para mostrar a rotina dos três. “Quando a gente assumiu o trisal, falei: vamos criar uma página”, lembra. O crescimento foi rápido. “Num dia a gente estava com 300 seguidores, no outro dia acordamos com 5.000, no outro dia com 20 mil, e foi subindo”. 
Mais alguém na relação?
Entre as perguntas dos seguidores, também aparece a possibilidade de entrada de outra pessoa no relacionamento. Flávia, que é bissexual, diz que a hipótese de uma mulher já foi cogitada pelos três, mas que, por enquanto, a resposta é um sólido: não. Os motivos passam por ciúme, rotina e adaptação. Para ela, incluir uma nova pessoa exigiria reorganizar uma dinâmica que os três já levaram tempo para construir. “Colocar uma outra pessoa que não está acostumada com isso seria difícil”.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/jGQ2BV2p4rqHMxzB8Sz47SoHTAY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/J/I/QnF8FiRmmPNBJWck8gcQ/whatsapp-image-2026-07-02-at-22.46.27.png" medium="image"/>   <media:description>Os três dividem as responsabilidades familiares</media:description>   <media:credit>Acervo pessoal</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 13:20:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>6 estrelas, 1 endereço: Cheval Blanc é paraíso gourmet em Paris</title>  <atom:subtitle>Hotel às margens do Sena reúne três restaurantes estrelados pelo Michelin, incluindo o Le Tout-Paris, brasserie contemporânea com vista privilegiada da cidade</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/turismo/noticia/2026/07/6-estrelas-1-endereco-cheval-blanc-e-paraiso-gourmet-em-paris.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/turismo/noticia/2026/07/6-estrelas-1-endereco-cheval-blanc-e-paraiso-gourmet-em-paris.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/Ze_VoyMBStV55EBpLmHRTD-O1tU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/M/e/NfAA3TRJABzgRBSQEMBA/cheval-blanc-paris-le-tout-paris-salle-stephane-aboudaram.jpg" /><br /> ]]>    O Cheval Blanc Paris se tornou um santuário gastronômico para os amantes da boa comida — e do excelente atendimento. Sob o mesmo teto, o hotel reúne três restaurantes que, juntos, somam seis cobiçadas estrelas Michelin: três para o Plénitude, comandado pelo chef Arnaud Donckele; duas para o Hakuba; e uma para o Le Tout-Paris.
Foi justamente no Le Tout-Paris, brasserie contemporânea, que estivemos para provar algumas reinvenções da culinária francesa clássica. Além da cozinha, capitaneada pelo premiado chef francês William Bequin, o restaurante conta com uma das vistas mais privilegiadas da cidade. Bequin, inclusive, mantém uma fazenda de onde vem boa parte dos ingredientes fresquíssimos usados em seus pratos.
Endereço estrelado é boa pedida para viagem de alto nível em Paris
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O Le Tout-Paris funciona com pratos à la carte e também oferece duas opções de menu degustação: a versão mais completa, disponível apenas no jantar, sai por €175; a menor, que também pode ser degustada no almoço, custa €155.
Entre as entradas, o tomate aparece como protagonista dos pratos mais refrescantes. Para começar, uma deliciosa reinvenção do gazpacho: a sopa fria de tomate e pepino chega coberta por uma espuma e acrescida de pequenos crocantes, em uma brincadeira com a variação de texturas.
Restaurantes trazem texturas provocantes, em Paris
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Na sequência, vale pedir o surpreendente Souvenir d’un macaroni foie gras (€44), massa com foie gras e trufas negras vindas da região de Périgord, ou a refrescante Soupe de tomate (€32), sopa gelada composta por tomates em diversas apresentações e finalizada no prato do comensal.
Como prato principal, o Pigeon en crapaudine (€52), de notas herbáceas, é finalizado e partido diante dos clientes antes de chegar à mesa. O tomate provençal é o acompanhamento ideal. Para quem não estiver com apetite para pombo, o Sole rôtie (€82), linguado assado, é uma opção leve e deliciosa. Como acompanhamento, peça o purê de batatas.
Restaurantes estrelados são boas pedidas para próxima parada em Paris
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Na hora da sobremesa, a única pedida proibida é o comedimento. A rabanada francesa (Pain perdu, €21), perfumada com laranja, é servida com uma bola de sorvete de baunilha. O merengue recheado com sorvete e compota de ruibarbo (Vacherin de rhubarbe, €24) também alegra os sentidos — e deve ser quebrado para ser devidamente degustado.
Entre massas com foie gras, tomates em diferentes preparações e uma inesquecível pain perdu, a experiência no Le Tout-Paris confirma a vocação do Cheval Blanc como um dos grandes destinos gastronômicos da capital francesa. O atendimento também merece destaque: fomos recebidos pela simpática Astrid Combess, uma anfitriã formidável.
Serviço
Le Tout-Paris, Cheval Blanc Paris
Endereço: 8 Quai du Louvre, Paris  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/Ze_VoyMBStV55EBpLmHRTD-O1tU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/M/e/NfAA3TRJABzgRBSQEMBA/cheval-blanc-paris-le-tout-paris-salle-stephane-aboudaram.jpg" medium="image"/>   <media:description>Le Tout-Paris, Cheval Blanc Paris: o estrelado parisiense</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 13:00:31 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>"Já entendeu que o bebê é mais famoso que ele": como a família de Richarlison virou fenômeno nas redes</title>  <atom:subtitle>Dudu Daibert e Amanda Araújo, cunhado e namorada do jogador, ganharam uma legião de fãs ao compartilharem vídeos da família</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/07/tio-do-bebe-como-familia-richarlison-virou-fenomeno-nas-redes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/07/tio-do-bebe-como-familia-richarlison-virou-fenomeno-nas-redes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/9YGp6opQ65ediZKpB0mPIZIGF8o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/e/y/Q9BbvDRJmWVJw2XbkBpQ/design-sem-nome-1-.png" /><br /> ]]>    Tio do bebê, pai do bebê, ex-gra... Se você passa muito tempo nas redes sociais, especialmente no TikTok, provavelmente já esbarrou com algum vídeo da “família do bebê”. O grupo nada mais é do que a família do atacante Richarlison, puxada por Eduardo Daibert, 25, irmão da namorada do jogador, Amanda Araújo, 23. Foi Dudu, como é conhecido, quem transformou a rotina da família em uma série de vídeos que hoje acumula milhões de visualizações e reúne públicos distintos: fãs de futebol, mulheres e a comunidade LGBTQIA+.
O “bebê” da história é Richarlison Júnior, filho do jogador com Amanda, mas o sucesso dos vídeos acabou transformando praticamente todo mundo ao redor dele em personagem. Desde o começo do ano, o fenômeno também repercutiu nas redes sociais: Dudu saltou de cerca de 350 mil para mais de 950 mil seguidores no Instagram, enquanto Amanda saiu de aproximadamente 800 mil para mais de 1,6 milhão. 
O resultado também se refletiu no aumento da procura de marcas por parcerias pagas. “Foi uma mudança muito rápida. Antes a gente dava conta de tudo e, de repente, passou a ter que recusar publicidade porque não tem como encaixar no calendário”, conta a influenciadora digital. Apesar da explosão recente, a relação dos dois com a internet começou muito antes de o futebol cruzar seus caminhos.
O "tio do bebê" e a "ex-gra": Dudu Daibert e Amanda Araújo com Richarlison Jr.
Reprodução/Instagram
A vida antes do bebê
Quem conheceu Dudu e Amanda apenas pelos vídeos atuais pode imaginar que eles tenham surgido na internet há pouco tempo, mas os dois cresceram no meio online. "Começou muito antes do Richarlison", conta Amanda. "Eu e o Eduardo gravamos vídeos desde crianças. Quando eu tinha uns 15 anos, a gente tinha um canal no YouTube."
Durante a pandemia, Dudu decidiu levar a criação de conteúdo mais a sério e viu seu perfil começar a crescer. Amanda, por outro lado, demorou um pouco mais para embarcar na ideia. "Eu ainda estava muito tipo: 'Ai, não quero, sabe? Não quero TikTok'. Porque eu não fazia dancinha, não fazia humor."
Enquanto ela resistia, ele seguia tentando se estabelecer como criador de conteúdo. "Realmente gosto de passar muito tempo no TikTok, consumo bastante dessa cultura. Acho que isso se traduz no conteúdo que eu faço", diz. As 12 horas diárias de tela, brinca, são horas de trabalho. "Eu olhava um vídeo e falava: 'Meu, esse vídeo vai estourar'. Eu criava antes e surfava esse hype."
Ainda que muita gente tenha a impressão de que a fama surgiu de um dia para o outro, Amanda explica que a viralização aconteceu aos poucos. "Começou a bombar realmente depois que o Richarlison não foi convocado para a Copa do Mundo. A gente já fazia essas brincadeiras há muito tempo”, conta. Um dos vídeos de maior sucesso foi gravado horas antes de Amanda embarcar com o filho para Londres – onde vive com Richarlison. Dudu brincou que não conseguia falar o nome do bebê,  o vídeo furou a bolha e alcançou um público muito maior.
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Todo mundo virou personagem
Se no começo existia apenas o bebê, hoje parece que todo mundo ganhou um papel na história. Além do pai e do tio do bebê, existe também a “ex-gra”, apelido de Amanda (ou mãe do bebê). Durante a gravidez, o irmão passou meses chamando a influenciadora simplesmente de “grávida”. Depois que Richarlison Jr. nasceu, ela virou a “ex-grávida”, ou apenas “ex-gra”, apelido que acabou sendo adotado pelos seguidores.
Nem o restante da família escapou. A mãe virou “a avó do bebê”, os tios acompanham cada novo vídeo e compartilham as reportagens no WhatsApp, e até o cabeleireiro da família ganhou um novo título. "Minha mãe agora é a avó do bebê ou a sogra do pai do bebê. A gente tem um amigo que corta cabelo. Ele é o cabeleireiro da mãe do bebê, cabeleireiro do bebê. Então todo mundo faz parte."
O sucesso foi tão grande que muita gente já pede um reality show para acompanhar a rotina da família. "O pessoal está falando agora muito que quer que a gente crie um reality show que grave 24 horas da nossa vida. Está sendo difícil acompanhar o quanto as pessoas querem que a gente apareça. E toda família, não é só eu ou só o Rick agora, é tipo como a gente vive, o que a gente come, o que a gente faz."
O tio do bebê (Dudu Daibert) e o bebê (Richarlison Jr.).
Reprodução/Instagram
Amanda diz que ainda se surpreende com esse nível de interesse do público, já que não tem o hábito de acompanhar outras pessoas na internet. “Eu não acompanho ninguém. Então, quando alguém fica muito interessado em mim, eu fico: 'Gente, por quê?'. Mas eu entendo que é muito legal." Nem Richarlison escapou da brincadeira. "Agora ele entende os memes", conta Amanda. Dudu completa: "Ele já entendeu que o bebê é mais famoso que ele.” A fama também rende situações curiosas, como quando algumas fãs pediram ao próprio Richarlison para tirar fotos delas ao lado de Amanda.
Muito além do bebê
Ainda que os vídeos sejam espontâneos e engraçados, eles passam por um filtro antes de irem ao ar. Com uma audiência que cresce a cada semana, os irmãos dizem que aprenderam a pensar duas vezes antes de expor determinados assuntos. A influenciadora digital explica que essa cautela também veio da forma como as redes funcionam, onde qualquer atitude pode virar discussão. "Às vezes meus amigos falam que eu tenho que criar uma personalidade no Instagram. Temos sempre que tomar cuidado, pisar em ovos."
Depois da maternidade, isso ficou ainda mais evidente, já que ela evita mostrar a rotina completa do filho para não abrir espaço para julgamentos. "Eu posto alguns momentos engraçados, mas sei que se começar a postar a rotina, que horas que ele acorda, como eu troco a fralda, vou abrir espaço para comentarem. Se eu uso um vestido, ou é maravilhoso ou é horripilante. A festa de aniversário ou é a mais linda ou a mais ridícula. Não existe meio termo."
Para Dudu, o receio de um possível cancelamento não está na perda de seguidores, mas no impacto do que publica. "Meu maior medo é magoar alguém a ponto de ser cancelado", diz. Ele também relata que, mesmo com o aumento da audiência, criou um público muito fiel que já acompanhava seu trabalho e está com ele "nas trincheiras". "Claro, a homofobia existe, mas acho que não é um hate direcionado a mim particularmente, é um preconceito já existente na pessoa. Eu estou muito bem protegido, com apoio muito grande da minha família, do meu relacionamento e dos meus amigos."
A escalação da família como num álbum de figurinhas.
Reprodução/Instagram
Hoje, Dudu vem se aproximando do universo esportivo, com um olhar próprio sobre o futebol. "Eu gosto de camarote, de VIP e de open food. Eu gosto dessas três coisas que todos os eventos aparentemente têm", diz, rindo. "Eu não acompanhava futebol antes."
Enquanto os dois tentam entender um fenômeno que cresceu muito mais rápido do que imaginavam, Amanda pensa no futuro da família e na possibilidade de novos filhos. "Antes dele nascer, eu estava super preocupada. Dizia: 'Será que eu consigo ter mais um?'. Porque cansa muito, né? Mas agora que ele está em uma fase tão gostosa, eu fico: 'Gente, pelo amor de Deus, eu quero viver isso para sempre, sabe? É muito bom'."
Ela e Richarlison pretendem se casar e aumentar a família, mas sem pressa. Dudu, por outro lado, já resolveu a única questão que considera urgente. Questionado sobre o nome do próximo bebê, respondeu sem pensar duas vezes: "Cristiano Ronaldo.... não, eu espero que seja uma menininha, porque daí a gente já para por aí e coloca o nome Marta."
Revistas Newsletter  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/9YGp6opQ65ediZKpB0mPIZIGF8o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/e/y/Q9BbvDRJmWVJw2XbkBpQ/design-sem-nome-1-.png" medium="image"/>   <media:description>A família reunida no aniversário de um ano de Richarlison Jr.</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:52:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como a musculação pode reverter danos da obesidade e reprogramar o fígado, segundo cientistas brasileiros</title>  <atom:subtitle>Estudo da Unicamp com camundongos revela que o treinamento de força modula o genoma hepático, restaurando a sensibilidade à insulina e combatendo o acúmulo de gordura no órgão</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/07/como-a-musculacao-pode-reverter-danos-da-obesidade-e-reprogramar-o-figado-segundo-cientistas-brasileiros.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/07/como-a-musculacao-pode-reverter-danos-da-obesidade-e-reprogramar-o-figado-segundo-cientistas-brasileiros.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/BsGew8u_9v2DG8lj4V2-nqg7P10=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2025/u/j/A34RiaQACludVEa6Gurg/gettyimages-1391599529.jpg" /><br /> ]]>    Estudo desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que os benefícios da musculação vão além do ganho de músculos e da perda de gordura. Em experimentos com camundongos, os pesquisadores observaram que o treinamento de força induz uma verdadeira reprogramação molecular no fígado. A descoberta ajuda a entender como a prática modula o funcionamento do genoma para mitigar a doença hepática esteatótica – condição caracterizada pelo acúmulo de gordura no órgão e intimamente ligada ao surgimento do diabetes tipo 2.
“Queríamos entender como algo que ocorre nos músculos poderia interferir e beneficiar um problema no fígado. Para isso, fomos investigar o cerne do metabolismo, que é o nosso DNA. O objetivo foi compreender como a obesidade agride esse DNA e, depois, como a musculação consegue protegê-lo”, relata Leandro Pereira de Moura, professor da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA-Unicamp) e coordenador da pesquisa, em entrevista à Agência FAPESP.
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Os resultados do estudo, apoiado pela FAPESP, foram divulgados em novembro na revista Life Sciences.
Para descobrir como o trabalho muscular impacta o fígado, a pesquisa focou na epigenética. Essa área da ciência avalia de que forma fatores externos – como hábitos de vida e condições ambientais – alteram o funcionamento dos genes sem modificar o código do DNA.
Um dos fenômenos epigenéticos mais estudados é a metilação do DNA. Ela consiste na adição de uma molécula química (o grupo metil) na chamada região promotora do gene, que funciona como o “botão de ligar”. Essa marcação química atua como uma barreira física que torna o gene menos acessível para as enzimas da célula, inibindo a sua atividade.
Nos experimentos com roedores, os pesquisadores verificaram que oito semanas de musculação foram suficientes para alterar a metilação do gene MTCH2 (homólogo 2 do transportador mitocondrial), que está fortemente envolvido na forma como o fígado processa e utiliza a energia.
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Como explica Moura, a obesidade obriga o fígado a trabalhar em um ambiente tóxico. O excesso de gordura se acumula nos hepatócitos – as principais células do fígado –, desencadeando uma inflamação crônica e falhas nas mitocôndrias, que são as "usinas de energia" celulares. O fígado busca se regenerar, mas, sem energia suficiente, esse processo falha. O tecido sadio vai sendo substituído por tecido cicatricial (fibrose) em um processo que destrói aos poucos a função do órgão. É nesse cenário de estresse extremo que o corpo desregula o funcionamento do gene MTCH2, acelerando ainda mais a progressão da doença.
Nos experimentos com os camundongos treinados, os cientistas observaram algo intrigante: embora as células do fígado até emitissem o comando genético (RNA mensageiro) para ativar o MTCH2, a quantidade final da proteína ligada a esse gene diminuiu. Segundo Moura, isso ocorre porque a musculação devolveu a capacidade energética ao órgão e reduziu a inflamação. Ao perceber que o ambiente não era mais tóxico, o organismo desligou o "modo de emergência". Sem o estresse celular e os sinais de autodestruição, o próprio corpo bloqueou as etapas finais de formação dessa proteína.
Resistência à insulina
Um dos papéis do fígado é ajudar a manter estável o nível de açúcar no sangue (glicemia) para garantir o funcionamento de todos os órgãos, principalmente do cérebro. Sob o comando da insulina, o fígado armazena o açúcar excedente logo após as refeições na forma de glicogênio; já nos períodos de jejum, ele libera essa reserva de volta na corrente sanguínea. Em condições normais, a insulina funciona como um mensageiro que avisa o fígado para parar de liberar glicose quando o corpo já está abastecido. Mas quando o órgão está sufocado pela gordura e inflamado, ele desenvolve resistência à insulina, ou seja, fica “surdo” a esse aviso e continua mandando açúcar para a circulação. Um dos achados da pesquisa é que, nos roedores obesos que praticaram treinamento de força, o fígado recuperou a sensibilidade à insulina.
Os resultados também indicam que a atividade física inibiu a ação de enzimas que causam a fibrose e o crescimento celular desordenado. E impulsionou a produção de ATP5, proteína essencial para a geração de energia mitocondrial. “Com energia abundante, as células saem do estado de alerta e deixam de ativar o gene MTCH2, favorecendo a regeneração do tecido”, resume Moura. “Levantar pesos fortalece não só os músculos, mas também controla como o DNA do fígado funciona.”  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/BsGew8u_9v2DG8lj4V2-nqg7P10=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2025/u/j/A34RiaQACludVEa6Gurg/gettyimages-1391599529.jpg" medium="image"/>   <media:description>Homem malhando</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:05:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>“A imagem pode ser falsa, mas os danos não”: fotos íntimas fakes geradas por IA atingem mulheres e meninas </title>  <atom:subtitle>Movimentos de tecnologia cobram resposta de plataformas, escolas e autoridades em casos recentes</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/noticia/2026/07/imagens-intimas-fakes-geradas-por-ia-atingem-mulheres-e-meninas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/noticia/2026/07/imagens-intimas-fakes-geradas-por-ia-atingem-mulheres-e-meninas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/7t4u_CDb7aXaTutuxWS6jZKPtrQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/E/B/1xLMApT6mTPvT1B9BmEg/chatgpt-image-2-de-jul.-de-2026-02-29-41.png" /><br /> ]]>    A atriz Paolla Oliveira publicou em seu perfil no Instagram no domingo (28), um vídeo em que alerta para o uso de inteligência artificial na criação de imagens e vídeos forjados envolvendo mulheres. No relato, a atriz afirmou que há fotos suas na internet que ela nunca tirou, vídeos em que aparece dizendo coisas que nunca disse e corpos falsos circulando com seu rosto.
A atriz disse que esse tipo de situação já virou rotina e que precisa acionar advogados com frequência para lidar com o uso indevido de sua imagem. No vídeo, Paolla também chamou atenção para a realidade de mulheres que não têm acesso à assessoria jurídica e para os impactos desse tipo de violência sobre meninas.“Como uma mulher cresce inteira em um mundo onde qualquer pessoa pode despi-la, deixá-la vulnerável, em segundos?”.
O alerta de Paolla reacende o debate sobre uma violência digital que não se restringe a celebridades. Mulheres com presença pública nas redes, professoras, estudantes e meninas também têm sido alvo de conteúdos manipulados por IA. A violência pode envolver fotos comuns, retiradas de redes sociais, usadas para criar montagens realistas de nudez ou cenas sexuais falsas.
Imagem falsa com danos reais
A quadrinista e jornalista Helô D’Angelo foi uma das vítimas desse tipo de violência. Ela descobriu o caso em 2024, durante o período em que o X, antigo Twitter, foi suspenso no Brasil. Uma seguidora que mora fora do país enviou prints mostrando que fotos suas haviam sido manipuladas. “Era um monte de fotos minhas reais, porém a pessoa pegou fotos vestidas, passou por uma inteligência artificial e criou nudes. Ficava perguntando se eu tinha um OnlyFans”, afirma.
Helô diz que não sentiu medo, mas raiva e frustração por precisar interromper a própria rotina para tentar entender como denunciar e retirar o conteúdo do ar. A dificuldade não esteve apenas na plataforma. “Precisava explicar o que era isso, o que era inteligência artificial. Fui em vários lugares. Fui na Delegacia da Mulher, disseram que não atendiam esse tipo de caso. A de crimes cibernéticos também disse que não atendia”, lembra. “Todos os lugares que fui, eu sentia que a polícia estava assim: ‘Ah, deixa para lá, essas fotos não são reais mesmo’. Isso me deixou muito abalada”, cita.
O caminho que funcionou, segundo Helô, foi acionar judicialmente a plataforma. Ela e o advogado entraram com um processo contra o X para pedir a retirada do conteúdo. “O Twitter foi obrigado a retirar as imagens do ar e a me pagar uma quantia em dinheiro. Já pagou, já está tudo certo. Agora, eu quero muito conseguir os dados dessa pessoa para poder processá-la também”, diz. “Até hoje não foi punida. Talvez ela nem saiba que o Twitter perdeu um processo para que aquelas imagens fossem retiradas do ar. Essa experiência me mostrou: não é que as plataformas não estejam preparadas para lidar com isso. Elas não estão nem aí. Não existe o interesse”, emenda.
Ferramenta de controle
Para Ingrid Fernandes, gerente de tecnologia do Instituto AzMina, especializada em dados, segurança digital e direitos humanos, as imagens falsas, também chamadas de deepfakes sexuais devem ser entendidos como parte de uma violência de gênero mais ampla.
Segundo a gerente de tecnologia, esse tipo de conteúdo é usado para rebaixar, debochar, envergonhar publicamente e, em muitos casos, tentar retirar mulheres, meninas e pessoas LGBTQIAPN+ do espaço público. “Antes, para expor alguém, o agressor precisava de um material real. Hoje, não. Se você posta uma foto do seu rosto numa rede social, alguém pode pegar essa foto, usar inteligência artificial para criar um corpo que nunca existiu”, afirma Ingrid. “A humilhação é real, a chantagem é real, a perseguição social é real”.
Ingrid afirma que a violência não atinge todas as vítimas da mesma forma. Meninas negras, pessoas LGBTQIAPN+, meninas pobres e moradoras de periferias podem enfrentar camadas adicionais de vulnerabilidade, como hipersexualização, racismo, risco de expulsão de casa e menor acesso a um advogado, informação e canais de denúncia.
Uma violência anterior, agora sofisticada pela IA
Para Fernanda Rodrigues, coordenadora de Pesquisa do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS), doutoranda em Ciência, Tecnologia e Novas Fronteiras do Direito, a inteligência artificial sofisticou uma violência que já existia. O vazamento de fotos íntimas por parceiros atuais ou antigos já era um problema antes da popularização dessas ferramentas, reforça. “As imagens geradas com a ajuda da IA são tão ou mais capazes de provocar danos às vítimas. Mulheres que passaram por isso têm relatado que sentiram uma sensação de violação de sua imagem, dignidade e privacidade como se fosse a divulgação de uma foto íntima real”, comenta.
A exposição na internet também amplia o dano, porque o material pode alcançar muitas pessoas antes que seja removido.
Poucos cliques
A popularização das ferramentas de inteligência artificial generativa mudou a escala e a velocidade desse tipo de violência. Fernanda afirma que sistemas capazes de produzir esse tipo de conteúdo costumam estar a poucos cliques de distância. 
Em setembro do ano passado, ela diz ter feito uma pesquisa no Google em busca de casos de mulheres negras vítimas de deepfakes. Encontrou, logo entre os primeiros resultados, sugestões de páginas para geração de imagens íntimas, com mulheres nuas retratadas e até sugestões de prompts.
“Sem nenhuma regulação, estes sistemas de IA são criados e disponibilizados facilmente, muitos com uma capacidade de gerar imagens que parecem reais, encurtando o caminho para pessoas mal-intencionadas”, ressalta.
O problema nas escolas
O ambiente escolar aparece como um dos pontos de maior preocupação. Para Ingrid, a escola é um espaço de convivência obrigatória, o que torna a violência ainda mais grave.
“No dia seguinte, a menina e a professora vão ter que voltar para a escola, sentar na mesma sala, na mesma carteira, olhar na cara de gente que viu a imagem, que debochou dela, que compartilhou”, exemplifica. Tratar imagens sintéticas como algo menos grave é um erro. “A dor não é falsa”, resume.
Quando a vítima é professora, a violência também pode atingir sua autoridade em sala de aula, sua saúde emocional e a relação com colegas, famílias e estudantes. Por isso, afirma a especialista, escolas não devem tratar o caso como “treta da internet”, mas como violência facilitada por tecnologia. “A escola não pode nunca tratar essa questão como uma fofoca”, afirma.
Acolher sem julgar
A primeira resposta, segundo Ingrid, deve ser o acolhimento sem julgamento. Antes de qualquer medida técnica ou jurídica, a vítima precisa ser escutada e levada a sério. A especialista ressalta que escolas devem evitar perguntas que culpabilizem a vítima, como por que ela postou determinada foto ou por que não bloqueou determinada pessoa. Também não devem minimizar o episódio, expor a vítima sem autorização nem confrontar o agressor de forma improvisada.
Em casos envolvendo crianças e adolescentes, ela cita a importância de acionar equipe pedagógica, direção, apoio psicológico, conselho tutelar, famílias e autoridades, sempre com cuidado para não ampliar a exposição. “Sem protocolo, cada caso vira uma improvisação movida a emoções repentinas e, no fim das contas, quem vai pagar é a vítima”, afirma.
Caminhos de denúncia
Larissa Santiago, cofundadora e conselheira do Blogueiras Negras, parte da Rede de Mulheres Negras Afrolatinoamericanas, Caribenhas e da Diáspora, a Articulação de Mulheres Negras Brasileiras e a Rede de Mulheres Negras do Nordeste, cita que há diferença entre vazamento de imagens íntimas reais e criação de imagens íntimas falsas por IA. No segundo caso, afirma, ainda não há uma legislação específica consolidada, embora o tema esteja em debate no Congresso Nacional.
“Essas mulheres vítimas podem fazer essa ligação para o 180 e relatar a sua violação para que sejam atendidas”, indica.
Larissa também defende que as vítimas conheçam seus direitos, peçam remoção de conteúdo e, quando possível, busquem reparação. “As mulheres como vítimas, as pessoas como vítimas de violação de suas imagens íntimas, têm como direito a remoção de conteúdo, provocando seja o Judiciário, seja a própria plataforma”, diz.
Regulação e responsabilidade das empresas
As especialistas ouvidas nesta reportagem defendem que o debate não pode se limitar à pergunta sobre quem criou a imagem falsa. Também é preciso discutir quem desenvolve as ferramentas e quem permite que o conteúdo circule.
Para Fernanda Rodrigues, o primeiro passo seria avançar em uma regulação de sistemas de inteligência artificial no Brasil, com regras específicas para empresas que desenvolvem modelos generativos. Entre as medidas citadas por ela estão a obrigação de identificação do usuário que cria o conteúdo, a inserção de marca d’água de conteúdo artificial e a coleta de comprovação de consentimento da pessoa retratada.
Segundo Fernanda, a disseminação de conteúdo sexual artificial não autorizado mostra que as leis atuais não são suficientes para enfrentar o problema. “É necessária uma regulação específica para os impactos da IA”, pontua.
Quanto à circulação desse conteúdo, Fernanda defende que plataformas de busca não impulsionem ou priorizem resultados que levem a páginas voltadas à geração de imagens íntimas artificiais, nem listem ferramentas que funcionem sem consentimento da pessoa retratada. “É preciso que o acesso a esses modelos não seja facilitado e que o poder público adote regras e mecanismos rígidos de fiscalização e responsabilização”.
Plataformas não são espaços neutros, alerta Ingrid. “Elas decidem o que ganha alcance, lucram com o engajamento. E o movimento, nesse caso, é justamente um conteúdo que vai humilhar, expor e chocar”. É preciso perguntar não apenas quem fez, mas quem poderia ter impedido a circulação e não impediu.
Larissa também afirma que plataformas devem remover conteúdos quando acionadas. Para ela, a falta de avanço na regulamentação das plataformas digitais dificulta a proteção das vítimas.
Como se proteger e o que fazer se for vítima
Não compartilhar a imagem, nem para denunciar ou avisar outras pessoas. Cada reenvio amplia a violência
Registrar provas antes de bloquear ou apagar o contato responsável. É importante salvar tudo antes de perder acesso às mensagens, perfis ou links
Tirar prints e gravar a tela inteira, incluindo data, hora, nome do perfil, plataforma, links e contexto da circulação
Se o conteúdo estiver em vídeo, fazer captura da tela ou filmar a reprodução
Em conversas de WhatsApp, exportar a conversa, quando possível
Guardar as evidências em local seguro e evitar mantê-las apenas no dispositivo onde a violência está acontecendo
Usar autenticação em dois fatores, senhas fortes e, se necessário, um e-mail de pessoa de extrema confiança para preservar acessos
Denunciar o conteúdo na própria plataforma
Procurar canais de denúncia e acolhimento, como SaferNet, Disque 100, Ligue 180, delegacias especializadas e delegacias de crimes cibernéticos
Em casos envolvendo crianças e adolescentes, acionar o conselho tutelar
Procurar apoio jurídico para avaliar boletim de ocorrência, ata notarial, pedido de remoção e eventual responsabilização da plataforma e do agressor  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/7t4u_CDb7aXaTutuxWS6jZKPtrQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/E/B/1xLMApT6mTPvT1B9BmEg/chatgpt-image-2-de-jul.-de-2026-02-29-41.png" medium="image"/>   <media:description>A atriz Paolla Oliveira e a quadrinista Helô D'Angelo, vítimas de imagens falsas</media:description>   <media:credit>Reprodução</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:00:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bioestimulador, corretivo, pomada nos fios e muay thai: como Alexandre Nero se cuida aos 56 anos</title>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/saude/noticia/2026/07/bioestimulador-corretivo-pomada-nos-fios-e-muay-thai-como-alexandre-nero-se-cuida-aos-56-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/saude/noticia/2026/07/bioestimulador-corretivo-pomada-nos-fios-e-muay-thai-como-alexandre-nero-se-cuida-aos-56-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/LtZqDkClSWWCLOvGtsLSnse-if4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/y/p/gQrT2QQcuxrf2EicsewA/alexandre-nero-cuidados-gq.jpg" /><br /> ]]>    Difícil discordar do ator Alexandre Nero, 56, quando ele diz que está melhor agora do que quando estreou na TV, em 2008. “Tenho hoje o melhor corpo desde os meus 30 anos”, atesta. “Entendi minha genética. Não dá para ignorá-la. Posso apertar aqui, lacear ali, mas não quero me desfigurar nem virar outra pessoa. Procuro me olhar no espelho e continuar me reconhecendo”, diz o paranaense, fã da tecnologia estética, em especial do injetável Sculptra. “Trata-se de um bioestimulador de colágeno, uma maravilha.” Ele age na camada mais profunda da pele, ativando as células produtoras de colágeno. Melhora a firmeza de forma progressiva e natural.
Em casa, Nero é basicão. “Lavo o rosto com sabonete líquido e aplico filtro solar, ambos indicados pela minha dermatologista. À noite, só troco o filtro por um hidratante”, conta. Ele leva a sério a rotina de limpeza, principalmente em razão da maquiagem exigida nas gravações. “Senão, podem aparecer espinhas, e tenho forte tendência à rosácea.” Outra dica: “Quando vou a algum evento e noto olheiras muito pesadas, uso um corretivo para amenizar”.
No corpo, tenta passar hidratante diariamente. “Mas sempre esqueço ou fico com preguiça. Na verdade, só uso mesmo quando a pele começa a reclamar.”
Alexandre Nero, na melhor forma da sua vida
Reprodução / Instagram
Sobre os cabelos, ele explica que vivem “a serviço dos personagens”. “Se não estou em nenhum projeto, gosto de deixar mais compridos para ter opções futuras. Cabelo comprido dá mais trabalho, especialmente o meu, um cacheado meio revoltado e com personalidade forte”, define. Nero prefere xampus e cremes com menos sal e sulfato para evitar ressecamento e controlar o frizz. “Finalizo com secador para domar os fios e passo pomada.”
Na alimentação, evita bebidas alcoólicas e doces. “Quando fico duas semanas sem consumi-los, meu corpo desincha, chego a perder de 2 a 3 quilos. Porém, como não vivo buscando perfeição estética e me sinto muito bem do jeito que estou, com a saúde equilibrada, me permito provar nos fins de semana”, diz ele, que também pratica musculação e muay thai.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/LtZqDkClSWWCLOvGtsLSnse-if4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/y/p/gQrT2QQcuxrf2EicsewA/alexandre-nero-cuidados-gq.jpg" medium="image"/>   <media:description>Alexandre Nero, na melhor forma da sua vida</media:description>   <media:credit>Reprodução / Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:55:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Champanhe da Moët &amp; Chandon que celebra os 280 anos da maison chega ao Brasil</title>  <atom:subtitle>Rótulo inaugurou a linha Collection Impériale com um blend de sete safras</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/noticia/2026/07/moet-and-chandon-lanca-champanhe-que-celebra-os-280-anos-da-maison.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/noticia/2026/07/moet-and-chandon-lanca-champanhe-que-celebra-os-280-anos-da-maison.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/jBPEj5v-spY-DxCacLLYEpc4ylM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/I/V/qeBziRTAa7Sosl51A4Zw/mc-mo-t-chandon-collection-imperiale-n-1-closeup-3-4-cropping-losange-jpg-1-.jpg" /><br /> ]]>    A Moët &amp; Chandon acaba de lançar no Brasil o Collection Impériale Création Nº 1, champanhe criado para celebrar os 280 anos da maison. O rótulo inaugurou uma nova linha da marca e chega ao nosso mercado com preço sugerido de R$ 1800.
Desenvolvida pelo cellar master Benoît Gouez, a novidade é elaborada no estilo brut nature, sem adição de açúcar na dosagem, e reúne um assemblage de sete safras. A composição combina os anos de 2013, principalmente, e também 2012, 2010, 2008, 2006, 2004 e 2000, envelhecidos por diferentes métodos, em tanques de aço inoxidável, barris de carvalho e sobre as borras em garrafa, antes de serem harmonizados em uma única cuvée.
O produto também marca a consolidação do conceito de Haute Oenologie, termo criado pela Moët &amp; Chandon para definir sua abordagem de elaboração de champanhes de alta complexidade. A proposta reúne seleção criteriosa de safras, diferentes processos de maturação e uma ampla biblioteca de vinhos de reserva para criar rótulos que conciliem frescor, profundidade e potencial de guarda.
Na taça, o Collection Impériale Création Nº 1 apresenta coloração amarelo-profundo e um perfil aromático que evolui ao longo da degustação. Entre as notas destacadas, aparecem alcaçuz, avelã, baunilha, figo seco, ameixa e frutas cítricas confitadas. Na boca, combina textura cremosa, acidez equilibrada e um final persistente com nuances minerais e defumadas.
O rótulo também presta homenagem à tradição "Impériale" da Moët &amp; Chandon, iniciada no século XIX com a relação entre Jean-Rémy Moët e Napoleão Bonaparte. A coleção ainda marcou o início de uma série de cuvées que serão lançadas nas próximas décadas, em preparação para os 300 anos da maison, comemorados em 2043.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/jBPEj5v-spY-DxCacLLYEpc4ylM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/I/V/qeBziRTAa7Sosl51A4Zw/mc-mo-t-chandon-collection-imperiale-n-1-closeup-3-4-cropping-losange-jpg-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Moët &amp; Chandon lança Collection Impériale Création Nº 1, champanhe que celebra os 280 anos da Maison</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 20:45:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>"Fantasma da Ópera" e "Exterminador": por que tantos 'mascarados' estão jogando a Copa do Mundo</title>  <atom:subtitle>Jogador da Inglaterra chamou atenção com acessório médico adotado por outros atletas no mundial para evitar lesões e adiar cirurgias; saiba mais</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/07/fantasma-da-opera-e-exterminador-por-que-tantos-mascarados-estao-jogando-a-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/07/fantasma-da-opera-e-exterminador-por-que-tantos-mascarados-estao-jogando-a-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/lanBtopBgmgWQ2MbGnDUJhPaVdM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/A/e/xXTV5eQZexyvQmO3atIA/gettyimages-2283612225.jpg" /><br /> ]]>    Quem assistiu à partida entre Inglaterra e República Democrática do Congo nesta quarta (01), pode ter notado um acessório diferenciado no rosto do lateral inglês Djed Spence: uma espécie de protetor de queixo com o número do atleta. O jogador não é o único. As novas opções médicas das seleções criaram um verdadeiro time de “mascarados” na Copa do Mundo de 2026 disputada na  América do Norte. 
Em maio deste ano, Spence sofreu uma fratura na mandíbula após colidir contra outro jogador durante uma partida da Premier League, a liga de futebol inglesa. O departamento médico do clube onde atua, o Tottenham, calculou uma recuperação de três meses, mas liberou o jogador para a federação inglesa contanto que usasse o protetor de mandíbula em todas as partidas. “Felizmente, eu jogo futebol com os pés e não com a mandíbula”, brincou Spence em entrevista ao The Guardian às vésperas do início do mundial, em junho.
Os protetores faciais protegem e também evitam ou adiam intervenções cirúrgicas e imobilizações em regiões capazes de tirar ou mandar um atleta de volta para a casa. Foi o caso do austríaco Stefan Posch, que fraturou a mandíbula logo no começo do mundial na partida encerrada em 3 a 1 pela Áustria contra a Jordânia. 
Como Spence, ele também usou a espécie de “queixeira” para jogar. Os colegas austríaco não perdoaram e apelidaram Posch de “O Exterminador do Futuro” devido à semelhança com o ciborgue interpretado por Arnold Schwarzenegger. 
Na próxima sexta (3), o filho de Zidane, Luca Zidane, deve entrar em campo pela Argélia contra a Suíça na fase de mata-mata com um exemplar ainda mais chamativo: um protetor facial similar a um capacete de kickboxing usado após uma lesão na face. A estrutura de fibra de carbono mantém os olhos do goleiro à mostra e é usada por ele desde choque em uma partida pelo Granada, clube onde atua na Espanha.
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O já eliminado uruguaio Sebastián Cáceres atuou na Copa do Mundo com uma máscara similar a da obra O Fantasma da Ópera. O motivo foi uma fratura na maçã do rosto, trauma ocular e uma concussão sofridas durante um jogo pela liga mexicana. 
Sebastian Cáceres com máscara "Fantasma da Ópera" em vídeo divulgado pela seleção uruguaia, já eliminada da Copa do Mundo
Reprodução/Twitter
Revistas Newsletter  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/lanBtopBgmgWQ2MbGnDUJhPaVdM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/A/e/xXTV5eQZexyvQmO3atIA/gettyimages-2283612225.jpg" medium="image"/>   <media:description>Djed Spence é mais um nome do "time de mascarados" da Copa do Mundo; saiba o motivo</media:description>   <media:credit>Evrim Aydin/Anadolu/Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:44:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Criador do "terno de leopardo" da RD Congo é autodidata, já trabalhou como vendedor de loja e é fã de Ronaldo Fenômeno </title>  <atom:subtitle>Sem nunca ter trabalhado no criativo de marcas, o congolês aprendeu a costurar pela internet e se inspira em cultura local da RD Congo e do país vizinho, o Congo</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/07/criador-do-terno-de-leopardo-da-rd-congo-e-autodidata-ja-trabalhou-como-vendedor-de-loja-e-e-fa-de-ronaldo-fenomeno.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/07/criador-do-terno-de-leopardo-da-rd-congo-e-autodidata-ja-trabalhou-como-vendedor-de-loja-e-e-fa-de-ronaldo-fenomeno.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/E4HrQwJuexFezCItd-XkrUzLb2w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Q/A/AeuMyyQt2EJGnKeWMgcg/hkno486wiaacimg.jpg" /><br /> ]]>    A República Democrática do Congo foi eliminada pela Inglaterra nesta quarta (1) durante a fase de avos da Copa do Mundo de 2026. Apesar do resultado, a campanha da seleção africana vai ficar marcada pelos elegantes ternos pré-jogo da delegação, estampados e com um broche no formato de leopardo. O traje foi idealizado pelo estilista franco-congolês Alvin Junior Mak, 30, que afirma ter trabalhado como vendedor de lojas das grandes casas da moda mundial. O sonho dele? Vestir seu ídolo número 1 no futebol: Ronaldo Fenômeno.
Alvin é fundador da própria marca, a JMAKxParis, e se considera um estilista autodidata e independente. Nascido na RD Congo, Alvin migrou para a França com a família aos 11 anos para estudar. Em entrevista à Forbes, ele disse apenas ter trabalhado nas lojas da Zara, H&amp;M, Gucci, Balenciaga e Louis Vuitton, sem nunca assumir um cargo criativo.
Pela internet, se encantou por estilistas como Karl Lagerfeld  e Olivier Rousteing. Outra inspiração é o chamado movimento Sape, uma corrente de estilo dividida entre o país e seu vizinho, o Congo. A corrente de estilo mistura certa finesse dândi a cores vibrantes para compor visuais extravagantes e mais celebrativos do que muitos podem pensar sobre a realidade das duas nações. 
Peças contam com uma estampa atravessada em animal print e um broche de Leopardo em memória à última participação do país, na época Zaire, na Copa do Mundo
Divulgação
“Nos últimos anos, quando as pessoas falam do Congo, falam sobre guerra, violência e doenças como o Ebola, mas muito poucas coisas positivas”, diz à publicação. Segundo ele, os leopardos chamam atenção para o retorno de um representante congolês à Copa do Mundo em cinco décadas.
Na Copa do Mundo de 1974, quando ainda o país ainda se chamava Zaire, os congoleses ganharam o apelido de Leopardos. Não à toa, no torneio disputado na Alemanha, o uniforme chamou atenção pela estampa do animal envolto em uma bola de futebol. À época, a seleção foi eliminada por 3 a 0 pelo Brasil - sob ameaça de serem presos ou mortos pelo então ditador do país, Mobutu Sese Keko, caso fossem humilhados no placar. 
O estilista Alvin Mak Jr., mente por trás dos trajes da seleção da RD Congo
Divulgação
Alvin afirma ter resgatado o felino para a seleção em 2026, que mostrou-se muito mais aguerrida do que o antigo Zaire. Os congoleses venceram o Uzbequistão por 3 a 1, empataram em 1 a 1 com o Portugal de Cristiano Ronaldo, perderam por 1 a 0 da Colômbia e arrancaram a classificação para a fase de mata mata, um feito muito celebrado no país. 
“Sou um grande fã de futebol e torço para o Paris Saint-Germain. Meu jogador favorito é Ronaldo. Ele sempre foi meu ídolo”, revelou o estilista para a revista.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/E4HrQwJuexFezCItd-XkrUzLb2w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Q/A/AeuMyyQt2EJGnKeWMgcg/hkno486wiaacimg.jpg" medium="image"/>   <media:description>Terno pré-jogo de seleção da República Democrática do Congo viralizou nas redes sociais e foi criado por estilista autodidata</media:description>   <media:credit>Divulgação/RD Congo</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:17:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como fazer o cabelo crescer mais rápido, segundo especialistas</title>  <atom:subtitle>Seus fios simplesmente pararam de crescer? Conversamos com tricologistas e médicos sobre como modificar sua dieta, rotina de banho e cuidados pessoais para estimulá-lo</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/07/como-fazer-o-cabelo-crescer-mais-rapido-segundo-especialistas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/07/como-fazer-o-cabelo-crescer-mais-rapido-segundo-especialistas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/R5sgbFxI2Pshlmq-Ai6JSPOqfHY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/P/z/vCJBFFQaKYoFPOyRTyeA/como-fazer-cabelo-crescer-gq.jpg" /><br /> ]]>    A relação de um homem com o próprio cabelo costuma ser agridoce. Por um lado, gostamos de exibir a cabeleira da qual cuidamos diariamente. Por outro, existe aquela preocupação silenciosa de que, em algum momento futuro, possamos perdê-la de vez. Não há absolutamente nada de errado nisso! Mas, para muitos caras, a perda de cabelo pode ser algo genuinamente estressante e angustiante. Infelizmente, até 80% deles passarão por algum grau desse problema ao longo da vida, segundo a Biblioteca Nacional de Medicina.
Por isso, não é de surpreender que existam inúmeras discussões no Reddit sobre como fazer o cabelo crescer mais rápido,  repletas de informações. Algumas são confiáveis, ​e outras não. (Se palavras muito longas e difíceis de ler, como "di-hidrotestosterona" e "dutasterida", começarem a aparecer enquanto você navega pela internet às 3 da manhã, é provável que esteja no caminho certo.)
O crescimento capilar pode depender de diversos fatores, desde a falta de nutrientes no organismo até decisões de estilo de vida que você nem imagina estarem prejudicando os fios. A seguir, conversamos com especialistas que revelam exatamente como fazer o cabelo crescer mais rápido.
A genética influencia a velocidade de crescimento do meu cabelo?
A resposta curta é sim. E a resposta completa também é sim, só que de mais formas que você imagina. Jacqui McIntosh, tricologista e embaixadora capilar da marca Bellissima, afirma: "Pense na genética como a 'planta de uma casa' e no estilo de vida e cuidados com o couro cabeludo como os 'construtores'; ambos são importantes".
A genética determina a densidade natural do seu cabelo, bem como a textura e a velocidade de crescimento (que, para sua informação, fica entre 1 e 1,5 centímetro por mês para o homem médio). No entanto, ela também influencia se você perderá os fios e com que rapidez. O médico esteta Dr. Richard Devine afirma: "Se você tem histórico familiar de afinamento ou perda precoce de cabelo, pode haver uma predisposição; ainda assim, estilo de vida, controle do estresse e os cuidados com o couro cabeludo podem fazer uma grande diferença na preservação do cabelo existente e na otimização do crescimento".
Que mudanças na dieta farão meu cabelo crescer?
Antes de entender o que pode ser necessário colocar no prato, é importante compreender o que é, de fato, o cabelo. McIntosh explica: "Ele é composto principalmente de queratina, uma proteína. A falta de hidratação adequada e de uma alimentação rica em proteínas afetará a força e a resistência dos novos fios".
Se você é do tipo que acaba navegando por tópicos sobre calvície no Reddit e em perfis no TikTok, provavelmente já viu todo tipo de suplemento imaginável. Gomas de biotina que prometem melhorar a pele e o crescimento das unhas. Peptídeos que precisam ser injetados no glúteo para chegar à corrente sanguínea. E anúncios de finasterida e minoxidil. Mas a palavra-chave aqui é "suplemento".
Ele deve servir como um reforço para uma dieta que já é nutritiva. Devine recomenda focar em "alimentos ricos em nutrientes, como proteínas magras (a base para a produção de queratina), gorduras ômega-3, folhas verdes e opções ricas em ferro". Se a sua alimentação estiver deficiente, considere um suplemento de alta qualidade que contenha biotina e vitaminas do complexo B para apoiar a saúde dos folículos.
O estresse prejudica o crescimento do cabelo?
Muito bem, hora da ciência. Eflúvio telógeno é o termo usado para explicar a queda de cabelo. É a condição que faz com que uma quantidade maior de fios do que o normal entre na fase de queda. Quando isso acontece, o folículo encolhe progressivamente até que o fio acabe caindo. McIntosh afirma que o estresse crônico e as alterações hormonais, como no pós-parto ou em casos de disfunção da tireoide, podem acelerar drasticamente o Eflúvio.
No entanto, existem mudanças simples no estilo de vida que você pode adotar para evitar que isso aconteça e melhorar sua qualidade de vida como um todo. McIntosh sugere ajustes simples, como "optar por penteados que exijam pouca manipulação, pois quanto menor o estresse mecânico, melhor" e "aparar as pontas regularmente para mantê-las saudáveis ​​e evitar que as pontas duplas subam pela haste do fio".
Se nada disso funcionar e o crescimento do seu cabelo tiver estagnado significativamente, tricologistas como ela podem ajudar a identificar condições ou desequilíbrios subjacentes. Quanto mais olhares atentos ao crescimento do seu cabelo, melhor.
Quais procedimentos ajudam o cabelo a crescer?
Calma lá. Antes de sair correndo para fazer procedimentos, é importante cuidar da base. A primeira medida para fazer o cabelo crescer é garantir que o couro cabeludo esteja saudável. A Dra. Gráinne Ryan é médica especialista em estética e fundadora da Medical Aesthetics Clinic, na Irlanda. Ela afirma que você deve “tratar o couro cabeludo com o mesmo cuidado dedicado à pele. Mantenha-o limpo com higienização regular e esfoliação suave para remover o acúmulo de resíduos; depois, nutra-o com um sérum rico em peptídeos ou utilize um dispositivo de microagulhamento para potencializar a absorção e estimular os folículos”.
Uma vez resolvido isso, o próximo passo pode ser a realização de procedimentos. Ryan recomenda “tratamentos em consultório, como o microagulhamento por radiofrequência - por exemplo, o Sylfirm X combinado com Morphiya Exomorphic -, que podem realmente acelerar o processo e potencializar ainda mais o reparo e o rejuvenescimento celular, ajudando a fortalecer os folículos e estimular um crescimento mais rápido”.
McIntosh sugere consultar um especialista para tratamentos como “microagulhamento por radiofrequência com fatores de crescimento ou exossomos, PRP e terapia com células-tronco. Essas abordagens combinadas podem impulsionar significativamente o crescimento capilar e melhorar a qualidade geral do couro cabeludo”.
Mas lembre-se: um procedimento deve ser a sua última alternativa. Existem muitas pequenas mudanças que você pode adotar antes disso, e até mesmo produtos que pode usar de forma consistente em casa.
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Quais produtos farão meu cabelo crescer mais rápido?
Descobrir quais produtos ajudarão seu cabelo a crescer mais rápido é uma questão muito pessoal. Você provavelmente já ouviu falar do "trio principal": finasterida, minoxidil e dutasterida.
Em termos simples, a finasterida bloqueia a di-hidrotestosterona (DHT), o hormônio andrógeno que intensifica a queda de cabelo de origem genética. O minoxidil ajuda no crescimento de novos fios, e a dutasterida funciona como uma espécie de combinação que atua nas duas frentes. 
Atualmente, é possível comprar os três compostos em formato oral, embora o minoxidil seja mais comumente utilizado na forma de creme ou loção aplicada diretamente no couro cabeludo. Devine é adepto desta última opção, afirmando: "O minoxidil é um dos poucos tratamentos tópicos clinicamente comprovados para estimular os folículos e promover o crescimento capilar". 
A ciência também corrobora essa informação. A Sociedade Internacional de Cirurgia de Restauração Capilar (ISHRS) aponta que 62% dos homens apresentaram crescimento capilar nas áreas afetadas após um ano de uso de minoxidil a 5%. Além disso, Devine recomenda "buscar produtos que contenham peptídeos, cafeína, óleo de alecrim, niacinamida e biotina, ingredientes que ajudam a melhorar a circulação e a fortalecer a barreira do couro cabeludo".
Devine e Ryan também destacam os benefícios dos séruns para o couro cabeludo. Essas opções variam desde produtos com cafeína e óleo de alecrim até aqueles com ceramidas e tripeptídeo de cobre. Embora cada um atue de maneira específica, todos eles têm em comum a capacidade de estimular a circulação e fortalecer a barreira do couro cabeludo. Devine aconselha cautela ao "combinar muitos ativos de uma só vez. Complemente sua rotina com limpeza e nutrição suaves e priorize sempre a saúde do couro cabeludo. Um couro cabeludo saudável resulta em cabelos mais fortes e volumosos a longo prazo".
*Publicado originalmente na British GQ  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/R5sgbFxI2Pshlmq-Ai6JSPOqfHY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/P/z/vCJBFFQaKYoFPOyRTyeA/como-fazer-cabelo-crescer-gq.jpg" medium="image"/>   <media:description>Dicas para crescimento capilar</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:05:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Após descobrir hérnia de disco, jovem perde mais de 50 kg sem ajuda de medicamentos e vira maratonista</title>  <atom:subtitle>Em 18 meses, Felipe Cruz perdeu 50 kg naturalmente com treino e dieta, saiu dos 120 kg e hoje completa maratonas e se prepara para estrear no triatlo</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/07/apos-descobrir-hernia-de-disco-jovem-perde-mais-de-50-kg-sem-ajuda-de-medicamentos-e-vira-maratonista.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/07/apos-descobrir-hernia-de-disco-jovem-perde-mais-de-50-kg-sem-ajuda-de-medicamentos-e-vira-maratonista.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/dufaKVrxkLEKr1EajaGYxnX_dzQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/U/p/BzGOoPQ3eRr2J1R1ezCQ/img-6927.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    O baiano Felipe Cruz, 28, conquistou mais de 50 mil seguidores nas redes sociais ao mostrar o processo que o fez perder mais de 50 kg em 18 meses. Segundo ele, sem cirurgia bariátrica ou outros métodos emagrecedores do momento. Nessa jornada, hoje ele se prepara para competir o primeiro triatlo no dia 6 de setembro, em Aracaju. 
Aos 24 anos, em 2022,  Felipe pesava cerca de 120 kg quando descobriu uma hérnia de disco na região lombar e ouviu do médico que poderia ser necessário realizar uma cirurgia. O alerta foi o ponto de virada, pois, além de lidar com a obesidade, também enfrentava crises de ansiedade e síndrome do pânico com o diagnóstico nada animador.
"O corpo e a mente estavam colapsando", afirma à GQ Brasil. Segundo ele, a motivação nunca foi apenas estética. "Comecei a pensar no futuro. Como eu cuidaria da minha esposa? Como ajudaria minha mãe? Como seria quando tivesse filhos? Percebi que precisava estar saudável para cuidar das pessoas que amo."
Felipe Cruz
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O susto foi suficiente para fazê-lo rever hábitos que carregava desde a infância. Filho de uma família com histórico de obesidade, Felipe sempre praticou esportes como futebol, judô e basquete, mas nunca conseguiu equilibrar a alimentação. Fast food fazia parte da rotina, com pedidos quase diários por delivery.
A mudança começou de forma gradual. Paralelamente ao tratamento da saúde mental,  que incluiu terapia e antidepressivos, Felipe passou a inserir a atividade física na rotina. Na época, ainda em um cenário de pandemia, montou uma pequena academia em casa e deu os primeiros passos.
"Eu não comecei correndo. Com 120 kg, aquilo era mais uma caminhada misturada com trote. Foi tudo muito aos poucos."
Felipe Cruz
Instagram
Musculação e corrida
Pensando no emagrecimento e saúde, Felipe apostou na combinação entre musculação e exercícios aeróbicos. Enquanto a academia ajudava a fortalecer o corpo, as caminhadas evoluíram para trotes leves e, aos poucos, para corridas.
"Comecei fazendo os dois juntos. Conforme fui emagrecendo, ganhei condicionamento e fui me apaixonando pela corrida", explica.
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A evolução aconteceu sem pressa. Em 2022, começou a participar de provas de 5 quilômetros, alternando caminhada e corrida. No ano seguinte vieram os 10 km. Em 2024 estreou na meia maratona. Já em 2025, completou sua primeira maratona. 
Segundo ele, o emagrecimento aconteceu nesse processo, ao longo de aproximadamente 18 meses. "Não foi linear. Tive meses muito bons e outros em que não perdi nada. Foi um processo normal, com altos e baixos, vida real mesmo."
Felipe Cruz
Instagram
Rotina de treinos
Quatro anos depois da mudança de hábitos, a rotina é completamente diferente. Felipe treina praticamente todos os dias e, em boa parte da semana, realiza dois treinos diários. Atualmente, a preparação é voltada ao triatlo, modalidade que reúne corrida, ciclismo e natação.
A semana inclui três treinos específicos de corrida, sessões de bicicleta, natação, fortalecimento muscular e fisioterapia para prevenção de lesões.
A musculação continua fazendo parte da programação pelo menos três vezes por semana, mas ganhou outra função. "O foco deixou de ser ganhar massa. Hoje a musculação serve para fortalecer o corpo e melhorar meu desempenho na corrida."
Nos dias de fortalecimento, os exercícios priorizam glúteos, quadríceps, posteriores de coxa e estabilidade, regiões fundamentais para suportar o volume de treinos e reduzir o risco de lesões. A rotina ainda conta com sessões de fisioterapia duas vezes por semana.
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Alimentação
Felipe nunca seguiu dietas extremamente restritivas e afirma não ter cortado carboidratos. Adepto da dieta flexível, ele aprendeu a controlar as calorias e passou a priorizar alimentos in natura. No café da manhã, costuma consumir ovos, pão ou cuscuz. No almoço, arroz, feijão, proteína e salada. À noite, preparações como crepioca recheada com frango costumam aparecer no cardápio.
Por praticar esportes de endurance, os carboidratos seguem presentes em todas as refeições. "Perdi 50 kg comendo carboidrato à noite. As pessoas têm um preconceito, mas o  importante é o balanço da alimentação, não crucificar um alimento."
Outra curiosidade é que ele não utiliza suplementos como whey protein ou creatina. Apenas géis de carboidrato durante treinos longos e competições. Mesmo mantendo uma alimentação equilibrada, não abre mão de momentos de flexibilidade.
"Se quero comer uma pizza ou um hambúrguer, eu como. O que não muda são os treinos, não abro mão de trenar."  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/dufaKVrxkLEKr1EajaGYxnX_dzQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/U/p/BzGOoPQ3eRr2J1R1ezCQ/img-6927.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Felipe Cruz compartilha jornada de emagrecimento nas redes sociais</media:description>   <media:credit>Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:28:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O que é a "dieta planetária" e como ela pode salvar o seu rim de doenças no futuro</title>  <atom:subtitle>Estudo com quase 180 mil pessoas associa a chamada Dieta Planetária a menor risco de lesão nos rins e reforça o impacto do estilo de vida na saúde</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/saude/noticia/2026/07/o-que-e-a-dieta-planetaria-e-como-ela-pode-salvar-o-seu-rim-de-doencas-no-futuro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/saude/noticia/2026/07/o-que-e-a-dieta-planetaria-e-como-ela-pode-salvar-o-seu-rim-de-doencas-no-futuro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/fM1D8F2h1EIjvtbIDsvjOc90_qc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/S/C/nBMNW9QnO7qwuYC6H5cQ/alimentos-nao-ricos-proteina-gq-5.jpg" /><br /> ]]>    Adotar uma alimentação rica em hortaliças, frutas, grãos integrais e leguminosas pode contribuir para proteger os rins e reduzir o risco de doença renal crônica (DRC), segundo estudo publicado em janeiro no periódico científico Canadian Medical Association Journal. 
Ao avaliar dados de 179.508 participantes acompanhados por 12 anos por meio do UK Biobank — pesquisa britânica que monitora as condições de saúde de cerca de meio milhão de pessoas —, pesquisadores da Universidade Médica do Sul, na China, observaram uma associação entre a dieta EAT-Lancet, conhecida como “dieta para a saúde planetária”, e menor risco de doença renal crônica (DRC). Participantes com maior adesão a esse padrão alimentar apresentaram menor probabilidade de desenvolver a DRC, marcada pela presença de lesões nos rins com impactos na taxa de filtração, contribuindo para uma perda progressiva da função renal. 
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“Analisando marcadores no sangue, observou-se que 20% do efeito protetor vindo da dieta planetária parece estar ligado a mudanças no metabolismo que reduzem a inflamação”, comenta a nefrologista Patrícia Goldenstein, do Einstein Hospital Israelita. Segundo os autores do trabalho, esse modelo alimentar, que estimula o consumo de vegetais, também ajudaria a combater o estresse oxidativo. Assim, tanto a ação anti-inflamatória quanto a atuação antioxidante beneficiariam os rins.
Estima-se que entre 7% e 10% dos adultos brasileiros convivem com algum grau de comprometimento renal, de acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia. “E o mais preocupante é que grande parte dessas pessoas nem sabe que tem”, relata Goldenstein. Isso porque o problema costuma avançar de forma silenciosa. O crescimento progressivo de casos acompanha mudanças no perfil da população, entre eles, o aumento de doenças como diabetes, hipertensão e obesidade, que são fatores de risco para a lesão renal. Portanto, manter um estilo de vida saudável ajuda a prevenir a doença, e alimentação equilibrada é um dos principais pilares.
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Considerada modelo de sustentabilidade, a Dieta Planetária foi criada a partir de um relatório, em 2019, por uma comissão com 37 estudiosos de 16 países, chamada EAT-Lancet. “Recomenda-se priorizar vegetais e diminuir o consumo de itens de origem animal, sobretudo a carne vermelha, pelo impacto ambiental”, explica a nutricionista Bruna Aparecida Farias, também do Einstein. 
Além de indicar o consumo equilibrado de frutas, legumes, verduras, grãos integrais, feijões e castanhas, estimula modelos sustentáveis para a produção de alimentos e valoriza a biodiversidade. Também chama atenção para a redução do açúcar de adição, além de questões como a utilização de água e a emissão de gases de efeito estufa. 
Para adequar ao gosto brasileiro, vale apostar em um cardápio recheado com espécies nativas, sobretudo as frutas tropicais, que esbanjam vitaminas, sais minerais e compostos bioativos de ação antioxidante e anti-inflamatória. “Destaque ainda para o feijão, que faz parte da nossa cultura alimentar”, observa Farias. Por outro lado, a nutricionista alerta para uma das nossas preferências, o churrasco, que deve ser apreciado em ocasiões especiais, não corriqueiramente. “Lembrando que o modelo da Dieta Planetária não é radical, nem de exclusão. Ele prega o equilíbrio”, frisa.
Cuidado com excessos
Ao reduzir o consumo de carne vermelha, a tendência é diminuir os teores de gordura saturada, de toxinas urêmicas (resíduos metabólicos), de fósforo e ainda a carga ácida. Há evidências de que extrapolar nessas substâncias favoreça males renais. 
Aliás, o exagero proteico também está por trás de problemas. “A proteína não é vilã, mas seu excesso pode aumentar a pressão nos glomérulos”, adverte a nefrologista. Ela se refere às estruturas microscópicas dos rins que são responsáveis pela filtragem. Segundo Goldenstein, se esse processo se repetir por muitos anos, pode acelerar a perda de função, principalmente em quem já tem risco. “Vale ressaltar que toda dieta deve ser individualizada, baseada nos exames do paciente, e é fundamental dosar  níveis de potássio, fósforo e sódio, por exemplo”, recomenda.
Exceder no sal e no açúcar propicia males como a hipertensão arterial e a resistência à insulina, que também prejudicam o órgão. Inclusive, sal além da conta pode levar à formação de “pedras” nos rins. “O excesso de sódio aumenta a excreção de cálcio pela urina, contribuindo para um risco maior do cálculo”, explica a médica. 
Os cálculos renais têm tudo a ver com o estilo de vida. “O principal fator é a pouca ingestão de água”, conta Patrícia Goldenstein. Quando há baixa hidratação, a urina fica mais concentrada, facilitando o aparecimento de cristais que, com o tempo, podem se tornar pedras. Por isso, capriche — mas com água mesmo, não valem bebidas açucaradas ou alcoólicas.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/fM1D8F2h1EIjvtbIDsvjOc90_qc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/S/C/nBMNW9QnO7qwuYC6H5cQ/alimentos-nao-ricos-proteina-gq-5.jpg" medium="image"/>   <media:description>Dieta foi criada em 2019 por grupo de especialistas e já encontrou melhoras renais a longo prazo, um problema que atinge 10% dos brasileiros</media:description>   <media:credit>OatmealStories</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:20:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Picles surge como aliado de saúde na Copa do Mundo; quais os benefícios</title>  <atom:subtitle>Bebida inusitada tem efeito comprovado, mas seu uso exagerado pode trazer problemas</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/07/picles-surge-como-aliado-de-saude-na-copa-do-mundo-quais-os-beneficios.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/07/picles-surge-como-aliado-de-saude-na-copa-do-mundo-quais-os-beneficios.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/Ta1NogppVfT4qohi4UKGZLFINb8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/T/E/PT7ajgTFanwWwsABSCrw/suco-picles-gq-2.jpg" /><br /> ]]>    O árbitro alemão Felix Zwayer caiu no chão vítima de fortes cãibras durante o segundo tempo do jogo entre Estados Unidos e Austrália pela fase de grupos da Copa do Mundo no último dia 19. O unguento que a equipe a postos optou para a ocasião: suco de picles. Após tomar o líquido, e ao fim de uma pausa de 90 segundos, Zwayer voltou saudável ao gramado.
O líquido do picles em conserva também já foi assunto do noticiário esportivo em outros campeonatos: durante a Euro 2024, o lateral-esquerdo Kieran Trippier, astro da Seleção Inglesa (que chegou a jogar na Copa do Catar em 2022), também tratou uma cãibra na perna direita, sofrida em confronto contra a Sérvia, com um sachê do caldo. O retorno de um Trippier em boa forma alguns instantes depois foi visto como tão fundamental à defesa do time que a rede BBC chegou a cravar no dia seguinte a chamada: "Inglaterra 'movida a suco de picles.'"
O que é o suco de picles?
É o líquido no qual o pepino em conserva (ou outras hortaliças em salmoura) é submerso. O suco também pode ser encontrado como suplemento, na forma de um shot que nada mais é que uma réplica do mesmo caldo. Se destacam na fórmula de ambos uma concentração de vinagre, sódio, zinco, potássio e as vitaminas C e E. 
O líquido de salmouras têm efeitos benéficos
Little Plant / Unsplash
Funciona contra a cãibra?
Sim. Quando ingerido, o caldo interage com receptores de potencial transitório (TRP) na região da garganta, segundo documento do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O TRP, presente na superfície das células, é responsável por comunicar sensações variadas, como por exemplo, a dor da cãibra. 
Quando ingerido, essa reação resulta no envio de um sinal para o corpo que "desarma" a sensação de desconforto. Trata-se de um princípio que é presente em outros alimentos também caracterizados por sabor forte, tais quais pimenta, gengibre, menta e canela.
Produtos como o suco de picles, que atuam sobre os canais TRP, "são normalmente recomendados para consumo assim que a primeira sensação de que uma cãibra está prestes a ocorrer", informa o COB. Sua principal utilidade surge em exercícios longos, e o alívio da dor pode ocorrer entre 30 e 80 segundos. 
O Comitê inclui um porém: boa parte das pesquisas sobre os efeitos do líquido se baseiam em cãibras estimuladas eletronicamente. Aquelas ligadas ao exercício, que acontecem na academia, piscina, quadras e gramados, pode envolver fatores físicos diversos e não serem aliviadas apenas pela interação com os canais TRP.
O suco de picles serve para hidratar?
A presença de vitaminas, sais e água na salmoura também faz dela fonte de hidratação e reposição de eletrólitos durante a atividade física. Mas especialistas alertam contra seu uso desmedido: a conserva apresenta excesso de sódio, que além de possível desconforto intestinal,  pode afetar a pressão arterial no longo prazo. Segundo o portal Receitas, o shot de 240 ml tem 38% da ingestão diária indicada a uma pessoa comum, em uma dieta de 2 mil calorias.
Em linhas gerais é preferível optar por bebidas esportivas, cuja composição tende a ser mais balanceada, diz à GQ a nutricionista Mays Al-Ali. "O suco de picles é vantajoso quando o atleta passa por cãibra muscular aguda e precisa de uma intervenção rápida", conclui.
Quando tomar o suco de picles?
Mays reforça a indicação do COB: assim que surgir os primeiros incômodos da cãibra. Mas se você sofre com o problema com certa frequência, pode fazer uso do caldo ou do shot para fim preventivo,  15 minutos antes do exercício. É indicado ingerir 1 mL do líquido/kg de peso corporal (se você pesa 80 kg, por exemplo, bastam 80 mL).
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Como evitar cãibras durante a atividade física?
Considere se alongar antes e depois de uma sessão. “O trabalho de alongamento é crucial em jogos esportivos, seja recreativo ou de alto rendimento, para evitar cãibras", disse à GQ Brasil Willy Montmann, gestor esportivo e fundador- do coletivo esportivo Angels Volley. A prática não só ajuda a preparar os músculos para o exercício, como também flexibiliza as articulações e turbina a circulação do sangue.
Embora o sódio em excesso seja vilão, ele também cumpre um papel no combate a cãibras, além de ajudar na retenção de líquidos durante o exercício longo. Bebidas com eletrólitos no decorrer da prática são aliadas, mas você pode também planejar o consumo de 0,25 a 1,5 g de sal antes de começar.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/Ta1NogppVfT4qohi4UKGZLFINb8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/T/E/PT7ajgTFanwWwsABSCrw/suco-picles-gq-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>O árbitro Felix Zwayer é atendido após sofrer com cãibra durante jogo no último dia 19</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 11:00:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Rabanne reúne atletas e influenciadores de diferentes países em Nova Iorque para apresentar a fragrância Invictus Elixir</title>  <atom:subtitle>O jogador de vôlei Bruno Rezende, o surfista Pedro Scooby e o influenciador Matheus Theodoro representaram o Brasil</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/marcas-parceiras/noticia/2026/06/rabanne-reune-atletas-e-influenciadores-de-diferentes-paises-em-nova-iorque-para-apresentar-a-fragrancia-invictus-elixir.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/marcas-parceiras/noticia/2026/06/rabanne-reune-atletas-e-influenciadores-de-diferentes-paises-em-nova-iorque-para-apresentar-a-fragrancia-invictus-elixir.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/7qdPs6lOfz3iXVVZ12e2ekFioWo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/8/Z/rSBUZpTOqtXzWFquEhXA/capa-26-.jpg" /><br /> ]]>    Nova Iorque é constantemente palco de vitórias épicas. Seja em batalhas travadas entre heróis e vilões nas telas do cinema, seja entre dois times que entram em campo ou na quadra para disputar a final de um torneio, a cidade é protagonista de histórias de campeões. Inspirada por esse cenário, Rabanne apresenta Invictus Elixir, lançamento da sua icônica linha “Invictus”.
O surfista Pedro Scooby
Divulgação
Criado em 2013, o primeiro perfume da linha nasceu embalado pelo conceito de ser a assinatura olfativa daqueles que nunca param de vencer. Agora, a maison quer intensificar  o conceito de vitória ao se conectar com personalidades que se desafiam a ir cada vez mais longe e têm uma mentalidade moldada por resiliência, ambição e autoconfiança. Para isso, ela levou até a Big Apple atletas e influenciadores de diversos países que representam esse ideal. O  jogador de vôlei Bruno Rezende, o surfista Pedro Scooby e o influenciador Matheus Theodoro foram os representantes do Brasil.
Durante a viagem, o squad da marca estrelou fotos com o novo frasco, que homenageia a força e o poder com o formato de um troféu dourado com a base em degradê preto. O roteiro também incluiu um jantar exclusivo no restaurante Bernie's e um treino ao ar livre comandado pelo treinador Chris Brickle que reforçou a conexão da linha  Invictus com o esporte. 
O influenciador Matheus Theodoro
Divulgação
A fragrância Invictus Elixir foi criada pelas perfumistas Alexandra Carlin, Caroline Dumur e Anne Flipo e tem uma essência amadeirada com notas de mineral salgado, cipreste e caviar de baunilha. O lançamento de Rabanne está disponível nas versões de 50, 100 e 200 ml.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/7qdPs6lOfz3iXVVZ12e2ekFioWo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/8/Z/rSBUZpTOqtXzWFquEhXA/capa-26-.jpg" medium="image"/>   <media:description>O jogador de vôlei Bruno Rezende</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 21:13:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pianista pernambucano conta como levou tambores, música brasileira e até rádio de pilha a uma orquestra europeia: “Ficaram pirados"</title>  <atom:subtitle>Em novo disco e filme-concerto, Vitor Araújo une rigor europeu, percussão nordestina, eletrônica e uma relação intensa com a performance</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/artes-e-cultura/noticia/2026/06/pianista-pernambucano-conta-como-levou-tambores-musica-brasileira-e-ate-radio-de-pilha-a-uma-orquestra-europeia-ficaram-pirados.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/artes-e-cultura/noticia/2026/06/pianista-pernambucano-conta-como-levou-tambores-musica-brasileira-e-ate-radio-de-pilha-a-uma-orquestra-europeia-ficaram-pirados.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/hhxh6nwvBJylk9I5Ygl0xu7GfrU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/n/k/fKosSMQAaDhcc1tEmEtA/bw-20240826-vitoraraujo-02-0140-1-pb-ck.jpg" /><br /> ]]>    Vitor Araújo passou a tarde inteira reaprendendo as próprias músicas. O motivo não era falta de ensaio, esquecimento ou insegurança. No dia em que gravaria “Toró”, seu primeiro grande trabalho internacional como solista à frente de uma orquestra sinfônica de porte europeu, o pianista pernambucano estava com uma infecção grave em um dos dedos. O anelar estava inchado, vermelho, latejante. Médicos chamados pelo Holland Festival, em Amsterdã, chegaram a recomendar o cancelamento da apresentação. Araújo decidiu subir ao palco mesmo assim.
“Fiz um longo processo de convencimento de dizer para a galera que eu iria fazer o concerto de todo jeito. Iria no dia seguinte para o hospital, mas aquele concerto eu não ia perder de jeito nenhum”, diz. “Existe algo mágico no palco. Meu dia inteiro foi um pesadelo, menos aquela uma hora em que eu estava tocando. Aquela uma hora foi prazerosíssima”. 
Foi tocando com nove dedos que ele gravou o disco e filme-concerto “Toró”, lançado no Brasil pelo selo RISCO. Registrado ao vivo ao lado da Metropole Orkest, uma das principais orquestras europeias dedicadas ao jazz, ao pop e à chamada world music, o projeto coloca Araújo em diálogo com uma instituição que já colaborou com nomes como Ella Fitzgerald, Brian Eno, Jacob Collier e Snarky Puppy.
Em vez de botar o piano no centro, Araújo desloca o protagonismo para a percussão. Em lugar de fazer a orquestra soar como símbolo de solenidade europeia, aproxima cordas, metais e sopros de ilús, alfaias, eletrônica, canto, frevo, afoxé, maracatu, toré, coco e música de terreiro. “Queria fazer um projeto em que o protagonismo não estivesse nos violinos, nem no pianista. Os grandes virtuoses [na música clássica, aqueles instrumentistas ou cantores que possuem um domínio técnico avançado e excepcional] são os percussionistas”, afirma. “Os grandes percussionistas da minha cidade. As grandes estrelas”.
O menino do teclado
Em "Toró", seu mais recente trabalho, ele diz que o objetivo foi dar protagonismo à percussão
Bob Wolfenson
Nascido em Recife, Araújo cresceu sem músicos na família. A primeira entrada no universo musical veio por um brinquedo: um pequeno teclado dado pelo pai quando ele tinha cerca de sete anos. “Tocava nesse tecladinho qualquer música que passasse na rádio ou na TV. Repetia logo depois”, lembra.
O pai percebeu a facilidade do filho e o levou ao Conservatório Pernambucano de Música. No começo dos estudos, Araújo encontrou dificuldade justamente no que costuma organizar a formação clássica. “Para mim era mais fácil ouvir a música e repetir”.
A educação, porém, foi tradicional. Araújo cresceu no ambiente do conservatório, estudando piano, repertório erudito e concursos. Aos 11 anos, já viajava pelo Brasil para competir. Aos 16, começou a chamar atenção por um motivo pouco ortodoxo: mexia nas partituras que tocava. Improvisava, alterava trechos, criava passagens. “Tinha uma segurança absurda do que eu estava fazendo”, lembra.
Em um dos primeiros trabalhos, quando a cortina se abria, ele entrava em cena, subia no banco e dava um pisão no piano. O gesto marcava uma tentativa de romper com a cerimônia em torno da música erudita.
Entre o conservatório e o terreiro
Em “Toró”, essa busca encontra uma escala maior. O convite para o projeto surgiu quando Araújo morava em Paris, onde fazia direção musical e composição para uma reinvenção de “Hamlet” no Odéon–Théâtre de l’Europe. Chamado pelo Holland Festival para uma apresentação, ele propôs algo mais ambicioso do que um concerto solo: queria uma orquestra, uma banda brasileira e a percussão pernambucana ocupando o centro da cena.
“Falei: quero levar os músicos da minha terra”, conta. “Queria fazer um projeto que partisse da música erudita, mas em que os virtuoses fossem os percussionistas.”
A experiência também carregava um receio. Araújo temia que a música fosse recebida na Europa como exotismo ou que parecesse distante demais para os músicos da orquestra. A resposta encontrada nos ensaios e no concerto o surpreendeu. “Eles ficaram pirados com o que estava acontecendo. Muito felizes em tocar um tipo de música que nunca tinham ouvido na vida.”
Para o pianista, há hoje uma curiosidade internacional pelos “Brasis dentro do Brasil”. Não apenas o Brasil mais palatável da bossa nova ou do samba exportado, mas um país atravessado por manifestações culturais regionais, matrizes africanas, indígenas, afro-indígenas, festas populares e linguagens menos domesticadas pelo circuito global.
Essa percepção vem de longe. A primeira lembrança musical de Araújo é anterior ao conservatório e passa pelo Carnaval do Recife. “Até hoje, quando essa música é tocada no Carnaval do Recife, bate em algum lugar muito específico dentro de mim, que eu não sei nem explicar qual é”. Ele se refere a Último Dia, frevo de Levino Ferreira que ouviu ainda criança. As lembranças de infância são tomadas também por caboclinho, coco, maracatu, frevo, caboclo de lança e alfaias.
O músico diz não ter religiosidade, apesar de ter sido criado em uma família católica e depois próxima do espiritismo kardecista. A aproximação com religiões de matriz africana, afro-brasileira e afro-indígena se dá pela escuta. “Nunca tive um salto de fé em relação a nenhuma religião. Agora, as religiões que têm essa força musical, logicamente, me encantam através da música", pontua. “A música brasileira está impregnada disso”. 
O piano fora do centro
Com mais de uma década de carreira, o pianista acaba de lançar seu novo trabalho
Bob Wolfenson
Embora seja pianista, Araújo parece menos interessado em reafirmar o piano como lugar de autoridade do que em colocá-lo em atrito com outras forças. Em “Toró”, há momentos em que o instrumento aparece como condutor, mas não necessariamente como protagonista.
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O álbum se organiza como uma travessia sonora. Há peças inspiradas em afoxés de Recife e Olinda, faixas em que um rádio de pilha sintonizado ao vivo ocupa o lugar de solista, composições com ecos de trip-hop, música minimalista, texturas orquestrais, eletrônica e ritmos tradicionais. Em uma das faixas, o percurso passa por toré indígena, boi do Maranhão, maracatu e coco.
Gravado em Amsterdã, “Toró” também marca a estreia de Araújo como solista de uma orquestra sinfônica de porte internacional em um lançamento fonográfico. Antes disso, ele já havia se apresentado fora do país, feito turnês com Arnaldo Antunes no projeto “Lágrimas no Mar” e trabalhado em produções europeias de teatro. O novo projeto, porém, ocupa outro lugar em sua trajetória. “É meu primeiro grande lançamento internacional”.
Som, imagem e vaidade
A dimensão visual de “Toró” também é parte importante do projeto. Além do álbum, o trabalho ganhou um filme-concerto dirigido por Paulo Camacho e Yara Ktaishe. Depois de pré-estreias na Sala São Paulo e no Cinema São Luiz, no Recife, a obra foi disponibilizada nos canais de YouTube do artista e da orquestra.
O visual do filme carrega uma história própria. A decisão pelo preto e branco não foi apenas estética. Em cores, havia um detalhe que desviava o olhar do concerto. “Você não conseguia prestar atenção em outra coisa. A unha estava roxa, para cair. O dedo estava vermelho da cor de um tomate”, afirma. “Então a gente fez o filme preto e branco.”
A relação com a imagem, para ele, passa por controle e vulnerabilidade. Araújo diz ter dificuldade com sessões de foto, embora já tenha atuado no cinema e no teatro. A câmera parada o intimida mais do que a cena. “A foto é muito difícil, porque é só você tendo que agir para uma coisa que é plana”. 
Em sessão recente com Bob Wolfenson, feita no contexto da turnê “Lágrimas no Mar”, parceria com Arnaldo Antunes, ele encontrou uma solução para lidar com esse desconforto. “Gosto que me dirijam. Faça isso, faça aquilo, olha para lá, olha para cá”, cita o profissional que também compôs as fotos do novo trabalho.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/hhxh6nwvBJylk9I5Ygl0xu7GfrU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/n/k/fKosSMQAaDhcc1tEmEtA/bw-20240826-vitoraraujo-02-0140-1-pb-ck.jpg" medium="image"/>   <media:description>O músico pernambucano se uniu a artistas de terreiro para seu novo trabalho</media:description>   <media:credit>Bob Wolfenson</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:42:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Livro brasileiro é escolhido para inaugurar biblioteca idealizada por Dua Lipa; compre e conheça mais livros selecionados pela cantora</title>  <atom:subtitle>O projeto da cantora busca promover obras censuradas ou proibidas ao redor do mundo por promover debates sobre questões sociais, políticas e humanas; confira alguns títulos que fazem parte da biblioteca</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/shopping/noticia/2026/06/livro-brasileiro-e-escolhido-para-inaugurar-biblioteca-idealizada-por-dua-lipa-compre-e-conheca-mais-livros-selecionados-pela-cantora.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/shopping/noticia/2026/06/livro-brasileiro-e-escolhido-para-inaugurar-biblioteca-idealizada-por-dua-lipa-compre-e-conheca-mais-livros-selecionados-pela-cantora.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/W52mkNRhjBQb8j1pcmOvQetOTHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/r/g/uZNfXaR4KDT6AUKWj1PA/dua-lipa.jpg" /><br /> ]]>    Dua Lipa é uma ávida leitora e dona do Service95, uma plataforma digital de curadoria de livros e clube de leitura, que normalmente reúne obras que abordam questões sociais, políticas e humanitárias. Agora, a cantora planeja expandir a proposta para fora do ambiente digital com a criação da Biblioteca Manifesto - e escolheu a brasileira Conceição Evaristo para inaugurá-la.
O projeto criado pela artista consistente em uma coleção permanente de 100 livros, instalada no auditório cultural da Livraria Lello, no Porto, em Portugal. A ideia é disponibilizar obras que foram censuradas ou proibidas em alguns países ao redor do mundo. 
O primeiro livro escolhido para a iniciativa é brasileiro: Olhos D'Água, escrito pela linguista e escritora mineira Conceição Evaristo e publicado em 2014. Nas redes sociais, a autora brasileira apareceu colocando o primeiro exemplar na prateleira da biblioteca, dando o pontapé no projeto.
Os títulos da biblioteca de Dua trazem provocações e discussões desconfortáveis sobre raça, gênero, identidade e poder político. Na seleção, há também livros que não foram diretamente contestados, mas que "desafiam as estruturas de poder existentes ou a supressão de vozes individuais e coletivas, amplificando perspectivas e preservando memórias que outros tentaram apagar", segundo o site da plataforma.
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A biblioteca contará com alguns clássicos da literatura internacional, como 1984, de George Orwell, e O Conto de Aia, de Margaret Atwood. A GQ Brasil investigou o site da Biblioteca Manifesto e encontrou alguns títulos escondidos nas imagens das prateleiras do projeto. Confira - e compre! - algumas das obras que estarão disponíveis na Livraria Lello:
Olhos D'Água, de Conceição Evaristo
Olhos D'Água, livro de Conceição Evaristo
Divulgação
O brasileiro Olhos D'Água é uma coletânea de contos que retrata o cotidiano de mulheres negras e periféricas no Brasil, abordando temas como racismo, pobreza, violência e resistência através da ficção. Ele está disponível na Amazon por R$ 24,50.
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O conto da aia, de Margaret Atwood
O conto da aia, livro de Margaret Atwood
Divulgação
Inspiração da série The Handsmaid's Tale, o livro "O Conto de Aia" é uma distopia ambientada em uma sociedade totalitária, onde os meios de comunicação, universidades e advogados foram extintos, e mulheres férteis são forçadas à reprodução. Ele instiga a uma reflexão sobre poder, controle e direitos femininos. Na Amazon, está disponível por R$ 48,69.
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Felon, de Reginald Dwayne Betts
Felon, livro de Reginald Dwayne Betts
Divulgação
Através de poemas intensos, Felon conta os efeitos do encarceramento e as marcas emocionais que o cárcere deixa na vida de uma pessoa. Ele explora experiências como falta de moradia, o subemprego, o amor, o abuso de drogas, a violência doméstica e a paternidade após a prisão. Na Amazon, ele está disponível por R$ 120,81, apenas na versão em inglês.
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Fahrenheit 451, de Ray Bradbury
Fahrenheit 451, livro de Ray Bradbury
Divulgação
Clássico da ficção científica, Fahrenheit 451 é um romance distópico que conta a história de Guy Montag, um bombeiro cuja função é atear fogo em livros que são proibidos pelo governo. Em seu mundo, as pessoas vivem em função das telas e a literatura está ameaçada a extinção. A obra promove discussões sobre censura, conhecimento e liberade de pensamento. Na Amazon, está disponível por R$ 42,49.
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Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley 
Admirável Mundo Novo, livro de Aldous Huxley
Divulgação
Outro clássico da ficção científica, Admirável Mundo Novo conta a história de uma sociedade aparentemente perfeita, controlada pela tecnologia e princípios científicos, cujas pessoas são programadas para cumprir seu papel em uma rígida hierarquia social. Ele explora temas como consumismo, liberdade e manipulação. Na Amazon, está disponível por R$ 33,23.
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1984, de George Orwell
1984, livro de George Orwell
Divulgação
Conhecido por ter inspirado o reality show Big Brother, o livro 1984 conta a história de Winston, que vive aprisionado em uma sociedade totalitária dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente e ninguém escapa da vigilância do Grande Irmão. A obra de George Orwell se tornou uma das maiores críticas literárias ao autoritarismo, à censura e ao controle da informação. Na Amazon, está disponível por R$ 16,59.
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Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez 
Cem Anos de Solidão, livro de Gabriel García Márquez
Divulgação
Obra-prima da literatura latino-americana, Cem Anos de Solidão acompanha a trajetória de várias gerações da família Buendía e a ascensão e queda de Macondo, um vilarejo místico e isolado, em uma narrativa que mistura acontecimentos históricos e elementos fantásticos para explorar temas como amor, memória, destino e solidão. Na Amazon, está disponível por R$ 37,03.
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O Processo, de Franz Kafka
O Processo, livro de Franz Kafka
Divulgação
O Processo é um clássico de Franz Kafka que conta a história de Josef K., um bancário que foi subitamente preso em seu 30º aniversário, acusado de um crime jamais especificado por uma justiça invisível e burocrática. Na Amazon, está disponível por R$ 47,06.
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O Diário de Anne Frank, de Anne Frank
O Diário de Anne Frank, livro de Anne Frank
Divulgação
O Diário de Anne Frank traz um relato escrito por uma adolescente judia que batalhou contra o regime nazista e foi morta durante a Segunda Guerra Mundial. É uma poderosa lembrança dos horrores de uma guerra e uma das obras mais importantes sobre o Holocausto. Na Amazon, está disponível por R$ 26,93.
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A Máquina de Fazer Espanhóis, de Valter Hugo Mãe
A Máquina de Fazer Espanhóis, livro de Valter Hugo Mãe
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A Máquina de Fazer Espanhóis narra a história do barbeiro Antônio Jorge da Silva, um barbeiro que passa a viver em um lar de idosos após ficar viúvo. Em meio ao luto e dificuldades para se adaptar à nova realidade, ele cria laços com outros moradores e revisita memórias de sua vida, incluindo a ditadura de António de Oliveira Salazar em Portugal. Na Amazon, está disponível por R$ 46,42.
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A arte do romance, de Milan Kundera
A arte do romance, livro de Milan Kundera
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Livro de não-ficção do autor Milan Kundera, A Arte do Romance é um conjunto de ensaios em que Milan Kundera reflete sobre a evolução do gênero romance e sua importância na literatura. A partir de autores como Cervantes, Kafka e Proust, ele discute o papel do romance como forma de arte e sua continuidade na literatura moderna. Na Amazon, está disponível por R$ 57,89.
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A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera
A insustentável leveza do ser, livro de Milan Kundera
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Kundera retorna à lista com seu romance filosófico A insustentável leveza do ser, obra ambientada na Tchecoslováquia durante a Primavera de Praga, quando o país vivia sob a ameaça e resistia à invasão soviética. Ele explora a vida de quatro protagonistas cujas trajetórias se entrelaçam para explorar a dualidade entre a liberdade de escolhas sem consequências definitivas, com os compromissos, responsabilidade e o apego que o amor traz. Na Amazon, está disponível por R$ 63,08.
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Pachinko, de Min Jin Lee 
Pachinko, livro de Min Jin Lee
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Em Pachinko, a autora coreana-amercana Min Jin Lee explora uma saga familiar que acompanha várias gerações de uma família coreana morando no Japão. O romance explora as batalhas enfrentadas por imigrantes, abordando identidade, preconceito e pertencimento. Na Amazon, está disponível por R$ 56,49.
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Maus, de Art Spiegelman
Maus, livro de Art Spiegelman
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A graphic novel Maus traz as experiências do Holocausto de uma maneira moderna, usando animais para representar diferentes grupos étnicos e nacionais em uma história de quadrinhos. Ele conta a história de Vladek Spiegelman, um judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art metamorfoseado em tristonhos ratos. Na Amazon, está disponível por R$ 59,38.
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Amada, de Toni Morrison
Amada, livro de Toni Morrison
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Inspirado em uma história real, Amada é ambientado em 1873, época em que os Estados Unidos começavam a lidar com as feridas da escravidão recém-abolida, e xplora a vida de uma ex-escravizada que é assombrada por seu passado e os traumas deixados em sua vida. Na Amazon, está disponível por R$ 66,43.
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Persépolis, de Marjane Satrapi 
Persépolis, livro de Marjane Satrapi
Divulgação
Persépolis é a segunda graphic novel da lista, que desta vez narra a infância e juventude da autora, Marjane Satrapi, morta em junho deste ano, após a Revolução Islâmica do Irã. Nascida em uma família moderna e politizada, ela tinha apenas dez anos quando foi obrigada a usar o véu islâmico em uma sala de aula só para meninas e testemunhou o início de um regime que transformou profundamente a vida no país. Anos depois, já adulta, Marjane revisita essas memórias em uma autobiografia em quadrinhos que combina humor, drama e crítica política para retratar a complexidade da história iraniana. Na Amazon, está disponível por R$ 62,12.
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O Sol é Para Todos, de Harper Lee
O Sol é Para Todos, livro de Harper Lee
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Clássico da literatura mundial, O Sol é para Todos é ambientado no sul dos Estados Unidos na década de 30, dominado pelo violência do preconceito racial. A obra explora temas como racismo, injustiça e desigualdade por meio do olhar de Scout, uma menina que acompanha o pai, o advogado Atticus Finch, arriscar tudo para defender um homem negro injustamente acusado de estuprar uma mulher branca. Na Amazon, ele está disponível por R$ 37,02.
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Outros jeitos de usar a boca, de Rupi Kaur
Outros jeitos de usar a boca, livro de Rupi Kaur
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A coletânea de poemas Outros Jeitos de Usar a Boca aborda temas como amor, perda, feminilidade, violência e autoconhecimento. Dividida em quatro partes, a obra de Rupi Kaur conduz o leitor por uma jornada de dor, sobrevivência e cura, encontrando delicadeza até nos momentos mais amargos da vida. Na Amazon, está disponível por R$ 41,79.
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*Todos os produtos apresentados na GQ Brasil são selecionados de forma independente por nossos editores. No entanto, quando você compra algo por meio de nossos links, podemos ser remunerados via comissão. Os preços foram verificados na publicação deste conteúdo. Preços e disponibilidade estão sujeitos à variação.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/W52mkNRhjBQb8j1pcmOvQetOTHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/r/g/uZNfXaR4KDT6AUKWj1PA/dua-lipa.jpg" medium="image"/>   <media:description>Dua Lipa irá lançar biblioteca em Portugal com obras censuradas e proibidas</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:41:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Do peitoral à mostra à risca de giz: 7 tendências do verão 2027 para ter no radar</title>  <atom:subtitle>Mais cores, mais pele à mostra, modelagens variadas e um possível retorno da calça skinny foram alguns dos destaques das semanas de moda masculina de verão</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/do-peitoral-a-mostra-a-risca-de-giz-7-tendencias-do-verao-2027-para-ter-no-radar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/do-peitoral-a-mostra-a-risca-de-giz-7-tendencias-do-verao-2027-para-ter-no-radar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/jFelb05JVcFzDQ2BBU3r9LMDuzY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/M/v/69WD1CTIAVCcpzZpUaRg/header-tendencias.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    Ciao e au revoir, Milão e Paris. As semanas de moda masculina terminaram no domingo (28), com um line-up mais enxuto — como já vem acontecendo há algumas temporadas —, mas várias das coleções apresentadas devem reverberar por algum tempo.
Em Milão, Dolce&amp;Gabbana e Prada foram os destaques da temporada: a primeira apostou em bordados, aplicações, texturas e trabalhos manuais para propor um verão italiano ousado, característica marcante da marca. Já a Prada mergulhou no passado ao resgatar silhuetas bastante esguias, com calças skinny, barrigas à mostra e conjuntos monocromáticos de couro. A maison afirmou que o objetivo era voltar ao "fundamental", com peças que resistem ao tempo, mas resta saber se esse tempo será também o da extrema magreza.
Para deixar claro, não há nada de errado com a calça skinny. Há quem defenda, inclusive, que ela nunca deixou de ser a preferida de muita gente; a questão é apenas o cuidado que a moda precisa ter para não repetir padrões problemáticos do passado. Se a skinny voltará com força, só o tempo dirá.
Já em Paris, as jaquetas de inspiração napoleônica voltaram a fazer parte da coleção da Dior, como Jonathan Anderson já havia proposto na temporada anterior, assim como o aspecto desgastado das peças. Afinal, segundo o diretor criativo, "a coleção diz respeito ao que acontece no final de uma noite, quando tudo fica um pouco mais solto", o que explica a estética pós-balada proposta para a temporada.
Na Louis Vuitton, Pharrell Williams utilizou códigos de estilo de surfistas e skatistas para apresentar uma coleção de pegada esportiva sofisticada. Outro destaque foi a Dries Van Noten, que apresentou uma coleção alinhada ao clima mais quente do ano, diferentemente de muitas etiquetas, que acabaram criando peças pouco usáveis durante o calor. Ainda que a marca belga também tenha desfilado casacos e trench coats como terceiras peças, foram os shorts curtos, as transparências e a fluidez das silhuetas que falaram mais alto. A seguir, confira algumas das tendências da temporada, que podem ser ajustadas ao clima do Brasil.
Risca de giz
Tradicional na alfaiataria masculina, a risca de giz não passou despercebida em Milão nem em Paris. A padronagem clássica apareceu nos desfiles de marcas como Dolce&amp;Gabbana, Ralph Lauren, Louis Vuitton, Philipp Plein, Willy Chavarria e outras, estampando costumes, blazers e até peças mais casuais, como jaquetas e calças esportivas. Se você ainda não tem uma peça com esse padrão no guarda-roupa, talvez tenha chegado a hora de investir.
Looks de Dolce&amp;Gabbana, Louis Vuitton e Ralph Lauren na temporada de verão 2027.
Getty Images
Peitoral à mostra
Há quem ame e quem odeie, mas não há como negar que o verão combina com mais pele à mostra. Nas semanas de moda, a aposta foi no peitoral nu, seja com uma proposta mais sexy ou seja com uma mais despojada. Dolce&amp;Gabbana, Giorgio Armani, Dior e outras marcas investiram em camisas abertas ou com decotes profundos em V, enquanto Prada, Garcias e Willy Chavarria apresentaram lookss compostos apenas por jaquetas ou blazers na parte de cima, sem nada por baixo.
Look da Dior na Semana de Moda masculina de Paris verão 2027.
Getty Images
Look da Dolce&amp;Gabbana na Semana de Moda masculina de Milão verão 2027.
Getty Images
Tons pastel
Em alta há algum tempo na moda feminina, os tons pastel também vieram para ficar no guarda-roupa masculino. Blazers, calças de alfaiataria, camisas, bermudas e jaquetas surgiram em tons suaves de rosa, azul, verde e amarelo, que combinam bem com os dias mais quentes.
Looks de Issey Miyake, Dolce&amp;Gabbana e Dries van Noten na temporada de verão 2027.
Getty Images
Lenços
Os lenços amarrados no pescoço voltaram com tudo na moda. Ralph Lauren, Giorgio Armani, Paul Smith e Etro foram algumas das marcas que incluíram os acessórios nos looks da temporada de verão, a maioria delas estampadas. O item é a cara do verão e pode ser usado de muitas formas.
Look de Paul Smith na Semana de Moda masculina de Milão verão 2027.
Getty Images
Conjuntos monocromáticos
Dos conjuntos de couro da Prada, em cores vibrantes, aos de veludo da Junya Watanabe, não foram poucas as marcas que apostaram em produções monocromáticas nesta temporada. Ainda que muitas tenham surgido em versões mais adequadas ao inverno, é possível adaptar a tendência com conjuntos de camisetas ou camisas de manga curta combinadas a bermudas e shorts.
Look da Prada na Semana de Moda masculina de Milão verão 2027.
Getty Images
Transparências
A transparência ainda pode encontrar resistência no guarda-roupa masculino, mas é impossível ignorar sua presença nas passarelas. De versões discretas em seda às mais evidentes em tule ou crochê, a tendência tem tudo a ver com o verão e pode ser incorporada de forma criativa, como em uma camisa transparente usada sob um blazer.
Looks de Dries van Noten, Saint Laurent e Issey Miyake na temporada de verão 2027.
Getty Images
All jeans
O all jeans nunca saiu de cena, mesmo que muita gente ainda ache difícil combinar jeans com jeans — e isso é compreensível. Nesta temporada, os looks totalmente em denim apareceram nas coleções de Louis Vuitton, Junya Watanabe, Ralph Lauren e Dolce&amp;Gabbana, mostrando que a combinação continua atual e versátil.
Looks da Louis Vuitton na Semana de Moda masculina de Paris verão 2027.
Getty Images
Revistas Newsletter  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/jFelb05JVcFzDQ2BBU3r9LMDuzY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/M/v/69WD1CTIAVCcpzZpUaRg/header-tendencias.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Tendências das semanas de moda masculina para o verão 2027.</media:description>   <media:credit>Arte: Jazz Santos</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:28:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>"Homem sacola plástica": psicanalista explica fenômeno do parceiro que "vai para onde o vento sopra"</title>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/blog/2026/06/homem-sacola-plastica-psicanalista-explica-fenomeno-do-parceiro-que-vai-para-onde-o-vento-sopra.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/blog/2026/06/homem-sacola-plastica-psicanalista-explica-fenomeno-do-parceiro-que-vai-para-onde-o-vento-sopra.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/gGn9SPwSstbn79USKwakKdy2ieM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/G/c/xdPigZTZqyUHCS6gQ7BA/homem-sacola-plastica-gq.jpg" /><br /> ]]>    Tem uma expressão que circula nas redes descrevendo um tipo específico de parceiro: o homem sacola plástica. Ele tem a leveza de uma sacola plástica no ar, sem peso próprio, indo para onde o vento sopra. A imagem é exagerada, mas precisa, e a teoria que a originou descreve algo que a clínica já reconhecia muito antes de virar meme: o homem que parece tranquilo demais para ser real e que, na verdade, não está tranquilo. Está ausente.
É o homem que responde “tanto faz” quando perguntam onde quer jantar, que diz “decide você” na hora de organizar uma viagem. Aquele que parece nunca se incomodar com nada e, por isso mesmo, costuma ser descrito como fácil de conviver. 
No início da relação, essa ausência de preferência pode até soar como maturidade. Afinal, ele não faz cenas, não entra em disputas e aparentemente não precisa que as coisas aconteçam do seu jeito. Só com o tempo a parceira percebe que aquela leveza tinha outra natureza: ela estava decidindo por dois.
A confusão entre tranquilidade e ausência é exatamente onde ele se esconde. Estar tranquilo de verdade é poder responder ao imprevisto com flexibilidade, sem deixar de estar presente e sem deixar de querer alguma coisa. O homem sacola plástica não responde ao imprevisto. Ele nunca chega a se posicionar diante dele, porque tomar posição implica desejar, e desejar significa correr o risco de não conseguir, de ser recusado, de descobrir que aquilo que queria não combinava com o que a parceira queria. Ele evita esse risco evitando o próprio desejo e, ao evitá-lo, evita também a responsabilidade pelo que acontece na relação.
Uma maneira de compreender esse funcionamento pela psicanálise é pensá-lo, em muitos casos, como uma defesa diante da chamada castração simbólica, isto é, diante da experiência de que querer algo implica aceitar que esse algo pode faltar, que pode não vir e que pode ser perdido. Todo desejo implica uma aposta. 
O sujeito que nunca tem preferência, que devolve toda decisão com um “o que você quiser”, procura se proteger justamente desse confronto: descobrir que seu desejo tem limites, que pode ser contrariado, que pode falhar. 
Ficar de boa com tudo é, paradoxalmente, uma maneira de conservar a ilusão de controle, porque, ao não desejar nada especificamente, ele nunca arrisca perder nada especificamente.
Sacola plástica
Coda / Unsplash
Parece que esse homem abriu mão do poder, quando, na verdade, continua exercendo uma forma muito particular de controle. Ao não decidir, ele faz com que outra pessoa tenha de decidir. A passividade nunca é neutra. Ela reorganiza silenciosamente a relação e distribui de forma desigual o trabalho emocional que sustenta a vida a dois.
Toda a carga de decidir, planejar, antecipar problemas e sustentar os pequenos impasses da vida cotidiana acaba pousando sobre a parceira, que passa a carregar sozinha uma responsabilidade que deveria ser compartilhada. Quem vive essa dinâmica costuma demorar para perceber que confundiu ausência de conflito com presença real.
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Decidir tem outro lado difícil: haver-se com ela quando a decisão se revela errada. Escolher implica suportar o próprio erro sem que ele defina quem se é, sustentar a possibilidade de ter decidido mal e continuar existindo apesar disso. Quem evita escolher também evita esse confronto. Ser uma sacola plástica protege esse homem não apenas da perda implicada em toda escolha, mas também da experiência de ter escolhido mal e precisar seguir em frente.
No fim, não existe posição neutra. Até a recusa em escolher produz efeitos. Quem tenta escapar da falta acaba apenas deslocando-a para o outro, que passa a suportar o peso das decisões que deveriam ser compartilhadas. O desejo pode ser evitado por algum tempo, mas nunca sem consequências.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/gGn9SPwSstbn79USKwakKdy2ieM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/G/c/xdPigZTZqyUHCS6gQ7BA/homem-sacola-plastica-gq.jpg" medium="image"/>   <media:description>Homem sacola plástica</media:description>   <media:credit>Muhammad Abdullah / Unsplash</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 11:00:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O GQ Brasil Grooming Awards 2026 elegerá os melhores novos perfumes e produtos para pele, cabelo e barba</title>  <atom:subtitle>As inscrições estão abertas até 17 de julho para produtos lançados entre julho de 2025 e junho de 2026. Leia o regulamento</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/06/gq-brasil-grooming-awards-2026-inscricoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/06/gq-brasil-grooming-awards-2026-inscricoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/McfnwCz4J3K7I82Lgfp0PUGQyEE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/e/g/oCrXFJQcKc3o43QgEwtA/artte-site.jpg-1-.jpeg" /><br /> ]]>    A GQ Brasil promove a quarta edição do GQ Brasil Grooming Awards, para premiar os melhores produtos para o público masculino lançados no Brasil no último ano, entre julho de 2025 e junho de 2026. Também são válidas inscrições de novas versões de produtos já existentes (se lançadas no período em questão), mas apenas se houver modificação na fórmula.
As inscrições, que devem ser feitas pelas próprias marcas, estão abertas até 17 de julho. Nossos jurados especializados testarão os itens ao longo de um mês. Dermatologistas, influenciadores, cabeleireiros e experts do universo da beleza compõem o time que ajudará, após uma curadoria da GQ Brasil, eleger os melhores em suas categorias.
A lista de finalistas será eleita com base em critérios de apresentação, inovação, performance, tecnologia e experiência sensorial. Já a lista dos campeões será baseada na média das notas dos jurados. Os produtos podem ser sem gênero e não precisam necessariamente ter identidade voltada apenas aos homens.
As marcas deverão inscrever os itens nos formulários abaixo, após a leitura completa do regulamento. É responsabilidade de cada empresa mandar os artigos ao endereço dos jurados, caso eles entrem no ranking de finalistas. Se houver dúvidas adicionais, contate o e-mail shermoso@globocondenast.com.br.
INSCRIÇÕES CATEGORIA CABELO
INSCRIÇÕES CATEGORIA PELE DO CORPO
INSCRIÇÕES CATEGORIA PELE DO ROSTO
INSCRIÇÕES CATEGORIA BARBA
INSCRIÇÕES CATEGORIA PERFUMES

REGULAMENTO - GQ BRASIL GROOMING AWARDS 2026
A presente ação “GQ Brasil Grooming Awards 2026” (“Ação”) é uma iniciativa da EDIÇÕES GLOBO CONDÉ NAST S.A., sediada na capital do Estado de São Paulo, na Rua Gerivatiba, nº 207 (11º andar), Butantã, CEP 05501-030, inscrita no CNPJ sob nº 10.739.386/0001-01.
O presente regulamento (“Regulamento”) visa definir os termos e condições que regerão a participação na Ação, conforme abaixo estabelecidos.
1. AÇÃO
1.1. A Ação “GQ Brasil Grooming Awards 2026” é uma realização da revista GQ Brasil, editada e publicada pela Edições Globo Condé Nast.
1.2. A Ação tem por objetivo eleger os melhores produtos de pele, cabelo e barba, além de perfumes, destinados ao público masculino, a qual será aberta inscrição para que as marcas interessadas submetam seus próprios produtos à avaliação da equipe da GQ Brasil e ao teste de jurados especializados. O referido teste acontecerá ao longo de um mês, por dermatologistas, influenciadores, cabeleireiros e experts do universo da beleza, bem como contará com a curadoria da equipe da GQ Brasil, para eleger os melhores em suas categorias.
2. INSCRIÇÃO
2.1. As inscrições qualificadas serão aquelas que incluírem os produtos de beleza que se encaixarem na descrição das categorias da Ação e lançados ou reformulados no Brasil entre julho de 2025 e junho de 2026, de modo que seja observado rigorosa e plenamente o processo definido neste regulamento, bem como aceitem todos os termos e condições deste Regulamento e agir de acordo com ele durante toda a Ação.
2.2. Para a efetivação da inscrição, as marcas interessadas devem acessar os formulários de cada categoria dos produtos, descritos na Cláusula 3 abaixo, e preenchê-los. Ao finalizar e clicar em confirmar, o produto já estará cadastrado, sendo certo que deverá ser preenchido apenas um formulário para cada produto individual que for submetido, ainda que na mesma categoria.
2.2.1. Cada marca interessada poderá inscrever mais de um produto, um a cada formulário.
2.2.2. As marcas interessadas em se inscreverem na Ação deverão preencher e submeter o formulário de inscrição (encontrado no início do texto desse link) correspondente à cada categoria, disponíveis entre os dias 29 de junho e 17 de julho de 2026.
3. MECÂNICA, CRITÉRIOS DE ANÁLISE E CATEGORIAS
3.1. Mecânica: Após o preenchimento dos formulários, as marcas participantes terão suas inscrições validadas, e os produtos submetidos em cada categoria serão selecionados para as fases seguintes. Em um primeiro momento, a equipe da GQ Brasil selecionará a lista de finalistas com base em critérios objetivos e subjetivos, e, posteriormente, os jurados testarão durante um mês essa seleção de itens. Por fim, será divulgada a lista dos campeões, baseada na média das notas dos jurados.
3.2. Critérios de análise: Após o encerramento das inscrições, para a primeira fase da Ação, a equipe da GQ Brasil realizará uma triagem dos produtos de cada categoria, com base nos critérios definidos no item 3.2.1 abaixo, e enviará a lista de finalistas aos jurados e marcas participantes até o dia 20 de julho de 2026. Após esta divulgação, para a segunda fase da Ação, as marcas interessadas deverão enviar essa seleção de produtos diretamente aos jurados, que deverão chegar até 10 de agosto de 2026.
3.2.1. Na primeira fase da Ação, a lista de finalistas será eleita, pela GQ Brasil, com base em critérios de apresentação, inovação, performance, tecnologia associada e experiência sensorial. Já, na segunda fase da Ação, a lista dos campeões será baseada na média das notas dos jurados.
3.2.2. Os produtos não precisam, necessariamente, ter a identidade voltada restritamente ao público masculino, de modo que os itens sem definição de gênero, quando aplicável, também serão aceitos.
3.2.3. Para a seleção dos campeões, na segunda fase da Ação, os jurados terão até o dia 7 de setembro de 2026 para entregar seus votos e comentários, sendo certo que o resultado será divulgado no site da GQ Brasil em 09 de outubro de 2026.
3.2.4. A responsabilidade de envio dos produtos para os jurados é, exclusivamente, da própria marca participante, sendo esta uma condição necessária para prosseguir na segunda fase, o qual deverá ser feita dentro do prazo estabelecido. A equipe da GQ Brasil enviará os endereços e CPFs dos destinatários.
3.2.5. Caso as regras descritas no presente regulamento não sejam seguidas, a marca fica passível de desclassificação.
3.2.6. Uma vez que o resultado da Ação for publicado nas mídias de comunicação da GQ Brasil, é garantido às marcas ganhadoras mencionar a conquista em suas redes sociais, sendo certo que a autorização e as condições para uso do selo do “GQ Grooming Awards” na referida comunicação online e/ou off-line deverão ser tratadas diretamente com o departamento comercial da Edições Globo Condé Nast, esta que entrará em contato com a marca ganhadora para formalizar o licenciamento devido e, apenas após a referida formalização, a marca ganhadora poderá utilizar o selo do “GQ Grooming Awards”.
3.3. Categorias: As categorias e produtos elegíveis para a Ação são as descritas abaixo, havendo um formulário para cada categoria principal discriminada, sendo certo que as subcategorias e os itens incluídos estão sujeitos a alterações, ao critério exclusivo da Edições Globo Condé Nast.
a. Produtos para pele do rosto: hidratante; limpador; antirrugas; produto para manchas; produto antioleosidade; produto antiacne; protetor solar sem cor; protetor solar com cor; esfoliante facial; hidratante labial; produto para a área dos olhos (não vale maquiagem); base e corretivo.
b. Produtos para os cabelos: xampu anticaspa; xampu antiqueda; outros produtos antiqueda (tônico/sérum/loção); xampu para cabelos grisalhos; xampu para cabelos secos; xampu para cabelos oleosos; xampu para cabelos normais; xampu para cabelos cacheados e crespos; definidor geral (gel/pomada/cera); definidor de cachos; condicionador no geral; máscara hidratante; esfoliante capilar; e xampu dois em um.
c. Produtos para pele do corpo: sabonete líquido corporal; sabonete em barra corporal; hidratante corporal; esfoliante corporal; óleo corporal; produto para higiene íntima; desodorante; protetor solar corporal; produto para mãos; e produto para os pés.
d. Produtos para a barba: espuma para barbear, xampu de barba, condicionar, gel para barba, creme/balm/loção para barba, óleo para barba, tônico para crescimento, esfoliante, máscara, lâmina de barbear, barbeador elétrico, pente/escova e pomada/modelador para barba.
f. Perfumes: para os perfumes internacionais, valem apenas produtos das categorias parfums e eau de parfums. Para os perfumes nacionais, valem também os eua de toilettes e colônias. Já na categoria de perfumes árabes, valem parfum e eau de parfum, desde que sejam de marcas originalmente de países árabes — não necessariamente produzidos nesses países.
3.3.1. Os participantes devem, necessariamente, inserir nos formulários um e-mail ou um telefone para contato atualizados, vez que toda a comunicação será feita pela equipe da GQ Brasil via esses canais.
3.3.2. Para que os produtos sejam considerados para nossa categoria de Clean Beauty, eles não devem conter nenhum dos seguintes ingredientes: parabenos, lauril sulfato de sódio (SLS) e lauril éter sulfato de sódio (SLES), ftalatos, sais de alumínio, BHA, BHT, óleos minerais, formaldeídos, agentes liberadores de formaldeído, oxibenzona, octinoxato , hidroquinona, triclosan e triclocarban.
4. PROTEÇÃO DE DADOS
4.1. Ao participar da Ação, as marcas participantes confirmam que concordam com: (i) a Política de Privacidade do Grupo Globo e autoriza que Seus dados sejam utilizados de acordo com tal política; (ii) a Política de Comentários; e (iii) este Regulamento.
4.2. As marcas participantes se declaram cientes e expressamente concordam que, a partir da inscrição, os seus dados pessoais serão tratados nos termos estabelecidos na política de privacidade do Grupo Globo, disponível no site https://www.globo.com/privacidade.html. Para fins de referência, sem prejuízo do quanto disposto na referida política, incluem-se, dentre as finalidades do tratamento de seus dados pessoais pela Editora Globo:
a) Informar a respeito de novos produtos e serviços das empresas e dos patrocinadores da Ação, quando aplicável;
b) Manter atualizados os cadastros para fins de contato telefônico, por correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação;
c) Responder às dúvidas e solicitações, bem como transmitir-lhes informações gerais sobre as empresas;
d) Compartilhar os dados com os apoiadores, parceiros e patrocinadores da Ação para que esses enviem informações sobre seus produtos, serviços e ofertas, quando aplicável;
g) Compartilhar os dados com a Edições Globo Condé Nast, caso os dados sejam coletados pelos apoiadores, parceiros e/ou patrocinadores da Ação para que a Edições Globo Condé Nast possa livremente utilizar nos termos estabelecidos neste Regulamento, seja vinculado à Ação ou para fins comerciais e/ou institucionais, quando aplicável;
h) Realizar campanhas de comunicação e marketing de relacionamento, bem como divulgar ofertas especiais dos patrocinadores da Ação, quando aplicável.
4.3. As marcas participantes se responsabilizam pela exatidão e pela veracidade dos dados informados na inscrição e declaram que têm ciência e concordam plenamente que eventuais divergências e/ou inconsistências desses dados poderão impactar na validação das informações, o que poderá impedir ou prejudicar a sua participação na Ação.
4.4. As marcas participantes poderão acessar o endereço https://privacidade.globo.com/privacy-policy/ caso deseje saber como a Edições Globo Condé Nast poderá utilizar, tratar e gerir os dados.
4.4.1. Caso as marcas participantes tenham alguma dúvida não esclarecida na política de privacidade e/ou deseje a exclusão de seus dados do banco de dados da Edições Globo Condé Nast, deverá solicitar o descadastramento por meio do endereço shermoso@globocondenast.com.br.
5. PROPRIEDADE INTELECTUAL E DIREITOS DE IMAGEM
5.1. As marcas participantes da Ação concordam que o logotipo da empresa e demais arquivos com a identidade da marca, enviados durante o processo, estarão disponíveis para que a Edições Globo Condé Nast, seus apoiadores e parceiros da Ação utilizem com o objetivo de divulgar sua participação na Ação.
5.2. As marcas participantes cedem, a título gratuito, o direito de uso do seu nome, marca, imagem e som de voz, sem qualquer ônus para as empresas organizadoras que poderão utilizá-los livremente para a promoção e divulgação da presente Ação e de suas edições futuras, seja em meio impresso, digital ou eletrônico.
5.3. É vedada às marcas participantes a utilização da marca da Ação, bem como de qualquer outra marca da Edições Globo Condé Nast, seus apoiadores, parceiros e patrocinadores da Ação, salvo se mediante autorização prévia e expressa.
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
6.1. O Regulamento ficará disponível no site de inscrição da Ação.
6.2. A participação na Ação implica no total conhecimento e na aceitação integral e irrestrita de todos os itens deste Regulamento, bem como não gera às marcas participantes nenhum outro direito e/ou vantagem que não estejam expressamente previstos neste Regulamento.
6.3. A presente Ação, assim como seu Regulamento, poderá ser alterada, suspensa ou cancelada pela Edições Globo Condé Nast mediante aviso publicado no site da Ação e/ou nos sites da revista GQ Brasil, por motivo de força maior ou por qualquer outro fato ou motivo.
6.4. É vedada às marcas participantes a captação de patrocínio, bem como comercialização de quaisquer produtos ligados à marca da Ação, salvo se por autorização prévia e expressa.
6.5. A Ação “GQ Brasil Grooming Awards 2026” não representa um trabalho de auditoria, compliance ou investigação. A Edições Globo Condé Nast, bem como seus eventuais apoiadores e parceiros da ação, não se responsabilizam por decisões de investimento tomadas com base na lista selecionada, tampouco pela veracidade das informações prestadas pelos participantes.
6.5. Os Participantes declaram conhecer e se obrigam a seguir as normas de prevenção à corrupção, incluindo a Lei nº 12.846/2013 e seu regulamento. Adicionalmente, se obrigam a, no exercício dos direitos e obrigações previstos neste Regulamento, não dar, oferecer ou prometer qualquer bem de valor ou vantagem de qualquer natureza a agentes públicos ou a pessoas a eles relacionadas ou ainda quaisquer outras pessoas, empresas e/ou entidades privadas, com o objetivo de obter vantagem indevida, influenciar ato ou decisão ou direcionar negócios ilicitamente.
6.6. Para as disposições deste Regulamento não cabem recursos de qualquer natureza. Qualquer dúvida, crítica ou sugestão referente à Ação e metodologia deve ser enviada para o e-mail shermoso@globocondenast.com.br, com o assunto: “Dúvida *marca*”.
6.7. Fica, desde já, eleito o foro central do domicílio do participante para solução de quaisquer questões referentes ao Regulamento da presente Ação.
São Paulo, 29 de junho de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/McfnwCz4J3K7I82Lgfp0PUGQyEE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/e/g/oCrXFJQcKc3o43QgEwtA/artte-site.jpg-1-.jpeg" medium="image"/>   <media:description>GQ Grooming Awards 2026</media:description>   <media:credit>Victor Amirabile</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 20:30:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Perfumes e tratamento da pele: os principais lançamentos de cuidados pessoais em junho</title>  <atom:subtitle>Conheça as principais novidades de cuidados pessoais selecionadas pela GQ Brasil</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/06/perfumes-e-tratamento-da-pele-os-principais-lancamentos-de-cuidados-pessoais-em-junho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/06/perfumes-e-tratamento-da-pele-os-principais-lancamentos-de-cuidados-pessoais-em-junho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/L3Fk8VUy5_zIsuO1wFljD77OEtA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/o/W/nwxyZJRb2BJCVwdX4Yaw/27b01-brit-virtual-set-3xcologne-30ml-6000x6000-300dpi-e-partners-onwhite.jpg" /><br /> ]]>    A Boutique de junho da GQ Brasil reúne os principais lançamentos do universo do cuidado pessoal, com destaque para novas fragrâncias e fórmulas de skincare de alta performance. Uma gama de produtos que você deve deixar no radar. Confira e adquira abaixo.
Soleil Neige, Tom Ford Beauty
Tom Ford Soleil Neige
Divulgação
A Tom Ford Beauty amplia sua linha Signature com a chegada de Soleil Neige Eau de Parfum, fragrância que já integrava a coleção Private Blend e agora passa a compor o portfólio permanente da marca. Inspirado na atmosfera dos Alpes, o perfume propõe uma leitura sensorial do contraste entre o frescor do ar de inverno e o calor associado ao pós-esqui.
A composição combina abertura cítrica e verde, com bergamota em destaque, seguida por um coração de flores brancas como flor de laranjeira e jasmim grandiflorum. No fundo, notas de almíscar, benjoim e ládano sustentam uma base mais quente e persistente. A fragrância está disponível nas versões de 50 ml e 100 ml. Onde comprar: Sephora
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Liftactiv Collagen Specialist 16 Collagel, Vichy
Liftactiv Collagen Specialist 16 Collagel, Vichy
Divulgação
A Vichy lança o Liftactiv Collagen Specialist 16 Collagel, novo gel hidratante facial que combina ação de estímulo ao colágeno com promessa de efeito lifting imediato e glow natural desde a primeira aplicação.
Com textura leve e acabamento matte, o Collagel foi desenvolvido para o mercado brasileiro e se inspira na tendência da "glass skin", popular na estética coreana. A fórmula reúne a tecnologia Co-Bonding, que combina Ramnose, peptídeos e extrato de maitake, e ativos como niacinamida e ácido salicílico, associados ao controle da oleosidade, uniformização do tom da pele e estímulo ao colágeno. É indicado para todos os tipos de pele, incluindo as sensíveis. Onde comprar: Beleza na Web.
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Bioré UV Aqua Rich Essence Extreme Protection FPS 50
Bioré UV Aqua Rich Essence Extreme Protection FPS 50
Divulgação
A Bioré, marca japonesa conhecida por sua atuação em proteção solar, amplia sua presença no mercado brasileiro com o lançamento do UV Aqua Rich Essence Extreme Protection FPS 50. O produto chega com proposta de alta performance em cenários de calor extremo e umidade, mantendo a proteção contra raios UV mesmo em temperaturas de até 40°C e ambientes com alta taxa de umidade.
A fórmula se propõe resistente ao suor, à água e ao atrito. A composição inclui ainda ácido hialurônico e extrato de eucalipto, voltados à hidratação da pele. É indicado para todos os tipos de pele. Onde comprar: Beleza na Web.
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Veggies, Jo Malone London
Veggies, Jo Malone London
Divulgação
A Jo Malone London apresenta Veggies, nova coleção de edição limitada que amplia seu portfólio de colônias sazonais com fragrâncias inspiradas em ingredientes da horta. A proposta traduz notas vegetais em composições olfativas que combinam acordes adocicados, frescos e amadeirados.
A linha reúne três colônias principais: Velvety Butternut, que combina abóbora-manteiga, gengibre e patchouli em uma construção amadeirada gourmand; Scarlet Beetroot, trazendo beterraba e groselha-preta com base de patchouli em uma leitura frutada; e Carrot Blossom, que mistura flor de cenoura, flor de laranjeira e almíscar branco em uma fragrância floral fresca.
A coleção também se estende ao cuidado corporal e ao ambiente, com destaque para o sabonete líquido Tomato Leaf, formulado com glicerina de origem natural e óleo de semente de cártamo, e a vela Green Tomato Vine, que aposta em notas verdes e herbáceas. Onde comprar: Jo Malone.
7.25, Amyi
7.25, Amyi
Divulgação
A Amyi lança o Amyi 7.25, novo eau de parfum da Coleção 7. A fragrância propõe uma construção ambarada floral que se afasta da associação tradicional da cereja ao universo adocicado.
Criada pelo perfumista Tiago Motta em parceria com a Takasago, referência japonesa na produção de aromas, a composição traz a cereja negra e o licor de cereja como protagonistas, combinados a notas cítricas e cassis na saída. No coração, aparecem osmanthus absoluto, flor de laranjeira e jasmim da Índia, com textura aportada pelo cashmeran. A base reúne âmbar, camurça úmida e madeiras escuras, resultando em um rastro mais quente e encorpado. Onde comprar: Amyi.
The Blend Amber Saffron, O Boticário
The Blend Amber Saffron é o novo lançamento de O Boticário
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O Boticário amplia a linha The Blend com o lançamento de Amber Saffron, novo eau de parfum que combina o açafrão ao âmbar em uma construção inspirada na perfumaria árabe. A fragrância integra a submarca especializada em especiarias e reforça a proposta de criar perfumes masculinos com assinatura marcante e maior projeção.
A composição destaca o açafrão em contraste com a intensidade do âmbar, resultando em uma estrutura quente, especiada e de longa duração. O lançamento também incorpora o blend proprietário 4 Épices, conjunto de óleos essenciais obtidos por destilação de especiarias como pimenta-preta, noz-moscada, cravo e canela, processo realizado em alambiques de cobre. Onde comprar: Beleza na Web.
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Dior Paradise, Dior
Dior Paradise, Dior
Divulgação
A Dior apresenta Dior Paradise, nova fragrância da linha La Collection Privée Christian Dior, assinada por Francis Kurkdjian. O perfume se inspira no universo pessoal de Christian Dior e no Château de La Colle Noire, propriedade do estilista na região de Grasse, no sul da França, marcada por jardins de flores, árvores frutíferas e amendoeiras.
A composição tem como eixo a amêndoa amarga, combinada a um acorde cítrico de tangerina, laranja e lima, que traz luminosidade à abertura. No coração, a faceta cremosa da amêndoa é reforçada por nuances adocicadas, enquanto a base de fava tonka e notas amadeiradas sustenta a estrutura olfativa com um caráter mais quente e envolvente. Onde comprar: Dior.
Hydragel Oil Control, Creamy
Hydragel Oil Control, Creamy
Divulgação
A Creamy lança o Hydragel Oil Control, novo hidratante facial desenvolvido para peles oleosas, mistas, acneicas e sensíveis, com proposta de equilibrar hidratação prolongada e controle de brilho em uma única fórmula. O produto segue a tendência de skincare com texturas leves e multifuncionais, voltadas para rotinas mais práticas.
O lançamento aposta na chamada Tecnologia Skin Balance, que combina tripeptídeo oil control, ácido hialurônico e niacinamida. A proposta é reduzir o excesso de oleosidade, ajudar na aparência dos poros e fortalecer a barreira cutânea, sem comprometer a hidratação da pele Onde comprar: Beleza na Web.
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/L3Fk8VUy5_zIsuO1wFljD77OEtA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/o/W/nwxyZJRb2BJCVwdX4Yaw/27b01-brit-virtual-set-3xcologne-30ml-6000x6000-300dpi-e-partners-onwhite.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jo Malone London apresenta linha Veggies</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:20:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Coleção de relógios milionários de Neymar conta com peça avaliada em mais de R$ 5 milhões</title>  <atom:subtitle>O craque da Seleção Brasileira tem peças raras da Jacob &amp; Co., marca milionária vista também no pulso de outros jogadores</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/colecao-de-relogios-milionarios-de-neymar-conta-com-peca-avaliada-em-mais-de-r-5-milhoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/colecao-de-relogios-milionarios-de-neymar-conta-com-peca-avaliada-em-mais-de-r-5-milhoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/tvthP8iR44t9F-jPFYwJeBRYVT4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/g/G/t2NFBGQymArJN2xzKeAw/neymar-.jpg" /><br /> ]]>    Neymar Jr tem uma coleção de relógios luxuosos, mas alguns deles se destacam entre as peças no guarda-roupa do craque. Recentemente, o atacante foi visto com Jacob Arabo, dono da relojoaria de luxo Jacob &amp; Co., que cria peças milionárias e exclusivas - preferidas dos jogadores na elite do futebol.
Ao longo dos anos, o jogador foi visto com diversas peças da marca em seu pulso. Entre edições limitadas e raras, Neymar tem relógios temáticos que são verdadeiras obras de arte. Os modelos variam de preço, partindo da casa de R$ 1 milhão e podendo chegar até R$ 5 milhões. 
A GQ Brasil selecionou seis dos acessórios que o camisa 10 da Seleção Brasileira tem em sua coleção. Confira:
Neymar usa relógio Jacob &amp; Co. Gotham City
Getty Images; Divulgação/Jacob &amp; Co.
Jacob &amp; Co. Gotham City
Criado em 2022 e inspirado no Batman, o relógio Gotham City, da Jacob &amp; Co., foi desenvolvido em parceria com a DC Comics. A peça escolhida por Neymar faz referência a Bruce Wayne, a pessoa por trás da máscara do Cavaleiro das Trevas, com ouro rosa de 18 quilates, coberta com uma faixa de borracha em forma dos pneus do Batmóvel, mostrador no formato do Bat-Sinal e ponteiros que fazem alusão ao Batarang. Em sites de segunda mão, ele está disponível para venda em torno de R$ 1,3 milhão.
Neymar usa o relógio Jacob &amp; Co. Opera Godfather
Reprodução/Instagram; Divulgação/Jacob &amp; Co.
Jacob &amp; Co. Opera Godfather
Remetendo ao filme O Poderoso Chefão (1972), de Francis Ford Coppola, o Opera Godfather foi feito em parceria com a Paramount, estúdio que detém os direitos da produção. A peça toca a música tema do filme e tem seu logotipo desenhado no mostrador, além de turbilhão de eixo triplo, caixa de 42 mm em titânio preto DLC e 666 diamantes em cilindros cravejados para tocar a música. Ela está disponível por R$ 2,9 milhões em sites de revenda.
Neymar usa o relógio Jacob &amp; Co. Casino Tourbillon
Reprodução/Instagram; Divulgação/Jacob &amp; Co.
Jacob &amp; Co. Casino Tourbillon
 Com design inspirado nas clássicas roletas de jogos, o Casino Tourbillon foi criado com inspiração nos anos 60 e nos luxuosos cassinos de Monte Carlo, em Mônaco. A peça conta com um turbilhão voador oculto e mostrador em ônix preto com marcadores em recorte de pipa. Já sua base apresenta um arranjo de 37 bolsos, numerados de 1 a 36 em uma laca preta e vermelha, ao lado do zero verde. Em lojas de segunda mão, ele está disponível a partir de R$ 1,2 milhão.
Neymar usa o relógio Jacob &amp; Co. Bugatti Chiron Tourbillon
Reprodução/Instagram; Divulgação/Jacob &amp; Co.
Jacob &amp; Co. Bugatti Chiron Tourbillon
Usado por Neymar em diversas ocasiões especiais, inclusive em sua reestreia pelo Santos, o Bugatti Chiron Tourbillon tem desenho similar ao motor W16 do hipercarro Bugatti Chiron. Ele conta com turbilhão voador inclinado a 30 graus, caixa em titânio preto DLC que reproduz as linhas aerodinâmicas do carro, incluindo a grade em ferradura da montadora, sua carroceria musculosa e os faróis do veículo. O mostrador tem inclusive 16 pistões móveis, visíveis através de painéis de safira. Ele está disponível a partir de R$ 1,3 milhão em sites de segunda mão.
Neymar usa o relógio Jacob &amp; Co. EPIC SF24 Titanium no pulso esquerdo
Reprodução/Instagram; Divulgação/Jacob &amp; Co.
Jacob &amp; Co. Epic SF24 
Criado especialmente para viajantes, o Epic SF24 Titanium contra com um display móvel que exibe 24 cidades e um segundo fuso horário de forma dinâmica, em referência aos antigos painéis mecânicos de aeroportos e estações de trem. A peça cilíndrica está acomplada à caixa de 45 mm em titânio de construção assimétrica. Com mostrador preto, ponteiros esqueletizados e arquitetura tridimensional, o modelo combina funcionalidade e design futurista em uma das interpretações mais criativas de um relógio de viagem. Em sites de segunda mão, ele está disponível por R$ 1,6 milhão.
Neymar usa o relógio Jacob &amp; Co. Astronomia Tiger &amp; Dragon Baguette
Reprodução/Instagram; Divulgação/Jacob &amp; Co.
 Jacob &amp; Co. Astronomia Tiger &amp; Dragon Baguette
Em recente encontro com Jacob Arabo na Copa do Mundo, Neymar foi visto usando o relógio  Astronomia Tiger &amp; Dragon Baguette, uma edição limitada a apenas 9 exemplares. A peça se trata de uma das criações mais artísticas e extravagantes da marca, com esculturas em miniatura de um tigre e dragão em combate posicionadas sobre um globo terrestre giratório. O design conta com uma caixa de 47 mm em ouro rosa 18 quilates e painéis de safira, adornados com diamantes e uma safira amarela lapidada com 288 facetas. Ele é avaliado em US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões, na cotação atual).  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/tvthP8iR44t9F-jPFYwJeBRYVT4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/g/G/t2NFBGQymArJN2xzKeAw/neymar-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Neymar é dono de coleção de relógios milionários da Jacob &amp; Co.</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:25:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Zé Roberto relembra convulsão de Ronaldo na Copa de 98: "Aquilo abalou todo o time. Se não tivesse acontecido, ganharíamos"</title>  <atom:subtitle>No quadro "Minha Primeira Copa", ex-jogador conta como viveu os bastidores da Seleção na França, a convivência com seus ídolos e o episódio que marcou a derrota para a França na final.</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/ze-roberto-relembra-convulsao-de-ronaldo-na-copa-de-98-aquilo-abalou-todo-o-time-se-nao-tivesse-acontecido-ganhariamos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/ze-roberto-relembra-convulsao-de-ronaldo-na-copa-de-98-aquilo-abalou-todo-o-time-se-nao-tivesse-acontecido-ganhariamos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/YQTeIUVPX1riJSb9dudSpyKGq0w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/y/b/2nuXjJRZel6HEDSMMSJw/zz.jpg" /><br /> ]]>    Por muito tempo, a Copa do Mundo de 1998 ficou marcada por uma pergunta que atravessou muitos brasileiros: o que aconteceu com Ronaldo horas antes da final contra a França? Quase três décadas depois, quem estava lá ainda guarda lembranças vívidas daquele dia. "Uma imagem marcante que eu tenho dessa minha primeira copa, com certeza foi foi a convulsão que o Ronaldo teve na concentração, né? O jeito dele ficou totalmente estranho, me olhava de uma maneira assim até triste. Vi tudo", conta Zé Roberto, que havia sido convocado para defender a seleção no torneio daquele ano. Assista abaixo.
No quadro "Minha Primeira Copa", da GQ Brasil, o craque relembrou esses e outros bastidores daquele Mundial, sua estreia em Copas do Mundo, a frustração de ficar fora da convocação para 2002 e a preparação que o levou ao Mundial de 2006.
Entre ídolos
Quando desembarcou na França, Zé Roberto tinha apenas 23 anos e vivia uma ascensão meteórica. Revelado pela Portuguesa, chegava à Copa cercado por nomes que até pouco tempo antes assistia pela televisão. Mas o nervosismo inicial se dava por um motivo curioso.
"Eu lembro que eu cheguei no aeroporto umas 5 horas antes, eu estava muito nervoso, né? Até porque, na época, a gente tinha que se apresentar de terno e eu nunca tinha usado o terno", ri. 
"Mas para mim foi uma experiência muito incrível, porque eu ia jogar com os meus ídolos. Poxa, ser convocado e e fazer parte de um grupo onde onde tinha Romário, Taffarel, Dum Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, Roberto Carlos, Cafu...", relembra. Dentro da concentração, aproveitava cada momento para aprender, especialmente com o colega de quarto, Júnior Baiano. "A convivência com eles para mim foi muito importante nesses aspectos de aprendizado por eu ser um jogador ainda muito jovem."
Zé Roberto jogando pela Seleção
Getty Images
O dia que mudou a final
Mas nenhuma lembrança daquela Copa é tão marcante quanto a tarde da decisão contra a França. Horas antes de a bola rolar, Ronaldo sofreu uma convulsão na concentração brasileira. O episódio virou um dos maiores mistérios da história das Copas e segue sendo lembrado pelos atletas que presenciaram a cena.
"Vi tudo. Quando ele começou a passar mal, teve sintomas de convulsão", recorda Zé Roberto. Segundo o ex-jogador, o clima de tranquilidade que normalmente antecede uma final desapareceu instantaneamente. O ex-lateral lembra que os jogadores ficaram assustados ao perceber a gravidade da situação. Em meio à tensão, a prioridade passou a ser o estado de saúde do camisa 9. 
Embora evite usar o episódio como justificativa para a derrota por 3 a 0 diante da França, Zé Roberto acredita que a situação afetou emocionalmente a Seleção. Para ele, o Brasil tinha qualidade suficiente para conquistar o título, mas entrou em campo em condições psicológicas diferentes das ideais.

"Só que eu acho que a parte mental dentro de um jogo tão importante que foi aquela final e o acontecimento que a gente presenciou ali dentro da concentração... Eu acho que desfocou um pouco o time de entrar melhor preparado para aquela final. Claro que não tô querendo buscar uma justificativa ou uma desculpa, mas eu acho que se a seleção brasileira tivesse 100% mentalmente e não tivesse acontecido o que aconteceu com com o Ronaldo, eu acho que a seleção teria totais condições de de de vencer aquela Copa", diz Zé Roberto. 
Zé Roberto representando a Seleção Brasileira
Getty Images
Da frustração ao recomeço
A medalha de vice-campeão permanece até hoje guardada entre as lembranças mais importantes de sua trajetória. Mas o caminho de Zé Roberto em Mundiais ainda reservava outro capítulo marcante. Quatro anos depois, vivendo uma das melhores fases da carreira, ele ficou fora da lista de Felipão para a Copa de 2002. 
"Para mim, não ter sido convocado foi como se eu tivesse vivenciado um luto. Então, eu lembro que eu nem assisti muito aquela Copa do Mundo. Senti bastante a a a a não convocação, mas, ao mesmo tempo, depois desse período, dessa fase que que eu fiquei muito mal, eu precisei voltar para o foco de novo, né?", conta.
A resposta viria em 2006. Depois de transformar a decepção em motivação, retornou à Seleção como titular e protagonista. "Então depois desse um mês ruim que foi as minhas férias, eu passei a a focar e priorizar muito a próxima próxima Copa. E eu cheguei muito forte em 2006, né?"
Agora,  20 anos depois, o ex-jogador virou torcedor. E, como todos os brasileiros, espera o tão sonhado Hexa. "Somos brasileiros, né? Então, a expectativa é que o Brasil faça uma grande Copa do Mundo", finaliza.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/YQTeIUVPX1riJSb9dudSpyKGq0w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/y/b/2nuXjJRZel6HEDSMMSJw/zz.jpg" medium="image"/>   <media:description>Zé Roberto narra as dificuldades para se jogar duas Copas do Mundo</media:description>   <media:credit>Reprodução/Youtube GQ Brasil</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:04:31 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quais são os estádios com mais gols da Copa do Mundo de 2026?</title>  <atom:subtitle>Canadá e Estados Unidos lideram o ranking de estádios que viram mais gols na edição de 2026 na Copa do Mundo; veja a lista completa</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/quais-sao-os-estadios-com-mais-gols-da-copa-do-mundo-de-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/quais-sao-os-estadios-com-mais-gols-da-copa-do-mundo-de-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/El6iMjxBQLIiT5mouhmE0YgzGmU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/P/x/sfFJusTkaa44PZ1QbG3g/gettyimages-2282427629.jpg" /><br /> ]]>    A Copa do Mundo de 2026 bateu o recorde de gols em uma única edição, com 215 marcados ao longo de 72 partidas na fase de grupos. Agora, o mundial se prepara para iniciar a fase de mata-mata, e a FIFA divulgou alguns dados e números dos jogos iniciais, revelando os estádios que mais receberam gols ao longo da edição.
Em seu site, a organização revelou que desde 1958 a Copa não tem uma média de gols tão alta. Na edição da Suécia, foram 126 gols marcados em 35 jogos, com média de 3,6 por partida. Em 1970, a média final ficou em 2,97. Já em 2026, o indíce chega a 2,99 por partida, até o momento.
Nas redes sociais, a entidade revelou que os estádios BC Place, em Vancouver, no Canadá, e o NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos, lideram o ranking de gols na Copa do Mundo, ambos com 21. As arenas em Los Angeles, Dallas e Atlanta aparecem na sequência, com 19, 18 e 16, respectivamente. O Estádio de Guadalajara, no México, fecha a lista com apenas seis bolas na rede.
Confira o ranking completo:
BC Place (Vancouver) - 21 gols
NGR Stadium (Houston) - 21 gols
SoFi Stadium (Los Angeles) - 19 gols
AT&amp;T Stadium (Dallas) - 18 gols
Mercedes-Benz Stadium (Atlanta) - 16 gols
MetLife Stadium (Nova York/Nova Jersey) - 16 gols
Arrowhead Stadium (Kansas City) - 13 gols
Lincoln Financial Field (Philadelphia) - 12 gols
BMO Field (Toronto) - 12 gols
Gillette Stadium (Boston) - 12 gols
Estádio BBVA (Monterrey) - 11 gols
Lumen Field (Seattle) - 10 gols
Levi's Stadium (São Francisco) - 10 gols
Estádio Azteca (Cidade do México) - 9 gols
Hard Rock Stadium (Miami) - 9 gols
Estádio Akron (Guadalajara) - 6 gols
Outros dados
Lionel Messi se tornou o maior artilheiro da história da Copa do Mundo, com 19 gols marcados ao longo de seus anos de participação no campeonato. Na edição de 2026, o argentino marcou seis gols e é seguido por Vini Jr, Kylian Mbappé, Ousmane Dembelé e Erling Haaland, com quatro gols.
O Real Madrid lidera o ranking de clube com mais jogadores que golearam na edição, com Mbappé, Vini Jr., Jude Bellingham e Arda Guler, sendo 11 no total. Paris Saint-Germain vem logo atrás, com 10 pontos de Dembelé, Bradley Barcola, Desiré Doué, Nuno Mendes, João Neves, Achraf Hakimi e Ibrahim Mbaye.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/El6iMjxBQLIiT5mouhmE0YgzGmU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/P/x/sfFJusTkaa44PZ1QbG3g/gettyimages-2282427629.jpg" medium="image"/>   <media:description>Vini Jr é o artilheiro da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 28 Jun 2026 21:23:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como os naming rights se transformaram em unanimidade na Fórmula 1, com valores milionários</title>  <atom:subtitle>Com audiência em expansão e alcance global, a Fórmula 1 se consolidou como uma poderosa plataforma de marketing</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/motor/noticia/2026/06/como-os-naming-rights-se-transformaram-em-unanimidade-na-formula-1-com-valores-milionarios.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/motor/noticia/2026/06/como-os-naming-rights-se-transformaram-em-unanimidade-na-formula-1-com-valores-milionarios.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/qPRgkFN9KHxbCD5rv8blL7YIBkA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/O/z/TeAPDxSWmdDN62qowYyw/gettyimages-2279798392.jpg" /><br /> ]]>    Os negócios andam tão rápido quantos os carros na Fórmula 1. Desde sua criação, em 1950, a maior categoria do automobilismo mundial é palco de interesse de patrocinadores e investidores, que enxergam o esporte como uma plataforma para impulsionar sua marca. Hoje, com a nova popularidade do produto, a F1 se tornou um dos ecossistemas de negócios e marketing mais lucrativos do mundo. 
Talvez você se lembre do século passado, quando pilotos e equipes passaram a serem lembrados não apenas por suas conquistas nas pistas, mas também pelas marcas que estampavam seus carros e macacões. Até hoje, muitos fãs de Ayrton Senna usam bonés com o logotipo do extinto Banco Nacional, principal patrocinador do tricampeão brasileiros nos anos 80 e 90.
Da mesma forma, equipes como McLaren e Ferrari ficaram marcadas pelo patrocinío de marcas de cigarro como a Marlboro, cuja identidade visual permanece viva na memória dos torcedores, mesmo quase 20 anos após a proibição da publicidade de empresas de tabaco na categoria.
Ayrton Senna no GP da Itália de 1988, em Monza
Getty Images
Mas, assim como nas pistas, os negócios na Fórmula 1 também aceleraram. Em 2017, a categoria iniciou uma transformação após ser adquirida pela Liberty Media, empresa norte-americana que aproximou o esporte do público jovem ao investir em sua presença no ambiente digital. O movimento ampliou o valor comercial da F1 e atraiu empresas interessadas em alcançar novos consumidores.
Na Era Moderna, os acordos de naming rights se tornaram uma das principais estratégias comerciais das equipes. Nesse modelo, uma empresa paga para ter seu nome incorporado ao nome oficial da escuderia, ampliando sua exposição em transmissões, documentos oficiais e ações de marketing ao longo de toda a temporada. Em 2026, todas as equipes do grid contam com esse tipo de parceria. 
Recentemente, a Ferrari chocou seus fãs ao abandonar o clássico nome Scuderia Ferrari, oficial da equipe desde o início da F1, para adotar o naming rights da HP por um acordo de US$ 100 milhões anuais (cerca de R$ 517,2 milhões, na cotação atual). Outras equipes clássicas, como a Williams e a McLaren, também firmaram parcerias com a Atlassian e Mastercard, respectivamente. 
A partir de 2027, a equipe Alpine também transformará seu nome e identidade visual após a compra de seus naming rights pela Gucci, do grupo Kering, em um acordo estimado em US$ 150 milhões (cerca de R$ 775,8 milhões, na cotação atual). Assim, a escuderia passará a se chamar Gucci Racing Alpine Formula One Team, sendo a primeira vez que uma grife de moda assume o posto de patrocinadora master de uma equipe na história da categoria.
Outro exemplo mais recentes é a Audi, equipe do brasileiro Gabriel Bortoleto e estreante da temporada, que passou a competir como Audi Revolut F1 Team após fechar um acordo com a fintech britânica Revolut. Avaliada em US$ 75 bilhões, trata-se de uma das empresas privadas mais valiosas da Europa, e que vê na projeção global da Fórmula 1 uma oportunidade para fortalecer sua marca mundialmente.
Carro da Audi Revolut F1 Team, equipe de Gabriel Bortoleto na Fórmula 1
Revolut
"A categoria passa por 21 países, e a Revolut tem operação em 17 deles. Faz sentido para a marca entrar nesse mercado, que é um esporte mais premium e cuja audiência é o tipo de consumidor que queremos atingir", explica Vinicius Berghahn, head de marketing da Revolut no país, em conversa com a GQ Brasil.
A escolha da Audi vem como uma forma da Revolut entrar no mercado da Fórmula 1 com um projeto em ascensão na categoria. "Se for pensar, é uma nova equipe a entrar no grid e desafiar equipes que estão ali há muitos anos. A Revolut também entra desafiando o setor tradicional bancário e grandes instituições que existem há muito tempo."
No Brasil, a Revolut encontra a vantagem de ter o piloto de casa, Gabriel Bortoleto, na equipe para ajudar na expansão dos negócios no país. "Olhando pela nossa perspectiva, foi super interessante essa escolha da Audi pelo Bortoleto. Nunca tivemos uma montadora na F1, então somos acostumados a torcer por pilotos por aqui. É importante aproveitar esse contexto, pensar em como aproveitar esse patrocinio global para investir em projetos que criem relevância local em cada mercado que atuamos", diz Berghahn.
Gabriel Bortoleto é o piloto brasileiro da Audi Revolut F1 Team
Revolut
Por que a F1 se tornou tão atrativa para os negócios?
O executivo observa que o esforço em expandir a Fórmula 1 para um público mais jovem foi imprescindível para torná-la mais interessante para empresas. Isso acontece principalmente quando eles decidiram investir em iniciativas como a série Drive to Survive, da Netflix, e o filme F1 (2025), estrelado por Brad Pitt.
No entanto, o que ainda torna a Fórmula 1 atrativa para as marcas ainda é a combinação entre fãs mais jovens e também o público tradicional, que já acompanhava a categoria. "Para a Revolut, isso é muito relevante porque também atendemos diferentes perfis de clientes", diz Berghahn.
Agora, mesmo com apenas seis meses de atuação na equipe, a exposição que a parceria trouxe para a fintech já valeu a pena. "É importante destacar que estamos investindo nesse projeto a longo prazo e acreditamos que um patrocínio dessa dimensão não tem que se pagar no dia zero. Mas estamos felizes com os resultados que colhemos até o momento", pontua.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/qPRgkFN9KHxbCD5rv8blL7YIBkA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/O/z/TeAPDxSWmdDN62qowYyw/gettyimages-2279798392.jpg" medium="image"/>   <media:description>Gabriel Bortoleto é piloto da Audi, equipe patrocinada pela Revolut</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 28 Jun 2026 13:33:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>França: Saint-Tropez tem um segredo com sessenta anos de história</title>  <atom:subtitle>O colunista Charles Piriou visita o Épi, em Saint-Tropez, onde nove bungalows e 60 anos de discrição valem mais do que qualquer beach club</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/blog/2026/06/franca-saint-tropez-tem-um-segredo-com-sessenta-anos-de-historia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/blog/2026/06/franca-saint-tropez-tem-um-segredo-com-sessenta-anos-de-historia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/OmiiDJi1PhgtSe9m9ENFgjrUZi8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/S/M/rgbxlcQaKFA9REBQEDJw/o-acesso-direto-a-praia-foto-elia-kuhn.jpg" /><br /> ]]>    Venho a Saint-Tropez desde criança. Não sei dizer quantos verões passei naquela estrada sinuosa que desce da Provence em direção à península, minha família parando na praia de Pampelonne quando havia menos de tudo : menos marcas, menos música, menos gente tentando provar que estava se divertindo. As dunas ainda existiam de verdade. O rosé chegava sem cerimônia, numa garrafa sem rótulo fancy, e era o melhor do mundo.
O ambiente externo do Épi
Elia Kuhn
Antes dos anos 1950, Saint-Tropez era um pequeno porto de pesca no sul da França, com uma reputação artística construída pela luz excepcional do Mediterrâneo que havia atraído Signac e Matisse, um vilarejo quase secreto onde o tempo passava de outro jeito. 
Tudo mudou quando Roger Vadim filmou Et Dieu créa la femme em 1956 na praia de Pampelonne, transformando Saint-Tropez de simples vilarejo em destino do turismo internacional. Brigitte Bardot tinha 22 anos e seu coração já vibrava por Saint-Tropez há muito tempo. Ela vinha de férias em família desde a infância, e o lugar se tornaria para sempre o seu reino. 
No rastro do filme, Saint-Tropez se tornou nos anos 1960 o lugar onde se exibiam os novos estilos copiados no mundo inteiro, uma fonte de inspiração de que Bardot, como verdadeiro sex symbol, era o ícone absoluto. O mundo inteiro quis chegar perto, e é aí que o Épi Club entra na história e nela permanece.
O serviço de motorista do Épi
Elia Kuhn
No verão de 1959, o empresário Albert Debarge e o noctâmbulo parisiense Jean Castel escolheram um canto de dunas em Pampelonne para criar este lugar. A atmosfera descontraída do clube diurno captou instantaneamente uma clientela privilegiada, seduzida pela festa e pelo caráter intimista do lugar. Não era um hotel, era um refúgio para quem já tinha tudo e precisava, acima de tudo, de discrição. 
Brigitte Bardot, Johnny Hallyday, Catherine Deneuve, Serge Gainsbourg, Audrey Hepburn, Alain Delon, Georges Pompidou: todos passaram por aqui. Propriedade da mesma família desde 1972, o Épi Club foi adquirido em 2018 pela família McCourt, que o reformou com inteligência e mão leve, confiando o projeto à designer Monica Damonte e ao paisagista californiano Madison Cox. O resultado é mesmo raro: um lugar que evoluiu sem se trair.
O quarto do Épi Club
Elia Kuhn
Hoje o Épi continua não parecendo um hotel, porque não é mesmo. É um clube com alguns quartos: nove bungalows dispostos entre pinheiros e vegetação mediterrânea, ao redor de duas piscinas de 21 metros, com acesso direto à praia de Pampelonne. 
É justamente essa escala quase irracional que torna o serviço literalmente inalcançável para qualquer grande hotel: te chamam pelo nome desde a chegada, o chef prepara o que você quiser, há hóspedes suficientes para que cada prato seja uma conversa.
Uma das piscinas do Épi em Saint-Tropez
Elia Kuhn
O conforto é impecável sem nunca virar ostentação. Madeiras claras, materiais naturais, chuveiro aberto ao céu no pátio privativo. Uma das duas imensas piscinas carrega décadas de histórias: foi ela que inspirou Jacques Deray a filmar La Piscine com Alain Delon e Romy Schneider, aquele filme de tensão e desejo numa villa de verão que todo francês conhece. 
Há duas quadras de tênis de saibro, spa com Biologique Recherche, deck de yoga, academia com Technogym, seabobs, bikes elétricas para percorrer os caminhos da costa. À noite, um chauffeur privativo leva até o vilarejo e você volta quando quiser, com o Épi esperando quieto, sem música alta, sem performance. É a diferença que o separa de tudo que foi se instalando ao redor, e tomara que os beach clubs vizinhos aprendam um dia a baixar o volume, porque o chique verdadeiro não grita.
As duas quadras de tênis do Épi
Elia Kuhn
Há raros lugares no mundo onde quase três gerações construíram um mito sem destruí-lo. Voltei a Pampelonne olhando para aquele caminho de areia entre os pinheiros e entendendo que Saint-Tropez ainda existe exatamente ali, atrás daqueles portões brancos, com nove quartos e sessenta anos de história guardados como se guardam as coisas que importam: com cuidado e com a convicção de que o luxo verdadeiro é, acima de tudo, discreto.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/OmiiDJi1PhgtSe9m9ENFgjrUZi8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/S/M/rgbxlcQaKFA9REBQEDJw/o-acesso-direto-a-praia-foto-elia-kuhn.jpg" medium="image"/>   <media:description>O acesso direto à praia</media:description>   <media:credit>Elia Kuhn</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 28 Jun 2026 11:00:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O relógio de R$ 2,6 milhões que Virginia usou na Copa do Mundo</title>  <atom:subtitle>Conheça os detalhes do Jacob and Co.  Fleurs de Jardin, relógio milionário usado pela influenciadora na Copa do Mundo</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/o-relogio-de-r-26-milhoes-que-virginia-usou-na-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/o-relogio-de-r-26-milhoes-que-virginia-usou-na-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/Ikurw29N9n1J8bdw344nwYR_crE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/5/k/EsO4WSTVyPnhgIWcMb1g/virginia-relogio.jpg" /><br /> ]]>    Virginia Fonseca está passando uma temporada nos Estados Unidos para acompanhar a Copa do Mundo FIFA 2026 e apoiar a Seleção Brasileira, principalmente seu ex-namorado, Vini Jr. Sempre com acessórios de luxo, a influenciadora digital chamou atenção com um relógio milionário que usou no último jogo do Brasil na fase de grupos, contra a Escócia, na última quarta-feira (24).
A empresária usou o relógio Fleurs de Jardin Astronomia Tourbillon, da Jacob and Co., avaliado em torno de US$ 506 mil — cerca de R$  2,6 milhões, na cotação atual. O nome da peça faz referência ao mostrador tridimensional, que exibe um lindo jardim em constante movimento com as peças do acessório.
Virginia Fonseca usa relógio milionário na Copa do Mundo
Reprodução/Instagram
Seu mecanismo de 444 componentes abriga um tourbillon voador de duplo eixo, enquanto a plataforma central gira continuamente, criando um espetáculo cinético que faz com que o jardim de pedras preciosas nunca apresente exatamente a mesma configuração.
Ele possui caixa de 42,5 mm e tem a construção de várias camadas, fugindo do convencional dos mostradores. No centro, há flores feitas com diamantes e safiras multicoloridas em lapidação kite (pipa), além de outros 178  diamantes de lapidação baguete em configuração invisível e uma tsavorita lapidação Jacob de 288 facetas na flor central. Elas repousam por cima de uma base de madripérola.
Feito em edição limitada, o relógio escolhido por Virginia ainda conta com pulseira personalizada em couro de jacaré verde e caixa feita em titânio com revestimento de ouro branco. No clique, ela ainda combinou o acessório com outro item luxuoso: uma bolsa Mini Kelly em dois tons de azul, da grife francesa Hermès, avaliada em R$ 130 mil.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/Ikurw29N9n1J8bdw344nwYR_crE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/5/k/EsO4WSTVyPnhgIWcMb1g/virginia-relogio.jpg" medium="image"/>   <media:description>Virginia Fonseca usa relógio milionário na Copa do Mundo</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:21:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pedro Andrade leva cultura brasileira à Paris Fashion Week e comemora: "Estou muito seguro"</title>  <atom:subtitle>À frente das etiquetas Piet e P. Andrade, o diretor criativo paulista ocupa a Semana de Moda masculina de Paris pela segunda vez; na entrevista, ele analisa a moda brasileira, critica as cópias e fala sobre a parceria com a esposa</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/pedro-andrade-leva-cultura-brasileira-a-paris-fashion-week-e-comemora-estou-muito-seguro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/pedro-andrade-leva-cultura-brasileira-a-paris-fashion-week-e-comemora-estou-muito-seguro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/h-x3pdtglKMkk4YfwfivEXpqVTI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/8/L/IbrOWcQU6fvic6UETxKg/header.jpg" /><br /> ]]>    O paulista Pedro Andrade, 36, tornou-se um dos principais designers da moda contemporânea no Brasil. Ao lado da esposa, a diretora criativa Paula Kim, 38, alcançou um feito inédito com a P. Andrade: em 2025, ela virou a primeira etiqueta nacional 100% masculina a integrar o calendário da Semana de Moda de Paris — o que se repetiu nesta temporada de verão, em junho. Ainda no ano passado, Pedro apresentou um desfile para 6 mil pessoas no Pacaembu, foi nomeado para a lista da plataforma The Business of Fashion, a BoF 500, que reúne os nomes mais relevantes da moda no mundo, e celebrou o nascimento de seu segundo filho.
Craque das colaborações, o diretor criativo das marcas Piet, voltada para o streetwear, e P. Andrade, mais conceitual, já se juntou a nomes como Levi’s (com jeans de algodão colorido naturalmente, da Paraíba), Oakley, Havaianas (parceria apresentada nesta última Paris Fashion Week) e Nike. “Estou muito seguro”, afirma.
Pedro Andrade, criador da Piet e cocriador da P. Andrade.
Franco Amendola
PARIS FASHION WEEK
Depois do primeiro desfile (em Paris, em 2025), pensei em nunca mais fazer isso. Estou acostumado com desfiles — havia acabado de organizar um para 6 mil pessoas — e achei que tiraria de letra aquele para 200 convidados em Paris, mas virou o meu maior desafio profissional. Como designer, eu me cobro bastante e saí desanimado. Achei que não consegui corresponder às expectativas e me critiquei muito. Eu e a Paula estávamos em um momento delicado (após o nascimento do segundo filho, Moon). Resolvemos reaprender tudo de que precisávamos para voltar mais fortes. Desta vez nos sentimos bem mais confortáveis. Esse segundo desfile na França é um símbolo de resistência da moda, para mostrar que não fomos lá só para fazer um auê. Estou muito seguro para continuar e feliz por não ter desistido.
O CONCEITO DA COLEÇÃO
Há algum tempo, começamos um estudo sobre festas brasileiras e pesquisamos a cultura dos bate-bolas no Rio. Falei com o Rudah Ribeiro, do Goma Studios, e Marcelo D2, bate-bola desde criança. Mapeamos lugares e pessoas para aprender mais e convidei o Rudah para me ajudar na direção de conceito e o D2 para dirigir a apresentação comigo. No meio do caminho, percebemos que o bate-bola era apenas uma das festas interessantes e resolvemos estudar outras subculturas, como aquelas conectadas à Páscoa e ao Carnaval, as pagãs... A coleção fala sobre a importância dessas comemorações: não festejamos porque a vida é boa, mas porque a vida dá tudo de ruim para a gente e precisamos compensar isso. Trouxemos esse antagonismo: de um lado a festa e de outro o horror de um país projetado para que tudo dê errado. Além dos bate-bolas, trabalhamos com o gorila de saco, a La Ursa de Recife, os papangus da Peroba (no Ceará), a Folia de Reis...
TECNOLOGIA
Mantivemos nossos padrões com tecnologia da Itália e do Japão, mas trouxemos também manufatura brasileira e técnicas locais. Seguimos a parceria com a Levi’s. Na coleção passada da P. Andrade, o tingimento do jeans se deu a partir de bactérias. Agora, trabalhamos com jeans de algodão naturalmente colorido, cultivado no sertão paraibano, em colaboração ainda com a Natural Cotton Color. Também nos juntamos às bordadeiras de Caicó, no Rio Grande do Norte.
Pedro Andrade, criador da Piet e cocriador da P. Andrade.
Franco Amendola
CARREIRA EM CASAL
Eu vou às entrevistas e a Paula se esconde (risos). Criativamente, nos dividimos meio a meio. Nesse sentido, minha conexão com ela é algo que nunca havia vivenciado. Trabalhamos muito bem juntos. Acontece de a Paula começar um ‘sketch’, passar o papel para mim e eu terminar. Isso é muito raro, então respeitamos quão especial é essa sensação de parecermos uma só mente criando. Às vezes não queremos falar de trabalho e estamos cada um com um filho no colo, mas é o que temos. 
BRASIL SUBESTIMADO NA MODA?
Acho que às vezes sim, às vezes não. Em alguns momentos nos colocamos num lugar de injustiçados, mas na verdade não cultivamos o mesmo histórico em comparação a Milão, Paris, NY ou Tóquio. Temos a tendência de pensar que ‘ninguém fala da gente’, mas talvez esse seja o processo. Estamos nos preparando para, quem sabe um dia, nos tornar suficientes no sentido de contar com uma moda global e não só ser uma fonte de inspiração. De fato, hoje o Brasil se mostra uma fonte criativa. Pessoas do mundo inteiro vêm para cá e bebem das nossas referências.
O QUE NOSSO PAÍS OFERECE
A questão é: o que o brasileiro faz com tantas referências? Porque elas acabam ficando repetitivas. Isso estimula as pessoas a buscar coisas lá fora e, às vezes, preferir quando alguém se apropria das nossas referências e as apresenta de outro jeito. Talvez não estejamos sabendo lidar com a nossa fonte inesgotável de recurso criativo. Em parte, isso passa por uma questão educacional. Deve-se olhar para muita coisa antes do produto final da marca. Não contamos com uma grande instituição centenária que forme um designer contemporâneo ou um diretor criativo. Aprendemos na prática, na marra. Talvez o brasileiro ainda esteja descobrindo como se tornar global. Precisamos seguir a lógica ‘isso é meu, vou fazer do meu jeito’. Mas vivemos um processo.
Pedro Andrade, criador da Piet e cocriador da P. Andrade.
Franco Amendola
CÓPIAS
A partir do momento em que você invade o espaço de outro designer, é como se entrasse sem bater na porta, e muita gente faz isso. Não estou condenando, às vezes isso acontece porque nos acostumamos a pensar: ‘Vou fazer a minha versão daquela roupa porque o brasileiro poderá comprar’. Porém, percebo que há designers que, infelizmente, continuam entrando sem bater. Trata-se de uma linha tênue, porque você pode se inspirar — e ninguém está dizendo que é preciso inventar a roda —, mas deve ter bom senso para diluir a ideia o suficiente para que ela se torne nova; não apenas uma versão do que seu amigo ao lado fez. Dá para ser original. Eu sou. Não estou dizendo que nunca fiz nada que ninguém tenha feito, e isso não me torna menos original. As pessoas se esquecem de colocar sua digital ali.
Pedro Andrade, criador da Piet e cocriador da P. Andrade.
Franco Amendola
REFERÊNCIAS
Há alguns anos, entrei em uma jornada de me descobrir e tento ficar afastado do lance de virar fã. Claro que algumas histórias me inspiram, como a do Oskar Metsavaht (da Osklen), por ver aonde o brasileiro pode chegar, como ele passou o legado de pai para filho. Se falarmos de gosto pessoal, amo a Comme des Garçons, o Hiroshi Fujiwara, a Undercover, mas não as vejo como uma fonte de inspiração, vejo mais com um olhar de admiração.
CRÍTICAS
Aprendi a lidar, porque apanho muito, cara. Ando em uma corda bamba, pois meu trabalho figura num lugar tênue. Falo sobre subculturas, cultura popular, comunidades. Não falo sobre um Brasil de exportação; eu exporto o Brasil do qual ninguém quer falar. Muitas vezes sou tachado de apropriador cultural, sendo que faço parte disso tudo. Essa provocação pertence ao meu trabalho. Sou super a favor de a crítica de moda real voltar ao Brasil. Todo mundo fala: ‘Valorize a moda nacional’, mas as pessoas confundem valorizar com sempre elogiar. Por que aqui ninguém critica a gente?
PATERNIDADE
Respeito mais os meus limites, porque sei que senão acabo afetando os limites das crianças (Astro, 3, e Moon, 1). Como disse, depois do desfile de Paris, pensei: ‘Não quero mais.  Quero sossego para a minha vida’. Mas depois: ‘O que meus filhos vão pensar quando crescerem?’. Vão questionar por que os pais não continuaram. O que faço hoje é mais para eles do que para mim. Cresci filho único, então estou aprendendo a dividir não com um irmão, mas com os meus filhos, sabe?
Pedro Andrade, criador da Piet e cocriador da P. Andrade.
Franco Amendola
HOBBIES
Sempre pratiquei muito esporte. Atualmente estou me recuperando de um cotovelo quebrado no skate. Ando de skate com a Paula e o Astro, que já começou. Também jogo golfe. São as duas modalidades que mais exercito. A Paula é triatleta, eu adoro jogar bola. Gostamos ainda de surfar.
CUIDADOS PESSOAIS
Faço skincare porque tenho uma esposa coreana, que me ensinou muito bem. Conto com um sabonete próprio, passo creme, sérum e cuido do meu cabelo. No último ano, passei por um grau de exposição bem maior do que o normal e percebi que precisava me cuidar mais. Visto bastante minhas próprias peças-piloto e parei de ficar comprando roupas. Venho me tornando uma pessoa mais básica e sóbria, porque tenho muitos estímulos com duas marcas e projetos colaborativos. Quando as coisas são lançadas e chegam para mim, não estou aguentando mais ver nada.
MÚSICA
Gosto de rock, reggae, dub e ska, mas meu negócio sempre foi o rap. Apesar disso, o que mais estou escutando é o álbum instrumental do Flea, do Red Hot, ‘Honora’. Além das músicas do Astro, de Blippi, Galinha Pintadinha (risos)...
PALMEIRENSE
Amo futebol, sou palmeirense. Meu pai atuou como goleiro profissional e sempre joguei bola. Quando criança, ele me levava em peneiras para eu talvez virar jogador. Meu pai é palmeirense roxo e, há muitos anos, recebo todas as camisas do time. Às vezes ele me liga e fala: ‘Gostei muito dessa, você pode me dar?’ (risos). Para mim, o futebol é algo que está dentro da gente.
PIET E O FUTEBOL
A decisão de falar sobre futebol durante dois anos aconteceu porque a Piet tem como objetivo mapear o que influencia o streetwear brasileiro. Fiz isso com o surfwear, com o skate, com a música, só que, quando você chega ao futebol, não dá para falar em uma coleção só. Quero que a Piet seja, nos próximos anos, a porta-voz global dessa estética. Crio uma moda contemporânea, mas com signos que bebo da moda de rua, e o futebol me ajuda muito a exemplificar isso, principalmente em um ano de Copa. Vou ficar três anos falando sobre isso, porque no ano que vem tem Copa do Mundo feminina, no Brasil ainda.
Pedro Andrade, criador da Piet e cocriador da P. Andrade.
Franco Amendola
FUTURO
Quero começar a soltar um pouco a rédea da P. Andrade, no sentido de operação, para que ela saia um pouco do universo laboratorial e se transforme numa marca com temporadas bem definidas, com mais penetração no mercado brasileiro. Ainda não possuímos pontos de venda no país. Agora, com a segunda temporada em Paris, o objetivo é que ela se desprenda da Piet para deixar de ser um laboratório de inovação e virar uma marca 100% independente.
Pedro Andrade é a capa digital da GQ Brasil.
Foto: Franco Amendola | Direção de arte: Victor Amirabile
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Segundo dados da Kantar Ibope Media, as vendas de fragrâncias cresceram 17% entre julho de 2024 e julho de 2025, movimentando R$ 18 bilhões. Quando o recorte é o segmento masculino, o avanço foi de 14% no mesmo período. Hoje, 34% dos lares brasileiros possuem ao menos um perfume voltado para esse público. Já a consultoria Euromonitor posiciona o Brasil como o segundo maior mercado de perfumes do mundo.
"A perfumaria vive um momento de expansão; virou uma importante expressão individual e emocional", afirma César Veiga, perfumista técnico e expert em fragrâncias do Grupo Boticário.
Como o homem brasileiro mudou de cheiro
Durante décadas, os perfumes masculinos no Brasil estiveram associados a aromas frescos, notas aromáticas e à ideia de limpeza. Com o passar do tempo, porém, esse cenário começou a mudar.
"Tradicionalmente, o cheiro do homem era o aromático, fresco, cheiro de banho", explica Veiga. "A gente revolucionou o mercado em 2004 trazendo as fragrâncias amadeiradas. Depois veio a invasão dos perfumes mais doces, das notas adocicadas".
Um dos símbolos dessa transformação foi Malbec. Lançado em 2004 e apontado pelo Boticário como a fragrância masculina mais vendida do país, o perfume ajudou a popularizar acordes amadeirados em um mercado até então dominado por propostas mais leves.
Malbec, de O Boticário
Divulgação
De acordo com o especialista, o público masculino ampliou seu repertório olfativo à medida que ganhou mais conhecimento sobre o tema. "O homem foi, pouco a pouco, tomando conhecimento e gosto pela perfumaria, algo que a mulher já tinha há muito mais tempo. Então, era um mercado realmente muito novo."
A mudança também pode ser observada fora das lojas. Nas redes sociais, perfis dedicados ao assunto, como o influenciador Matheus Ueta, acumulam milhares de seguidores e transformam temas como projeção, fixação, concentração e matérias-primas em assuntos de discussão diária. 
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A influência árabe
Nos últimos anos, uma nova tendência passou a influenciar o setor: a ascensão da perfumaria árabe. Impulsionadas pelas redes sociais e pelo e-commerce, fragrâncias inspiradas no Oriente Médio ganharam espaço entre os consumidores brasileiros.
Segundo levantamento da Google Trends em parceria com a DSM-Firmenich, o Brasil concentra cerca de 40% da audiência global relacionada a conteúdos e pesquisas sobre perfumes árabes.
A explicação está tanto nos ingredientes quanto na performance. Âmbar, resinas, especiarias e madeiras intensas se tornaram objeto de desejo entre consumidores em busca de aromas mais marcantes e duradouros. O oud, matéria-prima tradicional da perfumaria oriental conhecida por seu perfil quente, amadeirado e levemente adocicado, também ganhou protagonismo.
O movimento foi tão relevante que marcas nacionais passaram a reinterpretar essas referências em suas próprias criações. "Foi a entrada dos especialistas procurando novas fórmulas, inclusive no mercado árabe", afirma Veiga.
The Blend Amber Saffron é o novo lançamento de O Boticário
Divulgação
É nesse contexto que surge The Blend Amber Saffron, novo Eau de Parfum da linha The Blend. Criada em 2018, The Blend se consolidou como uma das apostas do Boticário no segmento premium masculino, tendo as especiarias como elemento central de sua identidade. O novo lançamento levou cinco anos para ser desenvolvido e tem como protagonista o açafrão, ingrediente conhecido na perfumaria como "ouro vermelho" devido à sua raridade e alto valor.
Na composição, ele aparece combinado ao âmbar, formando uma assinatura intensa inspirada na crescente popularidade dos perfumes orientais. 
Durante a visita à fábrica do Grupo Boticário, a GQ conheceu o Núcleo de Inteligência Olfativa (NIO), responsável por mapear tendências, comportamentos e emoções que ajudam a orientar o desenvolvimento das fragrâncias da companhia. O local reúne perfumistas e especialistas de diferentes áreas, combinando pesquisa de mercado, neurociência e tecnologia para antecipar desejos do consumidor.
A poucos metros dali está o Quintana Lab, centro de pesquisa e inovação criado para acelerar o desenvolvimento de ingredientes proprietários e novas tecnologias voltadas à perfumaria e aos cosméticos. O espaço integra iniciativas ligadas à química verde e à economia circular, reforçando a aposta da companhia em pesquisa e desenvolvimento.
The Blend Amber Saffron é o novo lançamento de O Boticário
Divulgação
O resultado desse trabalho aparece em detalhes como o 4 Épices, blend proprietário presente em toda a linha The Blend. A composição é obtida a partir da destilação de quatro especiarias (cravo, canela, noz-moscada e pimenta-preta) por meio de um processo de hidrodestilação realizado em um alambique de cobre instalado na própria fábrica.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/OGf0F3D5HZxnHoyH6pW0EbjmEX0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/O/7/DvN5lbT2uB6VlBN728yw/perfume.jpg" medium="image"/>   <media:description>The Blend, de O Boticário</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:59:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por dentro da coleção de bolsas de luxo de Erling Haaland, com modelos acima de R$ 250 mil</title>  <atom:subtitle>O artilheiro norueguês tem coleção de bolsas raras da Hermès; conheça os modelos</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/por-dentro-da-colecao-de-bolsas-de-luxo-de-erling-haaland-com-modelos-acima-de-r-250-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/por-dentro-da-colecao-de-bolsas-de-luxo-de-erling-haaland-com-modelos-acima-de-r-250-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/WSd7ScMka9hV9uHRh5BKPxS0HF0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/n/S/Aq6c1cR8AicLiMdVdOPg/bolsas-haaland.jpg" /><br /> ]]>    Alguns jogadores de futebol gostam de investir em acessórios como relógios, óculos e tênis. Mas Erling Haaland tem uma paixão que foge dos esteriótipos de atleta: o atacante norueguês é colecionador de bolsas de luxo. Em suas redes sociais, o artilheiro compartilha vários cliques de seus looks, sempre acompanhado de uma peça de sua coleção nas mãos.
O que se destaca é sua coleção de bolsa da Hermès, grife francesa conhecida por suas bolsas artesanais e exclusivas, que estão entre as mais caras do mundo. Haaland tem vários modelos exclusivos da marca em seu guarda-roupa, que fogem dos padrões de seus modelos clássicos. Confira:
Erling Haaland com sua Hermès Birkin Hac Rock
Reprodução/Instagram; Divulgação/Hermès
Hermès Birkin HAC Rock
Haaland é dono se uma Hermès Birkin HAC Rock, um dos modelos mais raros da linha Haut à Courroies, que foi a primeira bolsa criada pela grife e mais alta e espaçosa que uma Birkin convencional, originalmente criada para transportar botas e equipamentos de equitação. 
A versão do atacante foi apresentada na coleção masculina de outono/inverno 2022, inspirada em jaquetas de couro e no universo do rock, com couro chèvre tonal, bolsos externos adicionais, além de corrente e chaveiros removíveis. Na casa de leilões Sotheby's, um exemplar foi vendido por US$ 49 mil (R$ 253,8 mil, na cotação atual).
Erling Haaland com sua Hermès Birkin Hac Toile
Reprodução/Instagram; Divulgação/Hermès
Hermès Birkin Hac Toile
A Birkin HAC Toile é uma versão clássica, de estrutura alta e vertical típica da HAC, que serviu de inspiração para a Birkin. Seu corpo é feito em lona (toile) resistente, com alças, aba, tiras de fechamento e outro detalhes em couro. A versão de Haaland tem ferragens em paládio e é ideal para quem procura algo mais casual e descontraído. Um modelo similar foi vendido por € 10,7 mil (cerca de R$ 63,6 mil, na cotação atual) em leilão.
Erling Haaland com sua Hermès Birkin Hac Endless Road na versão azul
Getty Images; Divulgação/Hermès
Erling Haaland com sua Hermès Birkin Hac Endless Road na versão branca
Getty Images; Divulgação/Hermès
Hermès Birkin HAC Endless Road 
Em sua coleção, Haaland tem duas bolsas da Hermès que são uma verdadeira obra de arte em sua coleção. A Birkin HAC Endless Road é uma das edições limitadas mais artísticas da linha Haut à Courroies, que apresenta o design de pop art, inspirado no artista David Hockney, que retrata uma estrada sinuosa atravessando uma paisagem montanhosa na Califórnia.
A peça apresenta um trabalho de marcheteria em couro, uma técnica artesanal que consiste na aplicação e encaixe de recortes de couro para formar uma imagem. O jogador é tão fã do modelo que o tem em duas versões: em azul e branco. Na Sotheby's, foi vendida por US$ 50 mil (cerca de R$ 258,8 mil).
Erling Haaland com sua Hermès Birkin Hac Multipockets
Reprodução/Instagram; Divulgação/Hermès
Hermès Birkin HAC Multipockets
Perfeita para atletas como Haaland, que está sempre viajando, a Hermès Birkin HAC Multipockets é uma versão utilitária da clássica HAC, com múltiplos bolsos, assim como o próprio nome sugere. A bolsa é feita em couro Togo e conta com dois dos clássicos fechos touret e as sangles (tiras de fechamento). Recentemente, a bolsa foi vendida em leilão por US$ 50 mil (cerca de R$ 258,8 mil, na cotação atual).
Erling Haaland com sua Hermès Kelly Depeches
Reprodução/Instagram; Divulgação/Hermès
Hermès Kelly Depeches
Ao contrário de suas outras bolsas gigantescas da Hermès, Haaland decidiu também apostar em um modelo menor e mais simples. O jogador de futebol é dono de uma Hermès Kelly Depeches, um porta-documentos inspirado na clássica Kelly, com o icônico fecho de cantos chanfrados da bolsa em combinação com os códigos de construção do universo masculino da marca. 
Ela é feita com couro Epsom, tem um compartimento para iPad Mini e cartões, além de uma alça removível, que permite usá-la no pulso ou segurando com as mãos. No site da marca, ela está disponível por US$ 11,1 mil (cerca de R$ 57,4 mil, na cotação atual).
Uma pochete leve e uma alça removível proporcionam um uso mais casual, completando a linha com elegância.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/WSd7ScMka9hV9uHRh5BKPxS0HF0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/n/S/Aq6c1cR8AicLiMdVdOPg/bolsas-haaland.jpg" medium="image"/>   <media:description>Erling Haaland tem coleção de bolsas de luxo rara</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:59:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como Nicolas Prattes se prepara para correr meia maratona enquanto vive seu primeiro vilão na TV</title>  <atom:subtitle>Em meio às filmagens da novela das 18h, o ator segue uma rotina intensa de treinos e mira completar a meia maratona abaixo de 1h28</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/06/como-nicolas-prattes-se-prepara-para-correr-meia-maratona-enquanto-vive-seu-primeiro-vilao-na-tv.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/06/como-nicolas-prattes-se-prepara-para-correr-meia-maratona-enquanto-vive-seu-primeiro-vilao-na-tv.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/nOFAB4M26Wu0gViL4n9y4vv_0aY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/F/s/D9BxjzT2ONwCEeXfSclQ/niolas.png" /><br /> ]]>    Após 12 anos na TV Globo, Nicolas Prattes realiza o sonho de viver seu primeiro vilão em uma novela. Como Mirinho, em A Nobreza do Amor, trama das 18h, o ator encara um novo desafio profissional sem abrir mão de outra prioridade: a preparação para a meia maratona do Rio de Janeiro, marcada para 12 de julho.
Conhecido por interpretar diferentes mocinhos ao longo da carreira, ele celebra a oportunidade de explorar um personagem completamente diferente. Fora delas, mantém uma disciplina que considera essencial para equilibrar a vida profissional e pessoal.
"O treino é uma prioridade na minha vida. É muito bom ter um momento só para mim, de relaxar, me sentir bem comigo mesmo. Não importa o que eu esteja fazendo de trabalho, seja filme e novela ao mesmo tempo, eu arrumo espaço no meu dia para ter esse momento", conta à GQ Brasil.
Mais do que uma questão estética, Prattes enxerga a atividade física como uma ferramenta para preservar a saúde mental e melhorar seu desempenho. "Me deixa muito conectado comigo, para eu poder desenvolver o meu trabalho. Não consigo separar uma coisa da outra."
Nicolas Prattes correndo
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Rotina de treinos
De olho na meia maratona, o foco agora está na corrida, combinando treinos específicos com um trabalho constante de prevenção de lesões.
"Estou priorizando a corrida e o fortalecimento. Tenho seguido minhas planilhas, faço fisioterapia, prevenção de lesão e também minha banheira de gelo."
A programação inclui de quatro a cinco sessões de corrida por semana. Nos demais dias, ele dedica o tempo ao fortalecimento muscular. Seguindo uma planilha de treinamento, alterna os tradicionais treinos de tiro, com explosões de velocidade em alta intensidade, os treinos de rodagem, realizados em ritmo moderado por cerca de 40 minutos, e os longões de fim de semana.
"O longão eu faço geralmente aos domingos, quando não estou gravando. Para a meia maratona, ele gira em torno de 15 a 17 quilômetros, numa intensidade parecida com a que pretendo correr na prova." A meta é completar o percurso em menos de 1h28.
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Entre os sets
A dedicação ao esporte acontece em paralelo a uma das fases mais intensas de sua carreira. Enquanto gravava o filme Minha Vida com Shurastey, que estreia em janeiro, Nicolas recebeu o convite para interpretar Mirinho.
"Pela primeira vez na minha vida, eu saía de um set e começava outro. Teve semana em que eu gravava a novela, pegava um avião, filmava o longa e voltava para gravar novamente."
Nicolas Prattes nos bastidores de "Minha Vida com Shurastey"
Instagram
A jornada entre os dois projetos foi tão intensa que o ator precisou manter a mesma caracterização em ambos os trabalhos. "O Mirinho foi o personagem que eu menos tive preparação para fazer. Enquanto todo mundo estava se preparando, eu estava filmando o meu filme."
Para construir o vilão, Nicolas também recorreu a referências marcantes da teledramaturgia brasileira. Embora diga que muito do trabalho venha de forma intuitiva, ele reconhece influências de personagens que ficaram em seu imaginário.
"Acho que vem muito do meu inconsciente, de muitos projetos que eu já vi. O Vadinho, de Dona Flor e Seus Dois Maridos, interpretado por José Wilker, me vem muito à cabeça. Também penso no Félix, de Amor à Vida, principalmente nessa necessidade de aprovação do pai, de querer esse amor e se sentir rejeitado."
Nicolas Prattes como Mirinho, em "A Nobreza do Amor"
Estevam Avellar / Globo
Segundo o ator, o papel tem rendido uma resposta que ele nunca havia vivido em mais de uma década de televisão. O público passou a reconhecê-lo e chamá-lo pelo nome do personagem, como se fosse real.
"Eu estava no aeroporto às seis da manhã quando uma senhorinha me deu um tapa no braço e fez sinal de negativo com a cabeça. Ela estava genuinamente brava comigo", relembra, aos risos.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/nOFAB4M26Wu0gViL4n9y4vv_0aY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/F/s/D9BxjzT2ONwCEeXfSclQ/niolas.png" medium="image"/>   <media:description>Nicolas Prattes treinando</media:description>   <media:credit>Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:58:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Vini Jr, Messi e mais: os relógios luxuosos que os craques estão usando na Copa do Mundo</title>  <atom:subtitle>Confira os modelos de relógio em destaque no pulso dos jogadores de futebol durante a Copa do Mundo</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/vini-jr-messi-e-mais-os-relogios-luxuosos-que-os-craques-estao-usando-na-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/vini-jr-messi-e-mais-os-relogios-luxuosos-que-os-craques-estao-usando-na-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/N0lWB8UvvXigW-RTHN7if5NYElw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/s/s/BQY9jZSYCcWLBPTJS1rQ/relogios-copa.jpg" /><br /> ]]>    Quando o assunto é estilo, os jogadores de futebol sempre mostram que sabem aparecer mesmo fora de campo. Na Copa do Mundo deste ano não tem sido diferente, e alguns dos maiores craques do esporte aproveitam a oportunidade para se expressar através de suas roupas e acessórios, sempre com destaque para seus queridos relógios.
Nos pulsos, modelos da Rolex, Hublot, Audemars Piguet, Breitling e Patek Philippe se destacam como parte essencial dos looks dos atletas e chamam a atenção dos entusiastas de relógios. A GQ Brasil selecionou os oito melhores que apareceram até o momento no Mundial de 2026. Confira:
Neymar usa o relógio Rolex Lady-Datejust
Getty Images; Divulgação/Rolex
Neymar 
Neymar ficou no banco para a primeira partida do Brasil na Copa do Mundo, mas assistiu o empate contra Marrocos em grande estilo. O camisa 10 usou um Rolex Lady-Datejust,lançado no Watches and Wonders de 2021, que apesar de pequeno, com caixa de 28 mm, é encrustado de 931 diamantes de lapidação brilhante. A peça é avaliada em R$ 1,4 milhão.
Kylian Mbappé usa relógio Hublot Big Bang Original Seddiqi Edition
Getty Images; Divulgação/Hublot
Kylian Mbappé
Em suas atividades fora do campo, Kylian Mbappé foi visto usando o relógio Hublot Big Bang Original Seddiqi Edition, lançado pela marca suíça durante a Dubai Watch Week, como homenagem à Ahmed Seddiqi &amp; Sons, uma tradicional varejista de relógios luxuosos. O modelo tem o mostrador em numerais arábicos e o escolhido pelo artilheiro é feito em titânio. Há apenas 25 exemplares circulando o mundo, com preço original avaliado em US$ 25,2 mil (cerca de R$ 130,7 mil, na cotação atual).
Lionel Messi usa o relógio Rolex Day-Date
Getty Images; Divulgação/Rolex
Lionel Messi
Detentor do último título no campeonato mundial, Lionel Messi chamou atenção ao usar o Rolex Day-Date, lançado recentemente na Watches and Wonders. O modelo de 41 mm feito em Ouro "Jubilee Gold", com mostrador em aventurina verde-clara, luneta canelada e diamantes de lapidação baguete nos indicadores. No Brasil, ele é avaliado em R$ 536,1 mil.
Cristiano Ronaldo usa o relógio Patek Philippe Nautilus Haute Joaillerie
Getty Images; Divulgação/Patek Philippe
Cristiano Ronaldo
Sempre luxuoso, Cristiano Ronaldo apostou no em um modelo extravagante da Patek Philippe para a Copa do Mundo. O craque português usou o modelo Nautilus Haute Joaillerie, de 41 mm, adornado com 195 diamantes de lapidação baguete (13,27 quilates) e 1.285 diamantes de brilhante (6,43 quilates). A peça é avaliada em US$ 700 mil (cerca de R$ 3,6 milhões, na cotação atual).
Vini Jr usa o relógio Audemars Piguet Royal Oak Mini
Getty Images; Divulgação/Audemars Piguet
Vini Jr
Em coletiva de imprensa, Vini Jr foi visto usando o relógio Audemars Piguet Royal Oak Mini em seu pulso. O artilheiro escolheu um modelo de 23 mm em ouro branco 18 quilates com acabamento fosco texturizado (também chamado de "frosted gold"). Ele é avaliado em torno de R$ 530 mil em sites de revenda e, por coincidência, já foi usado por sua ex-namorada, Virginia Fonseca.
Harry Kane usa o relógio Rolex Day-Date “Jigsaw”
Getty Images; Divulgação/Rolex
Harry Kane 
Harry Kane adora usar vários relógios diferentes, mas na Copa do Mundo de 2026, o jogador britânico se destacou ao usar o Rolex Day-Date 36 "Puzzle", também conhecido informalmente como "Jigsaw". O modelo foge dos convencionais na marca suíça e tem o mostrador formado por peças coloridas que lembram um quebra-cabeça. 
Em vez da tradicional janela do dia da semana às 12 horas, a peça exibe palavras inspiradores como "Felicidade", "Paz", "Amor" e outras. Já a janela da data às 3 horas mostra um de seus 31 emojis diferentes, incluindo símbolos como estrela, coração, trevo e outros. O relógio é avaliado em R$ 1,3 milhão em lojas de revenda, por ser um modelo limitado e de alta demanda.
Erling Haaland usa o relógio Breitling Chronomat Automatic GMT 40 Erling Haaland
Getty Images; Divulgação/Breitling
Erling Haaland
Nada mais justo do que levar um relógio co-desenhado por si mesmo para o campeonato mais importante do futebol, não é mesmo? Erling Haaland escolheu o Breitling Chronomat Automatic GMT 40 Erling Haaland para lhe acompanhar na Copa do Mundo, um modelo de edição limitada, com apenas 500 exemplares produzidos, feito em parceria com o jogador de futebol. A peça é feita em aço inoxidável, com mostrador cortado do meteorito Muonionalusta de 4,5 mil milhões de anos, e as iniciais do craque no contrapeso do ponteiro central dos segundos. Ele é avaliado em R$ 71.350.
Raphinha usa o relógio Hublot Classic Fusion Tourbillon Orlinski Sky Blue
Getty Images; Divulgação/Hublot
Raphinha
Ao desembarcar nos Estados Unidos, Raphinha foi visto usando o relógio Hublot Classic Fusion Tourbillon Orlinski Sky Blue. A edição limitada tem apenas 30 peças em circulação e traz a caixa em safira azul translúcida com design geométrico, criando uma estética futurista, e mostrador que deixa o tourbillion completamente exposto. Em seu lançamento, ele era avaliado em U$ 99 mil (cerca de R$ 540 mil).  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/N0lWB8UvvXigW-RTHN7if5NYElw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/s/s/BQY9jZSYCcWLBPTJS1rQ/relogios-copa.jpg" medium="image"/>   <media:description>Neymar, Vini Jr e Messi são alguns dos jogadores que chamaram atenção com seus relógios na Copa do Mundo</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:50:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O guia de Mick Jagger para viver mais e melhor, segundo ele mesmo</title>  <atom:subtitle>Nada de sauna ou banheira de gelo: a receita de Jagger é largar as drogas depois dos 40. Às vésperas do lançamento de Foreign Tongues, o 33º álbum dos Rolling Stones, a GQ Estados Unidos conversou com o lendário vocalista sobre como continuar vivo (e muito mais do que isso).</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/artes-e-cultura/noticia/2026/06/o-guia-de-mick-jagger-para-viver-mais-e-melhor-segundo-ele-mesmo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/artes-e-cultura/noticia/2026/06/o-guia-de-mick-jagger-para-viver-mais-e-melhor-segundo-ele-mesmo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/iQJbESKAdKuVKHtAhfOGMImcIhw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/l/9/WCX4riQg6ZvuRc7zJl5g/045-jagger-hp2-ba.jpg" /><br /> ]]>    Quando Mick Jagger está se apresentando com os Rolling Stones — algo que ele ainda faz, milagrosamente, 64 anos após a formação da banda — precisa se lembrar de parar de se mover.
“Porque nem todo mundo quer ver você se mexendo”, diz Jagger, enquanto conversamos em uma suíte clara de hotel em Londres, com uma chuva torrencial de verão castigando a calçada do lado de fora. “Quando você canta uma balada, para de se mover. E eu digo para mim mesmo: ‘Você não vai se mexer. Vai ficar parado aí. Mexa os braços! Só isso que você vai fazer’.”
A imobilidade não lhe vem naturalmente. Quem já viu os Stones ao vivo sabe disso. Há quatro anos, no Hyde Park, vi Jagger — aos 78 anos! — marchar, desfilar, apontar, rebolar e sacudir o corpo por todo o enorme palco durante duas horas seguidas. Se ele realmente parou em algum momento, eu não percebi.
Naquela noite, achei que estava assistindo a uma turnê de despedida. O baterista original da banda, Charlie Watts, havia morrido no ano anterior, desfazendo o quarteto central formado também por Keith Richards e Ronnie Wood. Mesmo assim, eles seguiram com as comemorações dos 60 anos da banda. Parecia um momento razoável para encerrar a trajetória — ainda mais porque não lançavam um álbum de músicas inéditas havia mais de uma década.
Mas, incrivelmente, nos anos seguintes, a banda entrou em uma verdadeira fase de renascimento criativo. Foreign Tongues, o 33º álbum dos Rolling Stones — considerando apenas os discos com material majoritariamente original — será lançado poucas semanas antes do aniversário de 83 anos de Mick Jagger, em julho. É o segundo álbum em três anos e, assim como Hackney Diamonds, de 2023, é genuinamente excelente.
Pessoalmente, Jagger é mais caloroso e reflexivo do que eu imaginava. Também ri com facilidade. O principal que quero perguntar a ele é: como consegue permanecer tão afiado, criativa e fisicamente?
Bem, segundo ele, não pensa muito nisso além do óbvio: exercitar-se e não exagerar na bebida ou nas drogas.
“Você só está fazendo o melhor que pode”, diz.
GQ: Você e a banda vivem um ressurgimento criativo nos últimos anos — dois álbuns em três anos depois de uma longa pausa. A que você atribui isso?
Mick Jagger: Acho que, antes de tudo, fomos muito preguiçosos e não fizemos muita coisa por muito tempo. Chegamos a um ponto em que percebemos que não estávamos indo na direção certa. Então tivemos uma conversa muito séria antes de Hackney Diamonds [álbum de 2023]. Eu disse: “Ok, é bem simples. Vamos trocar de produtor e estabelecer um prazo.” Fizemos isso. Fomos compor, ensaiar, fazer tudo da maneira correta.
Charlie Watts está neste álbum, assim como estava no anterior. Mas houve esse período em que só restaram você, Keith e Ronnie. A morte dele mudou sua perspectiva sobre o tempo que passaram juntos? Você passou a valorizar mais isso?
Sim. É obviamente diferente. Charlie estava na banda desde o começo. Às vezes, você quase o vê ali quando a cadeira está vazia. Mas seguimos em frente. Em um nível pessoal, claro que é diferente. Quando você é forçado a substituir alguém porque essa pessoa não está mais aqui, é difícil. O momento mais difícil foi subir ao palco na primeira turnê sem Charlie. Eu nunca tinha tocado com outro baterista na vida toda. Isso foi duro, mas foi assim que aprendemos a seguir sem ele.
Há colaborações incríveis neste álbum. Vi nos créditos que Bruno Mars toca cowbell.
Estávamos em Los Angeles. Eu estava fazendo alguns ajustes vocais e Bruno apareceu para ouvir algumas faixas. Conheço ele há algum tempo. Então perguntei: “Bruno, o que você quer tocar? Escolha um instrumento de percussão.” Ele é percussionista. E a primeira coisa que disse foi: “Quero tocar cowbell.”
Você trabalhou com muitas estrelas pop contemporâneas. Encontra inspiração em músicos atuais?
Fiz uma faixa com Burna Boy. Foi hilário. Porque eu realmente gosto de afrobeats. Sempre gostei de Burna Boy. David Bowie era um ótimo exemplo de alguém que só queria ouvir o que estava acontecendo no presente. Mas isso dá muito trabalho. Muito trabalho mesmo. Grande parte é ruim. Então não ignoro o que está acontecendo, mas também não sou escravo disso.
Tem se falado muito sobre o retorno do rock ao mainstream. Você conhece a banda Geese?
Todo mundo fala deles. São muito experimentais, para uma banda de rock. Eu gosto. Ouvi todo o burburinho e, quando o álbum Getting Killed saiu, esperava algo mais indie. Não imaginava que fosse tão fora da curva. Mas admiro isso. Também há muitas cantoras excelentes surgindo. Veja o álbum Lux, da Rosalía. É algo muito conceitual, muito interessante. E ela realmente conseguiu executar a ideia. Admiro muito isso.
Você também tem Paul McCartney tocando baixo no álbum. Como a relação de vocês evoluiu ao longo dos anos?
Paul sempre foi o educado. John e eu éramos mais próximos, mas ele era o mais ácido. George era mais quieto, embora pudesse ser bastante provocador. E Ringo é o Ringo. Sempre tive uma boa relação com Paul. Sempre fomos amigos. Curiosamente, nunca havia tocado baixo com ele antes dessas sessões.
Paul e John fizeram backing vocals em uma música dos Stones no fim dos anos 1960. O que você lembra daquela sessão?
Lembro de gravarmos no Olympic Studios, em Londres. Queríamos muitas harmonias vocais e eles estavam por lá. Disseram: “Nós fazemos isso, cara.”
Para mim, imaginar vocês quatro — John, Paul, Mick e Keith — no mesmo lugar fazendo música nos anos 1960 parece um acontecimento cósmico.
Era muito bom. Saíamos bastante juntos. Mas não trabalhávamos muito juntos. Não era como hoje, quando todo mundo participa dos discos de todo mundo. Isso não acontecia tanto. Claro que havia duetos e coisas do tipo, mas hoje as participações são muito mais comuns.
Você aprendeu muito observando outros artistas?
Nos primeiros anos [de carreira], quando era jovem, eu observava todo mundo. Até artistas ruins. Sempre pensava: talvez eu possa roubar alguma coisa deles. Mas, claro, observava os grandes. Eu ia ver James Brown regularmente. Se ele passasse uma semana em Nova York, eu assistia várias vezes só para observar.
Também fizemos turnê com Little Richard no começo da carreira. Acho que aprendi mais com ele do que com qualquer outra pessoa. Ele me ensinou a me conectar com o público. Havia você e as pessoas que vieram vê-lo. Richard fazia todos se sentirem parte do espetáculo.
Fui ao show dos Stones no Hyde Park, em 2022, e notei que você não parou de se mover em nenhum momento.
(Risos) Não.
Você deve caminhar vários quilômetros. Como treina para isso?
Bem, você caminha. Procura um espaço grande, mais ou menos do tamanho do palco. Ensaiamos a música primeiro. Depois, quando estamos seguros, vamos para um espaço maior e fazemos o show inteiro. Aí você percebe que sua condição física precisa melhorar muito, porque cantar exige fôlego. É preciso dividir a respiração entre cantar e se mover.
Como é seu treinamento em geral?
É parecido com tênis. Você se move muito rápido, para, anda, acelera de novo. Alta intensidade. Você está sempre em movimento.
Você conhece o conceito de longevidade como tendência de saúde?
Claro. Todo mundo está obcecado com isso. “Esse é o jeito certo.” “Não, aquele é o jeito certo.”
Sua longevidade como artista é impressionante. As pessoas olham para você e pensam: “Ele deve estar fazendo algo certo.”
É mesmo? O quê [eu faço certo]?
Exatamente. O que você faz? Banheira de gelo?
Não. Detesto banheira de gelo. É horrível. Não acho que seja uma moda que vá durar. Às vezes me preocupo com essas tendências passageiras.
As pessoas parecem pensar mais do que nunca em viver mais tempo. Você pensa nisso?
Viver mais e permanecer em forma. Existe um limite para o que você pode fazer. Sempre esperamos que apareça alguma novidade revolucionária, mas existe mesmo? Há inúmeras promessas surgindo o tempo todo. E quantas realmente chegam a algum lugar? Enquanto isso, você continua indo para a academia e para o estúdio de dança.
Saunas estão na moda agora.
Não gosto de ficar com calor por muito tempo.
Então não existe um segredo para sua longevidade?
Acho que, infelizmente, depois de certa idade, você não pode beber nem usar drogas em excesso.
Infelizmente?
Infelizmente. Porque é divertido. Mas, se você quer condicionamento físico e longevidade, não pode exagerar em drogas e bebida o tempo todo.
Quando você parou com isso?
Por volta dos 40 anos.
Bom saber. Então até os 40 ainda dá.
Você ainda pode fazer tudo que quer fazer depois disso! Só não pode exagerar o tempo todo como fazia quando era mais jovem. Porque alguma coisa acaba cobrando seu preço. E mesmo assim não há garantias. Você pode fazer tudo certo, treinar, se cuidar, ficar sóbrio, e ainda assim desenvolver uma doença grave. Mas, pelo menos, você fez o melhor que podia.
Você ainda tem ressaca?
Tenho. Ressacas terríveis. (Risos)
Fica pior com a idade, não?
Fica. Não melhora em nada.
Quatro cinebiografias dos Beatles serão filmadas este ano. Uma abordagem parecida para os Stones lhe interessaria?
Sim, me interessa. Existem muitas formas de fazer uma cinebiografia. Normalmente você escolhe um pequeno período da vida de alguém. Veja o filme sobre Bob Dylan: ele se concentra no momento em que Dylan eletrificou seu som. Você precisa decidir qual período quer explorar.
E qual período da história dos Stones você escolheria?
Não sei. É uma história muito longa.
Já pensou em quem gostaria que o interpretasse?
Não.
Qual é o maior equívoco que as pessoas têm sobre você?
As pessoas sempre têm ideias preconcebidas sobre os outros. Mesmo que você não seja famoso, alguém vai dizer: “Ela é meio antipática”. Todo mundo carrega alguma bagagem. A diferença é que qualquer pessoa pode me pesquisar no Google e descobrir muita coisa sobre mim. Eu pesquiso essa pessoa e não encontro nada.
Antigamente, as pessoas nem imaginavam que um astro do rock pudesse falar direito. Achavam que músicos pop eram absurdamente burros e mal instruídos. Ficavam surpresos quando você conseguia formar uma frase com uma palavra de três sílabas.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/iQJbESKAdKuVKHtAhfOGMImcIhw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/l/9/WCX4riQg6ZvuRc7zJl5g/045-jagger-hp2-ba.jpg" medium="image"/>   <media:description>Nada de sauna ou banheira de gelo: a receita de Jagger é largar as drogas depois dos 40. Às vésperas do lançamento de Foreign Tongues, o 33º álbum dos Rolling Stones, a GQ conversou com o lendário vocalista sobre como continuar vivo (e muito mais do que isso).</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:49:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Qual é o melhor horário para jantar? Médicos explicam quanto tempo esperar para dormir depois de comer</title>  <atom:subtitle>Especialistas explicam por que o horário da última refeição pode influenciar o metabolismo, o sono e o controle do peso</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/06/comer-tarde-da-noite-faz-mal-nutricionistas-contam-qual-e-o-horario-ideal-para-realizar-a-ultima-refeicao-do-dia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/06/comer-tarde-da-noite-faz-mal-nutricionistas-contam-qual-e-o-horario-ideal-para-realizar-a-ultima-refeicao-do-dia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/30n-wNjkyaWV3wirG0ohARzK5YE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/8/V/h2nWLpQUW4C6gOy9khHg/gettyimages-2203417956.jpg" /><br /> ]]>    Muita gente já ouviu falar que comer tarde da noite engorda ou faz mal a saúde. Mas, será que existe mesmo um horário ideal para a última refeição do dia? A GQ Brasil conversou com especialistas que tiram dúvidas sobre a rotina noturna.
Segundo especialistas, não existe um horário universal para encerrar a alimentação do dia. Ainda assim, as evidências mais recentes sugerem que refeições realizadas muito próximas da hora de dormir podem trazer prejuízos ao metabolismo, à qualidade do sono e até ao controle do peso.
"A resposta mais adequada é: depende do contexto. Mas, de forma geral, comer muito próximo ao horário de dormir parece estar associado a piores desfechos metabólicos", explica a médica nutróloga Dra. Sandra Fernandes, do Grupo Kora Saúde.
Nos últimos anos, pesquisas na área da crononutrição, que estuda a relação entre alimentação e relógio biológico, mostraram que o organismo não processa os alimentos da mesma forma ao longo do dia. À noite, ocorre uma redução natural da sensibilidade à insulina, menor tolerância à glicose e alterações hormonais relacionadas à fome e à saciedade.
A nutricionista Alice Paiva destaca que o problema não está apenas no horário em que você come. "Uma refeição equilibrada à noite, dentro das necessidades individuais e respeitando uma distância mínima do sono, não é, por si só, vilã", afirma.
Ela relembra um estudo conduzido por pesquisadores de Harvard que observou que, mesmo quando calorias, qualidade da dieta, sono e atividade física eram mantidos iguais, apenas atrasar o horário das refeições foi suficiente para aumentar a fome, reduzir o gasto energético e favorecer mecanismos relacionados ao armazenamento de gordura.
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Existe um horário ideal para jantar?
A resposta é não. As especialistas explicam que o fator mais importante é a distância entre a última refeição e o momento de dormir.
De forma geral, a recomendação é realizar a última refeição entre duas e quatro horas antes de se deitar. O intervalo de duas a três horas costuma ser suficiente para facilitar a digestão, reduzir o risco de refluxo e minimizar impactos negativos sobre o sono.
Na prática, alguém que dorme às 22h pode jantar entre 18h e 20h. Já uma pessoa que costuma ir para a cama perto da meia-noite pode fazer sua última refeição entre 20h e 22h sem maiores problemas.
"As recomendações precisam ser individualizadas", ressalta Sandra. "Um médico plantonista, por exemplo, terá necessidades diferentes de uma pessoa que trabalha em horário comercial."
As especialistas explicam que o fator mais improtante é a distância entre a última refeição e o momento de dormir.
Imagem de Freepik
O que acontece quando se come muito tarde?
As pesquisas vêm associando a alimentação tardia a uma série de alterações metabólicas. Segundo Sandra, refeições realizadas no fim da noite estão relacionadas a maiores picos de glicemia após a alimentação, maior necessidade de secreção de insulina e piora da resistência insulínica.
Além disso, estudos apontam associação com maior risco de obesidade, aumento da circunferência abdominal e mais dificuldade para perder peso.
Do ponto de vista cardiovascular, também podem ocorrer impactos negativos, incluindo aumento da pressão arterial e maior inflamação metabólica. Alice explica que esses efeitos estão ligados ao funcionamento natural do organismo.
"Sabemos que o metabolismo segue um ritmo circadiano. Ao longo da noite, há uma redução natural da sensibilidade à insulina e do gasto energético. Ou seja, a mesma refeição tende a ser metabolizada de forma menos eficiente nesse período do que pela manhã."
A alimentação noturna também pode interferir diretamente na qualidade do descanso. De acordo com as especialistas, refeições muito próximas da hora de dormir aumentam o risco de refluxo gastroesofágico, desconforto abdominal e fragmentação do sono.
O que comer na última refeição do dia?
Se a ideia é favorecer tanto o metabolismo quanto a qualidade do sono, a recomendação é apostar em refeições leves e equilibradas.
Sandra sugere opções como iogurte proteico com frutas, omelete com legumes, kefir, queijo cottage, sopas com boa oferta de proteínas ou sanduíches leves preparados com proteína magra. A ideia é evitar sobrecarregar o organismo no período noturno.
"Uma última refeição equilibrada, com proteína, fibras e ajustada às necessidades individuais, costuma importar muito mais para a saúde metabólica do que simplesmente evitar comer depois de determinada hora.", diz Alice.
Afinal, comer tarde faz mal?
A ciência aponta que o horário da alimentação não é irrelevante. No entanto, ele também não deve ser analisado isoladamente.
Para as especialistas, mais importante do que criar uma regra rígida sobre jantar depois das 20h ou das 21h é respeitar o próprio ritmo biológico, manter uma alimentação equilibrada e evitar refeições grandes pouco antes de dormir.
"Para a maioria das pessoas, a melhor estratégia é fazer uma refeição leve, equilibrada e terminar de comer cerca de três horas antes de deitar", resume Sandra.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/30n-wNjkyaWV3wirG0ohARzK5YE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/8/V/h2nWLpQUW4C6gOy9khHg/gettyimages-2203417956.jpg" medium="image"/>   <media:description>Homem comendo</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:46:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cinco pizzarias brasileiras estão entre melhores do mundo segundo "Oscar" dos pizzaiolos</title>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/gastronomia/noticia/2026/06/cinco-pizzarias-brasileiras-estao-entre-melhores-do-mundo-segundo-oscar-dos-pizzaiolos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/gastronomia/noticia/2026/06/cinco-pizzarias-brasileiras-estao-entre-melhores-do-mundo-segundo-oscar-dos-pizzaiolos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/94f7s4oIsKHqkqolYTfi9C4ReKg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/o/Y/Ncvpo2TIOGYJuBRicM7g/a-pizza-da-mooca-fellipe-zanuto-mario-rodrigues-1-.jpg" /><br /> ]]>    O The Best Pizza Awards 2026, divulgado nesta quarta-feira (24), voltou a dar espaço à pizza brasileira. Cinco pizzaiolos do país foram eleitos entre os melhores do mundo na relação, organizada pelo mesmo grupo responsável pelo The Best Chef Awards, uma das principais premiações anuais da gastronomia global.
Na relação estão primeiro uma tríade de chefs de endereços paulistanos:  Dani Branca, da Soffio Pizzeria, em 42°, Fellipe Zanuto, da A Pizza da Mooca, em 51º, e Matheus Ramos, da QT Pizza Bar, em 55°. Fecham a relação Pedro Siqueira, da Sisi Pizzaria, no Rio de Janeiro, em 78° e André Guidon, da também paulistana Leggera Pizza Napoletana, em 83°.
Pizza da Soffio Pizzeria, a melhor brasileira segundo eleição dos maiores pizzaiolos do mundo
Reprodução / Instagram
A relação, anunciada em evento realizado em Milão, Itália, significou uma montanha russa para pizzarias brasileiras. Houve quem subiu (A Soffio ganhou 24 posições, enquanto A Pizza da Mooca escalou cinco desde o ano passado), mas também quem desceu (QT Pizza Bar e Sisi caíram nove e seis posições respectivamente, enquanto a Leggera, considerada recentemente a melhor pizza da América Latina, despencou 20 posições no ranking).
Um sexto pizzaiolo, o novaiorquino e ex-publicitário Sei Shiroma, chef do carioca Ferro e Farinha, acabou ficando fora da lista dos 100 mais, mas foi homenageado na relação One to Follow, que elege 50 profissionais que também merecem louros.
Já o prêmio de melhor pizzaiolo do mundo ficou em casa: quem levou a melhor foi o italiano Francesco Martucci, que comanda o I Masanielli em Caserta, na Itália, e era favorito após ter levado o primeiro lugar no ano passado. 
QT Pizza Bar desceu posições, mas se manteve alto no ranking mundial
Reprodução / Instagram
A lista dos 100 melhores pizzaiolos do mundo
Francesco Martucci (I Masanielli) - Caserta, Itália
Roberto Davanzo (Bob Alchimia a Spicchi) - Montepaone, Itália
Francesco Capece (Confine) - Milão, Itália
Daniele Cason (The Pizza Bar on 38th) - Tóquio, Japão
Gabriele Bonci (Pizzarium) - Roma, Itália
Jorge Sastre e Rafa Panatieri (Sartoria Panatieri) - Barcelona, Espanha
Anthony Mangieri (Una Pizza Napoletana) - Nova York, EUA
Jacopo Mercuro (180 grammi) - Roma, Itália
Amalia Costantini (Mater) - Fiano Romano, Itália
Dan Richer (Razza Pizza Artigianale) - Nova Jersey, EUA
Simone Padoan (I Tigli) - San Bonifacio, Itália
Raffaele Bonetta (Raf Bonetta Pizzeria) - Nápoles, Itália
Pier Daniele Seu (TAC | Seu Pizza illuminati) - Roma, Itália
Yuki Motokura (Pizza Marumo) - Tóquio, Japão
Luca Pezzetta (Clementina) - Fiumicino, Itália
Francesco Granata (Napul'è) - Vari, Grécia
Ciccio Vitiello (Cambia-Menti) - Caserta, Itália
Tsubasa Tamaki (Pizza Studio Tamaki) - Tóquio, Japão
Yuichi Ito (Crosta Pizzeria | Bianca Omakase) - Makati, Filipinas
Roberta Espósito (La Contrada) - Aversa, Itália
Sandro Cubeddu (Re|Mi) - Sassari, Itália
Mark Iacono (Lucali) - Nova York, EUA
Enzo Coccia (La Notizia 53 - La Notizia 94) - Nápoles, Itália
Cristian Santomauro (L’Ammaccata Antica Pizza Cilentana) - Casal Velino, Itália
Sasà Martucci (Sasà Martucci Pizzeria I Masanielli) - Caserta, Itália
Massimiliano Prete (Sestogusto) - Turin, Itália
Angelo Rumolo (Le Grotticelle) - Caggiano, Itália
Wylie Dufresne (Stretch Pizza) - Nova York, EUA
Adriana Lerma (Pizza Félix) - Cidade do México, México
Vincenzo Onnembo (nNea Pizza) - Amsterdã, Países Baixos
Antonio Pappalardo (Inedito/Cascina dei Sapori) - Brescia, Itália
Chris Decker (Truly Pizza) - Dana Point, EUA
Carl McCluskey (Crisp Pizza W6) - Londres, Reino Unido
Giorgia Caporuscio (Don Antônio) - Nova York, EUA
Tony Felix Gemignani (Tony's Pizza Napoletana) - São Francisco, EUA
Salvatore Fiata (Fiata by Salvatore Fiata) - Hong Kong, China
Luca Mastracci (Velo Pizzaioli Popolari/Luca! Di Luca Mastracci) -Frosinone, Itália
Eloi Torrent (Gasparic) - Can Blanc, Espanha
Ivano Veccia (Lisola Restaurant) - Ischia, Itália
Javier Ramirez (La Natural) - Miami, EUA
Antonio Cavoto (MangiaPizza) - Amsterdã, Países Baixos
Dani Branca (Soffio Pizzeria) - São Paulo, Brasil
Ciro Tutino (Bro. Ciro e Antonio Tutino) - Nápoles, Itália
Josè Antonio Errante (Antonino's Pizza Napoletana) - Caracas, Venezuela
Franco Kalifon (Kalis Pizza) - Buenos Aires, Argentina
Marco Carboni (Pizzeria della Madonna) - Cidade do México, México
Francesco Calò (Avenida Calò) - Roma, Itália
Marisol Doyle (Leña Pizza+Bagels) - Cleveland, EUA
Gioel Demaio (Demaio Pizza Gourmet) - Bilbao, Espanha
Vincenzo Abbate (Pizzeria Contemporanea) - Aversa, Itália
Fellipe Zanuto (A Pizza da Mooca) - São Paulo, Brasil
Massimo Laveglia (L’Industrie) - Nova York, EUA
Francesco De Maria &amp; Federico De Maria (I Vesuviani) - Casello di Cisterna, Itália
William Sang Woo Joo (Pizzeria Sei) - Los Angeles, EUA
Matheus Ramos (QT Pizza Bar) - São Paulo, Brasil
Daisuke Nakamura (Bacar) - Okinawa, Japão
Jake Serebnick e Julian Geldmacher (Ceres) - Nova York, EUA
Marco Carlesso e Leonardo Carrero (Pizza Verace) - Cidade do Panamá, Panamá
Ryan Baddeley (Pizzeria Badiali) - Toronto, Canadá
Mauro Colagreco e Paulo Corsi (Pecoranegra) - Menton, França
Davide Di Chio (Alterego Pizza Boutique) - Andria, Itália
Nils Saubes (L’Aperó) - Cidade de Guatemala, Guatemala
Roberta De Sario (Motorino | Falcone) - Hong Kong, China
Cristiano Taurisano (Luppolo &amp; Farina) - Latiano, Itália
Enzo Bastelli (Basta Pizzeria) - Nola, Itália
Michele Volpicella (Winther Aker Brygge) - Oslo, Noruega
Dejan Parun (Pizzeria Tramontana) - Novi Sad, Sérvia
Enzo, Salvatore &amp; Cristiano Piccirillo (La Masardona) - Nápoles, Itália
Isabella De Cham (Isabella De Cham Pizza Fritta) - Nápoles, Italy
Jonathan Redoblado e Erick Marron (A Mano) - Makati, Filipinas
Juan Gabriel Pérez (Posto) - Boston, EUA
Paolo Salvo e Daniele Salvo (Bottega) - Xangai, China
Ted Thanwa (Peppina) Bangkok, Tailândia
Andrea Godi (GIGI Vera Pizza) - Lecce, Itália
Giuseppe Oliva (SURT) - Copenhagen, Denmark
Justin De Leon (Apollonia's Pizzeria) - Los Angeles, EUA
Luca Fabozzi (Licoli) - Antuérpia, Bélgica
Pedro Siqueira (Sìsì Pizzaria) - Rio de Janeiro, Brasil
Duda Ferreira (Lupita Pizzaria) - Lisboa, Portugal
Carmine Tangredi (Fortezza) - Bogotà, Colômbia
Daniele Campana (Campana Pizza in Teglia/Campana 12) - Corigliano, Itália
Michele Fernando (Masillia) - Bangkok, Tailândia
André Guidon (Leggera Pizza Napoletana) - São Paulo, Brasil
Davide Argentino (Forbici) - Manchester, Reino Unido
Antonio Miscellaneo (La Bottega Enoteca) - Singapura
Nanu Youttananukorn (Maru Maru Pizza) - Bangkok, Tailândia
Francesco Pompetti (Impastatori Pompetti) - Roseto degli Abruzzi, Itália
Francis Peña (Casa Gazcue) - Santo Domingo, República Dominicana
Magdalena Perria, Sofia Paba e Daniela Tola (Locanda Sa Matracca) - Cagliari, Itália
Pablo Kuilboer e Alexander Guaita (Salumeria Garden) - San Julian, Malta
Antonio Brancato (Anto Pizzeria) - Singapura
Cédric Toullec (Lou Pécou Artisanal Pizzeria) - Halifax, Canadá
Alessandro Ruver (Ruver Teglia frazionata) - Roma, Itália
Filippo Sorce e Giorgio Sorce (Sitári) - Agrigento, Itália
Diego Olivera Ríos (Indio) - Lima, Peru
Juan Cárcamo (La Clásica) - Santa Tecla, El Salvador
Susanna Di Cosimo (Da Susy) - Gurugram, Índia
Andrea Dalla Chiara (Andrea Style) - Taipei, Taiwan
Francesco Miranda (Màdia) - Salerno, Itália
Renzo Ángeles (Masa Sobre Mesa) - Lima, Peru  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/94f7s4oIsKHqkqolYTfi9C4ReKg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/o/Y/Ncvpo2TIOGYJuBRicM7g/a-pizza-da-mooca-fellipe-zanuto-mario-rodrigues-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fellipe Zanuto, da Pizza da Mooca, eleita uma das melhores do mundo</media:description>   <media:credit>Mario Rodrigues</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 21:17:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dúvida na Copa, Raphinha revela item essencial para o dia a dia: refrigerante de uva; assista</title>  <atom:subtitle>Atacante relevou à GQ norte-americana lista de objetos e pessoas que não podem faltar no dia-a-dia</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/duvida-na-copa-raphinha-revela-item-essencial-para-o-dia-a-dia-refrigerante-de-uva-assista.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/duvida-na-copa-raphinha-revela-item-essencial-para-o-dia-a-dia-refrigerante-de-uva-assista.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/lc1GG56KO1XzGECB4chjqhwM04Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/c/u/NZgEjkRkqdkIhhF4cIGA/raphinha.jpg" /><br /> ]]>    O atacante Raphinha, 27, que segue em dúvida para a partida entre Brasil e Escócia nesta quarta (24),  revelou à GQ os itens mais essenciais em seu dia-a-dia: Fanta Uva, PlayStation, guarda-chuvas, chuteiras, óculos e também a presença do filho, Gael, de três anos.
“Meus pais compravam Fanta Uva desde que eu era garoto”, diz o jogador na entrevista concedida em espanhol. Nascido no bairro de Restinga, em Porto Alegre, Raphinha migrou para jogar na Europa há dez anos, quando começou a jogar pelo Vitória de Guimarães, em Portugal, até migrar para o atual Barcelona sem nunca ter atuado profissionalmente no Brasil.“Eu costumava beber Fanta com minha família e irmãos”, acrescentou.
Casado com a influenciadora e “wag” Natalia Belloli, o atacante também destacou a presença do filho nos treinos. “Ele é essencial, a coisa mais importante da minha vida”, diz. Além disso, destacou um fone de ouvido, um par de óculos Adidas e um molho chimichurri, que afirma manter o elo com a cultura churrasqueira de Porto Alegre.
O técnico Carlo Ancelotti mantém mistério sobre o substituto de Raphinha para o ataque após a lesão sofrida na partida contra o Haiti, na última sexta-feira (19), pela fase de grupos da Copa do Mundo. Os palpites mais prováveis são Rayan, Endrick ou Luiz Henrique. O resultado define a posição da seleção para a fase de mata-mata do mundial.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/lc1GG56KO1XzGECB4chjqhwM04Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/c/u/NZgEjkRkqdkIhhF4cIGA/raphinha.jpg" medium="image"/>   <media:description>Raphinha revela itens que não podem faltar</media:description>   <media:credit>Reprodução/YouTube</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:43:49 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quais os alertas silenciosos do excesso de fibra no corpo, segundo cientistas</title>  <atom:subtitle>Circulam nas redes sociais conteúdos sobre o “fibermaxxing”, que incentiva o consumo elevado do nutriente. Mas exageros trazem desconfortos</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/06/quais-os-alertas-silenciosos-do-excesso-de-fibra-no-corpo-segundo-cientistas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/06/quais-os-alertas-silenciosos-do-excesso-de-fibra-no-corpo-segundo-cientistas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/6GQGQo2rdges9X5Ad9xje2vvF3I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2024/S/k/ROU9RYQ2mA7F7xvqeYrA/captura-de-tela-2024-05-09-as-11.37.27.png" /><br /> ]]>    Originado em comunidades de jogos online e popularizado nas redes sociais, o termo “maxxing” — vindo do inglês para descrever a busca por maximizar resultados — chegou ao universo da alimentação. Depois do “proteinmaxxing”, tendência que incentiva o consumo elevado de proteínas, ganha força agora o “fibermaxxing”, estimulando o aumento da ingestão de fibras. 
De fato, a ciência reconhece diversos benefícios associados a esses nutrientes. As fibras auxiliam no funcionamento do intestino, contribuem para o controle da glicemia e do colesterol e aumentam a sensação de saciedade. Mas especialistas alertam: os efeitos positivos dependem de equilíbrio. Em excesso, elas também podem provocar desconfortos e prejuízos ao organismo. 
“Sem a hidratação adequada, o exagero pode trazer desconfortos, como dores, gases e até mesmo a obstipação”, avisa o médico nutrólogo Celso Cukier, do Einstein Hospital Israelita. No meio líquido, as fibras amolecem o bolo fecal, favorecendo o trânsito intestinal; mas quando falta água, as fezes acabam endurecidas, provocando a chamada constipação. Há ainda indícios de que extrapolar nas fibras pode interferir com a absorção de sais minerais, como o cálcio e o ferro, prejudicando a capacidade do organismo de aproveitá-los.
Para a nutricionista Renata Juliana da Silva, professora da ETEC Uirapuru - Centro Paula Souza e vice-presidente da Associação Paulista de Nutrição (APAN), o movimento “fibermaxxing” pode se transformar em mais uma tendência extrema. “Nem sempre mais é melhor”, frisa. Porém, existe até um ponto positivo nessa onda, que é o de chamar a atenção para um nutriente que a maioria da população ainda consome menos do que deveria.
As recomendações variam conforme idade, sexo e fase da vida. De modo geral, para adultos, a ingestão diária deve ser de 25 a 30 gramas por dia. Mas o brasileiro consome, em média, 15 gramas de fibras diárias, de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2017–2018), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para suprir as necessidades, a melhor estratégia é incluir grãos integrais, frutas, hortaliças, feijões, castanhas e sementes, nas três refeições principais e nos lanches intermediários.
Aliadas da saúde
Se hoje existem evidências de benefícios atrelados ao consumo das fibras, houve um tempo em que elas eram descartadas ou destinadas à alimentação animal. “Com o avanço das pesquisas, passaram a ser reconhecidas como componentes fundamentais da alimentação e, atualmente, são consideradas nutrientes funcionais devido aos efeitos associados à saúde intestinal, metabólica e cardiovascular”, comenta Silva.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define as fibras como polímeros de carboidratos complexos, presentes em vegetais, que resistem à ação das enzimas digestivas humanas e conseguem chegar praticamente intactos ao intestino grosso. 
Um estudo publicado em janeiro no periódico científico Critical Reviews in Food Science and Nutrition esmiúça os efeitos das fibras e suas diferentes classificações. Com as descobertas recentes, elas deixaram de ser simples componentes vegetais. “São moléculas com ações específicas que podem variar de acordo com a sua fonte”, comenta Cukier. O artigo ressalta o papel do nutriente no equilíbrio da microbiota e os fatores que determinam a produção dos ácidos graxos de cadeia curta (AGCC).
“Os AGCC são compostos benéficos – acetato, propionato e butirato – frutos da fermentação intestinal e servem como fonte de energia para as células do cólon, fortalecendo a barreira do intestino”, explica o médico. Esse processo ajuda a evitar que agentes nocivos alcancem a circulação sanguínea, freando inflamações, entre outros distúrbios. 
Revistas Newsletter
As fibras são organizadas em dois grupos: solúveis e insolúveis. As solúveis, como o nome aponta, se dissolvem em água, formando uma espécie de gel no intestino. Elas estão envolvidas com a redução do apetite, com o controle glicêmico e das taxas de colesterol. Pectinas, gomas, betaglucanas e mucilagens são algumas dessas fibras e aparecem na aveia, nas leguminosas (feijões, lentilha, ervilha, grão-de-bico), na polpa da maçã e da pera, na cenoura e nas sementes de chia e linhaça, por exemplo.
As insolúveis, por sua vez, são as aliadas contra a prisão de ventre. Entre os mecanismos envolvidos estão aumentar o volume das fezes e estimular a contratilidade e os movimentos do intestino. Cereais integrais (trigo, arroz, milho, centeio...), cascas dos feijões, bagaços de frutas, folhas como a couve e o espinafre, assim como sementes e castanhas, são excelentes fornecedores dessas fibras.
As gôndolas dos supermercados também exibem produtos enriquecidos. “Eles podem ser úteis em alguns contextos, principalmente para pessoas que têm baixa ingestão, mas é importante lembrar que adicionar fibra não os transforma automaticamente em algo saudável”, avisa a nutricionista. Portanto, vale a atenção às informações do rótulo.
Já a suplementação só deve ser feita com aval médico. “Idosos, acamados e gestantes podem precisar, mas é necessário passar por avaliação criteriosa para adequar o tipo e a quantidade”, orienta o nutrólogo do Einstein. Lembrando que exageros nunca são bem-vindos, até mesmo para ingredientes cheios de benefícios.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/6GQGQo2rdges9X5Ad9xje2vvF3I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2024/S/k/ROU9RYQ2mA7F7xvqeYrA/captura-de-tela-2024-05-09-as-11.37.27.png" medium="image"/>   <media:description>Onda de consumo de fibras vira febre na internet, mas hábito em excesso pode causar desconforto no corpo</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:00:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como engenheiro de 59 anos treinou para nadar 76 km durante 30 horas sem parar</title>  <atom:subtitle>Primeiro atleta a completar oficialmente a Volta à Ilha Grande, o campineiro revela a rotina, a alimentação e a preparação por trás das 31 horas de nado contínuo</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/06/como-engenheiro-de-59-anos-treinou-para-nadar-76-km-durante-30-anos-seguidas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/06/como-engenheiro-de-59-anos-treinou-para-nadar-76-km-durante-30-anos-seguidas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/knHcl7Nko1wmFAbu0Zuj1A-uYIA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/n/U/NwwE6sRVCg62Ru6QAqYQ/flavio.jpg" /><br /> ]]>    Neste mês, um vídeo publicado pelo engenheiro Flávio Toi, 60, viralizou nas redes sociais. Nas imagens, ele aparece falando: "Já vou indo, tenho 76 km pela frente". Mas o percurso não seria feito de carro nem a pé, e sim nadando. O vídeo foi publicado para celebrar um ano da sua participação na Volta à Ilha Grande, uma das ultramaratonas aquáticas mais extensas do mundo.
Trata-se de um desafio de natação em mar aberto que pode ultrapassar 30 horas consecutivas. A travessia exige planejamento de alta performance, além de uma operação logística com equipe de apoio e navegação.
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Em junho de 2025, aos 59 anos, Flávio completou o percurso em 31 horas e 10 minutos ininterruptos e entrou para a história como o primeiro atleta a concluir oficialmente a ultramaratona homologada pela Big Island Swimming Association (BISA). Fundada em agosto de 2020, a BISA nasceu com o objetivo de viabilizar para maratonistas aquáticos a possibilidade de conclusão de percursos a nado na Ilha Grande. A prova de 76km, chamada de "Palmas", pode ser realizada solo ou revezamento de dupla, trio, ou quarteto. Em dezembro do ano passado, Erik Nakumo também completou o desafio, nadando mais de 33 horas seguidas.
"Não é de uma hora para outra que as coisas acontecem. Eu nadei dos 6 aos 18 anos. Voltei a nadar com 30 e eu nado sem parar faz 30 anos", conta Toi, hoje com 60 anos, à GQ Brasil.
O retorno à água aconteceu por uma questão de saúde. Na época, ele estava acima do peso, sofria com pressão alta e buscava uma atividade física que pudesse ajudá-lo a recuperar a forma. Em cinco anos, perdeu 30 quilos.
Inicialmente, Toi treinava apenas em piscinas. Aos poucos, começou a se aventurar em provas de águas abertas de 1 km. Com o tempo, as distâncias aumentaram. Em 2005, encarou sua primeira grande travessia: uma prova de 24 km no Canal de Bertioga.
Em 2017, tornou-se o primeiro brasileiro a completar a 8 Bridges Hudson River Swim, em Nova York. Foram 193 quilômetros percorridos ao longo de sete dias pelo Rio Hudson, com médias diárias entre 20 e 30 km. Na ocasião, terminou em terceiro lugar geral e entrou para um grupo que contava com menos de dez atletas no mundo a concluir o percurso.
"Ilha Grande é bem mais difícil. Até seis, oito horas nadando eu já estava acostumado. A diferença em Nova York era voltar no dia seguinte. Depois de 20 horas seguidas nadando, como aconteceu em Ilha Grande, fica muito mais pesado", relembra.
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Preparação para nadar 76 km
A ideia de contornar Ilha Grande surgiu anos antes da tentativa oficial. Quando a prova foi criada, em 2020, Toi teve vontade de participar, mas ainda não se sentia preparado. Foi apenas em 2024, ao perceber uma melhora significativa no desempenho, que resolveu conversar com seu treinador, Samir Barel.
"Era como se fosse um sonho distante. Perguntei para ele se aquilo era loucura. Ele falou: 'Se tem um dos caras que pode fazer na minha equipe, é você'."
Flavio Toi
Arquivo pessoal
A preparação começou em julho de 2024. O plano previa a tentativa para janeiro do ano seguinte, mas uma virose o obrigou a adiar o desafio. Isso fez com que ele passasse por praticamente dois ciclos completos de treinamento. No total, foram cerca de 1.700 quilômetros nadados ao longo da preparação.
Entre as sessões mais marcantes, houve um treino de 12 horas consecutivas no mar, que resultou em 30 km percorridos. Já na piscina, o destaque foi uma sessão de 45 km realizada ao longo de 15 horas.
"Quando terminei o treino, eu estava cansado, mas não estava acabado. Foi a primeira vez que pensei: 'Nossa, acho que vai dar'. Não é só um treino físico. É um treino mental de confiança."
É importante ressaltar que as travessias de Ilha Grande e do Rio Hudson são exceções dentro de sua rotina. No dia a dia, Toi encara a natação como um hobby, mas mantém a disciplina. Ele nada seis vezes por semana, percorrendo cerca de 4 km por sessão, além de realizar dois treinos semanais de musculação voltados principalmente para prevenção de lesões. Cada sessão dura, em média, 45 minutos.
Como foi nadar 76 km
Completar uma ultramaratona aquática também exige boa estratégia nutricional. Toi faz acompanhamento com a mesma nutricionista há 15 anos e, ao longo desse período, testou diferentes protocolos para entender o que funciona em situações extremas. 
"Eu não consigo comer coisa sólida porque fica parada no meu esôfago", explica. Durante as mais de 31 horas de travessia, consumiu cerca de 60 sachês de carboidrato em gel, além de água, sucos, água de coco e jujubas. No total, foram aproximadamente 30 litros de líquidos ingeridos ao longo do percurso.
Nos períodos mais intensos de treinamento, a preocupação era outra: evitar a perda excessiva de peso. "Tem dia de treino que eu gasto entre 5 mil e 6 mil calorias. Tenho que repor tudo isso para não perder peso."
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Apesar de toda a preparação, o momento mais difícil aconteceu quando o relógio já marcava mais de 20 horas de prova. A escuridão, o frio e o isolamento do mar aberto transformaram a madrugada no trecho mais duro da travessia.
A equipe tentou ajudá-lo aquecendo as bebidas de hidratação. A estratégia, porém, teve o efeito contrário. "Uma hora eu tomei suco de uva quente e acabei vomitando", lembra.
O desgaste foi tão grande que Toi pediu para abandonar o desafio em três momentos diferentes. Seu treinador, Samir, insistiu e o incentivou para que ele resistisse. "Ele falava: 'Espera amanhecer'. Foi me estimulando até clarear. Quando amanheceu, comecei a nadar bem de novo."  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/knHcl7Nko1wmFAbu0Zuj1A-uYIA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/n/U/NwwE6sRVCg62Ru6QAqYQ/flavio.jpg" medium="image"/>   <media:description>Flávio Toi</media:description>   <media:credit>Arquivo pessoal</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:08:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fotógrafo que acompanhou Ronaldo e Romário em Copas esqueceu das partidas após acidente doméstico: "Não se lembra que esteve lá"</title>  <atom:subtitle>Um dos grandes nomes do fotojornalismo, Antônio Gaudério fez registros de eliminatórias e duas Copas do Mundo antes de acidente provocar perda de memória;</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/fotografo-que-acompanhou-ronaldo-e-romario-em-copas-esqueceu-das-partidas-apos-acidente-domestico-entendi-que-tinha-perdido-a-memoria.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/fotografo-que-acompanhou-ronaldo-e-romario-em-copas-esqueceu-das-partidas-apos-acidente-domestico-entendi-que-tinha-perdido-a-memoria.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/vBSrXt_AGs5RCzVGb1rRQiPGedg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/u/g/r6EgY9SiyDEnVS5PNA1w/gauderio.jpg" /><br /> ]]>    O fotógrafo Antônio Gaudério, 68, sofreu um acidente doméstico em 2008 e acordou sem recordações das milhares de fotografias feitas em décadas de carreira. Dois anos antes, levava uma vida bem diferente. Gaudério viajou para Alemanha no avião da seleção brasileira da Copa do Mundo de 2006, onde registrou Ronaldo, Ronaldinho e Adriano. Em 1994, também ficou na cola de Dunga e Bebeto no caminho ao suado tetra contra a Itália. Era especialmente fã dos cliques feitos de Romário com a taça do mundo.
Gaudério foi vítima de um traumatismo cranioencefálico após cair na casa de um familiar em Itacuruçá, no interior do Rio de Janeiro, estado onde morava. Segundo a filha, Ana Aurora, 31, o prognóstico era desesperançoso. Após uma cirurgia no cérebro, os médicos acreditavam que as sequelas envolveriam problemas motores e de memória. Na prática, calcularam que o pai jamais seria o mesmo, o que, em parte, seria verdade. (Clique abaixo em 'continuar lendo' para ver as fotografias)
A consequência mais persistente ainda é a afasia. O fotógrafo se confunde com nomes, datas, desaprendeu a ler, escrever e, principalmente, se esqueceu de como fotografar. Aurora tinha 13 anos na época do acidente. O pai, até hoje, não lembra do nascimento das próprias filhas. “Nós tínhamos a esperança de que meu pai voltasse a lembrar e que, em algum momento, teria um flash”, diz Aurora, a mais velha das duas. 
Veja as imagens de fotógrafo que perdeu a memória após acidente
Na volta do hospital, a família propôs uma verdadeira assembleia para explicar a situação para a filha. Todos deveriam evitar fortes emoções ou fazer muitas perguntas. Embora não se lembrasse quem era a filha, Gaudério sorriu ao reencontrá-la. Era o primeiro sinal de que, lá no fundo, parte do seu mapa afetivo era preservado.
Nascido no Rio Grande do Sul e formado em arquitetura, o fotojornalista teria se encantado com a fotografia ao viajar com uma câmera para a Bahia. Na volta, abriu a própria publicação, migrou para jornais maiores da região sul até se mudar para São Paulo e trabalhar na Folha de S. Paulo na década de 90. Nos anos 2000, também atuou no Rio de Janeiro. Era conhecido por fotografar denúncias de direitos humanos, se infiltrava em círculos perigosos, mas também era apaixonado pela cobertura esportiva.
Na escola, os amigos de Aurora o consideravam uma verdadeira celebridade, um dos poucos a conseguir se aproximar de ídolos inatingíveis para os meros mortais, como os astros do tetra, em 94, e do penta, em 2002, como Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho. Alguns colegas pediam autógrafos do pai dela nas fotos publicadas nas capas e páginas de jornais. 
Após o acidente, alguns dos instintos permaneciam. “Eu e minha irmã nos sentíamos absolutamente cuidadas e zeladas nesse lugar da paternidade, mesmo sabendo que meu pai não lembrava do nosso nascimento e que tínhamos de se apresentar de novo todos os dias”, diz. 
Antônio Gaudério no Museu do Futebol, em São Paulo, antes do acidente;  fotojornalista conquistou o Grande Prêmio Ayrton Senna de Fotografia e o Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos
Divulgação/Museu do Futebol
A família o ajudou a reaprender a ler e a escrever. Há dez anos, também vasculhou o gigantesco acervo de fotografias e negativos catalogados pelo pai, cuja história ganhou uma nova dimensão. “Eu entendi que meu pai tinha perdido a memória, mas que eu também tinha perdido a memória do meu pai. Comecei a olhar esse processo como um exercício íntimo comigo mesma e a desvendar quem era o meu pai”, diz Aurora. 
A revisão do arquivo virou uma espécie de processo terapêutico para Gaudério. “Começamos a estudar a linguagem, estudar o período histórico do Brasil em cada foto, os cenários, e aquilo abriu uma cognição absoluta do meu pai acerca de todo o trabalho dele”, diz. Os registros sem informações claras ainda carecem de detalhes, mas o fotógrafo passou a se interessar cada vez mais em ajudar na catalogação do acervo, anotando informações. 
Gaudério, no final do ano passado aos 68, com a filha, Aurora, 31
Reprodução/Instagram
Aurora, formada em letras e produtora cultural, acessou um número ainda incontável de fotografias do pai e se encarregou de divulgá-las. “O convite à contemplação de uma fotografia analógica faz a gente pensar nos momentos que nós passamos e começar a investigar. Quando se perde um documento como esse, também se perde um pouco da nossa memória e temos que nos debruçar sobre o contexto”, acrescenta. 
Na prática, Gaudério se lembra com certa clareza de fatos recentes e daquilo que reaprendeu após o acidente. Hoje, ajuda a selecionar e aprova as fotografias publicadas no Instagram. No ano passado, o trabalho foi exposto em um centro acadêmico, em São Paulo. Em breve, a família também planeja um livro de fotografias e um documentário sobre o pai.
O fotógrafo não se lembra de ter estado com os grandes craques da Copa do Mundo onde esteve, mas tem acompanhado o atual campeonato. “Ele não lembra que já esteve lá, mas como qualquer brasileiro fica muito ouriçado com os jogos do Brasil. Torce muito e acompanha tudo em um caderninho para não esquecer”, conclui. 
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Gaudério ainda se diverte com câmeras semiprofissionais apresentadas pelos amigos; uma outra sequela é a cegueira do olho esquerdo, que fechava para conseguir o clique com o direito.  
Revistas Newsletter  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/vBSrXt_AGs5RCzVGb1rRQiPGedg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/u/g/r6EgY9SiyDEnVS5PNA1w/gauderio.jpg" medium="image"/>   <media:description>Premiado fotojornalista, Antônio Gaudério fez registros históricos da Copa, mas não lembra de nenhuma partida</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram/Antônio Gaudério/Folhapress</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:00:51 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O que Alisson Becker tem no rosto? Dermatologista explica a vermelhidão na pele do goleiro do Brasil e como cuidar</title>  <atom:subtitle>A condição dermatológica do goleiro pode ser agravada por estresse, treinos físicos intensos e mudança repentina de temperatura; entenda</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/06/o-que-alisson-becker-tem-no-rosto-dermatologista-explica-a-vermelhidao-na-pele-do-goleiro-do-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/cuidados-pessoais/noticia/2026/06/o-que-alisson-becker-tem-no-rosto-dermatologista-explica-a-vermelhidao-na-pele-do-goleiro-do-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/xbW9eiVMYcLP0aVzcEMscZ2SkTI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/E/V/8qrRq1QvyNqorACDzyfQ/gettyimages-2282657777.jpg" /><br /> ]]>    A cada novo campeonato pela Seleção Brasileira, o goleiro Alisson Becker chama atenção pela vermelhidão em seu rosto. Na Copa do Mundo da FIFA 2026 tem acontecido o mesmo: apesar de seu visual totalmente repaginado, a condição de pele do atleta brasileiro se destaca em suas fotos e vídeos no mundial.
O gaúcho sofre de uma condição chamada rosácea. Segundo o dermatologista Flégon David, ela se trata de uma doença inflamatória crônica da pele que afeta principalmente a região central do rosto, como bochechas, testa e queixo. 
Alisson Becker na Copa do Mundo FIFA 2026
Reprodução/Instagram
Ela costuma se manifestar com vermelhidão persistente, episódios de ruborintenso (ou "flushing"), vasos sanguíneos dilatados aparentes, sensação de ardor ou queimação e, em alguns casos, pequenas pápulas e pústulas semelhantes à acne. O último, inclusive, costuma gerar dúvidas entre quem vê o rosto de Alisson e associa sua condição a um quadro grave de acne.
"A confusão acontece porque uma das formas da rosácea apresenta pápulas e pústulas, que lembram muito as espinhas. No entanto, existem diferenças importantes. A acne geralmente cursa com cravos (comedões), algo que não ocorre na rosácea", esclarece o especialista.
A rosácea não tem cura e há alguns fatores que podem agravar o quadro. Os gatilhos variam entre os pacientes, mas os mais conhecidos são: exposição ao sol, calor excessivo e mudanças bruscas de temperatura, banhos muito quentes, bebidas alcoólicas, alimentos muito quentes ou apimentados, alguns cosméticos irritantes, estresse emocional e exercícios físicos muito intensos.
Inclusive, é possível que a rotina de treinos intensos como atleta agravem o caso de Alisson. "Exercícios físicos intensos elevam a temperatura corporal e aumentam o fluxo sanguíneo da pele, favorecendo episódios de rubor e piora temporária da rosácea. Além da exposição solar nos treinos e jogos ao ar livre", explica David.
Neste caso, a orientação é não deixar de praticar atividades físicas e adotar estratégias para minimizar o aumento da temperatura, como treinar em ambientes climatizados quando possível, manter boa hidratação, utilizar proteção solar durante atividades ao ar livre e realizar pausas para resfriamento quando necessário.
Cuidados com a rosácea
Apesar de ser uma doença sem cura, ainda há formas de controlar e suavizar a rosácea através de tratamentos. "Hoje dispomos de tratamentos que conseguem reduzir significativamente os sintomas, diminuir as crises e melhorar muito a qualidade de vida do paciente. O sucesso depende da combinação entre medicamentos, cuidados diários com a pele e identificação dos gatilhos individuais", afirma o dermatologista.
O principal cuidado é proteger a barreira da pele, usando sabonetes suaves, hidratantes específicos para pele sensível e protetor solar diariamente, de preferência com proteção contra luz visível. Davida ainda ressalta que é importante evitar produtos irritantes, como esfoliantes agressivos, ácidos em concentrações elevadas e cosméticos com álcool ou fragrâncias intensas.
"Cada paciente deve aprender a reconhecer os fatores que desencadeiam suas crises e tentar evitá-los sempre que possível", destaca.
Os tratamentos variam de acordo com cada caso, mas o dermatologista afirma que alguns dos produtos mais importantes e frequentemente recomendados são os sabonetes suaves (syndets) e os hidratantes para pele sensível. 
Ele também ressalta a importância do uso de protetores solares com FPS 50 ou superior, de preferência com cor, já que oferecem cobertura contra a luz visível, um dos principais fatores desencadeantes da rosácea.
Além disso, medicamentos tópicos dependendo do subtipo da doença, tratamentos com laser e luz intensa pulsada podem ser excelentes opções para reduzir vasos aparentes e a vermelhidão persistente, principalmente quando associados aos cuidados clínicos.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/xbW9eiVMYcLP0aVzcEMscZ2SkTI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/E/V/8qrRq1QvyNqorACDzyfQ/gettyimages-2282657777.jpg" medium="image"/>   <media:description>Alisson Becker, goleiro da Seleção Brasileira</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:00:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fora da Copa, Militão revela que dorme com almofada no formato da mulher quando está longe dela: "Dou uns beijos"</title>  <atom:subtitle>Em entrevista à GQ americana, zagueiro do Real Madrid mostra itens essenciais fora dos gramados e conta que usa presente da mulher para matar a saudade quando está longe dela</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/fora-da-copa-militao-revela-que-dorme-com-almofada-no-formato-da-mulher-quando-esta-longe-dela-dou-uns-beijos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/fora-da-copa-militao-revela-que-dorme-com-almofada-no-formato-da-mulher-quando-esta-longe-dela-dou-uns-beijos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/7irFOPc_TuPj3k3nGgjZ9xrUuQE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/J/B/woWXreSheyl08g7OvKPg/image-5-.png" /><br /> ]]>    Distante da Copa do Mundo após sofre uma lesão, o zagueiro Éder Militão apresentou à GQ americana dez itens que considera essenciais fora dos gramados. Entre raquete de padel, pipa, cartas de truco, fones de ouvido e acessórios de moda, o atleta do Real Madrid revelou um objeto inusitado: uma almofada com o rosto da esposa, a influenciadora digital Tainá Castro.
Militão contou que dorme com o item nas noites em que está longe dela. “Este é meu travesseiro, que eu durmo todas as noites com ele, porque às vezes estou longe da minha mulher”, disse o jogador, em entrevista em espanhol. Segundo ele, a almofada foi um presente deixado por ela em casa.
O zagueiro também brincou que o objeto parece carregar uma mensagem da companheira. Para Militão, é como se ela dissesse que, mesmo distante, continua por perto e “de olho”. “Dou uns beijos e durmo super à vontade com isso”, afirmou.
Éder Militão e Tainá Castro
Reprodução/Instagram
No vídeo, o jogador ainda declarou que a mulher é o item “mais essencial” de sua vida. “É um espelho para mim, é minha motivação do dia a dia”, disse. Militão também contou uma história curiosa sobre o relacionamento. Segundo ele, os dois descobriram depois que ela aparecia ao fundo de uma foto tirada por ele no Rio de Janeiro, anos antes de ficarem juntos. “Dei zoom na foto e ela apareceu no fundo. Foi nesse dia que eu a vi pela primeira vez”, cita. 
Além da almofada, o jogador mostrou objetos ligados à infância no Brasil, como pipas, e à rotina com amigos e família, como cartas de truco. Ele também falou sobre recuperação física, jogos online, música, moda e vaidade.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/7irFOPc_TuPj3k3nGgjZ9xrUuQE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/J/B/woWXreSheyl08g7OvKPg/image-5-.png" medium="image"/>   <media:description>O zagueiro com o item que lembra a esposa</media:description>   <media:credit>Reprodução</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:00:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quem foi Eusébio? Cristiano Ronaldo já passou lenda do futebol português em gols na Copa, mas ainda busca superar seu maior feito</title>  <atom:subtitle>Nascido em Moçambique no período colonial português, o jogador conhecido como “Pantera Negra” marcou nove gols no Mundial de 1966, ajudou Portugal a chegar ao terceiro lugar e empata com Cristiano Ronaldo em gols na competição</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/pantera-negra-quem-foi-eusebio-lenda-de-portugal-tem-mais-gols-em-copas-do-mundo-que-cristiano-ronaldo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/pantera-negra-quem-foi-eusebio-lenda-de-portugal-tem-mais-gols-em-copas-do-mundo-que-cristiano-ronaldo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/aNKWa-45QVgbFB28-eBHboXIr-k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/P/4/b8sg1UQzidTjWBYWFbAQ/gettyimages-2664348.jpg" /><br /> ]]>    A cobrança sobre Cristiano Ronaldo em Copas do Mundo voltou ao centro do debate depois da estreia de Portugal no Mundial de 2026. Mas o craque português respondeu em campo e, ao menos por hora, silenciou os críticos. Com os dois gols marcados no jogo contra o Uzbequistão nesta terça-feira (23), Cristiano já se tornou o maior artilheiro da história de Portugal em Copas do Mundo, ultrapassando uma das maiores lendas do futebol português: moçambicano Eusébio da Silva Ferreira, conhecido como "Pantera Negra".
Cristiano chegou à Copa de 2026, sua sexta participação no torneio, com oito gols marcados na competição, segundo levantamento da Fifa. Nesta terça (23), na partida contra o Uzbequistão, fez mais dois. Eusébio disputou apenas uma edição, em 1966, na Inglaterra, e marcou nove vezes em seis jogos. Só para se ter uma ideia: Pelé indicou o nome de Eusébio como um dos 125 melhores jogadores de futebol na sua lista FIFA 100, feita em 2004.
Para igualar de vez o legado de Eusébio em Copas, porém, Cristiano ainda tem uma missão pela frente: levar Portugal mais longe do que qualquer outra geração da seleção. Em 1966, Eusébio terminou como artilheiro do Mundial e conduziu os portugueses ao terceiro lugar, a melhor campanha da história do país na competição. Já Cristiano Ronaldo teve seu melhor resultado em 2006, quando Portugal terminou na quarta colocação.  
Eusébio em campo
Reprodução
Carreira
A história de Eusébio, no entanto, é maior do que a comparação estatística. Ele nasceu em 25 de janeiro de 1942 em Lourenço Marques, atual Maputo, em Moçambique, então sob domínio colonial português. Segundo a Uefa, Eusébio atuou pelo Sporting Clube de Lourenço Marques antes de chegar ao Benfica, clube que defenderia entre 1960 e 1975.
No Benfica, tornou-se uma das figuras centrais da história do clube. A Uefa registra que Eusébio venceu 11 títulos da liga portuguesa e cinco Taças de Portugal. 
Em 1962, marcou duas vezes na final da Copa dos Campeões Europeus, vencida pelo Benfica por 5 a 3 sobre o Real Madrid, em Amsterdã. A entidade também registra que ele recebeu a Bola de Ouro de 1965 e ganhou duas Chuteiras de Ouro europeias, em 1968 e 1973.
Eusébio atuando por Portugal na Copa de 1966
Getty Images
Eusébio ajudou a eliminar o Brasil na Copa de 1966
Pela seleção portuguesa, os dados oficiais da Federação Portuguesa de Futebol registram 64 vezes que o atleta defendeu o país, com 41 gols. Foi com a camisa de Portugal, porém, que Eusébio atravessou fronteiras de forma definitiva. 
Em 1966, Portugal estreava em Copas do Mundo. Com Eusébio, venceu o Brasil, então bicampeão mundial, por 3 a 1 na fase de grupos, resultado que eliminou a seleção brasileira do torneio.
O jogo mais lembrado daquela campanha veio nas quartas de final, contra a Coreia do Norte. Portugal chegou a estar perdendo por 3 a 0, mas virou para 5 a 3. Segundo a Fifa, Eusébio marcou quatro gols naquela partida. A campanha parou na semifinal, contra a Inglaterra, dona da casa e futura campeã. 
Na disputa pelo terceiro lugar, Portugal venceu a União Soviética por 2 a 1, com um gol de Eusébio, o nono dele naquele Mundial. Foi a melhor campanha portuguesa em Copas.
Tensão histórica
A biografia de Eusébio também carrega uma tensão histórica. Ele nasceu em Moçambique colonial, veio a Portugal aos 18 anos e representou a seleção portuguesa nesse contexto. Em artigo publicado na revista acadêmica “Práticas da História”, o pesquisador Nuno Domingos, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, argumenta que a memória de Eusébio foi incorporada pelo Estado português como símbolo nacional, em um processo que também suavizou as desigualdades da sociedade colonial em que sua trajetória começou.
Em Portugal, sua memória foi oficialmente preservada. Após sua morte, em 2014, o governo português decretou luto nacional de três dias, segundo a Uefa. Em 2015, seu corpo foi levado ao Panteão Nacional. 
Cristiano é o maior artilheiro da história da seleção portuguesa e construiu uma carreira de longevidade inédita, mas, quando a pergunta é Copa do Mundo, Eusébio segue como medida incontornável. Em seis jogos, marcou nove gols, levou Portugal ao pódio e transformou a estreia do país em Mundiais em uma campanha histórica.
Eusébio faleceu em 2014.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/aNKWa-45QVgbFB28-eBHboXIr-k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/P/4/b8sg1UQzidTjWBYWFbAQ/gettyimages-2664348.jpg" medium="image"/>   <media:description>Eusébio, craque da seleção de Portugal</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:39:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Apresentador Ivan Moré lembra problema em relacionamento passado que motivou vasectomia: "Estávamos com dificuldade"</title>  <atom:subtitle>Em quase uma década, houve um salto de mais de 230% no número de vasectomias, que desde 2022 podem ser realizadas por jovens a partir de 21 anos. Entenda como funciona o método contraceptivo que pode (ou não) ser definitivo</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/06/apresentador-ivan-more-lembra-problema-em-relacionamento-passado-que-motivou-vasectomia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/06/apresentador-ivan-more-lembra-problema-em-relacionamento-passado-que-motivou-vasectomia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/Z4NgY4onjzIHlXbtVRD_EihQfF0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/B/P/ahDoE7TPWjjUJNhkjz4w/header-saude.jpg" /><br /> ]]>    Quando decidiu pela vasectomia, em 2016, o jornalista e apresentador Ivan Moré, 49, vivia um momento pleno da carreira. Aos 39 anos, comandava o “Globo Esporte São Paulo” e cultivava uma longa trajetória na emissora. “Era um período próspero, com muita visibilidade na TV”, lembra. Estava casado havia cerca de cinco anos com a empresária e jornalista Mariana Del Grande, com quem acabara de ter Lui, hoje com 10 anos (o casal já tinha Mel, 13).
“A vasectomia foi um processo de entendimento”, lembra. “Minha cabeça é diferente hoje, mas na época senti um peso trazido pelo segundo filho, um impacto na relação. Eu e minha parceira estávamos com dificuldade no relacionamento, e eu acreditava que uma terceira criança poderia deixar tudo ainda mais complicado.”
Casos como o do apresentador, homens nas cercanias dos 40 anos, com a carreira bem encaminhada, buscando interromper sua fertilidade, não são incomuns. Uma pesquisa de 2025 da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri realizada no interior de Minas Gerais revelou que, quando o assunto é esterilização, o público masculino entre 30 e 41 anos pesa primeiro se está satisfeito com o número de filhos antes de pôr na mesa as condições financeiras. “Tal padrão pode ser associado a uma fase da vida em que eles atingem estabilidade pessoal e familiar, estando potencialmente mais propensos a tomar decisões definitivas sobre o planejamento reprodutivo”, diz o estudo.
O que é a vasectomia
A operação da vasectomia é considerada simples. Afeta apenas tecidos superficiais, costuma exigir só anestesia local e demorar entre vinte e quarenta minutos. Os canais deferentes, que alimentam o líquido seminal com espermatozoides, são cortados (geralmente por meio de duas incisões no escroto) e cada ponta é dobrada de forma a evitar que o corpo restabeleça a conexão com o tempo. Com frequência, a alta ocorre no mesmo dia, com a sugestão de afastamento de dois ou três dias do trabalho.
O procedimento, gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e coberto por convênios médicos, quase não traz contraindicações. “Situações que exigem cautela são infecção ativa na região genital, distúrbios importantes de coagulação e a própria indecisão quanto ao desejo futuro de ter filhos”, afirma Adelmo Aires Negre, urologista da rede AmorSaúde.
Vale reforçar que nada é à prova de balas, avisa Renato Fraietta, urologista coordenador da Câmara Técnica de Reprodução Humana e Técnicas de Reprodução Assistida do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo: “Não existe método de contracepção 100% garantido. Mesmo o homem que realiza a vasectomia pode ter a recanalização espontânea. É perto de zero, menos de 1% dos casos. Mas aí você imagina o bafafá que dá, né?”.
Por algum tempo, o corpo mantém ainda espermatozoides de reserva no canal deferente. “Depois da vasectomia, não se pode já ter relação sexual sem alguma alternativa anticoncepcional, pelo menos nas primeiras vinte ejaculações”, ensina Rodrigo Wilson Andrade, coordenador de urologia do Hospital Albert Sabin. “Se após a cirurgia o homem tiver uma relação semanal, por exemplo, pode demorar cinco meses para acabar com esse estoque.”
Deve-se esperar que o espermograma, realizado em laboratório, confirme não existir mais espermatozoides na jogada. Adelmo destaca que a operação não tem caráter de castração: os testículos continuam produzindo testosterona e ainda há ejaculação. Ela também não protege contra infecções sexualmente transmissíveis. “Portanto, o preservativo continua indicado em relações de risco”, avisa.
Sobre a vasectomia
Jazz Hradec
A vida sexual costuma seguir tranquilamente. Em uma pesquisa publicada pela Universidade Federal de Minas Gerais em março de 2025, 42 casais cujo parceiro realizou vasectomia responderam a um questionário-padrão de satisfação sexual. O resultado da dissertação mostrou não haver nenhum impacto negativo relevante no pós-operatório. Praticamente nenhuma nota baixou em métricas como orgasmo, ereção e desejo.
Segundo dados obtidos pelo jornal “O Globo”, o número de cirurgias do tipo realizadas pelo SUS subiu de 25.929 em 2015 para 85.749 em 2024 - um aumento de 231%. Uma mudança legislativa em 2022, que permitiu a homens de 21 a 25 anos também passar pelo procedimento, pode ter inflado essa conta.
Os médicos Rodrigo Wilson Andrade e Renato Fraietta não descartam um aumento de buscas entre os mais novos, mas apenas Rodrigo atendeu neste ano um paciente com esse perfil, de 22 anos: “Orientei que aguardasse uma década antes de se decidir. Não sei se ele vai esperar ou vai procurar outro médico”. Em consultórios, o assunto tende a ser delicado. Rodrigo aponta para a letra da lei, que libera a vasectomia para maiores de 21 ou para quem tem pelo menos dois filhos vivos. “No caso de um jovem de 22 anos sem filho nenhum, é permitida. Mas será recomendada? Existem diversas nuances. Trata-se de um dilema ético, médico e social”, pondera.
Soma-se a isso o fato de que, desde 2022, a obrigação de consentimento de cônjuges também caiu. “Se ele for casado e fizer à revelia da parceira, eu não quero meter minha colher nessa briga”, completa o urologista Rodrigo.
Mesmo o homem que realiza a vasectomia pode ter a recanalização espontânea, mas acontece em menos de 1% dos casos."
Por se tratar de uma decisão controversa, a lei prevê um intervalo mínimo de sessenta dias entre a orientação profissional e a operação em si. Nesse meio-tempo, o médico pode exigir a avaliação de um psicólogo ou de um assistente social a fim de auxiliar sua escolha. Há também a recomendação de informar sobre outros métodos contraceptivos que funcionam no lugar do procedimento.
A reversão do procedimento
Apesar dos cuidados, quem decide “fechar a fábrica” tende a não arredar pé — ao menos na experiência em consultório de profissionais. “Desistência é incomum. Agora reversão de vasectomia, daquele paciente que fez há oito ou dez anos e se arrependeu, isso já não é muito raro”, explica Rodrigo Andrade.
Que o diga o finado rei Pelé. Nos idos de seu segundo casamento, em 1994, com Assíria Lemos Brito, Edson Arantes do Nascimento tentou a reversão de uma vasectomia realizada algum tempo antes. O jornalista Juca Kfouri escreveu na “Folha de S.Paulo” em 1996 que Pelé, celebrando a gravidez de Assíria durante um almoço de aniversário de seu pai, chegou a desafiar outro monarca, esse da música, que também havia realizado a operação: “Quero ver se o Roberto Carlos segue nosso exemplo” .
Trata-se de uma missão sem garantias. “O paciente não pode ter expectativa de que a reversão é fácil”, avisa Renato Fraietta. “Ela consiste em uma cirurgia com anestesia geral, que dura um total de quatro horas, e não é coberta por plano de saúde nem pelo SUS.” Renato calcula que o procedimento, envolvendo insumos caros e internação, não custa menos de R$ 20 mil. Enfatiza também que, quanto mais tempo se passa, menores as chances de o homem conseguir recuperar sua fertilidade plena.
O congelamento de sêmen, método de preservação de espermatozoides para inseminação artificial ou fertilização in vitro, aparece como opção. Entretanto, o custo-benefício varia. “Talvez um sujeito de 46 anos consiga mais sucesso se usar o que congelou com 26, digamos, do que ao realizar uma reversão de vasectomia depois de vinte anos de obstrução”, analisa Renato. Nesse exemplo, deve-se arcar com o custo anual de manutenção do estoque de sêmen (embora oscile, o valor fica em cerca de R$ 2 mil ao ano), além das despesas com o próprio processo de reprodução assistida.
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No caso de Ivan Moré, a vida mudou depois de 2016: o fim do contrato com a Globo em 2019, o divórcio finalizado em 2021, o casamento com a empresária Giovanna Lemos, 26, e a decisão de se submeter à reversão da vasectomia, em maio de 2024. “O doutor pediu para esperar pelo menos dois anos para engravidar”, lembra. 
O primeiro espermograma feito após a reversão (geralmente solicitado no mês seguinte) mostrou avanço, mas reforçou a necessidade de paciência. Acusou algo em torno de 1,5 milhão de espermatozoides por mililitro, abaixo dos 15 milhões por mililitro considerados a quantidade normal em um homem fértil. Quanto ao segundo espermograma, programado para o ano seguinte… Este ficou ao deus-dará, cancelado por motivo de força maior: “Um pouquinho antes do Dia das Mães de 2025, descobrimos que a Giovanna estava grávida”.
Aqui, o sucesso reprodutivo se mostrou mérito principal da esposa. “O organismo dela estava no pico da fertilidade e nas condições físicas ideais”, explica Moré. “O fator fundamental é a idade e o potencial reprodutivo da parceira”, ressalta Renato Fraietta. A reversão depois de três a oito anos da primeira cirurgia, como no caso de Moré, oferece cerca de 80% de eficácia, pontua o especialista. 
Amora, um esforço conjunto do casal, nasceu de parto normal no dia 25 de dezembro de 2025. “Ela foi meu presente de Natal”, comemora o apresentador.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/Z4NgY4onjzIHlXbtVRD_EihQfF0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/B/P/ahDoE7TPWjjUJNhkjz4w/header-saude.jpg" medium="image"/>   <media:description>O apresentador Ivan Moré</media:description>   <media:credit>Reprodução / Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:32:34 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>A dieta de Cristiano Ronaldo: ex-chef pessoal do craque revela o que o português come para jogar uma Copa aos 41 anos</title>  <atom:subtitle>Aos 41 anos e em mais uma Copa do Mundo, o craque português mantém uma rotina rígida de alimentação e recuperação. Seu ex-chef explica o que vai ao prato de CR7, e o que ele evita a qualquer custo.</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/noticia/2026/06/a-dieta-de-cristiano-ronaldo-ex-chef-pessoal-do-craque-revela-o-que-o-portugues-come-para-jogar-uma-copa-aos-41-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/noticia/2026/06/a-dieta-de-cristiano-ronaldo-ex-chef-pessoal-do-craque-revela-o-que-o-portugues-come-para-jogar-uma-copa-aos-41-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/SHfiTF02EfNQK_1E5N8U90MuTB0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/B/Y/Ylxvf5SlSlDA6MnSatuA/merry-christmas-everyone-.jpg" /><br /> ]]>    Tá certo que a Copa do Mundo de 2026 não começou tão bem para o "robôzão" Cristiano Ronaldo. Jogando por Portugal, ele tem sido alvo de críticas por seu desempenho dentro das quatro linhas no campeonato. Mas, se o assunto é preparação física e longevidade esportiva, poucos atletas no mundo conseguem rivalizar com o craque português.
Aos 41 anos, Cristiano integra uma lista pequena de jogadores que conseguiram disputar uma Copa do Mundo na casa dos 40 (são oito no total). E, embora o rendimento em campo esteja sendo questionado, sua capacidade de se manter competitivo em alto nível físico após mais de duas décadas de carreira continua chamando atenção. E parte dessa resistência passa pelos sempre tão comentados hábitos rígidos que ele mantém fora dos gramados, tanto na parte da preparação física quanto na alimentação.
 Em entrevista ao site Covers, o ex-chef pessoal de CR7, Giorgio Barone,  revelou os (não tão) segredos do craque e de outros jogadores que já disputaram o Mundial. Curiosamente, logo de cara, ele quebra qualquer expectativa: "Vamos acabar com esse mito de que os jogadores comem coisas especiais. Eles comem coisas muito simples, mas de forma saudável e com qualidade."
Cristiano Ronaldo curtindo um dia de praia com a seleção portuguesa durante a Copa do Mundo de 2026
Reprodução/Instagram
Os alimentos que estão na dieta de Cristiano Ronaldo
Sem muita complicação, os alimentos mais presentes no cardápio de CR7 são ovos, abacate, frango, peixes e arroz preto ou vermelho. Vegetais frescos também apareciam diariamente nas refeições.
Uma refeição típica de CR7 poderia incluir salmão ou bacalhau, espinafre, arroz preto, limão e azeite extravirgem. Segundo Barone, o atacante também não costumava seguir metas rígidas de proteína ou pesar cada alimento consumido. "Ele comia bastante porque treinava bastante", resumiu. 
A dieta do português também tem suas restrições: Barone conta que CR7 eliminou por completamente alimentos feitos de farinha. "Se ele precisava de carboidratos, obtinha isso dos vegetais", afirmou. O que nos leva também a total exclusão de ultraprocessados da dieta do jogador, para evitar o excesso de calorias, gorduras e conservantes. Por isso, também não toma refrigerantes e não come fast food, nem mesmo nos dias de folga ou férias. 
Mais alguns detalhes que o chef revelou durante a entrevista dizem respeito aos hábitos alimentares do atleta: o primeiro é que, ao contrário de outros jogadores que preferem se alimentar antes das partidas, Cristiano Ronaldo gosta de jogar em jejum. E outro, ainda mais importante, é o horário que o jogador opta por comer -- sempre jantando cedo, para não prejudicar o sono. 
"A disciplina dele é realmente única. Já trabalhei com muitos jogadores, inclusive campeões mundiais. Eles comem bem, mas às vezes acabam se permitindo alguns excessos. Cristiano não", afirmou o chef.
Fígado é o "queridinho" entre atletas e as tendências controversas
Barone também revelou algumas de suas convicções nutricionais mais controversas. Uma delas é o consumo de vísceras, hábito que ganhou popularidade entre atletas de elite como Erling Haaland. Para o chef, alimentos como fígado, coração e cérebro são verdadeiros "superalimentos" por serem ricos em nutrientes. E Cristiano, ao contrário do que muitos poderiam imaginar, aprovava a ideia. "Cristiano também gostava de fígado", contou.
O ex-chef do português também demonstrou resistência aos laticínios, argumentando que o consumo de leite na vida adulta não seria natural para os seres humanos. Além disso, disse ser um defensor do jejum intermitente não apenas como estratégia para controle de peso, mas também para recuperação e disposição. "Depois de um jejum você tem muito mais energia e acorda se sentindo melhor", afirmou.
Cuidado antes de seguir dieta de jogadores de elite
Mas, antes de correr para copiar o cardápio de Cristiano Ronaldo, Barone faz um alerta: o que funciona para um atleta de elite não necessariamente funciona para todo mundo. Segundo ele, cada pessoa possui necessidades nutricionais, metabolismo e estrutura física diferentes. "Não faz sentido comer exatamente como um astro do futebol e achar que isso vai transformá-lo em um astro", afirmou.
"Sempre digo que o resultado é 60% alimentação e 40% treinamento", diz ex-chef pessoal de Cristiano Ronaldo
Reprodução/Instagram
Para o chef, a alimentação é apenas uma parte da equação. Treino, descanso e consistência têm peso semelhante na construção da longevidade esportiva. "Sempre digo que o resultado é 60% alimentação e 40% treinamento. O corpo humano é como um carro. Você pode ter o melhor carro do mundo, mas se colocar o combustível errado, ele não vai funcionar bem."
Em outras palavras, o segredo de Cristiano Ronaldo não está em um alimento específico ou em uma dieta milagrosa, mas na disciplina para repetir hábitos saudáveis todos os dias -- algo que, segundo Barone, é muito mais difícil do que parece.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/SHfiTF02EfNQK_1E5N8U90MuTB0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/B/Y/Ylxvf5SlSlDA6MnSatuA/merry-christmas-everyone-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Cristiano Ronaldo</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:22:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>À espera de um filho com Sabrina Sato, Nicolas Prattes se declara: "Ela me deu minha família"</title>  <atom:subtitle>Casados desde 2025, Nicolas Prattes e Sabrina Sato esperam o primeiro filho juntos; apresentadora já é mãe de Zoe, de 7 anos</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/06/nicolas-prattes-sobre-melhor-presente-que-ganhou-de-sabrina-sato-me-deu-minha-familia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/06/nicolas-prattes-sobre-melhor-presente-que-ganhou-de-sabrina-sato-me-deu-minha-familia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/ljzdV_UczeYfiTuvvqUuF0uvLMc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2025/y/c/NwBaP0QFmLqlC3AJTpEQ/fotojet-2025-01-29t081613.065.jpg" /><br /> ]]>    Nesta segunda-feira (22), a apresentadora Sabrina Sato, 45, anunciou que está grávida do marido, Nicolas Prattes, 29. O casal assumiu publicamente o relacionamento em fevereiro de 2024 e oficializou a união em janeiro de 2025.
A notícia marca uma nova fase para os dois após um período delicado. Em novembro de 2024, Sabrina perdeu um bebê que esperava com o ator. Nicolas também compartilha a rotina familiar com Zoe, de sete anos, filha da apresentadora com o ator Duda Nagle.
Sabrina Sato e Nicolas Prattes
Reprodução/Instagram
Em entrevista à GQ Brasil, Prattes falou sobre a transformação que viveu ao lado da esposa. Ao ser questionado sobre o maior presente que recebeu de Sabrina, ele destacou o sentimento de pertencimento construído na relação e a família que formaram juntos.
"O melhor presente que ela me deu foi me tornar um homem mais completo. A nossa relação, o nosso casamento é um presente. É um sentimento de pertencimento que não se explica muito, acho que isso é um presente. Ela me deu a minha família. A minha convivência com a Zoe, nossos cachorros, nossa rotina, nosso amor... Essa vida toda, literalmente, ela me deu uma vida completa. É o meu maior presente."
Sabrina Sato e Nicolas Prattes com Zoe e pets
Reprodução/X
O ator também comentou como lida com a exposição do casamento, tema que desperta a curiosidade do público desde que os dois assumiram o romance.
"Pra gente, é muito tranquilo. Ela tem muito tempo na frente das câmeras, com a vida exposta. Eu entrei na televisão no dia que eu fiz 18 anos, me tornei adulto nesse meio. Quando a gente juntou os trapos, já estávamos muito acostumados com tudo que envolve a nossa relação. A gente considera um carinho quererem saber da nossa vida, se importarem. É uma atenção, carinho."  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/ljzdV_UczeYfiTuvvqUuF0uvLMc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2025/y/c/NwBaP0QFmLqlC3AJTpEQ/fotojet-2025-01-29t081613.065.jpg" medium="image"/>   <media:description>Nicolas Prattes e Sabrina Sato anunciam gravidez</media:description>   <media:credit>Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:59:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Levantador de peso de 64 anos sobreviveu a um infarto e agora quer encarar carga de 180 kg</title>  <link>https://gq.globo.com/fitness/noticia/2026/06/levantador-de-peso-de-64-anos-sobreviveu-a-um-infarto-e-agora-quer-encarar-carga-de-180-kg.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/fitness/noticia/2026/06/levantador-de-peso-de-64-anos-sobreviveu-a-um-infarto-e-agora-quer-encarar-carga-de-180-kg.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/2UGrsHzzHzuJgyo2xDS1BfTl6Qs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/x/K/7MHuANRiejRa16vHmaeg/halterofilista-sexagenario-gq.jpg" /><br /> ]]>    Quando perguntado como a idade avançada afeta um atleta de halterofilismo, modalidade em que competidores parecem sempre a um passo em falso de serem esmagados por anilhas gigantes,  Maximilian Cavalli, de 64 anos, não encontra muito o que dizer.  O atleta sexagenário não se sente mais cansado, não teme lesões mais severas, tampouco acredita que perdeu o pique.
"O que acho fascinante é que a força física não te abandona quando você envelhece", conta à GQ Brasil de sua casa no Maine, EUA. "Quando vou à academia, sou mais forte que 90% das pessoas lá dentro, independente da idade." 
Força já bem documentada. Em 2025, por exemplo, Cavalli alcançou 106 kg no supino e 134 kg no levantamento terra no National Senior Games - competição anual realizada pela associação anônima, que reúne atletas 35+ dos Estados Unidos (no Brasil, competições similares ocorrem em caráter estadual, como é o caso dos Jogos da Melhor Idade, em São Paulo, ou ligadas a modalidades específicas, como o Sênior de Judô). Resultado que lhe rendeu uma medalha de ouro. 
Para este ano, tem números maiores em mente: sua meta é disputar nas três categorias do halterofilismo e levantar 125 kg no supino, 182 kg no levantamento terra e 166 kg no agachamento.
Dono de um porte avantajado -  são 1,82 metros e cerca de 100 quilos - os pequenos causos que Cavalli conta do dia a dia de malhação (o sujeito desacreditado nos pesos que levanta, o colega um pouco condescendente demais com o idoso) sugerem um sexagenário contente em surpreender os mais jovens. "Alguns caras novos me dizem que sou 'forte para um idoso'. Nada disso. Ou sou forte, ou não sou forte", ri.
Maximilian Cavalli
Acervo pessoal
O americano começou a se dedicar aos esportes na época da faculdade. Praticou corrida, caiaque e ciclismo. Competidor no halterofilismo foi apenas em 2025, embora já alimentasse um interesse pelos pesos pesados. "Provavelmente sou um atleta mais bem sucedido hoje do que quando era novo", conta.
Cavalli também é um sobrevivente do infarto. O episódio aconteceu em 2016, na manhã seguinte após uma viagem de carro de oito horas entre Maine e Nova York. Pouco após acordar, o americano sentiu uma dormência do lado esquerdo do corpo - foi a resposta do organismo a um coágulo que se formou nas pernas devido ao tempo imóvel na direção. Seis meses depois se submeteu a uma cirurgia em um hospital em Boston para consertar um defeito congênito nas válvulas cardíacas, um "buraco no coração", segundo Cavalli, que agravou a situação. 
Depois do procedimento, Cavalli conta ter aproveitado seis meses de licença do trabalho (hoje ainda atua como diretor de vendas) para criar uma rotina de atividades que garantisse uma recuperação bem sucedida. "Caminhava de 8 a 10 km por dia e pedalava 30 km diários. Voltei também a levantar pesos", lembra. "Em um ano, fui do levantamento apenas com a barra, que pesa 20 kg, para 135 kg."
Maximilian Cavalli no National Senior Games em 2025
BritHuckabay / National Senior Games
Como se as estatísticas de campeonato não bastassem, Cavalli faz para a câmera, como prova da recuperação bem sucedida, repetidos gestos de pinça com os dedos de ambas as mãos. "Na esquerda tem um atraso na resposta, mas é bem pequeno. Só um médico ia notar."
O treino e dieta do halterofilista sexagenário
Cavalli é adepto dos treinos por grupos musculares quando se prepara para uma competição - serão dois torneiros este ano. Dos quatro dias que treina por semana, dois deles são focados em costas, peitos e ombros. O terceiro dia é focado nas pernas e o quarto, no treino mais focado no levantamento terra. No meio tempo, também não desfaz da bicicleta. 
Se a rotina do sexagenário pareceu incompleta, ele explica: "Os braços não são tão importantes para o levantamento do que as costas e os ombros." O treino de antebraço, tríceps e bíceps acontece apenas de forma secundária.
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Algo que o diferencia de outros atletas jovens - e é comum para competidores sêniores - é um cuidado com o alongamento. São cerca de meia hora alongando a musculatura antes da musculação e do treino, e 20 minutos ao fim da sessão, evitando lesões e câimbras. "Não dá para só aparecer na academia", comenta. "Provavelmente passo o dobro do tempo me alongando do que quando era novo."
Recentemente, recebeu de sua preparadora física, Melinda Hurt, a recomendação de aumentar a ingestão diária de proteína para 274 mg por três meses (cerca de 5 vezes a recomendação diária). "Parte disso envolve shakes de proteína depois do treino em conjunto com barras proteícas", diz.
Já que a liga sênior estadunidense tem espaço para esportistas de 90 anos ou mais, Cavalli avô de cinco netos, não vê motivo para parar. Inclusive, espera participar de ao menos quatro competições ano que vem, quando passa a integrar a faixa dos halterofilistas 65-69. Católico, ele resume: "Deus me deu essa oportunidade de seguir vivendo e ter toda essa saúde que posso compartilhar com meus netos. Quero ser um exemplo."  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/2UGrsHzzHzuJgyo2xDS1BfTl6Qs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/x/K/7MHuANRiejRa16vHmaeg/halterofilista-sexagenario-gq.jpg" medium="image"/>   <media:description>Maximilian Cavalli compete em halterofilismo</media:description>   <media:credit>Acervo pessoal</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:59:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mbappé chama atenção com relógio criado por ele mesmo com apenas 200 modelos no mundo</title>  <atom:subtitle>Kylian Mbappé, um dos favoritos a erguer a taça no mundial em 2026 é dono de uma coleção de relógios de alto nível</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/estilo/relogios/noticia/2026/06/mbappe-chama-atencao-com-relogio-criado-por-ele-mesmo-com-apenas-200-modelos-no-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/estilo/relogios/noticia/2026/06/mbappe-chama-atencao-com-relogio-criado-por-ele-mesmo-com-apenas-200-modelos-no-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/5s_3Vt7VLlpMyH-8HyNj4pUvvHY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/p/R/UtrUBtSf2Y3fgF1P0h3g/kylian-mbappe-2026-ls-02-square.jpg" /><br /> ]]>    O atacante francês Kylian Mbappé, 27, é uma das mentes por trás de um relógio com apenas 200 edições produzidas e avaliado em 29 mil euros, ou cerca de R$ 175 mil. O modelo é produzido em cerâmica branca polida de 44 mm e ouro 18 quilates. Mas não basta ter dinheiro. Para ter em mãos o Big Bang Reloaded Kylian Mbappé, é preciso entrar em uma restrita fila de espera.
Segundo a fabricante suíça Hublot, a cerâmica branca é usada nas lunetas e caixas, o que torna o material praticamente “à prova de arranhões”, com uma base de zircônio, metal resistente a altas temperaturas e à corrosão. Já o bezel leva a frase em inglês “trust yourself”, ou “acredite em si mesmo”, em inglês. A pulseira pode ser de borracha preta e branca, com a sigla KM cravada na parte interna, ou com um velcro. A criação partiu de um pedido do próprio Mbappé. 
“O troféu de ouro, por isso adicionamos um toque de ouro ao relógio”, explicou o jogador à GQ, em maio.
Fabricado em cerâmica branca com toques de ouro 18 quilates, edição limitada de relógio tem fila restrita de compra
Hublot/Divulgação
Nesta segunda (22), Mbappé participa de mais um jogo da Copa do Mundo na partida entre França e Iraque pelo Grupo I, às 18h, na Filadélfia. Mais uma vez, os franceses são favoritos a saírem vencedores. A seleção francesa já venceu o Senegal por 3 a 1 na última terça (16) e vai enfrentar a Noruega, do atacante Erling Haaland, na sexta (26).
Apesar do favoritismo, ele manteve os pés no chão no papo com a GQ. “Temos muita ambição, mas também a humildade de saber que nada está garantido”, disse. 
Kylian Mbappé
Adrian Ríos
Mbappé é conhecido pela coleção impressionante de relógios de alto nível. Em 2018, o francês fechou o patrocínio com  a casa suíça e, desde então, o pulso do jogador chama atenção nas redes sociais.  Algumas, até “mais em conta” do que a edição limitada lançada em Genebra na esteira da Copa do Mundo deste ano no México, Canadá e Estado Unidos.
O jogador também é dono de um Big Bang Unico Water Blue Sapphire, avaliado ao equivalente a R$ 950 mil. O jogador também é dono do Big Bang Unico Red Sapphire, que custa em torno de R$ 386 mil, e do colorido Spirit of Big Bang King Gold Rainbow, avaliado em cerca de R$ 534 mil.
Revistas Newsletter  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/5s_3Vt7VLlpMyH-8HyNj4pUvvHY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/p/R/UtrUBtSf2Y3fgF1P0h3g/kylian-mbappe-2026-ls-02-square.jpg" medium="image"/>   <media:description>Mbappé é embaixador de fabricante de relógios suíços e chama atenção com coleção milionária</media:description>   <media:credit>Divulgação/Hublot</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:23:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>As melhores jaquetas corta vento para se manter ativo no inverno</title>  <atom:subtitle>A redação da GQ Brasil faz uma relação de boas peças para te acompanhar fora de casa nesta estação</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/melhores-jaquetas-corta-vento-inverno.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/estilo/noticia/2026/06/melhores-jaquetas-corta-vento-inverno.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/Fp-XqXJoYvTTS2gitobIgcYE2oI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/I/3/B6xS7ZQTOXqO2gWYxRnw/jaquetas-corta-ventos-gq.jpg" /><br /> ]]>    As jaquetas corta vento são símbolo do streetwear e remetem a uma certa nostalgia dos anos 90. Acima de tudo, são boas companhias para manter seu treino de corrida ou caminhada à toda no inverno que começou no último domingo (21). 
Em situações sociais, ela também tem seu lugar. Sobreponha um casaco ou um blazer, dando um ar descontraído. No caso do termômetro dar uma subida um dia ou outro, a dica é arregaçar as mangas e combinar com uma camiseta leve e um short. 
Veja abaixo nossa seleção de windbreakers para a estação:
Jaqueta masculina corta vento secagem rápida, da Hering, por R$ 269,99
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Jaqueta corta vento Fashion Apparel, por R$ 64,99
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Jaqueta corta vento Olympikus Essential, por R$ 169,99
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Jaqueta corta vento Fila Racer Run, por R$ 322,99
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*Todos os produtos apresentados na GQ Brasil são selecionados de forma independente por nossos editores. No entanto, quando você compra algo por meio de nossos links, podemos ser remunerados via comissão. Os preços foram verificados na publicação deste conteúdo. Preços e disponibilidade estão sujeitos à variação.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/Fp-XqXJoYvTTS2gitobIgcYE2oI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/I/3/B6xS7ZQTOXqO2gWYxRnw/jaquetas-corta-ventos-gq.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jaquetas corta vento</media:description>   <media:credit>Collins Lesulie / Unsplash</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:34:27 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dieta da Selva: especialistas alertam para riscos de regime radical que elimina frutas, verduras e carboidratos</title>  <atom:subtitle>Especialistas contam os efeitos negativos da Dieta da Selva, criada por um movimento extremista nas redes sociais</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/06/dieta-da-selva-especialistas-alertam-para-riscos-de-regime-radical-que-elimina-frutas-verduras-e-carboidratos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/06/dieta-da-selva-especialistas-alertam-para-riscos-de-regime-radical-que-elimina-frutas-verduras-e-carboidratos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/F8MJ2TFPliOl6snuVpA11VR863s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/t/s/y0vYQ8RfOoORDVExJM3w/jose-ignacio-pompe-s-z-h0feibm-unsplash.jpg" /><br /> ]]>    Com a promessa de desbloquear o “potencial máximo” do corpo, a Dieta da Selva conquistou seguidores nas redes sociais ao defender uma alimentação baseada quase exclusivamente em alimentos de origem animal.
O movimento foi criado pelo influenciador digital Roberto Brandini que, sem formação em Nutrição, popularizou uma dieta com princípios semelhantes aos da carnívora. Autointitulado "ex-afeminado", ele defende que a eliminação de itens tradicionais da mesa dos brasileiros, como arroz, feijão, frutas, verduras e legumes, permite alcançar uma melhor versão de si mesmo.
A desculpa é de que esses alimentos são “rações do governo”, que trazem malefícios para o corpo com seus agrotóxicos e outras substâncias prejudiciais a saúde. Com isso, ele criou uma vertente alimentar onde apenas proteínas como carnes e ovos, além de manteiga, são permitidas.
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A partir disso se criaram comunidades de homens que também buscam por um padrão de vida elevado, e confiaram nas palavras de Brandini a alcançar isso através da alimentação. Mas a realidade da Dieta da Selva é bem diferente da que o influenciador apresenta para seus 57,2 mil seguidores no TikTok e 1 milhão no Instagram.
O nutricionista Guilherme Neves Eberhardt se infiltrou em grupos do Facebook de adeptos à dieta e descobriu que muitas pessoas estão relatando alteração em exames de colesterol, ácido úrico e glicemia, além de efeitos como constipação e mau hálito durante o processo. Segundo especialistas, esses sintomas podem estar relacionados aos desequilíbrios nutricionais provocados por esse tipo de alimentação.
Os efeitos negativos
O funcionamento correto do corpo humano depende principalmente de uma dieta balanceada, que irá fornecer todos os nutrientes necessários para que não haja problemas em sua saúde. Em dietas restritivas como a Dieta da Selva, que é rica em proteínas e pobre em fibras e carboidratos, as consequências aparecem em pequenos detalhes, até se tornarem grande problemas.
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A nutricionista e criadora de conteúdo Isabella Lacerda explica que um dos primeiros órgãos afetados é o intestino, já que essa é uma das maiores reclamações dos usuários que seguem a dieta restritiva.
“O intestino precisa de fibras para funcionar e estar saudável. Se ele não tem as fibras, não há hidratação no mundo que empurre o bolo fecal para fora. Então se você só está comendo proteínas, não há nada incentivando as fezes a sair”, explica a profissional em conversa com a GQ Brasil.
“Em casos mais sérios, essa constipação crônica pode evoluir para um câncer de cólon ou intestino. Mas essas pessoas só irão sentir isso daqui alguns anos. Esse é um dos principais perigos dessa dieta”, alerta.
Durante a dieta, o corpo também entra no estado metabólico de cetose, onde a redução de carboidratos e gorduras faz com que o cérebro se adapte a buscar uma outra alternativa para obter energia para seu funcionamento. Mas ao contrário da crença popular de que isso irá queimar a gordura, o que realmente será consumido é a proteína.
"Seu cérebro e seus músculos gostam de carboidratos como fonte de energia. Quando você corta isso, o corpo não vai atrás da gordura, mas da proteína, que sozinha não tem o necessário para manter processos como foco, atenção, memória e síntese celular."
Com isso, a pessoa fica mais mal-humorada, cansada, com menos foco e mais falta de atenção. “É como aqueles memes em que a pessoa diz que fica uma semana sem doce e se transforma em um monstro. O processo é o mesmo. A cetose vai machucar e obrigar o seu corpo a usar uma fonte de energia que ele não quer, porque você não está dando insumos o suficiente para ele”, detalha.
O estado de cetose, inclusive, faz com que a pessoa exale um mal odor. “Corpos cetônicos fedem. A pessoa começa a exalar um cheiro muito forte de álcool, quase como se você tivesse bebido uma acetona de unha. O bafo fica insuportável, não importa quantas vezes você escove os dentes”, explica Isabella.
O excesso de proteínas também pode sobrecarregar os rins, que trabalharão ainda mais para metabolizar essa grande quantidade do nutriente. “Isso aumenta seu ácido úrico, e seu rim terá que trabalhar mais para tentar excretar essa substância”, diz.
A nutricionista destaca que o quadro não irá levar uma pessoa a ter anemia, mas pode piorar viscosidade de pele, cabelo e unhas, além da elevação do nível de glicose no corpo, já que o excesso de proteínas também pode apresentar um excesso de calorias, que se transforma em gordura no organismo.
Mudança de discurso
Recentemente, Roberto Brandini mudou seu discurso sobre os alimentos permitidos na Dieta da Selva após relatos de seguidores que não estavam apresentando uma boa adaptação do organismo ao regime alimentar.
“As pessoas estão passando mal e não tendo os resultados que eles prometeram. Então, eles passaram a incluir frutas, legumes e grãos, totalmente o contrário do discurso iniciado em 2024. Hoje, todos eles estão com frutinhas nos pratos. Antes, uma banana ou abacate era completamente inadmissível”, diz Isabella.
“Eles estão recalculando rota, porque sacaram que não dá mais para serem tão restritivos. Então quando as pessoas pedem fruta, mas eles dizem que elas não são permitidas por causa dos agrotóxicos, eles usam o discurso de que a pessoa é atleta e pode incluir alguns alimentos que serão bom para eles.”
No TikTok, a nutricionista orienta seus 1,7 milhão de seguidores a evitarem métodos nocivos a saúde. Sua principal dica é evitar dietas restritivas que excluam grupos alimentares e não promovam uma alimentação equilibrada no dia a dia.
“Toda dieta que te restringe, como as zero carboidratos ou low carb, ou que tenha um manual do que você pode ou não comer pode ser ‘picareta’. Você não vai conseguir sustentar isso por muito tempo. Bem como o jejum intermitente, já que ficar 18 horas sem se alimentar me parece um pouco antiquado”, destaca.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/F8MJ2TFPliOl6snuVpA11VR863s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/t/s/y0vYQ8RfOoORDVExJM3w/jose-ignacio-pompe-s-z-h0feibm-unsplash.jpg" medium="image"/>   <media:description>A Dieta da Selva é baseada no consumo apenas de proteínas e gorduras</media:description>   <media:credit>Unsplash</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:55:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Manhã, tarde ou noite? Cientistas revelam "horário ideal" para treinar e ter resultados na saúde</title>  <atom:subtitle>Pesquisa com adultos sedentários identificou ganhos cardiovasculares e metabólicos mais expressivos quando a atividade física respeita o cronotipo individual</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/saude/noticia/2026/06/manha-tarde-ou-noite-cientistas-revelam-horario-ideal-para-treinar-e-ter-resultados-na-saude.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/saude/noticia/2026/06/manha-tarde-ou-noite-cientistas-revelam-horario-ideal-para-treinar-e-ter-resultados-na-saude.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/876CwTQrUOevgj86eU50UWZHxLE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2025/P/x/XyTcA5Qwmzy6NCQDc9wQ/academia-treino-gq-2.jpg" /><br /> ]]>    Será que existe um horário ideal para fazer exercícios? Um novo estudo sugere que sim. Publicado em abril na revista científica Open Heart, o trabalho observou benefícios mais expressivos para o coração, o metabolismo, o condicionamento físico e a qualidade do sono quando os participantes praticavam atividade física em horários compatíveis com o relógio biológico de cada um.  
Na pesquisa, 150 adultos sedentários entre 40 e 60 anos foram acompanhados durante 12 semanas. Divididos conforme o cronotipo — matutino ou vespertino —, os participantes realizaram exercícios em horários alinhados ou opostos ao funcionamento natural do organismo. Quem treinou em sintonia com o relógio biológico apresentou melhora mais acentuada de indicadores cardiovasculares e metabólicos, além de ganhos no condicionamento físico e no sono. 
E isso faz sentido em termos clínicos. “Não é apenas uma preferência pessoal. Existe um relógio biológico que regula, ao longo das 24 horas, quando a pressão arterial sobe, quando o metabolismo está mais ativo e quando o corpo responde melhor ao esforço físico”, explica o cardiologista Israel Guilharde Maynarde, do Einstein Hospital Israelita em Goiânia. “Quem acorda cedo espontaneamente e já se sente disposto tende a ser matutino. Quem rende melhor à noite, e naturalmente dorme e acorda mais tarde, costuma ser vespertino.”
De acordo com o cardiologista, conhecer essa diferença do cronotipo é importante, porque o organismo não funciona da mesma forma ao longo do dia — a pressão arterial, a frequência cardíaca, a temperatura corporal, o metabolismo e a resposta hormonal seguem oscilações naturais, controladas pelo ritmo circadiano. 
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Entre os participantes hipertensos do estudo, quem treinou em horários compatíveis com o cronotipo apresentou melhora na pressão arterial sistólica, aquela medida quando o coração se contrai para bombear sangue. Quando ela está elevada, aumenta o risco de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e doença renal. “Esse já era um tema discutido em estudos anteriores, mas este trabalho reforça a importância do alinhamento entre o horário do treino e o relógio biológico”, avalia Maynarde. 
Não significa, porém, que exista um “horário perfeito” e universal para treinar. O próprio artigo evidencia que mesmo os participantes que se exercitaram em horários considerados “desalinhados” com o cronotipo também melhoraram indicadores cardiovasculares e metabólicos, embora de forma mais discreta. “O exercício continua sendo benéfico independentemente do horário. O alinhamento parece funcionar como um ganho adicional, não como condição obrigatória para ter resultado”, frisa o cardiologista.
Esses achados também contribuem para desbancar o mito de que fazer atividade física pela manhã aumentaria o risco de infarto. Embora eventos cardiovasculares sejam mais frequentes nas primeiras horas do dia, isso não quer dizer que o exercício matinal seja perigoso para quem pratica atividade física regularmente. 
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“O maior risco costuma estar em pessoas sedentárias, com doença cardiovascular descompensada, que fazem esforço intenso de forma abrupta”, alerta o médico do Einstein. “Para quem treina regularmente, com progressão adequada e aquecimento, o exercício matinal é seguro e, em indivíduos matutinos, pode até ser o período de melhor resposta fisiológica.”
O estudo também encontrou melhora significativa na qualidade do sono entre os participantes que treinaram em horários compatíveis com o cronotipo. Faz sentido, já que o exercício físico também atua como um sincronizador do relógio biológico. “Exposição à luz natural pela manhã, horários regulares para dormir e comer, e a manutenção de uma rotina consistente de exercícios ajudam a ajustar o ritmo circadiano”, orienta Israel Maynarde.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/876CwTQrUOevgj86eU50UWZHxLE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2025/P/x/XyTcA5Qwmzy6NCQDc9wQ/academia-treino-gq-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>O ritmo do corpo não é aleatório e cada pessoa tem o seu; ciência tenta desvendar "melhor horário" para treino</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:40:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bruno Gagliasso abre álbum de viagem para Orlando para celebrar o aniversário de 13 anos de Titi</title>  <atom:subtitle>Titi, filha de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, completa 13 anos e comemora aniversário em família em Orlando</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/06/bruno-gagliasso-abre-album-de-viagem-para-orlando-para-celebrar-o-aniversario-de-13-anos-de-titi.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/06/bruno-gagliasso-abre-album-de-viagem-para-orlando-para-celebrar-o-aniversario-de-13-anos-de-titi.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/iixtmQzftaiMOLHIyg_800f9p_A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/t/3/Vib8IESiGPAwiBG6IqMA/bruno.png" /><br /> ]]>    Neste domingo, 21, Bruno Gagliasso chamou a atenção ao compartilhar novos cliques em seu perfil do Instagram.
Titi, filha mais velha do ator e Giovanna Ewbank, completa 13 anos e celebrou o aniversário em Orlando, ao lado dos pais e dos irmãos, Bless, 11, e Zyan, 5.
Bruno Gagliasso, Giovanna Ewbank e Zyan
Instagram
Bruno mostrou alguns registros do dia especial, no complexo da Universal Studios. Titi ganhou até camisetas personalizadas.
"Comemoramos o aniversário de 13 da nossa filhinha na Universal Studios e não poderia ter sido melhor! As crianças amaram e os adultos tbm kkkkk…Obrigado Universal, e até a proxima!!!", escreveu na legenda.
Titi celebra aniversário de 13 anos em Orlando
Instagram
Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank celebram aniversário de Titi em Orlando
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Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank celebram aniversário de Titi em Orlando
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/iixtmQzftaiMOLHIyg_800f9p_A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/t/3/Vib8IESiGPAwiBG6IqMA/bruno.png" medium="image"/>   <media:description>Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank celebram aniversário de Titi em Orlando</media:description>   <media:credit>Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 21 Jun 2026 21:40:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>David Beckham celebra dia dos pais com foto com Brooklyn em meio à briga familiar</title>  <atom:subtitle>David Beckham compartilha fotos dos quatro filhos juntos em meio à briga familiar</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/06/david-beckham-celebra-dia-dos-pais-com-foto-com-brooklyn-em-meio-a-briga-familiar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/06/david-beckham-celebra-dia-dos-pais-com-foto-com-brooklyn-em-meio-a-briga-familiar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/5B1Y32AG_M3N6KYI5za6Q00Nn1I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/7/d/IBAzyURJKGxkTBynaxGA/david.png" /><br /> ]]>    Neste domingo, 21, é celebrado o Dia dos Pais no Reino Unido e David Beckham foi um dos artistas que comemorou a data.
Em seu perfil do Instagram, o artista compartilhou fotos com seus quatro filhos: Brooklyn, 27, Romeo, 23, Cruz, 21, e Harper, 14.
David e Brooklyn Beckham
Instagram
"Ser pai é a minha função mais importante... Amo todos vocês e obrigado, mamãe, Victoria Beckham, por me dar a nossa linda família. Feliz Dia dos Pais a todos os pais ao redor do mundo", escreveu na legenda.
A publicação acontece em meio a briga familiar envolvendo Brooklyn, os pais e a esposa do primogênito, Nicola Peltz.
Brooklyn cortou relação com os pais e afirmou que eles tentaram prejudicar seu casamento, adotando atitudes narcisistas.
David Beckham e os quatro filhos: Romeo, Brooklyn, Cruz e Harper
Instagram
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/5B1Y32AG_M3N6KYI5za6Q00Nn1I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/7/d/IBAzyURJKGxkTBynaxGA/david.png" medium="image"/>   <media:description>David Beckham celebra dia dos pais</media:description>   <media:credit>Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 21 Jun 2026 18:32:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bangkok: três hotéis, uma cidade</title>  <atom:subtitle>O colunista Charles Piriou foi até a capital tailandesa e escolheu três endereços onde o caos se dissolve e a cidade respira</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/blog/2026/06/bangkok-tres-hoteis-uma-cidade.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/blog/2026/06/bangkok-tres-hoteis-uma-cidade.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/CSWpWBahgftoGM4BB2djWQuNG8o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/j/8/szjFAQR96mNdBB9QSsEw/o-colunista-charles-piriou-em-bangkok-foto-divulgacao.jpg" /><br /> ]]>    Bangkok não se entrega fácil, mesmo. A cidade exige. O trânsito pode parar por horas, o calor úmido pesa como uma segunda camisa, os templos se sucedem até que você perca a conta e os mercados noturnos transbordam em cheiros que não têm nome em nenhuma outra língua. 
Há uma energia aqui que cansa e seduz em igual medida, que faz o viajante questionar se está descobrindo a cidade ou sendo devorado por ela. E então você fecha a porta do quarto, o ruído some. O rio aparece pela janela, ou o skyline, ou o jardim com a piscina que ninguém vai usar antes das onze da manhã. E Bangkok, de repente, parece outra coisa. 
Três hotéis, três filosofias completamente distintas, uma única certeza: a maneira como você decide se hospedar aqui muda radicalmente a maneira como você vai viver nesta cidade.
Park Hyatt Bangkok
O Park Hyatt Bangkok
Divulgação
Há hotéis que ficam no centro turístico e outros localizados no centro real. O Park Hyatt Bangkok é o segundo tipo. Erguido sobre o Central Embassy, em Phloen Chit, o coração financeiro da capital tailandesa, o hotel não está onde os turistas chegam primeiro. Está onde Bangkok trabalha, negocia e vive sua vida diária de alta altitude. A conexão direta com a estação BTS Skytrain, a dois passos do lobby, resolve de um golpe o problema mais frustrante da cidade: o trânsito que pode transformar sete quilômetros em quarenta minutos ou em duas horas, sem aviso.
Charles Piriou no Park Hyatt Bangkok
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O design do hotel conversa com essa vocação urbana sem jamais abrir mão da elegância. Tons neutros, madeiras claras, mármore discreto, estátuas de Buda em posições inesperadas, pinturas que citam a tradição tailandesa sem nunca virar souvenir. Os quartos, com janelas do chão ao teto, entregam vistas sobre o skyline de Bangkok que rivalizam com os melhores endereços de Hong Kong e Tóquio. A piscina no nono andar parece estar suspensa sobre a cidade, e essa ilusão de levitação urbana é exatamente o que você busca depois de um dia que começou às seis da manhã no mercado de flores.
O Park Hyatt Bangkok
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No topo do edifício, do 34º ao 36º andar, o Penthouse Bar + Grill divide-se em seis espaços distintos. Salão principal, chef 's table, bar de coquetéis, mezanino, rooftop e o Depth of Blue Room, uma sala íntima de azul profundo que não aparece nos guias. As vistas são o tipo que fazem as pessoas pararem de falar. O serviço, em todo o hotel, é o tipo raro que antecipa sem performar: os funcionários sabem o que você precisa antes de você formular o pedido, e nunca fazem disso um show.
O Park Hyatt Bangkok tem algo de confidencial. Menos turístico, mais urbano, completamente adulto. Quem fica aqui não está visitando Bangkok, está habitando a cidade por dentro, sem que a cidade precise saber. parkhyatt.com
Capella Bangkok
O quarto do Capella Bangkok
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Em 2024, o Capella Bangkok foi eleito o melhor hotel do mundo pelo The World's 50 Best Hotels. Em 2025, voltou ao top 3 da mesma lista. Esses números importam não como credenciais de marketing, mas como dado jornalístico: há algo acontecendo aqui que vale a pena entender. O hotel tem apenas 101 acomodações. Num mercado em que a grandiosidade costuma ser confundida com excelência, essa contenção é uma declaração de princípios.
As suítes, entre 95 e mais de 200 metros quadrados, têm salas separadas, banheiros inundados de luz natural e varandas de onde o rio Chao Phraya é o único horizonte possível. As sete vilas no térreo possuem jardim privativo e piscina a centímetros da água do rio, com espreguiçadeiras onde as manhãs tendem a se prolongar além do planejado. 
O check-in acontece na biblioteca, com uma taça de espumante e, claro, sem pressa. Na Living Room, bebidas e petiscos estão disponíveis gratuitamente ao longo de todo o dia, numa generosidade que os hotéis de luxo raramente praticam e que aqui parece óbvia, como se não pudesse ser de outra forma.
O spa do Capella em Bangkok
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O spa Auriga Wellness opera em sete salas de tratamento, duas delas configuradas para casais, num jardim recolhido junto ao rio que parece pertencer a outro tempo. Os terapeutas trabalham com ingredientes tailandeses frescos, feijão mungo, gergelim negro, arroz riceberry, em rituais que não se apressam e são minuciosamenre pensados. Há uma piscina de vitalidade, sauna, banho a vapor e uma área de relaxamento que convida a não fazer absolutamente nada por períodos que você não conseguiria explicar para o seu chefe.
No Capella, Davide Garavaglia e Mauro Colagreco
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À mesa, o Côte by Mauro Colagreco carrega duas estrelas Michelin e a filosofia do chef argentino, o primeiro não francês a conquistar três estrelas na França, celebrada no Mirazur, em Menton, número um do mundo em 2019. Interiores luminosos, vista panorâmica para o Chao Phraya, e um menu carte blanche de nove pratos sem roteiro anunciado: você chega, senta, e a cozinha decide. 
O chef executivo Davide Garavaglia, italiano formado no próprio Mirazur, trabalha com ingredientes locais que chegam do mercado naquele mesmo dia. É uma das experiências gastronômicas mais completas de toda a Ásia.
Mas o que torna o Capella verdadeiramente diferente não é nenhuma dessas coisas. É o fato de que, na segunda vez que você passa pela recepção, alguém já sabe seu nome, sua bebida preferida e se você gostou mais do jardim ou da varanda. Num hotel de cem suítes, isso é possível. Num hotel de quinhentos quartos, não é. Essa é a aritmética do Capella: menos espaço, mais atenção. Você não é hóspede aqui, você é cuidado. E há uma diferença enorme entre as duas coisas. capellahotels.com
Four Seasons Bangkok at Chao Phraya River
O Four Seasons Bangkok
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A menos de dois minutos do Capella, vizinhos num mesmo complexo de 14 hectares às margens do Chao Phraya, o Four Seasons Bangkok é uma proposta completamente diferente. Com 299 quartos e suítes distribuídos por uma série de edifícios em cascata atravessados por pátios internos, jardins tropicais e espelhos d'água, o hotel abraça sem pudor o conceito de resort urbano. Não há nostalgia nem contenção aqui: o Four Seasons decidiu ser grande, vivo, hospitaleiro na acepção mais generosa da palavra, e executa essa decisão com uma precisão notável.
A recepção do Four Seasons Bangkok
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O rio está em toda parte. O café da manhã acontece à beira do Chao Phraya, com aquela vista de barcaças lentas e templos que emergem da névoa matinal, num buffet que os hóspedes repetem todos os dias sem se cansar. As piscinas, três ao total, incluem duas infinity pools temperadas e uma de 35 metros para nado, todas voltadas para a água, todas com aquela luz de fim de tarde que faz qualquer foto parecer editada. A academia é tão bem equipada que dá vontade de voltar várias vezes por dia, o que acontece mais do que se esperaria. O spa Urban Wellness Centre embaralha técnicas contemporâneas com rituais tailandeses de séculos, num espaço que não tem pressa.
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O Four Seasons Bangkok
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À mesa, o chef francês Guillaume Galliot, três estrelas Michelin conquistadas no Caprice do Four Seasons Hong Kong, comanda o Palmier: uma brasserie leve e elegante onde os clássicos franceses ganham precisão sem perder alma, com a varanda sobre o rio como cenário improvável para um terrine de foie gras. 
Mas o coração noturno do hotel tem outro nome. O BKK Social Club, inspirado na arquitetura Art Nouveau das grandes capitais da América Latina, foi eleito o melhor bar da Ásia pela lista Asia's 50 Best Bars por três anos consecutivos, de 2022 a 2024, e figura entre os doze melhores do mundo. A guacamole preparada na hora, em almofariz de mármore, ao som de música latina numa cidade tailandesa, é um espetáculo pequeno e perfeitamente desnecessário. É completamente irresistível.
BKK Social Club em Babgkok
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No Four Seasons Bangkok, você não observa a cidade de dentro de um quarto. Você faz parte dela. Essa sensação de pertencimento, num lugar tão intenso quanto Bangkok, é um luxo que não aparece no preço da diária. fourseasons.com/bangkok  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/CSWpWBahgftoGM4BB2djWQuNG8o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/j/8/szjFAQR96mNdBB9QSsEw/o-colunista-charles-piriou-em-bangkok-foto-divulgacao.jpg" medium="image"/>   <media:description>O colunista Charles Piriou em Bangkok</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 21 Jun 2026 11:00:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>'Eram chegados num saquê': Zico desmistifica ideia de 'disciplina' de jogadores japoneses e relembra bastidores de ida ao Japão nos anos 90</title>  <atom:subtitle>Novo documentário dirigido por João Wainer relembra a trajetória de Zico, 73, ídolo absoluto do Flamengo; o carioca disputou três Copas do Mundo pela seleção, reinventou o futebol japonês e rodou o mundo no papel de técnico</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/eram-chegados-num-saque-zico-desmistifica-ideia-de-disciplina-de-jogadores-japoneses-e-relembra-bastidores-de-ida-ao-japao-nos-anos-90.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/eram-chegados-num-saque-zico-desmistifica-ideia-de-disciplina-de-jogadores-japoneses-e-relembra-bastidores-de-ida-ao-japao-nos-anos-90.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/zLzXuhGxH5UTpfzzvCvZANs3YK8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/c/t/9jPv5qRHarFYkPrJ7Eew/header-zico2.jpg" /><br /> ]]>    Do subúrbio carioca a Kashima, no Japão, o documentário Zico, o Samurai de Quintino chegou aos cinemas no fim de abril com cenas inéditas e íntimas de Zico, 73, um dos maiores nomes da história do futebol e ídolo absoluto do Clube de Regatas do Flamengo, no qual atuou entre as décadas de 1970 e 1980 até partir para o futebol japonês. 
uteA seleção japonesa volta a jogar pela Copa do Mundo 2026 neste domingo (21) contra a Tunísia em Monterrey, no México, após empatar com a Holanda em Dallas, nos Estados Unidos. Zico conhece bem a trajetória dos japoneses muito antes dos jogadores japoneses ganharem destaque na competição mundial. E também faz questão de desmistificar alguns mitos em relação aos atletas do país, especialmente o da disciplina rígida. 
"Os japoneses eram bons de bola, mas sem caráter profissional. Disciplinados, trabalhadores, mas fumavam vários cigarros, bebiam muito, iam para a farra", relembra sobre a chegada como jogador e diretor técnico no Japão nos anos 90, quando recebeu a missão de elevar o esporte no país. 
Dirigido por João Wainer, o filme narra a jornada do Galinho da categoria de base ao status de lenda que ajudou a reinventar o futebol nipônico no início dos anos 1990, quando foi jogar no Sumitomo Metals SC, hoje Kashima Antlers. Aposentou-se dos gramados em 1994 para, dois anos depois, virar diretor técnico do time asiático, cargo que, após uma longa pausa, retomou em 2018. A experiência o levou a alcançar a liderança da Seleção Japonesa de Futebol entre 2002 e a Copa do Mundo FIFA de 2006. Leia a entrevista com Zico sobre a aventura no Japão com exclusividade à GQ Brasil na edição junho/julho, com Endrick na capa.
ROUPA SUJA
Em Kashima, levei a equipe japonesa para uma pré-temporada no Brasil a fim de dar um norte sobre o que era preciso fazer em termos de infraestrutura. Mostrei como funcionava o trabalho de um roupeiro, de um massagista. O departamento médico deles se baseava na acupuntura, bem amador. Todos precisavam lavar o próprio uniforme. Eu lavava o meu sem problema nenhum. Lá existe um respeito grande aos mais velhos, que mandavam os mais novos levarem suas roupas a lavanderias públicas. Só que os jovens nem conseguiam jantar. Os garotos ficavam com medo de reclamar com o treinador, mas falei que todos deveríamos lavar nossos uniformes. Os mais velhos ficaram pau da vida comigo, mas disse: “Pô, eu tenho todo o meu currículo e lavo. Por que vocês não podem?”.
FARRA JAPONESA
Os japoneses eram bons de bola, mas sem caráter profissional. Disciplinados, trabalhadores, mas fumavam vários cigarros, bebiam muito, iam para a farra. E eles bebem mesmo! Cerveja, uísque, saquê. Há restaurantes e bares onde cada um tem uma garrafa de uísque com o próprio nome e risca em um papelzinho o número de doses. Eles sugam que é uma beleza. Consegui fazê-los entender que cigarro e bebida não combinam com atleta profissional. Hoje, os esportistas mais jovens raramente fumam, mas ainda são chegados em um saquê.
ROTINA NIPÔNICA
No Japão, eu não morria de fome e nem me perdia: sabia ler nas placas as palavras “saída”, “Tóquio” e “Kashima”. Tudo lá é feito para preservar a vida do ser humano: o transporte, as construções, o dia a dia. Tudo para evitar qualquer situação que provoque um acidente. É uma das razões de os japoneses durarem muito.
PONTE AÉREA
Minha família já estava um pouquinho acostumada, mas foi ainda pior quando me mudei para o Japão, em 1991. Saía do Brasil na sexta, passava o fim de semana e voltava na segunda. São doze horas de diferença. Eu pousava no mesmo horário em que havia saído. Você fica biruta! Em Kashima, não havia escola internacional para matricular meus filhos. Consegui uma em Tóquio, em 1992. Eu viajava 110 quilômetros todos os dias de Kashima até a capital. Quando o treino era muito cansativo, arrumava um quarto e dormia na concentração. Meu filho mais velho reclama até hoje (Zico é pai de três rapazes), diz que preferia ter sido neto do que filho, com razão. Eu passava praticamente o ano todo fora de casa.
Zico: "Quis parar de jogar e avisei meu pai. Senti nele uma tristeza muito grande. Eu era o único dos filhos no Flamengo, seu time de coração"
Catarina Ribeiro/Divulgação
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Zico: "Não basta nascer com talento"
Catarina Ribeiro/Divulgação
Onde adquirir a GQ Brasil de junho/julho - Especial Copa!
Endrick é capa da GQ Brasil de junho
GQ Brasil
A edição de junho da GQ Brasil, com Endrick na capa, chega às bancas nesta sexta (12) e já está disponível no aplicativo Globo+ e na loja virtual, com entrega para a Grande São Paulo e para Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Porto Alegre e Campinas. Você também pode comprá-la pela internet aqui.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/zLzXuhGxH5UTpfzzvCvZANs3YK8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/c/t/9jPv5qRHarFYkPrJ7Eew/header-zico2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Zico: do subúrbio carioca a Kashima, no Japão, a lenda do futebol brasileiro prevê os rumos da Seleção neste ano</media:description>   <media:credit>Catarina Ribeiro/Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sat, 20 Jun 2026 19:13:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fora de campo, Neymar assiste jogo do Brasil na Copa do Mundo em casa: "Bora"</title>  <atom:subtitle>O craque compartilhou um clique apoiando a Seleção Brasileira de seu hotel em Nova Jersey</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/fora-de-campo-neymar-assiste-jogo-do-brasil-na-copa-do-mundo-em-casa-bora.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/fora-de-campo-neymar-assiste-jogo-do-brasil-na-copa-do-mundo-em-casa-bora.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/c1fdC38kh3-_-ECpN3nJxP7LqaA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/R/N/rgnmXzQK2m984RzNlV3g/neymar.jpg" /><br /> ]]>    Neymar Jr não está em campo no jogo do Brasil contra o Haiti na Copa do Mundo da FIFA 2026 nesta sexta-feira (19). O atacante não viajou para a Filadélfia, nos Estados Unidos, para acompanhar a Seleção Brasileira e apareceu apoiando o time à distâncias nas rede sociais.
Nos stories de seu Instagram, o jogador de futebol compartilhou um clique assistindo a partida do sofá do hotel The Ridge, em Nova Jersey, onde está hospedado durante sua estadia na América do Norte para o campeonato mundial. O craque compartilhou o clique de um telão transmitindo o jogo e deixou uma mensagem de apoio: "Bora Brasil."
Neymar Jr apoia o jogo do Brasil de casa
Reprodução/Instagram
Neymar está fora de campo durante o tratamento intensivo de uma lesão na panturrilha direita.  O processo inclui treinos em campo e exercícios na academia, sempre acompanhado de seus preparadores físicos Cristiano Nunes e Mino Fulco.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/c1fdC38kh3-_-ECpN3nJxP7LqaA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/R/N/rgnmXzQK2m984RzNlV3g/neymar.jpg" medium="image"/>   <media:description>Neymar Jr assiste jogo do Brasil na Copa do Mundo em casa</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sat, 20 Jun 2026 02:00:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Internações por problemas do coração aumentam em dias de jogo do Brasil na Copa, alertam especialistas da USP e Hcor</title>  <atom:subtitle>O que você precisa saber sobre esses números</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/06/internacoes-por-problemas-do-coracao-aumentam-em-dias-de-jogo-do-brasil-na-copa-alertam-especialistas-da-usp-e-hcor.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/06/internacoes-por-problemas-do-coracao-aumentam-em-dias-de-jogo-do-brasil-na-copa-alertam-especialistas-da-usp-e-hcor.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/oUmwXcYewy4-mgLa-Glb14WdDmA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/p/4/9o5MMKRkS8b1yha9DTHA/torica-jogo-brasil-gq.jpg" /><br /> ]]>    O risco de sofrer alguma complicação cardíaca é até 16% maior para quem acompanha um jogo do Brasil em Copa do Mundo, relatam cientistas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. O estudo, publicado em 2014, considerou o número de internações por problemas do coração nos hospitais do país nos Mundiais de 1998 a 2010. Ainda segundo a instituição, internações do tipo sobem 9% em média no período de Copa do Mundo. 
Ver a seleção de seu país perder ou vencer, naturalmente, faz a diferença. Em 2002, estudiosos ingleses da Universidade de Bristol se debruçaram sobre a campanha da Inglaterra na Copa do Mundo de 1998, incluindo a tétrica derrota nos pênaltis contra a Argentina nas oitavas-de-final, e cruzaram os resultados com informações colhidas de hospitais no país. 
A equipe não encontrou alterações no número de internações por infarto do miocárdio na ocasião dos jogos da seleção inglesa (que até então havia amargado apenas uma derrota por 1 a 0 contra a Romênia na fase de grupos). A exceção, no entanto, foi a partida de oitavas contra a Argentina: notou-se uma alta de casos na ordem de 25% entre a data da disputa e dois dias depois (um total de 270 internações neste período). Houve uma ligeira maioria masculina entre esses pacientes.
Outro estudo, realizado em 2000 nos Países Baixos e considerando dados de 22 de junho de 1996, notou uma relação similar. Esse era o dia em que o time dos Países Baixos foi eliminado do Campeonato Europeu nas quartas-de-final em jogo contra a França (decidido por pênaltis, inclusive). Também foi uma data em que pesquisadores observaram 14 fatalidades a mais por complicações cardíacas que um comparativo com a média dos cinco dias posteriores e anteriores, assim como o mesmo período dos anos 1995 e 1997.
Em 2025, uma equipe da Universidade de Bielefield, na Alemanha, coletou dados de smartwatches de 229 fãs do clube DSC Arminia Bielefeld, assistindo partidas em casa ou no campo. O resultado aponta que estar presente nas arquibancadas pode ser um evento mais estressante no comparativo: o batimento cardíaco médio de quem assistiu in loco foi de 94 batidas por minuto (bpm), contra 79 bpm dos torcedores assistindo pela TV.
Por que o risco cresce nos jogos?
"Há mesmo um aumento de eventos cardiovasculares durante as partidas de futebol do Brasil na Copa do Mundo", reforça à GQ Brasil Jorge Koroishi, cardiologista do Hcor. "Isso ocorre principalmente naquelas que geram maior estresse, como disputas com rivais tradicionais, decisões por pênaltis ou partidas com prorrogação."
"Em momentos de grande emoção, há uma liberação de substâncias como a adrenalina na corrente sanguínea, o que eleva o trabalho cardíaco. Isso causa taquicardia (aumento da frequência cardíaca) e vasoconstrição (aumento da pressão arterial). Em pessoas que já possuem doença coronariana, essas alterações súbitas podem levar a um episódio agudo, como o infarto", comenta o especialista.
Mas um jogo da seleção não acontece num vácuo. Parte das pesquisas científicas que abordam o tema levam em consideração fatores que mudam de dia a dia, especialmente o calor e a umidade do ar. Quando o dia está muito quente e muito seco, há maior risco de desidratação do organismo, que pode levar a eventos trombóticos relacionados ao infarto. Outro ponto digno de nota? O álcool. "O consumo excessivo de bebidas alcoólicas também pode contribuir diretamente para o surgimento de arritmias cardíacas", alerta Koroishi.
O que prestar atenção na hora do jogo?
“O principal sinal de alerta é quando a pessoa está vivenciando um processo emocional muito grande durante uma partida de futebol e ela começa a ter palpitação no coração, sente que o coração está batendo mais forte do que habitualmente", diz ao Jornal da USP Janieire Nunes, professora do Departamento de Cardiopneumologia da Faculdade de Medicina da USP. 
"Outro alerta é se ela começa a sentir uma pressão aumentada na cabeça, como uma dor na nuca, é um aumento da pressão arterial ocasionado pela descarga adrenérgica. É importante atentar também à dor e pressão no peito ou nas costas não habituais, sintomas gastrointestinais, mal-estar, náusea ou angústia durante o processo de euforia do futebol”, conclui.
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Principais fatores responsáveis pelo infarto no Brasil
Quando o assunto é a saúde do coração ao longo da vida, é importante controlar fatores que, juntos, respondem por 90% dos casos de infarto no país: pressão arterial elevada, colesterol alto, obesidade abdominal, estresse, depressão, sedentarismo, tabagismo, diabetes e alimentação não saudável.
“Se conseguíssemos normalizar e controlar os níveis de colesterol, poderíamos reduzir em 57% a ocorrência de infartos. Se a circunferência abdominal masculina estivesse abaixo de 90 cm, aproximadamente metade dos casos poderia ser evitada”, disse à GQ Brasil o cardiologista Álvaro Avezum, diretor do centro internacional de pesquisa e head de cardiologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/oUmwXcYewy4-mgLa-Glb14WdDmA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/p/4/9o5MMKRkS8b1yha9DTHA/torica-jogo-brasil-gq.jpg" medium="image"/>   <media:description>Torcedores se reúnem em Nova York para o jogo entre Brasil e Marrocos na fase de grupo da Copa do Mundo 2026</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 12:58:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa do Mundo: Conheça os perfumes usados por Messi, Mbappé, Cristiano Ronaldo, Neymar e mais</title>  <atom:subtitle>Entre craques brasileiros e internacionais, conheça as fragrâncias usadas pelos jogadores de futebol</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/shopping/noticia/2026/06/os-perfumes-usados-pelos-grandes-nomes-da-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/shopping/noticia/2026/06/os-perfumes-usados-pelos-grandes-nomes-da-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/aJ2EYyarVB_SIKBBUEvfHzlh2Nw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Q/C/Adk6AsSt6EKAW6pbBO2w/perfumes-craques.jpg" /><br /> ]]>    Dentro do campo, os jogadores de futebol suam a camisa para conquistar a vitória de seu time. Fora de atividade, eles investem em perfumes deliciosos que viraram marca registrada em sua rotina de beleza. Entre eles, estão frascos luxuosos que combinam com a personalidade de cada um.
A GQ Brasil investigou as fragrâncias favoritas de cada craque da Copa do Mundo da FIFA 2026 e descreve as fragrâncias para você encontrar uma que lhe agrade. Confira:
Vini Jr usa o perfume BOSS Bottled Beyond
Getty Images; Divulgação
Vini Jr - BOSS Bottled Beyond
Em entrevista à GQ Espanha em fevereiro, Vini Jr compartilhou os dez itens essenciais de sua rotina e revelou que seu perfume favorito é o Boss Bottle Beyond, da Hugo Boss, marca da qual ele é embaixador. A fragrância tem Gengibre como nota de topo, Couro como nota de coração, e notas amadeiradas de fundo. Ele está disponível na Amazon por R$ 522,36.
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Kylian Mbappé usa o perfume Dior Sauvage
Reprodução/Instagram; Divulgação
Kylian Mbappé - Dior Sauvage
Kylian Mbappé é embaixador da Dior desde dezembro de 2021. O atacante da Seleção Francesa é rosto da fragrância Dior Sauvage, descrita como fresca, com Bergamota da Calábria e Pimenta como notas de topo; Pimenta de Szechuan, Lavanda, Pimenta Rosa, Vetiver, Patchouli, Gerânio e Elemi como notas de coração; e Ambroxan e Cedro como notas de fundo. Na Amazon, o perfume está disponível por R$ 825.
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Lamine Yamal usa o perfume Stronger With You
Reprodução/Instagram; Divulgação
Lamine Yamal - Stronger With You
Recentemente, o jovem Lamine Yamal apareceu aplicando um perfume em um vídeo se arrumando na internet. Os especialistas identificaram o frasco como o Stronger With You, da Giorgio Armani. A fragrância tem Castanha e Açúcar como notas de topo; Sálvia e Lavanda como notas de coração; e Baunilha e Fumaça como notas de fundo. Ele está disponível na Amazon por R$ 489,22.
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Neymar Jr usa o perfume Spicebomb Extreme
Reprodução/Instagram; Divulgação
Neymar - Spicebomb Extreme
Neymar Jr tem várias fragrâncias em sua rotina de beleza, mas destacou a Spicebomb Extreme, da Viktor &amp; Rolf, como uma de suas favoritas em uma live da King's League. O perfume é quente e sensual, com  Baunilha, Tabaco, Canela, Cominho, Whisky Bourbon e Açafrão. Na Amazon, ele está disponível por R$ 551,02.
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Lionel Messi usa o perfume Chanel Allure Homme Sport
Reprodução/Instagram; Divulgação
Lionel Messi - Chanel Allure Homme Sport
A Biografia de Lionel Messi, livro publicado por Leonardo Faccio em 2019, revelou o craque da Argentina como muito cheiroso e conectado ao mundo da perfumaria, com destaque para o Chanel Allure Homme Sport como seu perfume favorito. A fragrância esportiva tem Laranja, Notas Oceânicas, Aldeídos e Mandarina Sanguínea como notas de topo; Pimenta, Néroli e Cedro como notas de coração; e Baunilha, Fava Tonka, Almíscar Branco, Âmbar, Vetiver e Resina de Elemi como notas de fundo.
Cristiano Ronaldo usa a perfume Erba Pura
Reprodução/Instagram; Divulgação
Cristiano Ronaldo - Erba Pura
Alguns perfumistas apontam o Erba Pura, da Xerjoff, como fragrância assinatura de Cristiano Ronaldo, apesar do craque português nunca ter confirmado a afirmação publicamente. A fragrância é descrita como luxuosa, inclusive em seu frasco, e cítrica, com Laranja Siciliana, Bergamota de Calábria e Limão Siciliano como notas de topo; Frutas como nota de coração; e Almíscar Branco, Baunilha de Madagascar e Âmbar como notas de fundo. Na Amazon, está disponível por R$ 2.949.
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Raphinha usa o perfume Bleu de Chanel
Reprodução/Instagram; Divulgação
Raphinha - Bleu de Chanel
Em conversa com a jornalista Isabella Pagliari, Raphinha abriu sua necessaire e mostrou seus itens de beleza essenciais, tal como seu perfume favorito, o Bleu de Chanel. A fragrância é descrita como elegante e conta com Toranja, Limão, Hortelã, Bergamota, Pimenta Rosa, Aldeídos e Coentro como notas de topo; Gengibre, Noz-moscada, Jasmim e Melão como notas de coração; e Incenso, Âmbar, Cedro, Sândalo, Madeira de Âmbar, Patchouli e Ládano como notas de fundo. Na Amazon, está disponível por R$ 1.216,95.
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Endrick usa o perfume Natura Homem Nós
Reprodução/Instagram; Divulgação
Endrick - Natura Homem Nós
Jovem talento da Seleção Brasileira, Endrick tem preferência por perfumes nacionais. Embaixador da Natura, o craque elegeu o Natura Homem Nós como o seu favorito da marca. Descrita como amadeirada e quente, a fragrância tem notas de Pimenta Preta, Notas Amadeiradas, Cumarina, Cardamomo, Âmbar e Íris.
Harry Kane usa o perfume BOSS Bottled
Reprodução/Instagram
Harry Kane - BOSS Bottled  
Em entrevista à Hunger Magazine, Harry Kane revelou seus segredos de beleza e elegeu o Boss Bottled Perfum for Men, da Hugo Boss, como seu favorito. O craque da Seleção Inglesa é embaixador da marca e escolheu a fragrância como a melhor entre as outras da marca. Ela conta com Olíbano e Tangerina como notas de topo, Íris e Gigueira como notas de coração, e Couro e Cedro como notas de fundo. Na Amazon, ela está disponível por R$ 449.
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Léo Pereira usa o perfume Royal Amber
Reprodução/Instagram; Divulgação
Léo Pereira - Royal Amber
Léo Pereira, zagueiro da Seleção Brasileira, foi desmascarado por sua namorada, Karoline Lima, nas redes sociais. A influenciadora digital revelou o árabe Royal Amber, da Orientica, como o favorito do jogador. A fragrância de frasco luxuoso é doce e conta com Bergamota e Notas Verdes de topo; Notas Doces, Melão, Abacaxi e Âmbar de coração; e Almíscar, Baunilha e Notas Amadeiradas de fundo. Ele está disponível na Amazon por R$ 521.
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Pedri usa o perfume Prada Luna Rossa Ocean
Reprodução/Instagram; Divulgação
Pedri - Prada Luna Rossa Ocean
Em entrevista à GQ Espanha, Pedri, da Seleção Espanhola, revelou o Prada Luna Rossa Ocean como seu perfume favorito. A fragrância é descrita como fresca, limpa e sofisticada pelo jogador e conta com Bergamota, Pimenta Rosa e Artemísia como notas de topo; Lavanda, Íris, Sálvia, Camurça e Açafrão como notas de coração; Almíscar, Caramelo, Vetiver do Haiti e Patchouli como notas de fundo. Ele está disponível por R$ 700 na Amazon.
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*Todos os produtos apresentados na GQ Brasil são selecionados de forma independente por nossos editores. No entanto, quando você compra algo por meio de nossos links, podemos ser remunerados via comissão. Os preços foram verificados na publicação deste conteúdo. Preços e disponibilidade estão sujeitos à variação.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/aJ2EYyarVB_SIKBBUEvfHzlh2Nw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Q/C/Adk6AsSt6EKAW6pbBO2w/perfumes-craques.jpg" medium="image"/>   <media:description>Conheça os perfumes que craques como Lionel Messi, Vini Jr e Cristiano Ronaldo usam</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram; Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 12:55:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Estilista brasileira cobra explicações após ver saia semelhante à sua sendo usada por Shakira na abertura da Copa</title>  <atom:subtitle>Caso da estilista Jheni Ferreira, criadora da SSJHENI, levanta debate sobre contratos, autoria e proteção de pequenos criadores na moda</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/noticia/2026/06/estilista-brasileira-cobra-explicacoes-apos-ver-saia-semelhante-a-sua-sendo-usada-por-shakira-na-abertura-da-copa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/noticia/2026/06/estilista-brasileira-cobra-explicacoes-apos-ver-saia-semelhante-a-sua-sendo-usada-por-shakira-na-abertura-da-copa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/Dv4sYoOCp3oCCoelLK7fHcoemGI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/a/b/cmk0G2RBWSRz9EB8YJgA/e36b8ab2-0132-4588-8d22-512c82eca650.png" /><br /> ]]>    No dia da abertura da Copa, Jheni Ferreira recebeu uma ligação da mãe. Do outro lado da linha, veio a pergunta: a saia que Shakira estava usando era dela? A estilista brasileira, que havia vestido a cantora semanas antes em uma ação promocional ligada à música “Dai Dai”, com o compositor nigeriano Burna Boy, foi procurar as imagens. A peça, assinada pela Off-White, não era a mesma que havia saído de seu acervo, mas, para ela, havia algo familiar demais ali. “É óbvio que as cores não são as mesmas, tem um toque que só eu sei dar, mas o meu conceito estava ali”, define.
A criadora da SSJHENI, marca que produz peças feitas a partir de retalhos, camisetas e materiais reaproveitados, diz não querer transformar o caso em uma acusação formal de plágio. O que ela afirma buscar é uma explicação para o caminho percorrido por uma peça sua depois de ser comprada pela equipe da cantora. Segundo a estilista, a saia havia sido vendida sob a justificativa de que Shakira gostaria de manter o item para acervo, exposição ou possível uso relacionado à Copa. 
Semanas depois, Jheni diz ter descoberto que o envio foi feito para um endereço ligado ao escritório criativo da Off-White. “Por que alguém compra uma saia dizendo que seria para um acervo da artista e manda para uma marca?”, questiona.
A GQ Brasil procurou a Off-White, o estilista da Shakira Nicolas Bru, além da estilista a Off-White Gabrielle Larcher, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.
A peça que chegou às 6h
A relação de Jheni com a equipe de Shakira começou de forma positiva. Segundo a estilista, uma produtora no Brasil indicou seu trabalho ao stylist Nicolas Bru, que teria recebido acesso a um portfólio privado com cerca de 300 páginas de criações da marca. A partir dali, algumas peças foram selecionadas para a cantora.
A logística foi feita às pressas. Jheni conta que a saia saiu de seu acervo em São Paulo e chegou ao Rio de Janeiro em menos de 24 horas, por volta das 6h da manhã. Às 9h, segundo ela, a peça já seria usada por Shakira.Naquele momento, a estilista diz que não sabia exatamente qual seria o destino da produção. Só depois descobriu que se tratava de uma ação promocional de “Dai Dai”, música de Shakira com Burna Boy ligada à Copa. “Foi uma sensação de êxtase, de ter vencido na vida. Um trabalho formiguinha que deu certo”.
A repercussão veio rápido. Jheni conta que viu a roupa circular em jornais e páginas internacionais, especialmente por causa da dimensão global da artista e do evento esportivo. “Para uma marca independente, feita de maneira artesanal e sem grande estrutura, aquele parecia ser um momento de virada”, pontua.
A venda da saia
Duas semanas depois, segundo Jheni, Nicolas voltou a procurá-la por e-mail. Na mensagem, ele dizia que a ação promocional havia ganhado muita repercussão, que Shakira tinha gostado do camisa-saia e que gostaria de ficar com a produção completa para guardar em exposição ou para algo relacionado à Copa. Jheni aceitou vender a peça, mas faz uma distinção que considera central: o valor acordado, segundo ela, dizia respeito à saia física, não à cessão do conceito criativo. “Não estou vendendo um conceito, porque aí é outro valor”, afirma.
A estilista diz que enviou a saia para a Itália. Na época, estranhou o destino, mas não viu motivo para desconfiar. Para ela, fazia sentido imaginar que Shakira pudesse estar viajando, em turnê ou em alguma agenda internacional em que o look seria novamente usado ou armazenado. O incômodo surgiu apenas depois, quando viu a cantora usando uma saia assinada pela Off-White na abertura da Copa. Ao conferir o rastreio do envio, Jheni afirma ter identificado a relação entre o endereço de destino e o escritório criativo da marca. 
Ela também diz que uma profissional ligada à Off-White havia começado a segui-la nas redes sociais semanas antes, período em que publicava sua coleção relacionada à Copa. “Esperava um esclarecimento. Algo como: ‘Jheni, isso foi feito antes, está aqui a data do croqui’. Mas eu não tive resposta nenhuma”.                      
O impacto na saúde
Jheni afirma que tentou contato com os envolvidos depois de perceber a coincidência, mas não recebeu resposta formal. A repercussão nas redes, segundo ela, trouxe apoio, mas também ataques. Grávida, no oitavo mês, a estilista diz que o episódio afetou sua saúde emocional e sua relação com o próprio trabalho. Ela conta ter sentido crise de pânico, abalo na autoestima e insegurança em negociações futuras com stylists e marcas.
“Vivo disso. Tenho que conversar com stylist, negociar com stylist todos os dias, e isso me deixa muito com o pé atrás”, afirma. “Cada vez mais eu quero me afastar, sumir, para não correr o risco de sentir isso de novo”. Para Jheni, a discussão que surgiu a partir do caso ultrapassa a comparação entre duas peças. Ela diz enxergar no episódio uma chance de discutir a vulnerabilidade de criadores independentes em negociações com grandes artistas, marcas globais e equipes internacionais.
O que diz o direito da moda
Para Beatriz Fernandes Genaro, presidente da Comissão de Direito da Moda da OAB-SP, o caso deve ser observado com cautela. Segundo ela, não é possível concluir se houve reprodução de design apenas pela comparação visual entre as peças. A advogada afirma que uma análise desse tipo exigiria estudo técnico, avaliação de mercado e, idealmente, perícia. Isso porque o upcycling feito com camisetas de futebol envolve elementos que já existem, como marcas, brasões, estampas e modelagens. “É preciso entender o que existe de particular naquela criação”, explica.
Beatriz afirma que a proteção jurídica não recai necessariamente sobre a ideia de transformar camisetas em saia. O que pode ser analisado é a forma concreta como essa criação foi executada: recorte, construção, técnica, composição, acabamento e identidade autoral.
Por isso, a advogada diz que o caminho mais forte, em um caso como esse, talvez não seja discutir apenas se houve ou não cópia de design. Para ela, os elementos mais relevantes estão no conjunto da negociação: o acesso ao portfólio, a compra da peça, o envio para outro endereço e o surgimento posterior de uma criação com semelhanças. “Neste caso, embasaria a ação pela má-fé, na deslealdade, no fato de pedirem a peça, dizerem que era para uma finalidade e depois ela aparecer nesse contexto”, afirma.
A especialista menciona a possibilidade de discutir aproveitamento parasitário, conceito usado quando uma parte se beneficia do trabalho da outra mesmo sem haver concorrência direta entre elas. “Concorrência desleal é quando falamos de empresas que concorrem entre si. Quando não são concorrentes diretas, mas uma se aproveita da outra para crescer ou elevar a própria marca, podemos falar em aproveitamento parasitário”.
Um dos pontos centrais do caso, para a advogada, é a diferença entre vender uma peça e autorizar sua reprodução, adaptação ou exploração criativa. Na moda, a compra do objeto físico não significa automaticamente a cessão de direitos sobre a criação. A advogada explica que, quando se fala em obra, há uma distinção entre direitos patrimoniais e direitos morais. Os patrimoniais dizem respeito à exploração econômica. Os morais dizem respeito ao reconhecimento da autoria. “Posso comprar um Picasso e escrever meu nome embaixo? Não. O Picasso vai ser sempre um Picasso”, compara.
No caso de criadores independentes, o problema costuma estar na falta de formalização. Contratos de aluguel, empréstimo ou venda devem deixar claro quem pode usar a peça, por quanto tempo, com qual finalidade, se ela pode circular entre terceiros, se pode ser enviada a outras marcas e se há ou não autorização para reprodução, releitura ou adaptação. “Meus clientes fazem contrato de absolutamente tudo. É chato? É. Demora um pouco mais? Demora. Mas, se a gente precisar de uma notificação ou de uma ação judicial, está ali”, resume..
Como criadores podem se proteger
Para Beatriz, o caso serve como alerta para pequenos criadores que negociam com stylists, artistas e marcas de grande porte. A orientação é documentar cada etapa: e-mails, faturas comerciais, comprovantes de envio, croquis, fotos, prints, datas de publicação, registros de negociação e versões de portfólios enviados.
A advogada também recomenda que marcas independentes tenham CNPJ, registrem a marca quando possível e busquem formas de comprovar o histórico das criações. Em alguns casos, ferramentas como blockchain podem funcionar como registro rápido de data e autoria, especialmente quando o tempo da moda é incompatível com processos longos. “Tudo na moda é muito rápido. Às vezes, uma patente demora anos, e aquele hype já entrou e saiu de moda várias vezes”, diz.
A especialista também afirma que nem sempre a ação judicial deve ser o primeiro passo. Em casos internacionais, um processo pode ser caro, demorado e complexo. Antes disso, pode fazer sentido tentar uma notificação extrajudicial ou pedido de esclarecimento. Esse acordo, segundo Beatriz, poderia envolver crédito público, compensação financeira, reconhecimento da criação, devolução da peça ou compromisso de não repetição. “Num primeiro momento, faria uma notificação extrajudicial e tentaria um acordo”, pondera.
Exposição nas redes também exige cautela
A repercussão pública pode pressionar marcas e equipes a responderem, mas também traz riscos para quem denuncia. Beatriz afirma que os criadores devem ter cuidado ao expor nomes, documentos e mensagens sem orientação jurídica, especialmente quando ainda não há conclusão formal sobre o caso.
Segundo ela, a outra parte poderia tentar alegar exposição indevida, falta de prova ou dano à imagem. No caso de Jheni, a advogada avalia que a estilista tomou algumas cautelas ao ocultar dados pessoais nos prints publicados. Ainda assim, diz que a estratégia precisa ser pensada para não prejudicar a própria criadora. “A gente teria que olhar esse processo não só como uma cópia de design, mas como um processo global de criação e de possível má-fé relacionada”, afirma.
Sem resposta pública dos envolvidos, o caso segue sem conclusão. Para Jheni, a pergunta principal permanece: por que uma peça vendida sob a justificativa de integrar o acervo de Shakira teria sido enviada ao escritório criativo de outra marca? A resposta pode ou não vir dos envolvidos, mas, para criadores independentes, o episódio deixa uma lição prática: talento e visibilidade não bastam quando a negociação com grandes nomes acontece sem contrato detalhado, documentação robusta e clareza sobre os limites de uso de uma criação. “Quando a gente vem de um lugar com menos oportunidade, o que a gente quer é impulsionar nosso trabalho, mas não aconteceu”.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/Dv4sYoOCp3oCCoelLK7fHcoemGI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/a/b/cmk0G2RBWSRz9EB8YJgA/e36b8ab2-0132-4588-8d22-512c82eca650.png" medium="image"/>   <media:description>À esquerda, Shakira na abertura da Copa do Mundo, com uma peça assinada pela Off-White</media:description>   <media:credit>Reprodução</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 12:47:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Psicanalista analisa valorização dos livros entre ricos: "Menos obrigação cultural e mais experiência desejável"</title>  <atom:subtitle>Movimento tem encontrado expressão no público afluente, mas não se restringe apenas a ele</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/artes-e-cultura/blog/2026/06/psicanalista-analisa-valorizacao-dos-livros-entre-ricos-menos-obrigacao-cultural-e-mais-experiencia-desejavel.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/artes-e-cultura/blog/2026/06/psicanalista-analisa-valorizacao-dos-livros-entre-ricos-menos-obrigacao-cultural-e-mais-experiencia-desejavel.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/nfLWvbLda_HSzbpqGgc3gU2pduc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/8/C/92a6tjQaS0yjegA9aqRw/miu-miu-clube-literatura-gq.jpg" /><br /> ]]>    O livro virou símbolo de status. Entre o público de alto poder aquisitivo, ler tornou-se signo de distinção: uma marca de luxo monta seu clube literário, surgem viagens e retiros organizados em torno do tempo de leitura, alguns cujos pacotes custam 7 mil reais. Este ano, o diretor criativo Jonathan Anderson, da grife francesa Dior, atualizou as Book Totes (linha lançada em 2018) brincando com o nome do acessório: além do formato das bolsas, que remete ao livro, novas edições são decorada com capas de clássicos da literatura, como A Sangue Frio de Truman Capote, e Dracula, de Bram Stoker. O jornal New York Times já perguntou se é possível fingir ser rico, e agora a pergunta ganhou um capítulo novo, o de parecer culto. 
Reduzir a volta dos livros à pose, porém, seria perder uma parte importante da história. Há interesse genuíno nesse movimento, e ele não vem apenas de quem tem dinheiro. Comunidades como o BookTok reacenderam o gosto pela leitura entre os mais jovens, novos leitores aparecem todos os dias e o assunto cresce muito além das grifes. As duas coisas coexistem, e talvez seja justamente essa convivência que torne o fenômeno interessante.
Pierre Bourdieu, sociólogo francês, chamou de capital cultural o conjunto de referências, conhecimentos e gostos que funciona como uma forma de distinção social. Não é apenas o dinheiro que marca posição; a cultura também pode cumprir esse papel. 
Quando a Miu Miu reúne escritoras e filósofas para discutir desejo e consentimento em seu Literary Club, dirigido por Miuccia Prada, a marca se associa a um imaginário intelectual e incorpora algo do prestígio historicamente atribuído à literatura. Há distinção nisso, sem dúvida, mas ela não basta para explicar por que a leitura voltou a ocupar esse lugar nem por que isso acontece justamente agora.
A resposta talvez esteja no ambiente em que vivemos. Nunca fomos expostos a tantas imagens, mensagens, vídeos e estímulos simultaneamente. A promessa era de mais acesso, mais entretenimento e mais conexão, mas a experiência cotidiana muitas vezes é a de um cansaço difuso, como se estivéssemos permanentemente atravessados por demandas de atenção. Nesse contexto, experiências que exigem tempo, concentração e alguma continuidade começam a adquirir valor justamente porque se tornaram raras.
Não por acaso, muitos dos jovens que cresceram dentro das redes sociais são também os que impulsionam comunidades de leitura online. Há algo curioso nesse movimento: a mesma tecnologia que fragmenta a atenção ajuda a formar leitores. O ponto talvez seja que a leitura oferece aquilo que a lógica da rolagem infinita dificilmente consegue sustentar.
Durante algumas horas, a atenção permanece voltada para uma única história, uma única ideia ou uma única voz. Em uma cultura organizada pela interrupção constante, isso se torna quase uma experiência de exceção.
Leitura como ideia de viagem
Tomi Saputra / Unsplash
O psicanalista Jacques Lacan dizia que o desejo é atravessado pelo desejo do outro, que queremos ser reconhecidos e ocupar um lugar no olhar alheio. Evidentemente existe algo disso na valorização contemporânea dos livros, e as marcas entendem muito bem esse mecanismo. O problema é que essa explicação, embora verdadeira, parece insuficiente. Se fosse apenas uma questão de prestígio, bastaria exibir livros. O que se vê, porém, é muita gente efetivamente lendo.
Talvez o excesso de estímulos tenha produzido o efeito contrário ao esperado. Em vez de mais satisfação, ele parece ter intensificado a sensação de dispersão. A leitura reaparece então menos como obrigação cultural e mais como uma experiência desejável, não porque seja moralmente superior a outras formas de entretenimento, mas porque oferece algo que frequentemente não se obtém com elas: a possibilidade de permanecer.
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O retiro de leitura a 7 mil reais é caro, mas chama atenção porque promete algo que realmente se tornou escasso: concentração. O preço pode funcionar como marcador de status, mas não explica a adolescente que descobre uma escritora pelo celular e passa a madrugada lendo, nem os clubes de leitura que surgem em escolas, bibliotecas ou grupos de amigos. Embora partam de lugares muito diferentes, esses movimentos parecem responder ao mesmo incômodo: a dificuldade crescente de sustentar atenção, silêncio e tempo próprio em uma cultura que valoriza exatamente o contrário.
A leitura tem algo em comum com a análise. Ambas exigem disposição para interromper a pressa e permanecer um pouco mais diante de algo sem buscar uma resposta imediata. Talvez seja isso que explique o retorno dos livros. Nem tudo se resume à vontade de parecer culto, embora ela exista. Há também um desejo menos vistoso e talvez mais importante: o de encontrar um espaço em que a urgência não determine o ritmo de cada experiência.
Ler não resolve os problemas do mundo nem transforma automaticamente alguém em uma pessoa melhor. Ainda assim, cede algo raro hoje em dia: tempo suficiente para acompanhar um pensamento até o fim.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/nfLWvbLda_HSzbpqGgc3gU2pduc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/8/C/92a6tjQaS0yjegA9aqRw/miu-miu-clube-literatura-gq.jpg" medium="image"/>   <media:description>O clube literário da Miu Miu</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:00:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Zico clama por torcida e dá conselho para seleção de Ancelotti: "Não basta ser o melhor"</title>  <atom:subtitle>Novo documentário dirigido por João Wainer relembra a trajetória de Zico, 73, ídolo absoluto do Flamengo; o carioca disputou três Copas do Mundo pela seleção, reinventou o futebol japonês e rodou o mundo no papel de técnico</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/zico-clama-por-torcida-e-da-conselho-para-selecao-de-ancelotti-nao-basta-ser-o-melhor.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/zico-clama-por-torcida-e-da-conselho-para-selecao-de-ancelotti-nao-basta-ser-o-melhor.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/zLzXuhGxH5UTpfzzvCvZANs3YK8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/c/t/9jPv5qRHarFYkPrJ7Eew/header-zico2.jpg" /><br /> ]]>    Do subúrbio carioca a Kashima, no Japão, o documentário Zico, o Samurai de Quintino chegou aos cinemas no fim de abril com cenas inéditas e íntimas de Zico, 73, um dos maiores nomes da história do futebol e ídolo absoluto do Clube de Regatas do Flamengo, no qual atuou entre as décadas de 1970 e 1980. 
Dirigido por João Wainer, o filme narra a jornada do Galinho da categoria de base ao status de lenda que ajudou a reinventar o futebol nipônico no início dos anos 1990, quando foi jogar no Sumitomo Metals SC, hoje Kashima Antlers. Aposentou-se dos gramados em 1994 para, dois anos depois, virar diretor técnico do time asiático, cargo que, após uma longa pausa, retomou em 2018. A experiência o levou a alcançar a liderança da Seleção Japonesa de Futebol entre 2002 e a Copa do Mundo FIFA de 2006. 
Ao longo da carreira, o craque treinou clubes da Grécia, Rússia, Turquia, Índia, Uzbequistão... Foram cerca de três anos de produção para retratar Zico nas telonas. Vindo de uma família com quatro irmãos também boleiros, ele herdou a disciplina do pai meticuloso, que nunca o viu ao vivo em campo e fala com exclusividade à GQ Brasil na edição junho/julho, com Endrick na capa, sobre as expectativas rumo ao Hexa.
HERANÇA PATERNA
Eu adquiri o perfeccionismo do meu pai. Ele era um alfaiate muito meticuloso e cuidadoso. Não gostava se o cliente devolvesse o terno porque não estava legal. Um assistente português dele sempre dizia: “Mas, seu Antunes, o terno já está bom. Vamos liberar”. Meu pai precisava de dez provas. Eu observava a maneira como ele fazia os cortes, marcava as medidas com giz. Percebi que procurei a mesma perfeição nos exercícios e levei seus fundamentos para o meu futebol.
DIPLOMA
Meu pai nunca me viu jogar ao vivo. Para ele, ter um canudo era a única coisa que ninguém poderia tirar de você; o estudo representava a alimentação da vida. Eu e meus irmãos só podíamos jogar se nos formássemos (quatro irmãos do atleta também atuaram no futebol profissional). Cumprimos com a nossa palavra (Zico se formou em educação física) e demos essa alegria a ele. Só que ele nunca foi me ver jogar porque ficava muito nervoso. Umas duas vezes, foi ver meu irmão Edu (Antunes Coimbra, ídolo do América) e a torcida pedia para quebrar a perna dele, porque era muito ensaboado. Meu pai partiu para cima dos caras e nunca mais foi assistir a jogo de filho nenhum.
ROUBEI TUA FÃ
Quando o argentino Narciso Doval chegou ao Flamengo, eu ainda estava no juvenil, lá pelos anos 70. Ele era da moda, um cara muito alegre, boa-pinta. As meninas viraram fãs. A Sandra (Carvalho de Sá, esposa de Zico) tinha até fotos. Ele, que jogava como ponta-direita, saiu do clube. Quando retornou, assumiu como meia e viu uma queda na performance. Em 1974, o Zagallo deixou o Flamengo e entrou o Joubert Meira, então técnico do juvenil, que disse que a briga para virar titular era entre mim e o Doval. Eu brincava com ele: tomei sua camisa 10 e uma das suas fãs (risos). Quando me casei com a Sandra (em 1975), viajamos para Buenos Aires e Bariloche, na Argentina. Ele criou nosso roteiro e se tornou um grande amigo, mesmo depois de ir para o Fluminense.
REGIME MILITAR
Meu primo sofreu uma perseguição sem sentido. A irmã dele namorava um cara de grêmio de faculdade. Chamavam-no de subversivo. Um dia, minha tia passou mal e meu irmão Nando (primeiro jogador de futebol a ser anistiado no Brasil) a trouxe para casa. De repente, apareceu a polícia e levou todo mundo em cana achando que se tratava de um encontro para tramar algo. Os meus primos acabaram presos. Meu irmão Edu não foi convocado para a Copa de 1970 porque a comissão técnica era da Escola de Educação Física do Exército. Eu não joguei nas Olimpíadas de 1972 por causa disso. O técnico da seleção olímpica até convenceu meu pai a não assinar meu contrato como profissional (à época, só amadores disputavam as Olimpíadas), mas quem mandava mesmo eram uns caras do Exército.
Zico: "Quis parar de jogar e avisei meu pai. Senti nele uma tristeza muito grande. Eu era o único dos filhos no Flamengo, seu time de coração"
Catarina Ribeiro/Divulgação
QUASE FORA DO CAMPO
Depois de ser cortado, quis parar de jogar e avisei meu pai. Senti nele uma tristeza muito grande. Eu era o único dos filhos no Flamengo, seu time do coração. Sete jogadores de ataque do Pré-Olímpico foram cortados. Talvez o Exército nem tenha feito isso só pela história com a minha família, mas porque mandava em tudo e queria ele mesmo escolher. Meu pai acatou minha decisão, mas meus irmãos me disseram: “Esses caras vão passar, o Flamengo vai ficar”. Falei com o clube e eles me aceitaram de volta aos treinamentos. Eu teria cometido um grande erro, mas com isso perdi um ano de contrato.
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FUNERAL PARA UM AMIGO
O Geraldo (conhecido como Assoviador) veio para o Flamengo nos anos 70. Nós jogamos o Campeonato Juvenil e viramos campeões juntos. Pô, era uma amizade grande: eu ia na casa dele, ele vinha na minha. Em 1973 nos tornamos campeões no profissional. Tínhamos começado a jogar naquela fase de solteirice, de badalações. Ele me apresentou as músicas do Billy Paul. Vivíamos juntos, até eu me casar. 
No ano seguinte, eu estava em uma excursão pelo Nordeste quando escutaram na rádio do hotel e me avisaram (que Geraldo havia morrido após uma cirurgia de amígdalas). O mundo desabou. Senti uma porrada muito forte. Quando você perde um cara como esse, com quem tem uma identificação grande, fica difícil de superar.
LESÃO NO JOELHO
Sempre pedi a Deus que me fizesse parar de jogar bola quando não tivesse mais vontade, garra, felicidade. Nunca por contusão. Fiquei em uma dúvida cruel (quando tomou uma dividida do jogador Márcio Nunes, do Bangu, em 1985, e lesionou o joelho). Parti para a Copa de 1986 e só operei depois. Por isso, eu me arrependo de ter desobedecido ao meu coração. A única opção era uma cirurgia nos Estados Unidos. O médico criou uma operação para ligamento cruzado que não existia. Virei praticamente uma cobaia. Voltei a jogar após nove meses, mas esse período se mostrou um parto terrível, com dúvidas e incertezas. Os preparadores físicos precisavam me dar banho, porque eu usava uma bota, trocada a cada duas semanas. Nos dois primeiros meses, não conseguia esticar a perna. Com quatro meses, coloquei o pé no chão. Sofri uma atrofia de 7 centímetros, e minha perna parecia meu braço. Desde então, se meu coração diz para não fazer algo, não faço. Era uma Copa do Mundo, não uma pelada. 
Zico: "Não basta nascer com talento"
Catarina Ribeiro/Divulgação
SELEÇÃO CANARINHA
A gente precisa torcer muito pela seleção, porque o Brasil passa por um momento de mudança de mentalidade. Temos um novo treinador (Carlo Ancelotti), que — apesar de já possuir conhecimento jogando contra, dirigindo e treinando brasileiros — deve conseguir buscar o comprometimento do atleta a partir do entendimento de quão importante será uma conquista na vida de cada um. No futebol, vale aquele que erra menos, que aproveita o erro adversário. Não basta ser o melhor. É a única modalidade em que o mais fraco pode ganhar do mais forte. Não existe zebra no tênis, no basquete, no vôlei.
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SEGREDO DO SUCESSO
Não basta nascer com talento ou dom para virar um vencedor. Você precisa fazer as coisas necessárias para isso. Se tenho um dom para escrever, por exemplo, procuro os melhores escritores para usufruir esse aprendizado. O que eles fizeram para se tornar vencedores? No futebol, eu estudava como se comportavam os melhores dentro de campo, como se dedicavam nos treinamentos. Quando me tornei treinador no Japão, um garoto uma vez me disse que queria virar lateral-esquerdo. Pedi a ele que observasse os melhores.
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Endrick é capa da GQ Brasil de junho
GQ Brasil
A edição de junho da GQ Brasil, com Endrick na capa, chega às bancas nesta sexta (12) e já está disponível no aplicativo Globo+ e na loja virtual, com entrega para a Grande São Paulo e para Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Porto Alegre e Campinas. Você também pode comprá-la pela internet aqui.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/zLzXuhGxH5UTpfzzvCvZANs3YK8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/c/t/9jPv5qRHarFYkPrJ7Eew/header-zico2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Zico: do subúrbio carioca a Kashima, no Japão, a lenda do futebol brasileiro prevê os rumos da Seleção neste ano</media:description>   <media:credit>Catarina Ribeiro/Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 18 Jun 2026 11:00:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gato com vitiligo? Entenda a condição que viralizou após vídeo de pet nas redes sociais</title>  <atom:subtitle>Gato viraliza nas redes sociais após ser diagnosticado com vitiligo e veterinária explica como a condição afeta os animais</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/noticias/noticia/2026/06/gato-com-vitiligo-entenda-a-condicao-que-viralizou-apos-video-de-pet-nas-redes-sociais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/noticias/noticia/2026/06/gato-com-vitiligo-entenda-a-condicao-que-viralizou-apos-video-de-pet-nas-redes-sociais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/tjk6sX3GKxY1ktNcRapcKP7jGaI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/n/A/p9RRwaTdiJYWVBTpczDQ/gato-com-vitiligo.jpg" /><br /> ]]>    Kauane Stephanie sempre sonhou em ter um gato preto, até que em 2022 ganhou Fumaça como um presente de aniversário. Nascido em Betim, cidade em Minas Gerais, o animal foi abandonado pela mãe e era o último da ninhada sem um dono, até ser adotado pela criadora de animais silvestres.
"Quando ele veio para casa, vimos que ele tinha dois fiozinhos brancos, mas não desconfiamos de nada. Mas um dia ele estava na escada da casa da minha mãe e vimos que ele tinha uma manchinha rosa no nariz", conta Kakau, como é apelidada, em conversa com a GQ Brasil.
A tutora achou que o gatinho podia ter se machucado e que a pele estivesse em carne viva, mas descobriu através de amigas veterinárias que o Fumaça tinha vitiligo. Apesar de ser uma condição mais conhecida entre os humanos, ela também pode ocorrer em animais, caracterizado pela perda progressiva de melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina, pigmento que dá cor à pele e aos pelos. 
Em consequência, surgem áreas despigmentadas na pele e/ou pelos brancos em regiões que eram pigmentadas. Assim, ela pode chamar atenção pela transformação gradual da coloração dos pelos, focinho, lábios ou pele.  
"Eu não sabia que gatos podiam ter vitiligo. Quando recebemos um diagnóstico, fomos para a internet para investigar outros casos, mas não achamos nenhum registro no Brasil", diz Kakau. 
Nos gatos, o quadro é considerado raro, com poucos casos descritos na literatura veterinária quando comparado aos humanos. A médica veterinária Aline Crunfli explica que esse seria o motivo pelo qual muitos profissionais passam a graduação e estágios sem ter contato com casos clínicos dessa doença.
O caso de Fumaça foi compartilhado nas redes sociais por Kakau e viralizou pela raridade da condição. Hoje já tem mais de 1,8 milhões de curtidas e 15 milhões de visualizações no Instagram, onde ela compartilha sua rotina criando outros animais silvestres. Mas mesmo com sua singularidade, o gatinho não lhe dá trabalho no dia a dia.
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"Ele não tem nenhum cuidado especial. Na verdade, pode ser que a imunidade dele seja baixa, mas fazemos exames com frequência e ele segue bem tranquilo", conta a tutora. "Ele é muito agitado. Pula, arranha, agarra na cortina, e enfim. Mas não precisamos ter nenhum outro cuidado com ele além da rotina."
A veterinária explica que o quadro apresenta apenas alterações estéticas, e que ao contrário de outras doenças dermatológicas, o vitiligo geralmente não provoca dor, coceira ou desconforto significativo. Os gatos permanecem saudáveis e mantêm sua qualidade de vida normal.
"Dependendo da extensão das áreas despigmentadas e da exposição solar, podemos orientar maior atenção à proteção contra radiação UV, especialmente em regiões com pouca pigmentação", explica a especialista.
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Atenção aos sinais
Apesar de ser uma condição rara, a veterinária pede para se atentar a sinais como: surgimento progressivo de pelos brancos em regiões anteriormente escuras, manchas claras ou totalmente despigmentadas na pele, clareamento do focinho, lábios, pálpebras ou coxins plantares, e alterações geralmente simétricas e progressivas ao longo do tempo.
Mesmo assim ressalta que nem toda mancha branca significa que o pet tem vitiligo. "Infecções, processos inflamatórios, cicatrizes, doenças autoimunes e outras alterações dermatológicas também podem causar perda de pigmentação. Por isso, a avaliação veterinária é fundamental para o diagnóstico correto", alerta.
O vitiligo não tem predisposição a aparecer em uma raça específica de gatos e não se limita a apenas gatos pretos. Ela tende a ser percebida mais fácil em animais de pelagem escura, porque o contraste entre as tonalidades de pelo é maior.
A profissional também afirma que não há um tratamento que seja comprovadamente eficaz para reverter o vitiligo em gatos e que eles podem apresentar repigmentação parcial espontânea, ou ter alterações de forma permanente.  
"Como normalmente não compromete a saúde do paciente, a decisão de tratar deve sempre considerar os possíveis efeitos adversos das terapias em comparação ao benefício obtido. A literatura científica disponível mostra que a eficácia dos tratamentos em animais ainda permanece incerta devido ao pequeno número de casos estudados", destaca.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/tjk6sX3GKxY1ktNcRapcKP7jGaI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/n/A/p9RRwaTdiJYWVBTpczDQ/gato-com-vitiligo.jpg" medium="image"/>   <media:description>Antes e depois de Fumaça, gato diagnosticado com vitiligo</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:34:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O que é higiene do sono e quais hábitos podem ajudar a dormir melhor, segundo médica do sono</title>  <atom:subtitle>Regularidade, alimentação, atividade física e menos telas antes de dormir estão entre as recomendações para melhorar a qualidade do sono</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/06/o-que-e-higiene-do-sono-habitos-podem-ajudar-dormir-melhor-segundo-medica.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/06/o-que-e-higiene-do-sono-habitos-podem-ajudar-dormir-melhor-segundo-medica.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/6OrVHyJ8qk382d0p6Nzf5h3AOwk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/2/G/tRWCpsTAyo93AhWCWPWg/gettyimages-1479312949.jpg" /><br /> ]]>    Regularidade é a palavra-chave para dormir bem, segundo Andrea Bacelar, neurologista e médica do sono da Academia Brasileira do Sono (ABS). Esse é um dos principais pilares da chamada higiene do sono, que nada mais é do que uma série de recomendações para ter um repouso adequado e realmente reparador, que promova bem-estar físico e mental para enfrentar um novo dia.
Isso porque, com uma boa noite de sono, os sistemas do corpo são restaurados e funcionam melhor. Ainda que existam circunstâncias e preferências individuais, alguns hábitos podem ajudar a melhorar a qualidade do sono. Confira algumas recomendações da especialista:
Manter horários regulares: "Quando acordamos já começamos a nos preparar para a próxima noite de sono, então é preciso ter regularidade nos horários de despertar e levantar da cama. É importante entender que, durante o final de semana, esse ritmo deve ser mantido. Se foi dormir um pouco mais tarde, damos uma margem de uma hora, mas não muito mais do que isso."
Tomar sol pela manhã: "É fundamental porque sincroniza o nosso ritmo, aumenta o alerta durante o dia e mostra para o nosso corpo que a gente está na fase clara do dia."
Praticar exercícios físicos: "O ideal é fazer de manhã e, no máximo, até três horas antes do horário de deitar. Devemos nos exercitar todos os dias, mas, se não der, pelo menos três vezes por semana."
Cuidar da alimentação: "Ter horário para tomar café, almoçar, lanchar e jantar. O nosso corpo entende esses horários. Cerca de seis horas antes de dormir, devemos evitar cafeína. Há pessoas mais sensíveis e outras menos, mas essa é uma recomendação interessante. O jantar não deve ser a refeição mais calórica nem a mais volumosa do dia e deve ser feito cerca de três horas antes de deitar."
Evitar bebidas alcoólicas perto da hora de dormir: "O álcool diminui a latência para o sono, ou seja, você dorme mais rápido. Entretanto, ele interfere na arquitetura do sono e diminui a quantidade de sono profundo. Não é interessante a ingestão alcoólica próximo à hora de dormir."
Reduzir o uso de telas antes de dormir: "A tela emite uma frequência de luz azul que diz para o nosso cérebro que é dia e isso vai inibir a produção da melatonina. Não é o hormônio do sono, mas o hormônio que diz para as nossas células que é noite e hora de desacelerar."
A médica destaca, porém, que não há necessariamente um horário ideal para todas as pessoas dormirem, já que existe o cronotipo, uma preferência genética que influencia os horários de sono e vigília ao longo das 24 horas. "O que eu tenho é que ter regularidade e, se puder respeitar o próprio cronotipo, é o melhor dos mundos", afirma.
Homem dormindo
Эмин Мамедов / Unsplash
Andrea lembra que o desafio surge quando a rotina não é compatível com o relógio biológico de cada indivíduo. "O que ocorre muito é que há pessoas que são vespertinas, mas precisam levantar às 6 horas da manhã porque trabalham nesse horário. Então, essa pessoa terá que ser muito disciplinada para conseguir ter sono mais cedo do que o relógio biológico dela indicaria."
O ambiente de sono também exerce influência direta sobre a qualidade do descanso. O cenário ideal costuma incluir escuridão, silêncio, conforto e uma temperatura agradável. Ainda assim, a sensibilidade a esses fatores varia de pessoa para pessoa: alguns indivíduos se incomodam com a menor claridade, enquanto outros são mais afetados por ruídos externos, como trânsito, música, vizinhos ou o ronco do parceiro.
Para quem deseja adotar uma mudança imediata na rotina, ela recomenda começar pelo básico: manter horários regulares para dormir e acordar. Os cochilos também podem fazer parte da rotina, desde que sejam breves. "Quando a gente fala em cochilo, falamos de 20 a 30 minutos no máximo", explica. Segundo ela, períodos mais longos de sono durante o dia, especialmente nos fins de semana, podem dificultar o início do sono à noite e comprometer a regularidade da rotina.
É importante também estar atento ao momento quando a dificuldade para dormir deixa de ser algo pontual e passa a exigir atenção médica. De acordo com a especialista, sinais como dificuldade para adormecer, despertares frequentes durante a madrugada ou acordar muito cedo sem conseguir voltar a dormir merecem investigação quando acontecem mais de três vezes por semana.
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A atenção deve se voltar, ainda, para os impactos do sono na rotina diária. Cansaço constante, irritabilidade, dificuldade de concentração, queda de produtividade no trabalho ou nos estudos e alterações de humor podem indicar que o descanso não está sendo suficiente ou reparador. "Não espere ter sonolência diurna para procurar ajuda", alerta.
Andrea acrescenta que alterações em indicadores de saúde, como ganho de peso, aumento da pressão arterial ou dificuldade para controlar a glicemia, também podem estar relacionadas à má qualidade do sono. Nesses casos, a recomendação é buscar avaliação especializada para investigar possíveis distúrbios e receber o tratamento adequado.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/6OrVHyJ8qk382d0p6Nzf5h3AOwk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/2/G/tRWCpsTAyo93AhWCWPWg/gettyimages-1479312949.jpg" medium="image"/>   <media:description>Principal hábito para dormir bem é manter horários regulares.</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:29:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O inventor do drible elástico: ex-jogador do Corinthians conta como criou o lance na frente de Rivellino, e o viu ser replicado por Messi e CR7</title>  <atom:subtitle>O paulistano Sérgio Echigo, 80, criou na década de 1960 o drible elástico - técnica que entrou para a história do futebol - e popularizou o esporte no Japão, onde mora há mais de cinquenta anos e atua como comentarista da bola</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/o-inventor-do-drible-elastico-ex-jogador-do-corinthians-conta-como-criou-o-lance-nos-anos-60-e-o-viu-chegar-a-messi-e-cr7.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/o-inventor-do-drible-elastico-ex-jogador-do-corinthians-conta-como-criou-o-lance-nos-anos-60-e-o-viu-chegar-a-messi-e-cr7.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/-oq5HHK13f56XM6S72j-1hCH9Ps=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/s/t/Os96v0RVWC2iCGLEQOWA/header-sergioechigo.jpg" /><br /> ]]>    Roberto Rivellino, recém-contratado do Fluminense, tinha a missão de levar o clube à decisão do Campeonato Carioca de 1975. Nas quartas de final, quando recebeu a bola próximo da entrada da área, ele tinha três opções de passe para companheiros de time, mas decidiu seguir por outro caminho. Aplicou um drible rápido: o corpo gingou para a direita, a bola rolou para a esquerda e passou por entre as pernas do marcador vascaíno Alcir Portella.
O craque tricolor venceu mais dois zagueiros, bateu no canto esquerdo da trave, marcou um belo gol e deixou a defesa da equipe adversária atordoada diante de mais de 50 mil torcedores no Maracanã. A promessa estava paga. O Fluminense depois venceu o campeonato estadual e o drible, que já fazia parte do repertório de Rivellino e causava expectativa na torcida em vê-lo, reforçou seu espaço na história.
Tratava-se do elástico. Nas décadas seguintes, ele foi repetido por Messi, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Fenômeno e Cristiano Ronaldo. Até hoje, quando perguntam como inventou a finta, Rivellino faz questão de corrigir. A autoria é de um colega do Corinthians dos anos 60, Sérgio Echigo. “Divulguei o drible elástico pelo mundo, mas sempre falei que o Sérgio foi quem o criou”, afirmou o ex-atleta a um podcast. “O japonês jogava muito.”
Durante sua carreira, Echigo surpreendeu a todos. “Sempre me diziam: ‘Japonês não sabe sambar nem jogar bola’”, conta. No caso dele, o samba de fato passou longe. Já a habilidade no futebol o transformou numa celebridade singular. Nascido em São Paulo no mesmo ano do genocídio norte-americano em Hiroshima e Nagasaki, Echigo, 80, filho de pais imigrantes, conta que sua simples presença em campo na década de 1960 promovia a autoestima da comunidade japonesa no Brasil, país que por anos impôs restrições sociais a esse povo, antes inimigo na Segunda Guerra Mundial.
Caravanas de nipônicos chegavam, vindas inclusive do interior paulista, para vê-lo jogar no chão de terra. O futebol vivia uma fase de experimentação, com reformulações táticas e profissionalização ainda tímida. Os atletas apostavam em estratégias informais, como o próprio drible, para chacoalhar a uniformidade das formações estrangeiras. “Era um verdadeiro celeiro de talentos, como Pelé, Garrincha…”, lembra Echigo.
Sérgio Echigo
Franco Amendola
Para ele, o futebol no Brasil “é um jeito de se comunicar”. Na adolescência, o jovem via os vizinhos chutando bola de capotão na rua. Topou entrar na brincadeira, aqui e ali, até atrair torcedores do Corinthians conectados a olheiros. Começou a treinar no time amador do clube e, durante uma prática livre, jogou a bola para um lado, para o outro, até surgir um colega canhoto que viraria seu grande amigo. “Faz de novo isso aí?”, pediu Rivellino.
A descrição inicial dos colegas foi “jogada de virilha”. Nela, a bola é tocada duas vezes com o mesmo pé e faz um movimento de “S”. Assim, o marcador acha que a bola vai para um lado, mas ela rola para o outro, o que permite ao atacante arrancar com velocidade. Por causa desse vaivém, surgiu o nome elástico. Echigo havia percebido que Garrincha ia sempre pela direita; já Pelé jogava a bola para um lado e a direcionava para a frente. O nissei calculou como sintetizar os dois movimentos e ganhar vantagem dentro de campo.
Os companheiros acharam o truque divertido, mas desconfiavam se ele funcionaria em uma partida real. Num confronto contra uma equipe do interior, Echigo o colocou em prática. Um marcador tentou desarmá-lo, mas recebeu um elástico original, escorregou em um carrinho e foi parar fora do campo. “Brasileiro aprendendo drible com japonês? Isso não existia”, atesta.
Echigo venceu o campeonato de aspirantes e depois treinou pelo Santos - então o lendário time de Pelé -, mas acabou sendo profissionalizado na categoria principal do Timão. “Eu tinha um contrato de gaveta fechado com o Corinthians”, conta.
Nas Olimpíadas de Tóquio de 1964, havia grande chance de a seleção brasileira levar um representante nissei para o Japão. “Queria ir porque se tratava da terra dos meus pais, e iriam fazer toda uma propaganda em cima de mim”, diz. Segundo Echigo, os Jogos Olímpicos não representavam uma grande preocupação para os dirigentes da época, que teriam barrado sua convocação.
Se os atletas atuais contam com equipes médicas robustas e um batalhão de agentes e assessores, o futebol nacional na década de 1960 ainda exibia acordos “de boca” e “bichos” (valor conquistado por vitória, em vez de altos contratos), além de exigências físicas dispendiosas, que levavam muitos jogadores ao esgotamento na juventude.
Echigo passou por uma fase de desencanto. Pelo Corinthians, também foi colega do campeão mundial Garrincha, um dos maiores símbolos da instabilidade no esporte. Entre 1964 e 1966, o herói do Botafogo e da seleção sofria com artroses e uma bancarrota financeira. Em fim de carreira, foi contratado pelo Timão mais para atrair bilheteria do que para salvar a equipe.
“Não é porque você jogou bola que vai ganhar um ordenado eterno”, reflete Echigo. “A maioria que começou comigo ficou ainda mais pobre do que antes.” E acrescenta: “Todos gostam do atleta jovem, mas, depois dos 30 anos, jogam você no lixo”. O paulistano não chegou sequer a essa marca no profissional. Foi emprestado ao Paulista, em Jundiaí, e depois ao Bragantino. A carreira acabou aos 24 anos, como ponta-direita do Corinthians, em 1965.
Ele voltou ao trabalho formal em uma fábrica de metais que pertencia a empresários corintianos, seus admiradores. 
Nos anos seguintes, mesmo fora do campo, jamais foi esquecido por Rivellino. Na final da Copa de 1970, o amigo aplicou o elástico contra o zagueiro italiano Mario Bertini, que tinha a tarefa ingrata de tentar frear lendas como Pelé, Carlos Alberto, Gérson, Tostão e Jairzinho. Bertini pareceu irritado ao sair como bobo da finta, ainda mais na primeira transmissão mundial em cores do torneio. O resto é história. O Brasil tornou-se tricampeão e o elástico, imortalizado. Echigo assistiu às partidas de casa, até um empresário japonês bater à sua porta com uma proposta de atuar em times amadores no Japão.
Incerto sobre se o futebol deveria voltar à sua lista de afazeres, consultou o dono da firma e recebeu uma resposta inesquecível: “Muita gente paga caro para mandar um filho para o exterior. Vão pagar você para isso”. O contrato envolvia moradia, hospedagem e um farto apoio do governo local para popularizar o esporte por lá.
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Se no Brasil acreditavam que um “japonês” bom de bola era exceção, Echigo chegou à Terra do Sol Nascente em 1972 com status de celebridade - ainda mais entre atletas a anos-luz de gingar em campo. A ideia inicial era ficar dois anos no país, mas viu um trabalho mais desafiador do que o previsto e estendeu a estadia.
Nos anos 80, abriu uma consultoria esportiva para buscar talentos e se tornou olheiro. Também treinou projetos sociais no futsal, atingindo a marca de 60 mil jovens atendidos. Na década de 1990, recepcionou Zico, então ídolo do Flamengo, para atuar no futebol japonês, no qual virou artilheiro pelo Kashima Antlers e depois diretor técnico do mesmo time. Nos anos 2000, o carioca assumiu o papel de técnico da seleção japonesa. “Quando me profissionalizei, Zico tinha 10 anos”, lembra Echigo.
Em 2002, após mais de três décadas de esforços, Echigo assistiu à consagração de seu trabalho: a Copa disputada em estádios lotados na Coreia do Sul e no Japão. A eliminação da seleção japonesa nas oitavas de final não apagou a satisfação. O futebol, enfim, se tornara perene na nação. 
O ex-craque virou comentador televisivo do esporte, conquistando o público com humor brasileiro em meio à seriedade do noticiário asiático. “Echigo virou um grande corneteiro”, brinca Zico à GQ. No Japão há mais de cinquenta anos, Echigo tem dois filhos. A cada vez que o elástico é executado, sente orgulho. “Um drible não tem patente, mas quem diria que um japonês teria inventado uma finta de futebol que virou mundial?”  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/-oq5HHK13f56XM6S72j-1hCH9Ps=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/s/t/Os96v0RVWC2iCGLEQOWA/header-sergioechigo.jpg" medium="image"/>   <media:description>Sérgio Echigo, em Tóquio: referência entre grandes craques</media:description>   <media:credit>Franco Amendola</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:55:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O que tem no camarote milionário mais caro à venda para a Copa do Mundo</title>  <atom:subtitle>Vista panorâmica, champagne e até bola de chocolate fazem parte da experiência</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/o-que-tem-no-camarote-milionario-mais-caro-a-venda-para-a-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/o-que-tem-no-camarote-milionario-mais-caro-a-venda-para-a-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/WfHV1JA5_3dmyHhYlt1cX1sxrTE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/W/D/lbyqY8QwOvRL95Ab8hqw/camarote-mais-caro-copa-mundo-2026-gq.jpg" /><br /> ]]>    O ingresso unitário mais caro vendido pela FIFA para a Copa do Mundo custa US$ 392.600 (equivalente a R$ 1,99 milhão) até o momento desta publicação. Por este valor, o futebolista afluente curte, de camarote, a semifinal do torneio, programada para acontecer no dia 15 de julho no Atlanta Stadium, EUA. 
O preço paga acesso à suíte S165, localizada no canto noroeste do estádio e com vista panorâmica do gramado. São 21 poltronas de encosto alto com visão para o campo, além de mesas e cadeiras no interior do espaço, completo com duas TVs, um bar próprio e uma mesa onde ficam dispostos quitutes para a hora do jogo - servidos por funcionários das suítes.
Assentos do camarote
Divulgação
Há a chance de furar a fila da entrada através de um acesso premium para o estádio, localizado na porção norte do edifício. Apesar do valor suntuoso, a organização não garante privilégios de estacionamento no pacote - que devem ser reservados a parte pelos clientes.
Por outro lado, há a promessa um "fluxo contínuo" de vinhos e champagne caros, de acordo com o anúncio do espaço. Segundo o mais recente menu do estádio, a equipe trabalha com rótulos como Nicolas Feuillatte Brut Reserve (cujo valor supera R$ 180 por garrafa) e vinhos importados de Vêneto, no nordeste da Itália.
O interior do camarote S165 no Atlanta Stadium
Divulgação
A vista do camarote
Reprodução / Seat Geek
Para os jogos da Copa do Mundo realizados no estádio (serão 8 no total), a equipe da cozinha confeccionou uma sobremesa a ser servida apenas na ocasião do Mundial: uma bola de futebol feita em chocolate, apoiada em um gramado artificial e cercada por morangos cobertos de chocolate. O item pode ser quebrado por um funcionário na frente dos clientes para um efeito dramático - e os pedaços servidos um por um - mas há também a opção de levar o doce para casa.
 
Bola de chocolate servida no camarote
Reprodução / Instagram
O primeiro jogo sediado no Atlanta Stadium acontece nesta quinta-feira (18), às 13h. Trata-se do embate entre Tchéquia, que segue na corrida após derrota por 2 a 1 contra a Coreia do Sul, e a África do Sul, que também perdeu o último tento disputado (em um placar de 0 a 2 contra o México).
 A disputa terá inclusive caráter histórico: será a primeira apitada por uma árbitra mulher nesta Copa, e a segunda na história do Mundial a ter uma equipe de arbitragem completamente feminina. Estarão no campo a Tori Penso e as assistentes Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/WfHV1JA5_3dmyHhYlt1cX1sxrTE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/W/D/lbyqY8QwOvRL95Ab8hqw/camarote-mais-caro-copa-mundo-2026-gq.jpg" medium="image"/>   <media:description>Detalhes do camarote mais caro da Copa</media:description>   <media:credit>Divulgação; Reprodução / Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:00:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasileira namorou por anos um espião russo infiltrado no Brasil sem saber: "Ele era 100% Putin"</title>  <atom:subtitle>À GQ Brasil, ex-namorada de espião russo infiltrado no Brasil revela como ele a convenceu a abrir uma joalheria em São Paulo, desaparecer e descobrir verdadeira identidade de espião ao ser notifica pela Polícia Federal</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/noticias/noticia/2026/06/brasileira-namorou-por-sete-anos-um-espiao-russo-infiltrado-no-brasil-sem-saber-ele-era-100percent-putin.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/noticias/noticia/2026/06/brasileira-namorou-por-sete-anos-um-espiao-russo-infiltrado-no-brasil-sem-saber-ele-era-100percent-putin.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/1HK6nFFDltTeZHvAVI-T81eckxo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/o/1/KrSz91Shy4zks2CqTkCA/eric-fauchere.jpg" /><br /> ]]>    Em 2018, Stephanie Arcanjo, 36, trabalhava como anfitriã na Rey Castro, então uma balada de música latina na Vila Olímpia, quando um cliente insistiu em chamá-la para sair. O homem se apresentou como Eric Fauchere, um investidor brasileiro criado na França pelo pai português e filho de uma mulher francesa, que havia morrido após o parto. Aos 20 anos, dizia ter se mudado para a Bélgica até voltar ao Brasil, aos 30, o que explicava o forte sotaque francês.
Ele não era o tipo de Stephanie, mas isso não importava. Ela não estava ali para flertar. Durante a semana, fazia faxinas. Aos fins de semana, recepcionava os clientes da casa para ajudar no sustento da filha pequena.  Além do mais, Eric parecia ansioso no papo, apesar de mais educado do que os caras que costumavam abordar as funcionárias. “Ele é um gentleman”, disse uma gerente a ela. Após semanas de insistência de Eric e das colegas, ela o fez esperar até o fim do expediente, às 5 da manhã, para dizer que topava o convite para um almoço nos dias seguintes. Os dois se encontraram em um restaurante na Santa Cruz; ele não tentou nada. 
Mas  Eric Fauchere não era quem dizia ser. Na verdade, ele nunca havia existido de verdade. Há um ano, Stephanie ainda lutava para esquecê-lo quando recebeu uma intimação da Polícia Federal, em Brasília, para prestar depoimento sobre o relacionamento, que no fim das contas durou cinco anos. Os agentes esconderam os detalhes. Assustada, Stephanie acionou uma advogada para sanar o mistério. No escritório, as duas procuraram o nome do ex no Google e quase caíram da cadeira. Eric, na verdade, era um espião russo. “Eu fiquei totalmente em choque”, diz ela à GQ Brasil. 
Stephanie e o então namorado, espião russo identificado pela Polícia Federal com informações do FBI
Reprodução/Instagram
No início do relacionamento, Eric parecia meio perdido sobre o que fazer na vida. Para Stephanie, dizia fazer investimentos financeiros pelo computador no apartamento onde ele morava sozinho na Saúde, bairro na zona sul de São Paulo. Mas só. Não se interessava por aspectos da nossa cultura, como futebol, tinha o hábito de reclamar da cerveja excessivamente gelada - preferia em temperatura ambiente, como na Europa - e não parecia gostar da nossa música. O único fascínio era a Amazônia, para onde teria viajado antes de conhecer Stephanie.
A única foto de Eric liberada pela Polícia Federal para a Interpol -- GQ recriou os passos do espião russo no Brasil
Reprodução/Polícia Federal
Além do xadrez, um dos seus poucos interesses era uma pequena coleção de pedras preciosas, das quais mantinha desenhos. Ao descobrir o gosto do namorado pela coisa, ela decidiu ajudá-lo a encontrar um ramo de trabalho e sugeriu a abertura de uma joalheria. Eric gostou da ideia e a convidou para abrir a empresa junto a ele.
Assim nasceu a Esfel Jewelry, uma joalheria instalada em um edifício ao lado do Masp, na Avenida Paulista. Stephanie diz ter fotografado as peças para a loja, inaugurado o Instagram e feito a divulgação da empresa. O namorado ficava com a administração. A loja só recebia clientes com hora marcada, fazia vendas pela internet e com entregas feitas pela própria Stephanie.
O conceito “disruptivo”, com peças personalizadas, atraiu uma clientela em busca de exclusividade e recato. À Receita Federal, Eric declarou um investimento inicial de R$ 100 mil na empresa. “Com sete meses, ele me falou que já tinha pago tudo”, diz. Os dois estavam animados. Ela, especialmente. “Era novo para mim: saber que estava construindo uma vida juntos. Eu tinha esperança de ser alguém que ia estar aqui comigo por um bom tempo”, se emociona.
Antes da pandemia, Eric afirmou que iria estudar gemologia - o estudo de pedras preciosas -, na França, enquanto Stephanie cuidava da empresa no Brasil. No início do isolamento social, ele voltou de vez para o Brasil e afirmou que as aulas seriam remotas. “Eu via ele no computador falando com pessoas em francês e dizia serem colegas de aula. Depois, o assunto morreu. Nunca vi nenhum certificado. Nada”, diz. 
Já no fim da pandemia, ele fez mais uma viagem, como sempre a negócios, para a Finlândia. De lá, costumava telefonar para garantir que estava onde estava. No retorno ao Brasil, propôs fechar a Esfel em São Paulo, reabri-la em Brasília e, finalmente, morarem juntos mesmo sem ele nunca tê-la pedido formalmente em namoro. “Para mim, ali estávamos oficializando a nossa relação”, diz. “Era tipo um sonho para uma pessoa que saiu da periferia tava vivendo um sonho. Eu estava vivendo o meu sonho de fadas”, lembra.
Eric topou que Stephanie levasse a filha, com quem ele mantinha certa distância, mas com quem nunca foi arrogante ou omisso. Quase sempre, a presenteava. Como tinha poucos amigos e conhecidos em São Paulo e sem criar muitos laços com a família de Stephanie, abriu mão facilmente da vida na capital paulista e levou os três a se instalarem na casa grande em Brasília, com piscina, onde jogavam golfe, o esporte favorito dele, e frequentavam um clube de tênis e academia. 
Em uma tarde de churrasco na nova casa, o espião bebeu além da conta e reservou um espaço no jardim. “A gente comprou várias plantas e fez um canto com rosas de várias cores. Ele dizia que era homenagem à mãe dele, que gostava de rosas, e me disse: eu queria que a minha mãe visse a vida que eu tenho hoje em dia”, disse. Os dois se emocionaram. “Foi a única vez que vi ele chorar. Na verdade, só o vi chorar de novo quando terminamos”. 
Nos meses seguintes, o temperamento dele começou a mudar. Embora nunca tenha falado muito sobre política, Stephanie notou o aumento do interesse dele sobre o tema, especialmente quando a Rússia declarou definitivamente guerra contra a Ucrânia, em fevereiro de 2022.  “Tínhamos um choque: eu falava sobre raça, preconceito, consciência de classe e ele tinha certa resistência. No começo, ele entendia”, lembra. Eric começou um curso em relações exteriores; Stephanie investiu em um de Ciências Políticas. Mas o tom já havia mudado.
“Ele era 100% Putin”, diz. Com os meses, ele deixou de incentivá-la a estudar política e viajava cada vez mais a negócios, pela Europa e Oriente Médio, onde dizia negociar pedras. No Carnaval de 2022, foram até Morro de São Paulo, na Bahia, onde ele parecia ausente. Quando Stephanie o via, ele falava sobre o cenário político internacional ou se enterrava em partidas de xadrez online. “Na verdade, vendo as fotos aqui, eu fiquei sozinha desde que cheguei a Brasília”, lamenta-se. 
Também parecia mais preocupado e ríspido do que na vida que levava em São Paulo. Costumava-se queixar-se do cabelo de Stephanie, que alisou para agradá-lo e deixou de escutar hip-hop, que ele dizia detestar. “Eu me senti presa, às vezes. Me questionava: não estou sendo eu, será? Pensava: ‘às vezes a gente tem que abrir mão de algumas coisas quando você ama alguém”, diz. 
Brasil: a "fábrica de espiões russos"
Em maio de 2025, o jornal The New York Times revelou que o Brasil havia se tornado uma “fábrica de espiões russos”, onde espiões eram treinados para se infiltrar antes de serem enviados a nações mais estratégicas para o Kremlin. A “fábrica” foi desbaratada, pouco a pouco, pela PF a partir de informações do FBI, a agência de investigação federal norte-americana. 
A espionagem é comum entre muitos países, mas os russos são famosos pela fórmula radical, herdada do período soviético. Em vez de ações pontuais, os espiões são ensinados a criar laços, investir em empresas, estudar, comprar e alugar imóveis para se tornarem indetectáveis para autoridades, vizinhos e até sócios. Ou, como no caso de Stephanie, até mesmo para uma namorada. 
A missão de um espião varia. Há relatos de espiões em países da África que inflamam grupos radicais e fornecem armamento; em outros casos, podem repassar informações sigilosas de autoridades, econômicas, localizar inimigos e até mesmo promover ações violentas no país de atuação. É uma tradição da inteligência russa: até mesmo o presidente russo, Vladimir Putin, já foi um espião da antiga agência do país, hoje mais conhecida como KGB.
O próprio Eric tirou proveito de uma brecha do nosso sistema para criar uma nova identidade por aqui, ponto importante para transformar nosso país em um celeiro da espionagem russa: no Brasil, a certidão de nascimento pode ser emitida diretamente no hospital ao nascer, mas é possível emiti-la a qualquer momento com assinatura de duas testemunhas. O mecanismo foi criado no passado para auxiliar famílias que podem, por exemplo, terem tido um filho em casa ou áreas rurais e só depois terem decidido levá-lo a um cartório para fazer o registro oficial.
Assim, Eric falsificou o documento de nascimento e conseguiu emitir todos os demais: carteira de identidade, passaporte, reservista. No ano passado, a GQ Brasil teve acesso a endereços de Eric em São Paulo, onde ele morou na zona sul e na região central, sempre acima de qualquer suspeita. O espião também teria usado dados de uma idosa, de Santo André, para registrar uma linha telefônica e criar um e-mail falso.
Na documentação, Eric tinha até mesmo registrado o nome da suposta mãe morta no parto: a francesa, em teoria, se chamava Annie Fauchere Lopes e teria morrido no dia 3 de janeiro de 1986 ao dar à luz, no Rio de Janeiro. Já o nome do pai não constava nos documentos, mas Eric mostrava para Stephanie a foto do homem, que também teria morrido vítima de um câncer de pulmão há muitos anos. “Ele me falava que tinha uma falta materna, mas não falava muito do pai”, diz Stephanie “Só dizia que o pai era duro, trabalhava muito, não tinha afeto, carinho”, acrescenta a ex-namorada.
O começo do fim do namoro
A coisa piorou em dezembro de 2022, quando a Polícia Federal prendeu o espião russo Sergey Vladimirovich Cherkasov por uso de passaporte falso após ele ser deportado da Holanda, onde tentava disputar um concurso para o Tribunal Penal Internacional (TPI). No Brasil, ele se passava por Viktor Muller Ferreira e também dizia ter perdido o pai e a mãe. Até hoje, ele nega ser espião e continua preso, à espera de uma decisão do Supremo Tribunal Federal em deportá-lo de volta à Rússia, que defende que Ferreira era, na verdade, um traficante.
A prisão gerou abalou o castelo de cartas da relação entre Stephanie e Eric. Para a virada do ano, os dois reservaram um hotel em Dubai, quando ele disse que os dois teriam que se mudar para outro hotel rapidamente. Depois de um telefonema na nova hospedagem, disse que ela deveria voltar ao Brasil imediatamente. Mesmo com muita insistência dela, Eric defendeu que explicaria a razão em outro momento. Era 30 de dezembro. Os dois foram até o aeroporto, ele comprou uma passagem e ela chorou durante o voo de mais de 15 horas até Brasília. 
No começo de janeiro de 2023, Eric reapareceu, telefonou e pediu que fechasse a joalheria que haviam construído juntos, devolvesse a casa e entregasse a documentação a um homem estranho, que apareceu em um estacionamento com uma maleta. “Aí, eu desconfiei ainda mais que tinha algo de muito errado acontecendo com ele. Sei lá, como tráfico humano ou contrabando de pedras preciosas”, diz. A princípio, naquela altura os dois ainda tinham uma relação,  mas o cansaço em tentar revelar tantos mistérios a consumia; ela se ateve a fazer o que ele queria. 
“Eu acho que ele já sabia que a gente não ia ter mais nada. Eu acho que ele só queria ter alguém de confiança. Também era uma forma de me manipular para fazer as coisas certas, não fazer alarde, não fazer nada, só fechar a loja, entregar a casa, fazer tudo como ele queria”, diz. 
Ainda à distância, Eric sumia cada vez mais e telefonava de números estranhos, em horas marcadas, sem dizer onde estava. Quanto mais tentava arranjar uma explicação, mais parecia se enrolar. “Uma hora, ele falou de vez que não iríamos mais nos ver depois de fechar a loja e que iria… Virar monge. Ainda subestimou meu intelecto”, desabafa. Juntou o pouco de dinheiro que tinha e voou para Suíça, na casa de uma familiar, para quem sabe, em alguma das ruas da Europa, pudesse reencontrá-lo. Mas nada. “Foi a minha desilusão”. Stephanie voltou a São Paulo, onde voltou a trabalhar, desta vez como atendente de padaria e diarista. 
Quando ficou diante dos agentes da Polícia Federal por chamada de vídeo, os agentes explicaram que as fotografias do suposto pai pertenciam a um homem morto há muito tempo. Embora não tenham dito, é quase consenso que Eric tenha voltado e se escondido na Rússia. Em nota, a Polícia Federal afirmou à GQ Brasil não comentar sobre investigações em andamento.
Foi só prestes a prestar depoimento que ela teve conhecimento do nome verdadeiro de Eric: Aleksander Andreyevich. Nascido em alguma região desconhecida da Rússia ou do Oriente Médio. “Não quero saber onde ele está. É uma ferida muito aberta e fico emotiva demais”, ela chora.
Desde que Eric, ou Aleksander, desapareceu, ela parecia constrangida ao relatar a história para os amigos. “Todos me perguntavam: ‘quem será que Eric era?’”, diz. Com os meses, parou de esperar uma ligação ou buscar o nome dele no Google, até forçar a memória a esquecer. Ainda se pergunta se ele a amou de verdade; se as mudanças de humor eram para protegê-la e prepará-la para o fim. Ou, se no fundo, ele nunca sentiu nada.
“É uma ferida muito aberta para mim. Eu fico emotiva”, chora. “Eu consigo ver que estou conseguindo seguir em frente quando consigo falar, mas reviver tudo isso ainda é difícil”.   
Revistas Newsletter  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/1HK6nFFDltTeZHvAVI-T81eckxo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/o/1/KrSz91Shy4zks2CqTkCA/eric-fauchere.jpg" medium="image"/>   <media:description>Stephanie e o então namorado, espião russo identificado pela Polícia Federal com informações do FBI</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:34:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fora da Copa, Estêvão fala de tentativa até o último minuto para jogar o Mundial: “Fiz tudo certinho”</title>  <atom:subtitle>Uma das principais esperanças brasileiras para a Copa, o craque do Chelsea acabou ficando de
fora do Mundial por causa de uma grave lesão muscular. Aos 19 anos, o paulista Estêvão mostra maturidade ao falar do momento delicado, conta sobre a relação com Carlo Ancelotti e, evangélico, agarra se à fé para sustentar sua recuperação</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/fora-da-copa-estevao-fala-de-tentativa-ate-o-ultimo-minuto-para-jogar-o-mundial-fiz-tudo-certinho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/fora-da-copa-estevao-fala-de-tentativa-ate-o-ultimo-minuto-para-jogar-o-mundial-fiz-tudo-certinho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/eDV7soub1fKMsyX7eR7r4KNpMQU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/w/C/LoBAFoS7uLn7Vm3aqQhg/header-estevao4.jpg" /><br /> ]]>    Em 24 de junho de 2007, o poeta e escritor Ferreira Gullar (1930-2016) reservou sua coluna na “Folha de S.Paulo” para decretar: o futebol é um jogo de azar. Apesar dos planos traçados pelo treinador, nada se pode prever quando 22 indivíduos estão dentro das quatro linhas. Segundo ele, o principal desses acasos envolve “o talento e a habilidade dos jogadores”. Exatos três meses antes da publicação desse artigo, nascia em Franca, interior de São Paulo, um menino que mais tarde se tornaria um dos grandes exemplos da imprevisibilidade futebolística. Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, o definiu como “um talento extraordinário”. Abel Ferreira, comandante do Palmeiras, também o elogiou: “O moleque faz maravilhas. Enquanto ele tiver energia para jogar, aproveitem, porque é maravilhoso”. 
Difícil saber o que vai acontecer quando a bola cai nos pés de Estêvão, hoje ponta-direita do britânico Chelsea. A habilidade de criar algo mágico, quando frente a frente com os defensores, o alçou ao posto de uma das principais esperanças do futebol brasileiro da atualidade. Mesmo tão jovem, com 19 anos, e apenas há três no profissional. Do outro lado da tela, durante uma entrevista por videochamada para esta reportagem, o jovem surgiu com seus traços ainda de menino. 
Sorriu o tempo todo, em parte por pura simpatia, mas também por um quê de timidez. Não abandonou a leveza nem para falar de temas espinhosos, como quando perguntei sobre o momento delicado que vive atualmente. No fim de abril, Estêvão sofreu uma grave lesão muscular na coxa durante uma partida contra o Manchester United, que acabou com as chances de disputar sua primeira Copa do Mundo, agora em junho. No Mundial, tinha participação praticamente garantida devido à admiração de Ancelotti por seu futebol e o posto de artilheiro na gestão do italiano.
Estêvão em ensaio para a GQ Brasil de junho
Bartek Szmigulski/GQ Brasil
“Ele foi um cara que me surpreendeu bastante pela humildade, pela pessoa que é. Sempre se mostrou carinhoso comigo, sempre me tratou muito bem. A gente tem uma relação muito especial”, afirma o atleta sobre o professor. “Ele brinca comigo na questão do inglês ( risos ). Quando eu não estava desenrolando o idioma ainda, ele me ligava para conversarmos em inglês.”
O craque buscou tudo ao seu alcance para conseguir disputar o campeonato. Optou por não passar por cirurgia e tentar um tratamento no Brasil, com o acompanhamento de médicos pessoais, do Palmeiras, seu antigo clube, e suporte de profissionais do Chelsea. “Estou fazendo tudo certinho, cuidando da alimentação, do sono, tentando tudo o que é possível para me recuperar”, contou, antes da notícia do corte definitivo.
“Vestir a camisa da seleção brasileira tem um peso diferente. Não peso no sentido de um fardo, mas um peso da história, de saber quem já representou as cinco estrelas, quem conquistou as cinco estrelas. Trabalhei tanto para chegar à seleção que preciso me apresentar com alegria, com amor, com paixão. Então, sempre que entro em campo com a amarelinha, sou muito feliz. Meu maior sonho para o futuro, com certeza, é conquistar uma Copa do Mundo”, reflete. 
Talvez azar seja uma avaliação desse cenário que se encaixe apenas na visão dos torcedores, que sonhavam em assistir ao menino no Mundial, uma análise de quem vê de fora. Estêvão tem optado por encarar a situação de outra forma, sem ansiedade nem sensação de injustiça.
Estêvão em ensaio para a GQ Brasil de junho
Bartek Szmigulski/GQ Brasil
“Na hora da lesão eu só... Ah, é meio difícil falar porque ninguém gosta de se machucar, né? Só que o jogador está sempre muito exposto a lesões. Entreguei nas mãos de Deus. Confio nos sonhos de Deus.” Muito religioso, o filho do pastor Ivo, presidente da congregação Visão do Evangelho, começou sua relação com o futebol com apenas 3 anos. Ao acompanhar o pai nas funções evangélicas, aprendeu a driblar não zagueiros, mas os bancos da igreja. Depois, viria um defensor mais imponente: um rottweiler, com quem convivia. O pet não podia ver o menino com uma bola que corria atrás e tentava pegá-la.
Essas experiências o moldaram para os anos seguintes, quando passou a chamar atenção em campos amadores no interior até aparecer no radar de profissionais do Cruzeiro, de Minas Gerais. O time esperou alguns anos até que a família do pequeno se sentisse preparada para deixar a terra natal. Assim, o filho mais velho poderia agarrar novas oportunidades.
“Minha mãe trabalhava em fábricas e meu pai trabalhou com futebol em escolinhas em Franca. Eles abriram mão de tudo para viver o meu sonho. E virou o nosso sonho. Foi bem difícil no começo, precisar sair da minha cidade, de perto dos meus primos, com quem eu vivia, dos meus avós, das minhas tias...”, lembra. 
“O jogador de futebol é muito sozinho. A gente viaja bastante, fica distante. São coisas com que precisamos lidar; amadurecemos para seguir buscando o nosso sonho. Em Belo Horizonte, o sacrifício deu resultados. Basta saber o apelido que ganhou na escolinha do Cruzeiro: Messinho, em referência a “apenas” Lionel Messi. Aos 12 anos, treinava junto dos garotos do sub-17 para igualar a qualidade técnica, apesar de o físico miúdo exigir cuidados extras dos companheiros para evitar que se machucasse.
Na visão de Estêvão, no entanto, tudo era uma grande diversão. Fazia o que amava, então, mesmo quando terminava de treinar, ainda queria jogar mais no campinho próximo à sua casa. Não demoraria muito para que o es - forço e o desempenho despertassem o interesse de outros grandes clubes, caso do Palmeiras, que, em 2021, formalizou um contrato com o garoto de 14 anos. A velocidade da ascensão acompanhou a dos dribles. Em 2022, ainda na categoria de base, Estêvão virou campeão paulista no sub-15 e no sub-17.
Mal dava tempo de entender um acontecimento antes que outro ainda maior surgisse na sequência. Dois meses depois daquela final do Brasileiro sub-17 em que marcou três gols, Estêvão estreou no elenco principal do Palmeiras. Não se passaram nem trinta dias até ele se tornar campeão do Brasileirão pelo profissional. No começo de 2024, ainda chegaria o título do Campeonato Paulista; no fim do ano, a coroação individual com os prêmios de revelação e de melhor jogador do Brasileirão. 
“Foi complicado porque veio tudo de uma forma muito rápida. Mas meu pai sempre falou que eu precisava receber o sucesso com humildade. Evitei ver coisas na mídia para não deixar subir à cabeça e para focar no meu trabalho, para dar meu melhor no Palmeiras cada dia mais”, diz. Na imprensa, seu nome aparecia casado com palavras como “promessa”, “joia”, “craque” e “gênio”. 
Porém, a pressão principal era mesmo interna. “Você deve ter algo a mais no dia a dia para conseguir realizar seus sonhos. A maior parte disso aprendi com meu pai. A gente precisa tentar evoluir, treinar mais para conquistar o nosso espaço, né? Para virar atleta de alto nível, não dá para levar na brincadeira.” Ainda em 2024, o trabalho rendeu o fruto mais esperado para um boleiro: estrear na seleção brasileira.
 “A primeira entrada em campo... Sinto até um frio na barriga de lembrar. Você começa a pensar no seu passado, no seu futuro. Pensa na família, nos amigos, em tudo o que enfrentou no meio do caminho, nos baques e nas vitórias”, conta o jogador, que entrou para o seleto grupo dos cinco mais jovens a vestir a amarelinha, aos 17 anos, atrás apena de Endrick (17), Coutinho (17), Edu (16) e Pelé (16).
A projeção precoce despertou o interesse de grandes clubes europeus. Estêvão aceitou, então, a transferência para o Chelsea, para onde partiu em 2025 ao completar 18 anos. A transação valeu 61,5 milhões de euros ao Palmeiras. O garoto fala com surpresa sobre não ter sofrido tanto quanto achava que sofreria com a mudança para a Inglaterra. “Foi mais fácil do que imaginei”, define. Só reclama de duas coisas: o clima e a comida local.
“Nunca havia passado por algo assim na vida, com certeza. Joguei na neve! Menos 5, menos 6 graus. Uma situ - ação que me assustou de cara. O frio, sem dúvida, foi um dos meus maiores inimigos nessa adaptação”, afirma. Ele também lembra da estranheza de comer feijão pela primeira vez no café da manhã, com sabor adocicado, para nunca mais repetir. Ajudou contar com o apoio dos brasileiros do time.
“O João Pedro e o Andrey foram dois ali que me acolheram bastante desde que cheguei. Eles estão na Europa há mais tempo. A gente só fica junto, muito grudado.” Não que os outros jogadores não tenham abraçado o brasileiro: “Com o Reece James, o capitão, por exemplo, aprendi bastante sobre dedicação, sobre não me deixar acomodar, sabe? Sempre querer buscar mais, treinar mais. Então, a maioria me acolheu muito, como se eu fosse o caçula dali”.
A rotina em Londres tem se mostrado corrida e disciplinada. O dia começa com a apresentação no clube por volta das 9h30. Existe toda uma liturgia antes de a bola rolar: café da manhã obrigatório, conversas com os companheiros, sessões de mobilidade, ativação muscular, tratamentos preventivos, vídeos e reuniões técnicas. Só então vem o campo. Depois ainda há academia, musculação, recuperação física e trabalhos específicos para o corpo suportar o ritmo intenso. No tempo livre: mais futebol. Mas dessa vez por meio de uma tela.
Estêvão em ensaio para a GQ Brasil de junho
Bartek Szmigulski/GQ Brasil
 “Nem no videogame eu largo o futebol. Gosto de jogar ‘FIFA’, levo a sério. Não sou muito bom, mas também não sou ruim, não. Às vezes jogo comigo, tem que jogar, né? Eu sonhava com isso havia muito tempo. Eu jogava bas - tante com o Neymar no videogame pensando: ‘Será que vou chegar lá um dia?’. Agora estar no ‘FIFA’, pô, é muito legal me ver ali. Até me xingo às vezes”, diverte-se.
A dúvida que não quer calar, então, é qual tem mais futebol no pé, o Estêvão da vida real ou o do videogame? “Ah, é difícil. Acho que vou ficar com o da vida real. O da vida real é um pouquinho melhor”, ri  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/eDV7soub1fKMsyX7eR7r4KNpMQU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/w/C/LoBAFoS7uLn7Vm3aqQhg/header-estevao4.jpg" medium="image"/>   <media:description>Estêvão em ensaio para a GQ Brasil de junho</media:description>   <media:credit>Bartek Szmigulski/GQ Brasil</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Tue, 16 Jun 2026 09:01:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Hamilton e Schumacher venceram pela primeira vez com a Ferrari no mesmo circuito; veja outras coincidências</title>  <atom:subtitle>Heptacampeões de Fórmula 1, os dois pilotos acumulam algumas coincidências em suas carreiras; saiba quais são</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/hamilton-e-schumacher-venceram-pela-primeira-vez-com-a-ferrari-no-mesmo-circuito-veja-outras-coincidencias.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/hamilton-e-schumacher-venceram-pela-primeira-vez-com-a-ferrari-no-mesmo-circuito-veja-outras-coincidencias.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/IiXLjgQKk9t-Bu9IlIgGoMNJXRQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/c/H/yZDy5lTAiaI5j7cA24Kg/schumacher-hamilton.jpg" /><br /> ]]>    Lewis Hamilton conquistou sua primeira vitória com a Ferrari no último domingo (14) no Grande Prêmio da Espanha, em Barcelona, após um jejum de quase dois anos sem vitórias na Fórmula 1. Agora, o heptacampeão mundial se coloca entre os campeões da clássica equipe italiana e conquista uma coincidência com outro de seus gigantes: Michael Schumacher.
Em 2 de junho de 1996, há 30 anos atrás, o piloto alemão conquistou sua primeira vitória para a Ferrari em Barcelona, assim como Hamilton. Na época, Schumacher era estreante na equipe e trabalhava com um carro ainda em desenvolvimento. Damon Hill, campeão mundial daquele ano, era o favorito à vitória, com a pole position para a corrida de domingo; o então bicampeão mundial largaria em terceiro lugar.
Na largada, em meio a um temporal, Schumacher caiu para a nona posição e precisou fazer uma corrida de recuperação, subindo para o sexto lugar logo na primeira volta. Com o tempo, se mostrou o mais rápido em pista e finalizou a corrida em primeiro lugar, com 45 segundos de vantagem para Jean Alesi, em segundo lugar. 
Michael Schumacher e Lewis Hamilton no GP de Mônaco de 2012
Getty Images
Mas as coincidências entre Hamilton e Schumacher não param aí. Os dois maiores campeões da história da Fórmula 1 compartilham outros marcos e feitos ao longo de suas carreiras. Confira alguns deles:
7 títulos aos 35 anos
Lewis Hamilton e Michael Schumacher são os maiores campeões da história da Fómula 1, empatados com sete títulos mundiais no campeonato de pilotos. Mas apesar do britânico ainda tentar ultrapassar o número do alemão e se tornar o maior de todos os tempos, eles dividem uma coincidência maior do que a quantidade de vitórias.
Ambos se tornaram heptacampeões mundiais com 35 anos. Schumacher venceu o campeonato pela última vez em 2004, ainda pela Ferrari, se tornando o primeiro a atingir a marca na história da categoria. Hamilton o alcançou depois, em 2020, durante os anos de dominância da Mercedes AMG-Petronas.
Recordistas de vitórias
Ao longo de suas 19 temporadas, Schumacher venceu 91 corridas e foi o maior campeão da Fórmula 1 por oito temporadas, até que Hamilton o ultrapassou em 2020, após ganhar o GP de Portugal, em Portimão, em 2020. Hoje, o britânico já acumula 106 vitórias na categoria. Max Verstappen vem logo atrás da dupla, com 71 vitórias.
Ferrari em reconstrução
Ambos os pilotos foram contratados pela Ferrari em um período em que a equipe precisava de uma reconstrução para voltar a ser vitoriosa. Para isso, ela contratou pilotos experientes, e campeões mundiais, para ajudar em sua remontada.
Em 1995, Schumacher deixou a Benetton, logo após ganhar seus dois primeiros títulos mundiais, para ajudar na remontagem da equipe, que estava em crise. Na época, a equipe estava há 16 anos sem vencer o campeonato de pilotos e 12 sem ganhar o de construtores. A mudança foi importante para a era vitoriosa da equipe nos anos 2000.
Já Hamilton entrou em 2025, como uma cartada da Ferrari para tentar quebrar outro jejum de 18 anos sem títulos de pilotos e 17 de construtores. Agora, ele se prepara para entrar na batalha ao título da temporada de 2026 contra Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes, com 41 pontos de diferença.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/IiXLjgQKk9t-Bu9IlIgGoMNJXRQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/c/H/yZDy5lTAiaI5j7cA24Kg/schumacher-hamilton.jpg" medium="image"/>   <media:description>Michael Schumacher e Lewis Hamilton</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 22:18:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Livros curtos e profundos para ler em menos de uma semana</title>  <atom:subtitle>Cinco dicas de leitura indicadas pela redação</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/artes-e-cultura/noticia/2026/06/livros-curtos-e-profundos-para-ler-em-menos-de-uma-semana.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/artes-e-cultura/noticia/2026/06/livros-curtos-e-profundos-para-ler-em-menos-de-uma-semana.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/M7EBNGKFBFogl5iNcWD3ruusEVo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/D/b/S43PHOS3qUQFzkGWKUiQ/livros-curtos-gq-abre.jpg" /><br /> ]]>    Planeja se desconectar completamente? Quem sabe 'arredondar' o número de livros que leu até agora este ano, ou começar um hábito mais frequente de leitura? Abaixo, listamos cinco opções de poucas páginas mas muitas reflexões para passar um tempinho na sua cabeceira.
Meditações, de Marco Aurélio, por R$ 29,88
Livros curtos, mas profundos
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Estoicismo virou moda para homens de negócios e gurus digitais. No entanto, se você se interessou pelo best-seller Diário Estóico (compre aqui por R$ 49,78), vale mergulhar em Meditações, diário filosófico do imperador romano Marco Aurélio. Aqui, o "mantra" é evitar a vaidade, não cair na busca por fama póstuma e manter a reflexão constante.
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O Desabamento, de Édouard Louis, por R$ 51
Livros curtos, mas profundos
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No capítulo final da saga autobiográfica, composta por 7 livros que vão da pobreza da sua infância à ascensão social em Paris, Édouard Louis narra sua reação fria à morte do irmão alcoólatra e violento.
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As Perfeições, de Vincenzo Latronico, por R$ 46,45
Livros curtos, mas profundos
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Aclamada pela crítica internacional, essa leitura ligeira procura retratar, em pouquíssimas páginas, a geração millennial, encarnada por um casal de nômades digitais enfrentando pandemia, gentrificação e pequenas aventuras eróticas.
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Enshittification, de Cory Doctorow, por R$ 125,10
Livros curtos, mas profundos
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Destaque no New York Times e eleito um dos livros do ano pela Folha de S. Paulo, Enshittification ainda não foi traduzido para o português, mas é leitura fundamental para entender porque a internet tem se tornado um lugar cada vez pior.
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Dhammapada: Os Ensinamentos de Buda, por R$ 51,20
Livros curtos, mas profundos
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Passando por um momento de repensar a vida? O Dhammapada, um dos pilares do budismo atribuído ao próprio Sidarta Gautama, é boa companhia para isso. Inclusive para repensar o conceito de sucesso com aforismos como "Aquele que não ambiciona ter sucesso ou prosperidade de forma desmerecida é realmente virtuoso, sábio e honrado".
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*Todos os produtos apresentados na GQ Brasil são selecionados de forma independente por nossos editores. No entanto, quando você compra algo por meio de nossos links, podemos ser remunerados via comissão. Os preços foram verificados na publicação deste conteúdo. Preços e disponibilidade estão sujeitos à variação.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/M7EBNGKFBFogl5iNcWD3ruusEVo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/D/b/S43PHOS3qUQFzkGWKUiQ/livros-curtos-gq-abre.jpg" medium="image"/>   <media:description>Livros curtos, mas profundos</media:description>   <media:credit>Reprodução / Lionsgate Television</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:43:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Casal brasileiro vai até o Japão de carro: "Nenhum brasileiro fez esse trajeto com veículo próprio"</title>  <atom:subtitle>Gabi e Junior, de Curitiba, conta os detalhes de como planejam ir até o Japão de carro</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/noticia/2026/06/casal-brasileiro-vai-ate-o-japao-de-carro-nenhum-brasileiro-fez-esse-trajeto-com-veiculo-proprio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/noticia/2026/06/casal-brasileiro-vai-ate-o-japao-de-carro-nenhum-brasileiro-fez-esse-trajeto-com-veiculo-proprio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/9CEsjuaSMgxwWQc-G6uLm5nxY3w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/R/O/XRFgMdSmyIJJIzlmmH0Q/junior-e-gabi.jpg" /><br /> ]]>    Gabriela Cieslak (27) sempre sonhou em viajar o mundo. Quando mais nova, criou uma poupança de em torno de 500 reais para realizar seu objetivo. Em 2017, quando conheceu seu namorado, Junior Arimaeta (29), em um acampamento, logo mostrou seu lado aventureiro e com sede de viver experiências em lugares diferentes.
"Antes mesmo de começarmos a namorar, ela me fez um convite meio maluco. Chegou para mim e disse: 'Você topa fazer uma loucura?'. A ideia era faltar um dia no trabalho, comprar uma passagem de ônibus para um destino aleatório, passar o dia lá e voltar sem contar para ninguém", conta Junior em conversa com a GQ Brasil.
"Fomos conhecer uma cachoeira que ficava a umas duas ou três horas de distância. Foi nesse dia que percebemos que combinávamos muito e que gostávamos de viajar juntos", complementa Gabi.
Gabi e Junior irão viajar do Brasil ao Japão de carro
Reprodução/Instagram
Desde então, o casal percebeu sua conexão e sintonias em viagens. Logo no início do namoro, os dois combinaram suas finanças para comprar um Fusca e viajar o Brasil. Em 2023, viajaram para a Europa e cruzaram o continente à bordo de um motorhome. Pouco depois, também se aventuraram pela América do Sul, visitando lugares como Ushuaia, na Argentina, Atacama, no Chile, e Salar de Uyuni, na Bolívia. 
Agora, o objetivo é um pouco mais ousado: Gabi e Junior querem dirigir até o Japão.  Há cerca de dois anos, a dupla tomou a decisão de reorganizar suas vidas para trabalhar remotamente e viajar o mundo. Eles são donos de uma empresa de fotografia de casamentos e trabalharam para criar equipes no Brasil, que lhe permitiriam administrá-la de longe. Então, passaram a pensar em seu próximo destino.
"A pergunta era: "Qual lugar faria a viagem valer a pena mesmo que ninguém visse? Mesmo sem rede social, qual destino nos faria olhar um para o outro e dizer: 'Meu Deus, nós chegamos aqui dirigindo'?" E a resposta foi o Japão", conta Junior.
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A ideia começou com muitas pesquisas, até que descobriram que nenhum brasileiro chegou ao Japão usando seu veículo próprio. Então, começaram a pesquisar maneiras de atingir seu objetivo, partindo de Curitiba, no sul do país.
"Primeiro descobrimos que vários brasileiros já haviam levado motorhomes para a Europa de navio. Depois encontramos um europeu que dirigiu da Espanha até o Japão. A lógica foi simples: se brasileiros conseguem chegar à Europa e europeus conseguem chegar ao Japão, então teoricamente também conseguiríamos", explica Gabi.
O plano é cruzar a América do Sul e enviar o carro de navio para Europa nas proximidades do Panamá. No continente europeu, o casal seguirá por terra até a Rússia. Depois, o automóvel será transportado para a Coreia do Sul e, em seguida, para o Japão. Durante os deslocamentos marítimos, Gabi e Junior viajarão de avião até o próximo destino para reencontrar o veículo.
"No Japão, queremos ficar o máximo que der e conhecer as 47 províncias. A nossa meta era conseguir zerar o país. E dirigir por lá é algo que minha cabeça nem assimilou ainda, mas acho que será a parte mais incrível", diz Gabi.
Gabi e Junior irão viajar do Brasil ao Japão de carro
Reprodução/Instagram
Além dos desafios logísticos, o casal também precisará lidar com uma série de exigências burocráticas ao longo do percurso. Segundo eles, a documentação necessária para circular pela América do Sul já foi pesquisada e está dentro do planejado. Na Europa, a cidadania italiana de Gabi deve facilitar a entrada e a permanência em diversos países. 
Ainda assim, alguns trechos da rota, especialmente em países como a Rússia, exigirão estudos mais detalhados sobre vistos e autorizações. Com estimativa de permanecer na estrada entre dois e três anos, eles pretendem resolver parte dessas questões ao longo do caminho, adaptando o roteiro conforme as exigências de cada país.
Motorhome do zero
A ideia de fazer a viagem de carro vem da paixão de Gabi e Junior em explorar lugares remotos, com acesso fora da rota comum. "Estradas horríveis levam a lugares que são muito incríveis", diz o fotógrafo. Por isso, fazer a jornada em um veículo era imprescindível para o casal, que decidiu construir seu próprio motorhome para dar a largada.
"Inicialmente, cogitamos comprar uma van para construir uma casa dentro, como a maioria das pessoas acaba fazendo. Mas isso acabaria limitando os lugares onde poderíamos chegar. Então optamos por uma caminhonete", diz Gabi.
Assim compraram uma Toyota Hilux usada, que será transformada em um motorhome nos próximos meses. A escolha foi feita pela facilidade de encontrar peças para a manutenção do veículo ao redor de todo mundo, caso haja necessidade.
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Na construção, a caminhote será desconstruída até o chassi, onde será construída uma estrutura para a casa interligada com a cabine de direção. Em seguida, será instalado a hidráulica, elétrica, marcenaria e móveis, para a construção de uma cozinha, quarto e banheiro.
"Estamos contando com a ajuda de algumas empresas para ajudar nessa montagem. A meta é finalizá-lo até o final do ano, para o Expo Motorhome em novembro. Dali iniciaremos nossa viagem", diz Junior. "É um prazo ousado, mas temos fé de que dará certo."
Gabi e Junior irão viajar do Brasil ao Japão de carro
Reprodução/Instagram
No entanto, antes da partida, Gabi e Junior enfrentaram desafios que colocaram seu objetivo para teste. O casal sofreu um golpe na venda de seu veículo antigo, que levou todo seu dinheiro para a reforma da caminhonete.
"Pensamos em desistir, mas havíamos encontrado o carro perfeito para seguir viagem. Isso nos abalou, mas somos muito teimosos e não desistimos fácil. Decidimos seguir após muitas conversas e nesse meio tempo, firmamos uma parceria grande para a construção do motorhome, e que nos economizará um bom dinheiro", explicam.
Agora, eles focam em se preparar para a viagem, criar conteúdos para seus 10 mil seguidores no TikTok e esperar pelas coisas boas que virão com sua jornada. "A cada viagem, você volta com a cabeça diferente. O crescimento que você tem, conhecendo tantos lugares, culturas e pessoas diferentes é gigante. É sobre ter uma outra consciência de mundo e de sua própria existência, e voltar com toda essa bagagem."
Gabi e Junior irão viajar do Brasil ao Japão de carro
Reprodução/Instagram  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/9CEsjuaSMgxwWQc-G6uLm5nxY3w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/R/O/XRFgMdSmyIJJIzlmmH0Q/junior-e-gabi.jpg" medium="image"/>   <media:description>Gabi e Junior irão viajar do Brasil ao Japão de carro</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:00:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Igão, Mítico, Everaldo e mais elegem camisa de 1998 como a mais bonita do Brasil em Copas; saiba qual a mais feia</title>  <atom:subtitle>Modelo usado na Copa da França apareceu na lista dos cinco jurados e superou camisas de 1970, 2002 e 1978. Na outra ponta, 2022 e 1938 foram apontadas como as mais feias</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/igao-mitico-everaldo-e-mais-elegem-camisa-de-1998-como-a-mais-bonita-do-brasil-em-copas-saiba-qual-a-mais-feia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/igao-mitico-everaldo-e-mais-elegem-camisa-de-1998-como-a-mais-bonita-do-brasil-em-copas-saiba-qual-a-mais-feia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/_IrIqOepJOvBF89HW0ttQD-tAWE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/6/D/skNiKyRsKCYlRl63HCyA/gettyimages-2258663961.jpg-1-.jpeg" /><br /> ]]>    A camisa da seleção brasileira de 1998 foi eleita a mais bonita do Brasil em Copas do Mundo, em votação promovida pela GQ Brasil, com um júri formado por Igão e Mítico, apresentadores do Podpah; Everaldo Marques, narrador esportivo da TV Globo; Cássio Brandão, reconhecido pelo Guinness World Records como dono da maior coleção de camisas de futebol do mundo e Enzo Amendola, gerente de produção e fotografia.
A camisa daquele ano foi produzida pela Nike e usada na campanha do Brasil na Copa do Mundo da França. A seleção, então atual campeã mundial, chegou à final, mas terminou com o vice-campeonato após perder para a França por 3 a 0, no Stade de France, em Saint-Denis. 
No sistema de pontuação, cada jurado atribuiu notas de 5 a 1 para suas camisas favoritas. A de 1998 somou 17 pontos e foi a única citada por todos os integrantes do júri entre as cinco melhores.
A camisa de 1998
Getty Images
Na sequência, apareceu a camisa de 1970, com 12 pontos. O modelo recebeu duas notas máximas, dadas por Enzo e Cássio, além de dois pontos de Igão.
A camisa de 1970
Getty Images
O terceiro lugar terminou empatado entre as camisas de 1978 e 2002, ambas com 9 pontos. A de 2002 recebeu nota máxima de Mítico e quatro pontos de Igão, enquanto a de 1978 apareceu nas listas de Mítico, Enzo e Cássio.
A camisa do penta, em 2002
Getty Images
Também pontuaram as camisas de 1994, com 6 pontos; 1986, com 5; 1962 e 2006, com 4 cada; e 1938, 1982 e 2010, com 3 pontos cada.
A camisa de 1978
Getty Images
A mais feia
A votação também teve uma escolha negativa: cada jurado indicou a camisa que considera a mais feia da seleção brasileira em Copas. Nesse recorte, as camisas de 1938 e 2022 empataram como as mais rejeitadas, com dois votos cada. A de 1938 foi escolhida por Mítico e Everaldo; a de 2022, por Enzo e Cássio. Igão votou na camisa de 1950 como a mais feia.
A camisa da Seleção de 2022
Getty Images
Com isso, a camisa de 1998 ficou no topo do ranking das mais bonitas, seguida por 1970 e pelo empate entre 1978 e 2002. Entre as mais rejeitadas, 1938 e 2022 dividiram a liderança.
A camisa de 1938
Getty Images
Como cada um votou
As mais bonitas
1998 
Igão: nota 5
Mítico: nota 3
Cássio: nota 3
Everaldo: nota 4
Enzo: nota 2
Total: 17
1970 
Igão: nota 2
Mítico: x
Cássio: nota 5
Everaldo: x
Enzo: nota 5
Total: 12
1978
Igão: x
Mítico: nota 1
Cássio: nota 4
Everaldo: x
Enzo: nota 4
Total: 9
2002 
Igão: nota 4
Mítico: nota 5
Cássio: x
Everaldo: x
Enzo: x
Total: 9
1994
Igão:
Mítico: nota 4
Cássio: nota 1
Everaldo: nota 1
Enzo: x
Total: 6
1986
Igão: x
Mítico: x
Cássio: x
Everaldo: nota 5
Enzo: x
Total: 5
1962 
Igão: x
Mítico: x
Cássio: nota 2
Everaldo: nota 2
Enzo: x
Total: 4
2006 
Igão: nota 1
Mítico: nota 2
Cássio: x
Everaldo: x
Enzo: nota 1
Total: 4
1938 
Igão: x
Mítico: x
Cássio: x
Everaldo: x
Enzo: nota 3
Total: 3
1982 
Igão: x
Mítico: x
Cássio: x
Everaldo: nota 3
Enzo: x
Total: 3
2010
Igão: nota 3
Mítico: x
Cássio: x
Everaldo: x
Enzo: x
Total: 3
As mais feias
1938 
Igão: x
Mítico: nota 0
Cássio: x
Everaldo: nota 0
Enzo: x
Total de votos como mais feia: 2
2022
Igão: x
Mítico: x
Cássio: nota 0
Everaldo: x
Enzo: nota 0
Total de votos como mais feia: 2
1950 
Igão: nota 0
Mítico: x
Cássio: x
Everaldo: x
Enzo: x
Total de votos como mais feia: 1
Assista ao Um Dia de Treino
A GQ Brasil estreou um novo programa em vídeo, o GQ Um Dia de Treino. Em cada episódio, vamos acompanhar atores, músicos, atletas e outras personalidades para conhecer suas rotinas de exercícios. Os episódios serão lançados quinzenalmente, e o terceiro convidado é o artista Mateus Verdelho, que nos levou para conferir os treinos de mais de 3 horas para correr 100 metros rasos. Confira:
0
1950
1938
2022
2022
1938  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/_IrIqOepJOvBF89HW0ttQD-tAWE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/6/D/skNiKyRsKCYlRl63HCyA/gettyimages-2258663961.jpg-1-.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Camisa de 1998</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:54:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Torcida GQ reúne torcedores para dar força ao Brasil na estreia da Copa</title>  <atom:subtitle>Evento no Janela, em Pinheiros, reuniu mais de 200 pessoas para assistir à partida entre Brasil e Marrocos</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/torcida-gq-reune-torcedores-para-dar-forca-ao-brasil-na-estreia-da-copa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/torcida-gq-reune-torcedores-para-dar-forca-ao-brasil-na-estreia-da-copa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/HKAU1bskRYs4DfL0s-X0GlPs1aQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/x/R/66RexpRNW4GHtzLqCFxQ/leandro-lima-5914.jpg" /><br /> ]]>    A Torcida GQ esteve em peso para prestigiar Brasil e Marrocos neste sábado (13) no Janela, em Pinheiros. Nossa Seleção empatou com os marroquinos, mas a depender da nossa torcida, sempre é vitória. A watch party reuniu gente elegante e de muito talento na casa, como o ator Leandro Lima, que já foi capa da nossa edição, e muito mais convidados para dar força à nossa Seleção. 
Nossos anfitriões? O estilista Alexandre Won e o CEO do Podpah, Victor Assis, que garantiram a recepção de mais de 200 torcedores na casa de renome em Pinheiros. Dá uma olhada nas fotos da noite memorável.
O ator Leandro Lima, no Torcida GQ
Lu Prezia
Alexandre Won no Torcida GQ
Lu Prezia
O diretor de conteúdo da GQ, Fred di Giacomo
Lu Prezia
Sam porto no Torcida GQ
Lu Prezia
Felipe Escudero e Raphaella Sobral
Lu Prezia
Jubba Sam no Torcida GQ
Lu Prezia
Victor Assis, CEO do Podpah e um dos convidados da noite
Lu Prezia
O Torcida GQ conta com apoio da Boss, Michelob, Montblanc e The Macallan com participação de Mantecorp, Sede e Shopee.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/HKAU1bskRYs4DfL0s-X0GlPs1aQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/x/R/66RexpRNW4GHtzLqCFxQ/leandro-lima-5914.jpg" medium="image"/>   <media:description>Leandro Lima marcou presença no Torcida GQ, no Janela, em Pinheiros, para o jogo do Brasil contra Marrocos na estreia do Mundial</media:description>   <media:credit>Lu Prezia</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 14 Jun 2026 15:24:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ibiza tem sotaque carioca: uma conversa com DJ Maz</title>  <atom:subtitle>Na Hï, templo da música eletrônica mundial, Maz inicia a residência com que sempre sonhou junto ao seu parceiro Antdot. Fomos até a ilha espanhola conversar com o DJ brasileiro mais celebrado do planeta</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/lifestyle/blog/2026/06/ibiza-tem-sotaque-carioca-uma-conversa-com-dj-maz.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/lifestyle/blog/2026/06/ibiza-tem-sotaque-carioca-uma-conversa-com-dj-maz.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/aC-zVTlENYnADb9IbpY7BeN7d3I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/t/6/s7xGd1TeODxHlwOOcO3A/capa-o-artista-carioca-maz-foto-maz.jpg" /><br /> ]]>    Existe um lugar onde a música eletrônica decide seu futuro a cada verão. Chama-se Ibiza, e seu coração bate dentro do Hï. É um dos clubes mais cobiçados do mundo, onde só os maiores artistas assinam residência. 
Neste verão, uma das noites da casa ganha sotaque carioca. Maz, que durante anos olhou para a ilha como um sonho distante, agora passa a temporada inteira ali - ele mesmo confessa que no último ano pousou mais em Ibiza do que em São Paulo. Não chegou por acaso, mas em parte pelo remix de Banho de Folhas, de Luedji Luna, faixa brasileira que há anos não sai das pistas do planeta. Também por um jeito de estar na cena que só ele tem: surfista, leve, gente boa, aberto, cheio de verdade. Um carioca que não se abala nem quando é chamado para abrir o show da Shakira em Copacabana, diante de dois milhões de pessoas. 
É o artista do momento, e está se tornando o DJ mais conhecido do Brasil. Sentei para conversar com ele na ilha onde tudo acontece. Falamos de música, trajetória e desse verão que parecia impossível. 
Thomaz de Noronha Prado cresceu cercado de som. Aos três anos, ganhou do bisavô uma pequena guitarra que guarda até hoje. Aos dez, começou as aulas de violão, empurrado pela curiosidade e pelo avô materno, entusiasta que lhe apresentou um repertório sem fronteiras, do jazz ao house, de Frank Sinatra ao Sonic Youth. 
Na adolescência, a escuta seguiu eclética: reggae, hip-hop, Iron Maiden, Metallica, Silverchair, mas também Bonobo, Air, Zero 7, Kings of Convenience, Ben Harper e Mac Miller. Dessa mistura nasceu o ouvido aberto que viraria sua assinatura.
Maz
Divulgação
O nome artístico Maz surgiu na faculdade de Design. Ele procurava algo que traduzisse sua essência sem recorrer ao batismo. A resposta foi uma abreviação de Thomaz, simples e direta, construída em torno de duas palavras que o acompanham desde então: verdade e autenticidade. A virada veio entre 2013 e 2014, no festival Universo Paralello. Diante da energia da pista, decidiu que aquilo seria sua vida. Trocou o videogame pelo Ableton, estudou produção e discotecagem e, em 2015, subiu pela primeira vez como Maz. Nunca quis outra coisa.
Sua identidade sonora combina grooves contemporâneos de house com referências rítmicas e culturais brasileiras, num diálogo permanente entre o local e o global. Bonobo segue como influência maior, ao lado de Black Coffee e Laurent Garnier. Os hits acompanham. Banho de Folhas virou hino do Afro House mundial e rendeu Disco de Ouro no Brasil. Amana, parceria com VXSION, foi outro marco da carreira. Corpo e Canção, criada com Bruno Antdot a partir da obra de Letícia Fialho, repetiu o ouro. Nothing On Me e Brisa completam a lista das que nunca saem de seus sets.
O carioca Maz com seu sócio Antdot chegando em Ibiza
Reprodução / Instagram
Foi também com Antdot que ele fundou, em 2020, a Dawn Patrol, gravadora, festa autoral e movimento cultural que projeta a eletrônica brasileira no exterior. Juntos, somam mais de 337 milhões de streams, e a festa, sempre com B2B dos anfitriões, já esgotou ingressos no Rio, em Londres, Ibiza, Paris, Porto, Lisboa, Zurique e São Paulo. 
A agenda cruza quatro continentes: Coachella, Tomorrowland, EDC, Ultra Europe, Circoloco Ibiza, Rock in Rio, Lollapalooza, Green Valley e Warung. Em São Paulo, um B2B com Doozie num bloco de Carnaval reuniu cerca de 500 mil pessoas na rua. Longe dos palcos, está o mar. Surfista assíduo, aproveita as ondas cariocas sempre que a turnê permite, joga altinha na areia e cultiva o equilíbrio entre a estrada e a casa. É esse Brasil solar, em movimento, que ele leva agora para as noites do Hï. A seguir, a conversa.
Você está iniciando sua residência de verão em Ibiza. Qual é a sensação?
Sensação de realização máxima. Ter uma residência em um dos clubes mais respeitados do mundo era algo que, durante muito tempo, pareceu um sonho distante. Ter uma noite nossa lá sempre esteve entre nossos objetivos e era algo que a gente sonhava conquistar. Talvez parecesse um sonho um pouco distante, mas que acabou se concretizando este ano.
Por que Ibiza? O que essa ilha representa para você como artista?
Ibiza, pra mim, representa o epicentro da música eletrônica no mundo. Todos os maiores artistas estão aqui, com suas residências, e os maiores clubes do mundo também. Muitos dos clubes mais tradicionais, que fazem parte da história da música eletrônica, surgiram aqui. Então é um lugar que funciona como um grande hub da cena eletrônica. Os maiores DJs têm casa aqui, passam o verão aqui e fazem suas temporadas de shows na ilha. 
A maioria das pessoas vem pra cá justamente com esse intuito: viver as festas e consumir a música. Mas, ao mesmo tempo, Ibiza é uma ilha paradisíaca, que te permite viver tanto a parte da festa quanto algo mais tranquilo, aproveitando as praias e a natureza. Dá pra encontrar esse equilíbrio entre o caos e a paz.
Na Hï em Ibiza, a residência é de Dawn Patrol
Divulgação
Por que você volta sempre, o que te faz retornar ano após ano?
Com meu parceiro Bruno Antdot, que assina a residência comigo, voltamos para Ibiza todos os anos. Eu até brinco que, no ano passado, pousamos mais no aeroporto de Ibiza do que em Congonhas. Estamos vindo muito para cá porque a ilha continua sendo a grande referência da música eletrônica no mundo e, felizmente, temos recebido cada vez mais convites para tocar por aqui. 
Mas estar em Ibiza vai muito além dos shows. É importante viver a ilha, acompanhar o trabalho de outros artistas, conhecer novos DJs, observar tendências, descobrir sons diferentes e buscar referências. É um lugar que inspira muito. A ilha é boa para isso, para fazer conexões e conhecer todo mundo.
Como foi tocar abrir para o show da Shakira? O que você sentiu naquele momento?
Foi um misto de emoções. Estar ali, apresentando o meu trabalho e tocando para cerca de dois milhões de pessoas, foi muito especial. Era um mar de gente. Simplesmente não conseguia ver onde terminava, nem olhando para frente, nem para os lados. 
Mas também foi um desafio enorme. Não estava tocando para um público que, necessariamente, era de música eletrônica. A maioria estava ali para ver a Shakira. Por isso, acabei fazendo o set mais comercial da minha carreira. Precisava encontrar um equilíbrio entre ser acessível para aquele público e, ao mesmo tempo, manter a minha identidade artística. Claro que todas as músicas que toquei fazem sentido para mim de alguma forma. 
Tocar na praia de Copacabana para aquela multidão foi muito marcante. Sou do Rio, cresci vendo grandes artistas se apresentarem ali, como Paul McCartney, Rolling Stones e Elton John. Então, de repente, estar naquele mesmo palco, abrindo um show da Shakira, foi algo difícil até de acreditar. Foi surreal, intenso e muito gratificante.
O DJ Maz
Divulgação
Como você descreveria sua trajetória até chegar aqui?
Acho que uma palavra que define bem a minha trajetória é verdade. Sempre fui muito verdadeiro comigo mesmo em relação à música, ao que realmente gosto e ao que faz sentido pra mim. 
Nunca me guiei muito por tendências, pelo que estava em alta ou pelo que as pessoas estavam ouvindo naquele momento. Sempre procurei explorar aquilo que fazia meu coração bater mais forte. Acho que, no fundo, eu acreditava que isso faria sentido em algum momento. 
Foram muitos anos nessa busca, com muitas quedas pelo caminho, mas sempre com a convicção de que era isso que eu queria fazer da vida. Nunca me imaginei fazendo outra coisa, então prometi pra mim mesmo que não iria parar até dar certo. E, quando desse certo, continuaria trabalhando da mesma forma. 
Hoje, olhando para trás, já são 11 anos desde que comecei, lá em 2015. Muita coisa aconteceu, mas ainda sinto que há muito para conquistar. A vontade continua a mesma. Se eu tivesse que resumir tudo em uma palavra, seria resiliência. Você não pode desistir. Precisa ter clareza sobre o que quer, para que os desafios do caminho não te afastem do seu objetivo. No fim das contas, eles servem para ensinar, fazer você evoluir e crescer.
Cala Gracioneta Ibiza, uma das praias favoritas do artista
Reprodução
Quais são os seus lugares preferidos em Ibiza, os spots que você considera imperdíveis?
Amo os restaurantes Jondal, El Chiringuito, Es Torrent e Atzaró. Amo também as praias Cala Gracioneta, Cala Comte, Cala Saladeta. No assunto música, meus clubes preferidos são: DC-10, Hï Ibiza e Pacha.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/aC-zVTlENYnADb9IbpY7BeN7d3I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/t/6/s7xGd1TeODxHlwOOcO3A/capa-o-artista-carioca-maz-foto-maz.jpg" medium="image"/>   <media:description>O artista carioca Maz</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Sun, 14 Jun 2026 11:00:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Médicos alertam para riscos de "diarreia em prova" após corredora expor episódio</title>  <atom:subtitle>Caso de corredora que teve diarreia durante a Maratona do Rio reacende debate sobre sintomas gastrointestinais, tabu, preparação e sinais de alerta em provas longas</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/06/medicos-alertam-para-riscos-de-diarreia-em-prova-apos-corredora-expor-episodio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/saude/noticia/2026/06/medicos-alertam-para-riscos-de-diarreia-em-prova-apos-corredora-expor-episodio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/HgfvSF_QOzpwx273oHM4WvqbNKE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/X/9/HkZeBXRa2TqOKTsfdhgw/chatgpt-image-12-de-jun.-de-2026-14-54-09.png" /><br /> ]]>    “Fui comprar minhas fotos da Maratona do Rio e sai literalmente cagada em todas.” Foi em tom de piada que a fotógrafa e videomaker Louany Nair, de Teresina, no Piauí, contou nas redes sociais o que viveu durante os 42 km da Maratona do Rio, no último dia 6 de junho. O episódio poderia ter ficado restrita à bolha dos corredores, onde situações gastrointestinais em provas longas são mais conhecidos do que se imagina, mas a publicação ultrapassou esse círculo e abriu uma conversa maior: o que acontece quando o corpo impõe seus próprios limites em uma prova marcada pela ideia de superação?
Antes daquele dia, Louany disse que passou 4 meses treinando. Com o apoio de uma nutricionista, testou alimentação, horários, géis de carboidrato e a rotina que pretendia repetir na prova. Nos treinos longos em Teresina, Piauí, acordava por volta das 3h para comer pão com goiabada em quantidade medida e sair para correr antes que o calor ficasse ainda mais intenso. A maior parte da preparação foi feita sozinha. Em algumas semanas, chegou a acumular entre 80 km e 90 km de corrida. Também abriu mão de hábitos que, segundo ela, faziam parte da rotina, como refrigerante, hambúrguer e doces, para tentar chegar nas melhores condições possíveis à prova.
Mesmo assim, durante a maratona, o corpo reagiu de uma forma que ela não esperava. Depois de já ter ingerido parte dos géis previstos para o percurso, Louany começou a sentir desconforto intestinal. Primeiro, conseguiu parar e usar um banheiro. Mais adiante, por volta do km 34, a urgência voltou em um trecho aberto, sem banheiro próximo ou lugar reservado. “Não tive controle do meu corpo naquele momento”, diz. Ela seguiu. Cansada, desconfortável e já perto da parte final da prova, decidiu completar a maratona. “Depois que passou do quilômetro 37, a única coisa era terminar”. 
‘A foto perfeita’
Quando viu as imagens oficiais da corrida, Louany afirma que a primeira reação não foi de vergonha, mas de humor. “A vida real nem sempre cabe dentro de uma foto perfeita”, resume. A decisão de publicar as fotos gerou identificação entre corredores que relataram situações semelhantes, mas também levou a críticas e ofensas. Louany foi chamada de “sem noção” e “nojenta” por desconhecidos nas redes sociais. Ela diz não ter publicado o episódio para chocar, ganhar seguidores ou transformar a própria experiência em modelo de conduta. “Cada pessoa tem um limite diferente do que considera íntimo ou público”, afirma. “Compartilhei porque era uma história real”.
A corredora também enxerga uma dimensão de gênero na repercussão. Segundo ela, parte dos comentários ofensivos vieram de homens e de pessoas que não correm ou nunca haviam feito uma maratona. “Realmente é muito assustador uma mulher de 25 anos correr uma maratona abaixo de 4 horas”, emenda. 
O que acontece no corpo
Sintomas gastrointestinais podem ocorrer em provas de longa duração. Segundo Luis Fernando Penna, clínico médico do Hospital Sírio-Libanês, uma maratona submete o organismo a um estresse físico intenso e prolongado. Durante o esforço, o sangue é direcionado prioritariamente para músculos, coração, pulmões e pele, o que reduz temporariamente a irrigação do trato gastrointestinal.
Essa mudança pode alterar a absorção de líquidos e nutrientes, acelerar o trânsito intestinal e favorecer cólicas, urgência evacuatória, diarreia ou até perda de controle intestinal. A corrida também gera impacto repetitivo sobre o abdome, o que pode estimular o intestino. Calor, desidratação, ansiedade, intensidade acima do habitual, uso de géis, bebidas esportivas, cafeína, alimentos inadequados antes da prova e alterações hormonais podem se somar nesse processo.
Para Penna, o tema ainda é cercado de vergonha, embora seja relativamente conhecido nos esportes de resistência. “O importante é tratar o tema com naturalidade, porque ele envolve fisiologia, não falta de preparo ou fraqueza”, indica. A coloproctologista Nina Pimenta, cirurgiã do trauma, do Instituto Afro Amparo e Saúde, também afirma que sintomas gastrointestinais são comuns em provas como maratonas. O exercício físico, explica, aumenta naturalmente o movimento que empurra o conteúdo pelo intestino. “Não é todo mundo que tem, mas algumas pessoas vivem isso”, relata. 
A preparação não impede o imprevisto
Louany diz que não fez nada diferente do que havia treinado: testou géis, sabores, horários de ingestão e alimentação durante a preparação. Mesmo assim, a maratona reuniu fatores que podem afetar o intestino, como ansiedade, calor, esforço físico, ciclo menstrual e ingestão de carboidrato durante a prova.
Penna explica que o “treino do intestino” ajuda a reduzir riscos, mas não elimina totalmente a chance de sintomas. A recomendação central é testar tudo antes — refeição, gel, água, bebida esportiva e cafeína — e não estrear nada no dia da corrida.
Ainda assim, calor excessivo, desidratação, alteração do sono, virose recente, uso de anti-inflamatórios, mudanças alimentares ou uma resposta inesperada do organismo podem provocar desconfortos. Os géis de carboidrato são úteis em provas longas, mas podem causar sintomas quando usados em grande quantidade, com pouca água ou sem boa tolerância individual.
Ciclo menstrual e intestino
O ciclo menstrual pode influenciar sintomas gastrointestinais, como cólicas, distensão abdominal e alteração do trânsito intestinal, mas isso não significa menor capacidade de performance. Penna ressalta que mulheres competem em alto nível em todas as fases do ciclo: o essencial é que cada atleta conheça o próprio padrão.
Nina acrescenta que a continência também pode variar em episódios de urgência intensa, já que o controle das fezes depende dos esfíncteres, músculos localizados na região do ânus. No caso de Louany, menstruação, calor, esforço, ansiedade e carboidrato se combinaram. “Botou no caldeirão ali”, resume Nina.
Quando vira risco
A decisão de continuar ou parar depende da intensidade dos sintomas e do estado geral do atleta. Segundo Penna, quando o episódio é leve, isolado, sem tontura, vômitos persistentes, confusão mental, dor abdominal forte ou incapacidade de manter hidratação, pode ser possível reduzir o ritmo, caminhar, procurar um banheiro, ingerir pequenos volumes de água e reavaliar.
Mas há sinais que exigem interrupção e atendimento: diarreia intensa ou repetida, sangue nas fezes, vômitos persistentes, tontura importante, desmaio, confusão mental, fraqueza incapacitante, calafrios, pele muito quente, câimbras generalizadas, dor no peito, falta de ar desproporcional, palpitações, redução importante da urina ou incapacidade de se hidratar. “Em provas longas, insistir apesar de sinais de gravidade pode transformar um quadro inicialmente simples em uma emergência médica”, afirma Penna.
Nina é mais direta ao falar da urgência intestinal durante a corrida. Para ela, quando o corpo dá sinais claros de que é preciso evacuar, o ideal é parar e procurar um banheiro. Insistir pode causar lesões na região anal, especialmente quando há diarreia intensa. Fissuras, irritações e piora de hemorroidas estão entre os riscos. “É complicado normalizar”, reforça a coloproctologista.
O tabu também no consultório
Para Nina, a repercussão do caso dialoga com um constrangimento que aparece com frequência no consultório: a dificuldade de falar sobre intestino, ânus, reto, fezes, hemorroidas e fissuras.  “As pessoas têm muito tabu em falar de saúde intestinal”, relata. “É uma parte do corpo como qualquer outra”. 
Segundo ela, a vergonha pode atrasar a busca por atendimento. Pacientes muitas vezes evitam relatar sintomas ou só procuram ajuda quando a dor, o sangramento ou o desconforto já estão intensos. Penna também avalia que muitos atletas sentem vergonha de falar sobre episódios gastrointestinais, embora eles sejam relativamente conhecidos em provas longas. Para ele, tirar o tema do campo da humilhação é uma forma de aproximá-lo da saúde.
Louany diz que está em paz com a decisão de ter contado a própria história. A próxima maratona, afirma, será em Berlim. “Só quero ser feliz e continuar correndo”. Para o médico, “a superação faz parte do esporte, mas precisa caminhar junto com segurança”, já que “o bom atleta não é apenas quem suporta mais, mas quem sabe interpretar o próprio corpo e tomar decisões seguras”. 
Revistas Newsletter  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/HgfvSF_QOzpwx273oHM4WvqbNKE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/X/9/HkZeBXRa2TqOKTsfdhgw/chatgpt-image-12-de-jun.-de-2026-14-54-09.png" medium="image"/>   <media:description>A atleta amadora durante os treinos e na Maratona do Rio</media:description>   <media:credit>Arquivo pessoal</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 19:14:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Levi’s® e PIET revisitam o universo vintage do futebol em colaboração inédita</title>  <atom:subtitle>A collab reúne peças com uma tipografia artesanal e uma paleta de cores em tons de verde, azul e amarelo</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/marcas-parceiras/noticia/2026/06/levisr-e-piet-revisitam-o-universo-vintage-do-futebol-em-colaboracao-inedita.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/marcas-parceiras/noticia/2026/06/levisr-e-piet-revisitam-o-universo-vintage-do-futebol-em-colaboracao-inedita.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/iv7-8IkuRZSHQw1I20LryvnFkRo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/a/u/fj4b0XR2ywOQeBBUYXGQ/capa-24-.jpg" /><br /> ]]>    A cada quatro anos, pinceladas de tinta verde e amarela se espalham pelo asfalto para formar a bandeira do Brasil. Pela cidade, grafites com representações de momentos históricos do futebol e da tão sonhada taça estampam os muros. Em bares ou em casa, no momento em que o nosso time entra em campo, a euforia toma conta de quem assiste à partida. Esse cosmos é a inspiração para a colaboração inédita entre Levi’s® e PIET.
A pioneira do jeans se uniu à marca nacional comandada por Pedro Andrade para revisitar as torcidas da década de 1990. Com referências à identidade local e ao universo do futebol, a coleção toma emprestada uma estética vintage e uma tipografia artesanal, com uma paleta de cores em tons de verde, azul e amarelo. “O consumidor brasileiro busca, cada vez mais, uma moda com alma, autenticidade e valores compartilhados. Essa colaboração com a PIET traduz bem a nossa visão de denim lifestyle: conectamos o nosso legado de mais de 150 anos de moda com a paixão nacional pelo futebol, criando um diálogo genuíno com o público jovem brasileiro, que valoriza peças com história, propósito e forte identidade local”, explica o gerente-geral da Levi’s® Brasil, Karsten Koehler.
Para Pedro, a collab com a marca era um desejo antigo: “Coleciono jeans raros há anos, e isso sempre foi uma das minhas maiores especialidades. Tenho despendido muito tempo nos últimos anos viajando ao redor do mundo e estudando sobre as mais variadas técnicas de construção de denim, por isso essa parceria para mim é tão importante”.
Essa matéria-prima, elemento central do legado da Levi’s®, é a grande protagonista da coleção. Ela ganha destaque na jaqueta jeans Selvedge, que tem patches aplicados, efeito desgastado – responsável pelo ar de item garimpado – e a assinatura PIET Football   Association Levi's, presente em todas as peças.
A estética retrô aparece nas t-shirts. Tingidas de azul ou verde, elas têm um detalhe de listra na costura da manga e carregam os nomes das etiquetas na parte frontal. Bonés jeans escuro e amarelos e uma bandana estampada completam o lançamento, reforçando a linguagem nostálgica da parceria ao mesmo tempo que incorporam referências do streetwear.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/iv7-8IkuRZSHQw1I20LryvnFkRo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/a/u/fj4b0XR2ywOQeBBUYXGQ/capa-24-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Levi’s® e PIET revisitam o universo vintage do futebol em colaboração inédita</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:05:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Convocação, golfe no corredor e o penta: Kaká relembra os bastidores da Copa de 2002</title>  <atom:subtitle>"Minha Primeira Copa": Convocado aos 20 anos para disputar seu primeiro Mundial, Kaká relembra os bastidores da campanha de 2002, da espera pelo nome na lista de Felipão ao momento em que ficou na beira do campo antes do penta</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/convocacao-golfe-no-corredor-e-o-penta-kaka-relembra-os-bastidores-da-copa-de-2002.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/convocacao-golfe-no-corredor-e-o-penta-kaka-relembra-os-bastidores-da-copa-de-2002.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/t6Ws1tI4DO01YYBzwajtQniuhg4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Y/O/MdGdF5RpKFVkWUdDoYqA/gettyimages-2097716274-2-.jpg" /><br /> ]]>    Para qualquer geração de brasileiros, a Copa do Mundo nunca passa despercebida. Cada um guarda uma memória especial de algum Mundial:  seja os dribles e bailes de Pelé, ou as defesas de Taffarel, acordar de madrugada para assistir aos jogos de 2002, e até mesmo os sofrimentos de 1998 e, como não citar, o 7x1 dentro de casa? Para responder essa pergunta, convocamos o pentacampeão do mundo Kaká, que revelou bastidores daquela que foi a sua primeira copa no quadro "Minha Primeira Copa", da GQ Brasil. Assista abaixo!
O dia da convocação
À época, com apenas 20 anos, Kaká era a joia recém descoberta do São Paulo. Com dois gols, tinha acabado de decidir o torneio Rio-São Paulo em pleno estádio do Morumbi.  
A convocação do técnico Felipão para o Mundial de 2002 seria numa segunda-feira. No sábado anterior, o comandante da Seleção telefonou para Belletti, também jogador do SPFC, justamente para saber de Kaká. “Aí o Belletti foi lá no meu quarto, bateu na porta e falou: ‘Felipão me ligou, perguntou como que você tava. Falei que você tava bem, que você vai jogar amanhã’. Aí perguntei: ‘E aí?’. E o Belletti disse:  ‘Aí ele não falou mais nada’”, relembra rindo. “Você vem me falar isso e eu vou ter que viver com essa expectativa até segunda-feira?".
Quando o dia chegou, Kaká estava em casa com os pais e o irmão mais novo, todos ansiosos até a hora que Felipão anuncia: “Meio campistas”, e faz uma pausa que parecia eterna até anunciar o jovem. “A hora que ele fala meu nome… realmente é uma emoção muito grande. Imaginar que aos 20 anos eu ia ter a oportunidade de disputar uma Copa do Mundo, realmente foi incrível.”
Seleção Brasileira em 2002
Getty Images
A Família Scolari e o golfe do corredor
Apesar da pressão de representar um país que entra em toda Copa como favorito, o ambiente construído por Felipão virou um dos segredos daquela campanha. Sem celulares conectando todo mundo o tempo inteiro e ainda do outro lado do mundo, no Japão e na Coreia do Sul, os jogadores se apoiavam uns nos outros. “Então era muito nós mesmo, então é sentado na mesa, é conversando, é batendo papo, tentando é todo mundo trocando experiências”, conta.
Foi ali que nasceram as rotinas que Kaká guarda até hoje: rodas de conversa, partidas de baralho e um elenco que misturava alguns dos maiores nomes da história do futebol brasileiro com um garoto vivendo sua primeira Copa.
“Lembro muito do Ronaldo brincando com o Dida de golfe no corredor, tinha muito do baralho e também muito Copa. Porque no momento que entra a Copa, você começa a acompanhar as outras seleções, você começa a conversar, começa a analisar outras equipes e durante a competição você vai acompanhando outras seleções que vão tendo um desempenho bom.”
Na beira do campo e... É penta!
Agora, quem assistiu aquela final da Copa do Mundo de 2002 contra a Alemanha não consegue esquecer de um momento clássico: o jovem Kaká tentando entrar em campo nos últimos momentos daquela partida. “Eu na beira do campo até o final do jogo, e o Galvão fala umas seis, sete vezes: ‘O menino Kaká tá na beira do campo e vai entrar. O menino Kaká tá na beira do campo e quer entrar…’”
A entrada nunca aconteceu. O juíz apitou pela última vez e consagrou o Brasil como pentacampeão. Mas o desfecho acabou tornando o momento ainda mais simbólico. “O Galvão termina a narração desse jeito: ‘Menino Kaká tá na beira do campo, não deu tempo de entrar, porque o Brasil é pentacampeão’.”
Seleção Brasileira celebra o penta, em 2002
Getty Images
A dimensão daquela conquista, porém, só apareceu de verdade na volta para casa. Sem redes sociais e com pouca informação circulando durante o torneio, o elenco ainda não tinha percebido o tamanho do impacto da campanha. Foi na chegada ao Brasil que tudo ganhou outra proporção.
“Quando a gente chega em Brasília e sai do aeroporto, começa a passeata… aí a gente começa a entender o que aquilo representou para o povo brasileiro. Trio elétrico, Ivete em cima do trio cantando e a gente comemorando junto com o povo.”  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/t6Ws1tI4DO01YYBzwajtQniuhg4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Y/O/MdGdF5RpKFVkWUdDoYqA/gettyimages-2097716274-2-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Kaká relembra bastidores da Copa do Mundo de 2002, seu primeiro Mundial</media:description>   <media:credit>Reprodução/Youtube GQ Brasil</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:44:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dia dos Namorados: 8 casais que se conheceram nas telinhas</title>  <atom:subtitle>De Camila Queiroz e Klebber Toledo a Sophie Charlotte e Xamã, relembre casais que transformaram a parceria nas novelas em histórias de amor fora das telas</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/06/dia-dos-namorados-8-casais-que-se-conheceram-nas-telinhas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/celebridades/noticia/2026/06/dia-dos-namorados-8-casais-que-se-conheceram-nas-telinhas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/TORfg_7fM49a0_TA9pBqBgkwD7U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/u/h/APpTHlTjWYW52outtuBw/dia-dos-namorados.png" /><br /> ]]>    No universo das novelas, os romances costumam conquistar o público ao longo da trama. Mas, em alguns casos, a química ultrapassa a ficção e ganha espaço também nos bastidores. Neste Dia dos Namorados, a GQ Brasil relembra oito casais que se conheceram nas telinhas e transformaram a parceria profissional em uma história de amor fora delas.
Camila Queiroz e Klebber Toledo
Camila Queiroz e Klebber Toledo se conheceram durante "Êta Mundo Bom", em 2016, e hoje são pais de Clara
Divulgação/TV Globo/Instagram
Camila Queiroz, 32, e Klebber Toledo, 39, se conheceram nos bastidores de Êta Mundo Bom!, em 2016, e logo iniciaram um namoro. Em 2017, ficaram noivos e se casaram no ano seguinte, em Jericoacoara.
Após a união, decidiram adotar o sobrenome um do outro: Camila adicionou "Toledo" ao seu nome, enquanto Klebber passou a usar "Queiroz". Em dezembro do ano passado, nasceu Clara, a primeira filha do casal.
Agatha Moreira e Rodrigo Simas
Agatha Moreira e Rodrigo Simas se conheceram em Malhação, mas começaram a namorar anos depois, durante "Orgulho e Paixão"
TV Globo/Instagram
Agatha Moreira, 34, e Rodrigo Simas, 34, se conheceram durante as gravações de Malhação: Intensa como a Vida, em 2012, mas o romance só aconteceu anos mais tarde. Na época, eles interpretavam irmãos na novela teen e se tornaram grandes amigos na vida real.
Em 2018, viveram o casal Ema e Ernesto e Orgulho e Paixão e levaram o romance para fora das telinhas, assumindo o namoro no início de 2019. Atualmente, optam por não oficializar a união no papel e não têm planos de ter filhos.
Adriana Esteves e Vladimir Brichta
Adriana Esteves e Vladimir Britcha começaram a namorar nos bastidores de "Kubanacam"
TV Globo
Vladimir Brichta, 50, e Adriana Esteves, 55, se conheceram durante as gravações de Coração de Estudante, em 2002. No entanto, o romance começou apenas no ano seguinte, durante os trabalhos em Kubanacan.
Eles se casaram em fevereiro de 2006 e, em outubro daquele mesmo ano, nasceu Vicente, filho do casal.
Sophie Charlotte e Xamã
Sophie Charlotte e Xamã se conheceram nos bastidores de "Renascer", em 2024
Divulgação/TV Globo/Instagram
Sophie Charlotte, 35, e Xamã, 36, interpretaram o par romântico Damião e Eliana em Renascer, em 2024. Em julho daquele ano, assumiram o relacionamento.
Após um término no início deste ano, os dois reataram o namoro e voltaram a aparecer juntos em eventos e viagens, incluindo uma passagem por Frankfurt, na Alemanha, país de origem da atriz.
Lídia Brondi e Cássio Gabus Mendes
Cássio Gabus Mendes e Lídia Brondi se conheceram em "Vale Tudo"
TV Globo/Instagram
Lídia Brondi, 65, e Cássio Gabus Mendes, 64, se conheceram em 1989, nos bastidores da novela Vale Tudo, e voltaram a atuar juntos em Meu Bem, Meu Mal, no ano seguinte. O romance, porém, só começou após o fim da segunda produção.
Lídia decidiu se afastar da televisão para seguir carreira na psicologia. Discreto, o casal mantém um relacionamento duradouro há mais de três décadas.
Bianca Bin e Sérgio Guizé
Bianca Bin e Sérgio Guizé têm um relacionamento discreto desde 2017, quando filmaram "O Outro Lado do Paraíso"
Instagram
O romance entre Bianca Bin, 35, e Sérgio Guizé, 45, começou nos bastidores de O Outro Lado do Paraíso, em 2017.
No ano seguinte, eles oficializaram a união em uma cerimônia civil. Após o casamento, optaram por comprar um sítio em Indaiatuba, no interior de São Paulo, onde vivem em contato com a natureza.
Sophia Abrahão e Sérgio Malheiros
Sergio Malheiros e Sophia Abrahão estão juntos desde 2014, quando gravaram "Alto Astral"
TV Globo/Instagram
Sophia Abrahão, 34, e Sérgio Malheiros, 33, começaram a namorar em 2014, durante as gravações da novela Alto Astral.
Juntos desde então, eles moram no Rio de Janeiro e têm dois cachorros. Nas redes sociais, costumam compartilhar momentos do relacionamento com os seguidores.
Gabz e Jaffar Bambirra
Gabz e Jaffar Bambirra se conheceram durante as filmagens de "Mania de Você", em 2024
Instagram
Gabz, 27, e Jaffar Bambirra, 28, se conheceram durante as gravações de Mania de Você. Apesar de não formarem um casal na trama, os dois se aproximaram nos bastidores e assumiram o relacionamento em setembro de 2024.
Desde então, passaram a compartilhar momentos juntos nas redes sociais e em aparições públicas.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/TORfg_7fM49a0_TA9pBqBgkwD7U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/u/h/APpTHlTjWYW52outtuBw/dia-dos-namorados.png" medium="image"/>   <media:description>Dia dos Namorados: Camila Queiroz e Klebber Toledo, Agatha Moreira e Rodrigo Simas, Sophie Charlotte e Xamã são alguns dos casais que se conheceram nos bastidores de novelas</media:description>   <media:credit>Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:19:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O futebol dos anos 1970 e 90 inspira esta nova coleção limitada </title>  <atom:subtitle>“Super by Superbet” mergulha no mundo da moda com peças criadas pela estilista Kananda Soares, da Favela Hype</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/marcas-parceiras/noticia/2026/06/o-futebol-dos-anos-1970-e-90-inspira-esta-nova-colecao-limitada.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/marcas-parceiras/noticia/2026/06/o-futebol-dos-anos-1970-e-90-inspira-esta-nova-colecao-limitada.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/JB90P_7ALIaNLNZnTCnwL2YpoYU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Y/V/jPwSS1TSa9waGtWKe5zw/capa.jpg" /><br /> ]]>    Às vésperas do maior campeonato de futebol do mundo, é inegável o poder da união: vemos diferentes tribos engajadas na torcida pela seleção. Pensando nisso, acaba de ser lançada a coleção “Super by Superbet”, inspirada na estética Brasilcore. A tiragem é limitada e a distribuição se dará via jogos interativos em watch parties — serão dois eventos durante os jogos da equipe brasileira, uma na Arena Brasileira, no Parque Ibirapuera (em SP), e outra no Village Superbet, no Rio de Janeiro.
O design ficou a cargo da estilista Kananda Soares, que há 25 anos comanda a marca autoral Favela Hype. “Eu sou carioca da gema, do subúrbio do Rio, e fui criada nesse fervo. Em minha trajetória, percebi que a moda carioca era produzida nesses locais por pessoas que muitas vezes não tinham dinheiro para consumi-la. Minha marca surgiu dessa inquietação, de ver que a favela é um caldeirão de criatividade que merece ser valorizado e visto como tal”, conta ela. O lançamento é todo pautado no universo urbano e mescla linhas retrô com modelagens contemporâneas, como croppeds, shorts e vestidos.
O futebol dos anos 1970 e 90 inspira esta nova coleção limitada
Estúdio de Criação
O futebol dos anos 1970 e 90 inspira esta nova coleção limitada
Divulgação
Para a Superbet, o momento vai além do futebol. “Alinhamos o lançamento dessa coleção exclusiva ao nosso ecossistema de ações para eternizar esse momento histórico. A ‘Super by Superbet’ nasce justamente para celebrar essa conexão entre moda e futebol em uma proposta que traduz a energia e a força cultural do Brasil”, afirma a diretora de marketing da Superbet Brasil, Patrícia Prates.
Os anos 1970 e 90 — momentos em que o Brasil adicionou estrelas à camisa — foram a grande inspiração da estilista, que buscou trazer um Brasil fora do óbvio, não pautado apenas no verde e amarelo, mas em toda uma cultura futebolística das ruas. “Trabalhei com tecidos mais pesados, que são um contraste com o clássico dry-fit”, comenta Kananda. A ideia é que os consumidores utilizem as peças para torcer e possam também incorporá-las ao dia a dia com um styling ousado – vide o editorial que estampa esta matéria. Uma proposta é a composição com looks athleisure, que combinam itens esportivos e casuais. 
O futebol dos anos 1970 e 90 inspira esta nova coleção limitada
Estúdio de Criação
O futebol dos anos 1970 e 90 inspira esta nova coleção limitada
Estúdio de Criação
Ídolo eternizado
O destaque da coleção é a camiseta em homenagem ao Cafu, feita junto ao ex-jogador. Apenas 150 unidades foram produzidas, e todas possuem uma etiqueta interna numerada. Na parte de trás, ele reproduziu seu icônico autógrafo feito durante a conquista do pentacampeonato brasileiro, que leva o complemento “100% Jardim Irene" – uma referência ao bairro da Zona Sul paulista onde morou. O item também conta com a faixa de capitão na manga. Confira mais detalhes no perfil oficial da marca. 
Proibido para menores de 18 anos. Aposta não é investimento. Apostar pode causar dependência.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/JB90P_7ALIaNLNZnTCnwL2YpoYU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Y/V/jPwSS1TSa9waGtWKe5zw/capa.jpg" medium="image"/>   <media:description>O futebol dos anos 1970 e 90 inspira esta nova coleção limitada</media:description>   <media:credit>Estúdio de Criação</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:00:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>
Endrick revela pergunta da esposa, Gabriely, que mudou o rumo de sua carreira: “Comecei a pensar sobre andar com minhas próprias pernas"</title>  <atom:subtitle>Após ficar 173 dias sem jogar por causa de uma lesão e perder espaço no clube, atacante apostou em uma temporada de disciplina, mudança para Lyon e apoio da esposa para voltar à seleção e chegar à Copa</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/endrick-revela-pergunta-da-esposa-gabriely-que-mudou-o-rumo-de-sua-carreira-comecei-a-pensar-sobre-andar-com-minhas-proprias-pernas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/endrick-revela-pergunta-da-esposa-gabriely-que-mudou-o-rumo-de-sua-carreira-comecei-a-pensar-sobre-andar-com-minhas-proprias-pernas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/nh6k0dZX5zkkMf4CNIUOj8RSAvY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/B/q/AA4b4ySzO2TIim5rMpxQ/especialendrick-rafaelgreilberger-2.jpg" /><br /> ]]>    Tratado como joia desde muito cedo pelo Palmeiras, jogando sempre em categorias acima da de sua idade, Endrick surgiu como um fenômeno na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2022. No mesmo ano, terminou a primeira temporada como profissional já negociado com o Real Madrid por mais de R$ 400 milhões. Em 2023, antes mesmo de atingir a maioridade, tornou-se o quarto mais jovem jogador a estrear na seleção — aos 17 anos, três meses e 23 dias. Recentemente, porém, precisou aprender a esperar.
Foram 173 dias consecutivos sem jogar em 2025 por causa de uma incômoda lesão no tendão dos isquiotibiais da perna direita. Quando retornou, já não tinha mais espaço no clube espanhol com o técnico Xabi Alonso. Resolveu, então, correr um risco calculado com o estafe: tentar recuperar o tempo perdido no Lyon, conhecido pelo vasto histórico de sucesso de jogadores brasileiros.
“Consideramos muitas coisas: ser um clube que atua em uma das cinco principais ligas europeias, ter um treinador português com método de trabalho semelhante ao que havia sido submetido no Palmeiras, jogo ofensivo, estar disputando uma liga europeia e o fato de os atacantes não estarem marcando gols”, recorda Freitas. “Quanto ao Endrick, ele está sempre pronto, tem senso de urgência. Costumo dizer que o primeiro tiro dele já sai com o cano do revólver quente.”
Endrick é capa da GQ Brasil de junho
Rafael Greilberger/GQ Brasil
A pergunta da esposa que mudou tudo
O projeto de mudança foi construído pelos responsáveis pela carreira, mas o martelo foi batido em casa, com a ajuda da esposa, a influenciadora Gabriely Miranda, com quem está casado desde setembro de 2024. Em uma conversa do casal, a influenciadora digital questionou o jogador sobre qual postura gostaria de adotar para a carreira: a de atleta que se conforma com altos salários, mesmo sem jogar, ou daquele que sempre almeja mais. “Ela me perguntou o que eu queria. E foi colocando isso na minha cabeça, e eu comecei a pensar sobre a importância de andar com minhas próprias pernas e fazer acontecer”, conta.
O tiro foi certeiro. A chegada ajudou o clube francês a terminar a Ligue 1 na quarta colocação, resultado que garantiu a classificação para a Champions League, e alavancou o produto da própria liga nacional. A transmissão da partida contra o Paris Saint-Germain pela CazéTV alcançou 4,6 milhões de visualizações. Somado ao vídeo de melhores momentos, o conteúdo ultrapassa 7,8 milhões, o maior número da competição. Com ele em campo, o Lyon constantemente se manteve rompendo a casa do milhão de views. Sem ele, os melhores índices não chegavam a 400 mil. Dentro de campo, foram 8 gols e sete assistências em 21 partidas disputadas pelo clube. Em abril, o jogador ainda anunciou que será pai pela primeira vez.
Quer conhecer os bastidores da Copa de 2002 do Brasil? Nós convidamos Kaká para te contar tudo. Assista agora no vídeo abaixo!
Para tentar voltar à melhor forma, o atleta levou para Lyon o preparador físico argentino Guido Spirandelli, que trabalhava no Real Madrid e passou a atendê-lo em particular. O profissional foi contratado, principalmente, para prevenir lesões e se uniu à equipe que o acompanha diariamente, composta por um assessor pessoal, um chef de cozinha, pelo fotógrafo e videomaker Jonathan Guimarães, além do agente José Massih, que, apesar de não tê-lo como cliente exclusivo entre os agenciados, acompanha toda a sua rotina e organiza tudo a sua volta.
Endrick é capa da GQ Brasil de junho
Rafael Greilberger/GQ Brasil
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Dos Estados Unidos, ele quer fazer valer todo o esforço dos últimos meses para ajudar a seleção dentro de campo: “espero que possa tirar alguma vantagem desse tempo parado. Eu queria ter jogado todas as partidas desde o início da temporada, mas, se jogar menos que os outros me der alguma vantagem, vou usar a favor do Brasil”, diz.
Segundo jogador mais jovem do grupo, separado por apenas treze dias de diferença de Rayan, Endrick fala como um veterano. Não acredita em nenhum nome como “o cara do hexa” nem aponta times favoritos. Para ele, o extremo esforço coletivo pode levar o Brasil a quebrar o longo jejum de títulos da competição. “Vou voltar como lateral, desarmar como volante, e ir para disputas de bola como se fosse um zagueiro lá na frente”, promete. E de superação ele já entende como ninguém.
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Endrick é capa da GQ Brasil de junho
GQ Brasil
A edição de junho da GQ Brasil, com Endrick na capa, chega às bancas nesta sexta (12) e já está disponível no aplicativo Globo+ e na loja virtual, com entrega para a Grande São Paulo e para Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Porto Alegre e Campinas. Você também pode comprá-la pela internet aqui.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/nh6k0dZX5zkkMf4CNIUOj8RSAvY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/B/q/AA4b4ySzO2TIim5rMpxQ/especialendrick-rafaelgreilberger-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Endrick e a esposa, a influenciadora</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:57:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa do Mundo 2026: conheça o técnico mais velho e o mais jovem do torneio</title>  <atom:subtitle>Dick Advocaat, ténico de Curaçao, e Julian Nagelsmann, da Alemanha, tem uma diferença de 40 anos</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/copa-do-mundo-2026-conheca-o-tecnico-mais-velho-e-o-mais-jovem-do-torneio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/copa-do-mundo-2026-conheca-o-tecnico-mais-velho-e-o-mais-jovem-do-torneio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/mXCOp6W899QgzvUwp7ZmlkLaRBk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/s/x/X5nxOSQrC780xh6HXSeQ/design-sem-nome.png" /><br /> ]]>    A Copa do Mundo de 2026 começou nesta quinta-feira (11), com a cerimônia de abertura no México e os primeiros jogos da fase de grupos. Além dos holofotes voltados para os jogadores de cada seleção, os técnicos também têm papel decisivo no maior torneio do futebol. Entre os 48 comandantes presentes no Mundial, chama atenção a diferença de gerações: 40 anos separam o treinador mais velho do mais jovem desta Copa.
Aos 78 anos, Dick Advocaat é o técnico mais velho desta edição. O neerlandês disputa sua terceira Copa do Mundo e lidera a histórica estreia de Curaçao em Mundiais. Sua trajetória no torneio começou em 1994, quando levou a Holanda às quartas de final. Anos depois, esteve à frente da Coreia do Sul em 2006. Agora, com décadas de experiência acumuladas, tenta conduzir a seleção caribenha a uma campanha surpreendente.
Dick Advocaat, de 78 anos, é o técnico do Curaçao.
Reprodução/Instagram
No outro extremo está Julian Nagelsmann, de 38 anos, o técnico mais jovem da Copa do Mundo de 2026. No comando da Alemanha desde setembro de 2023, ele se consolidou como um dos treinadores mais promissores de sua geração. Antes de assumir a seleção, construiu carreira de destaque no futebol alemão, passando por Hoffenheim, RB Leipzig e Bayern de Munique.
Julian Nagelsmann, de 38 anos, é o técnico da Alemanha.
Getty Images  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/mXCOp6W899QgzvUwp7ZmlkLaRBk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/s/x/X5nxOSQrC780xh6HXSeQ/design-sem-nome.png" medium="image"/>   <media:description>Dick Advocaat, técnico de Curaçao, e Julian Nagelsmann, da Alemanha.</media:description>   <media:credit>Reprodução</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:56:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Crise no futebol e doces jogados fora: a história do primeiro álbum de figurinhas da Copa no Brasil</title>  <atom:subtitle>Chegada do formato no país chegou após frustração histórica para o esporte nacional; entenda</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/crise-no-futebol-e-doces-jogados-fora-a-historia-do-primeiro-album-de-figurinhas-da-copa-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/crise-no-futebol-e-doces-jogados-fora-a-historia-do-primeiro-album-de-figurinhas-da-copa-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/QOR9KdOlhQ0TTznV9n92M4JzTV0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/H/Q/GBmIALQvAcSWVbJ7ibkg/primeiro-album-copa-do-mundo-gq-abre.jpg" /><br /> ]]>    Na capa, um desenho do recém-construído estádio do Maracanã, inaugurado em junho daquele ano, e um grupo de jogadores bonachões ao redor de uma taça que pouco lembra a Jules Rimet e suas asas metálicas. A impressão de quem se deparava com o que é considerado por colecionadores consultados pela GQ Brasil como o primeiro álbum de figurinhas da Copa no Brasil (lançado em 1950) era bem diferente daquela mais profissional e elegante proposta pela Panini com seus volumes mais modernos.
Dito isso, o álbum Balas Futebol! - Craques do Campeonato Mundial de Futebol 1950 não deixava o fã do esporte órfão: lançado em versão brochura pela finada marca de chocolates e balas A Americana Ltda., "foi o primeiro com todas as seleções e todos os jogadores", conta o jornalista e pesquisador Marcelo Duarte, autor do livro O álbum dos álbuns de figurinhas das Copas (Panda Books, 2026).
Quantas figurinhas tinha o primeiro álbum da Copa do Mundo?
Todos os 13 times no páreo foram contemplados, assim como retratos de 11 jogadores por país. Elas eram coladas sobre uma página com o desenho da bandeira da nacionalidade em questão e a imagem de um gol, onde, naturalmente, repousavam as figuras dos goleiros - no caso brasileiro, a do paulista Moacir Barbosa. 
O elenco brasileiro no álbum de 1950
Acervo pessoal - Antonio Fiaschi
Somado a outros sete stickers de fotos do Mundial, os chamados "Instantâneos da Copa", um total de 140 figurinhas distintas completavam o álbum - cada nação contava com um cromo carimbado, este mais difícil de achar por aí.
Número bem mais modesto do que as 980 necessárias para gabaritar o volume da Copa do Mundo 2026, mas daí o motivo é simplesmente a dimensão mais robusta do torneio em si. Afinal, são 48 seleções jogando este ano.
Onde comprava?
Segundo Duarte, a distribuição do álbum em si era gratuita. Mas era preciso pagar pelos cromos, e a maneira de adquirir essas figurinhas era diferente. "Elas não eram vendidas em pacotes em banca de jornal, igual hoje, vinham na embalagem de balas", conta o jornalista e colecionador Marcelo Monteiro. No caso, as Balas Futebol, que davam nome ao volume. 
Fotos do campo fechavam o álbum, que também tinha uma versão alternativa de capa, com a imagem disposta na horizontal
Acervo pessoal - Antonio Fiaschi
Trata-se de uma prática que já era bem comum na época: Monteiro conta que fabricantes de doces e chocolates estavam antenados no poder sedutor do futebol e de seus astros desde muito antes. "As primeiras figurinhas que a gente tem informação são da Copa de 38. Não tinha um álbum, mas existiam algumas avulsas de jogadores, a exemplo do Leônidas, que era o craque da época", explica Monteiro.
Tragédia e sucesso
De bate pronto a ideia do Balas Futebol parecia fadada ao sucesso: colecionáveis da primeira Copa do Mundo após o fim da Segunda Guerra Mundial. E sediada no Brasil ainda por cima! Mas acontece que o álbum chegou às docerias depois da decisão do mundial em 16 de julho. Naquela altura, o país amargava outro fantasma que não o do conflito: o Maracanazo, final em que quase 174 mil visitantes nas arquibancadas do Maracanã (e outro sem número de espectadores) viram o Uruguai cravar uma improvável vitória por 2x1 sobre o Brasil, não só o favorito, mas dependente de apenas um empate para levar a taça.
O choque não desanimou nem fabricante, tampouco colecionadores. "Foram comercializados 500 mil exemplares, isto depois que o Brasil passou por uma verdadeira tragédia no futebol", diz Duarte. "A vendagem era tão imensa que as balas chegavam a ser descartadas na rua", relata Monteiro. "Não tinha nem como consumir aquele açúcar todo."
A Iugoslávia, dissolvida na década de 90, fazia parte do mundial em 1950
Acervo pessoal - Antonio Fiaschi
O livro de Duarte relata ainda outro efeito curioso: "As capas dos álbuns apresentam tonalidades variadas da cor do céu porque foram usadas diversas gráficas para dar conta de toda demanda."  O fato de que um álbum de figurinhas podia vingar mesmo com a Copa no retrovisor e um fracasso futebolístico na memória é sinal da forma como o brasileiro se relacionava com o torneio no passado.
"Hoje tem essa loucura de que se a tua seleção não foi bem, aquela Copa não representa nada. Isso serve para todos os países: a expectativa vende muito mais hoje do que o resultado", diz. "Você quer cada vez vender antes, e vender o sonho; é uma pena, porque os álbuns não conseguem mais contar tão bem a história das Copas."
O Bala Futebol! é um dos 250 objetos históricos atualmente em exposição no Galpão do Sesc Pompeia, em São Paulo. Ele faz parte da mostra "Colecionadores de Copas", aberta gratuitamente ao público até o dia 19 de julho.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/QOR9KdOlhQ0TTznV9n92M4JzTV0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/H/Q/GBmIALQvAcSWVbJ7ibkg/primeiro-album-copa-do-mundo-gq-abre.jpg" medium="image"/>   <media:description>O primeiro álbum de figurinhas da Copa do Mundo no Brasil, em exposição no Sesc Pompeia, em São Paulo</media:description>   <media:credit>GQ Brasil</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:00:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fotógrafo de moda rodou o país para registrar o amor pelo futebol: "O sonho continua pulsando mesmo na escassez"</title>  <atom:subtitle>O mineiro Hick Duarte, 35, mergulhou no mundo do futebol e roda o Brasil desde janeiro para a série “Em Campo”, na qual traduz a paixão popular em imagens que mostram desde jogos de várzea em São Paulo até partidas da Copa Quilombola Kalunga e na Floresta Nacional do Tapajós</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/artes-e-cultura/noticia/2026/06/fotografo-de-moda-rodou-o-pais-para-registrar-o-amor-pelo-futebol-o-sonho-continua-pulsando-mesmo-na-escassez.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/artes-e-cultura/noticia/2026/06/fotografo-de-moda-rodou-o-pais-para-registrar-o-amor-pelo-futebol-o-sonho-continua-pulsando-mesmo-na-escassez.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/113p3fDK-rUB_uK6VExTm9RG8P0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/z/i/TjqHqPSs6DB57OD53ETQ/dscf0024.jpg" /><br /> ]]>    O futebol ocupa um lugar sagrado no imaginário brasileiro. Cenas do esporte e da vivência ao seu redor povoam nossa memória desde que nos entendemos por gente. Dos jogos no bairro às torcidas pelos grandes clubes, além da expectativa de assistir à Copa do Mundo de quatro em quatro anos, ninguém passa ileso por uma das expressões culturais mais sólidas e onipresentes do país.
Como fotógrafo que há anos pesquisa a juventude nacional e suas manifestações artísticas, políticas e sociais, percebi que existia uma lacuna no meu trabalho: eu ainda não havia mergulhado verdadeiramente no universo do futebol. Ao mesmo tempo, crescia em mim uma vontade de viajar para dentro do país, fotografar sob a luz do sol, viver a adrenalina de retratar pessoas que eu acabara de conhecer. Assim nasceu meu novo projeto, “Em Campo”.
Boleiros no Igarapé de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós
Hick Duarte
Decidi olhar para o futebol a partir de suas relações com o território. Uma abordagem mais geográfica e comportamental do tema. Meu interesse era relacionar a prática com as diferentes paisagens que atravessam a extensão brasileira e entender como o esporte se apresenta em contextos diversos. 
Em ano de Copa do Mundo, quando boa parte da atenção se volta para a seleção, para grandes estádios e cerimônias bilionárias, optei por direcionar a lente a campos longínquos e seus jogadores/sonhadores. Por retratar jovens que mantêm uma relação cotidiana com o futebol, encontrando nele não apenas entretenimento, mas também afirmação de identidade, escape e fortalecimento comunitário.
Meninos jogam bola na beira do Rio Tapajós, no Pará
Hick Duarte
A ideia foi documentar essa paixão por meio de um itinerário que atravessasse as cinco regiões do país. Do asfalto à praia, da quadra à floresta, da várzea à aldeia. Essa catalogação se dá a partir de um olhar de admiração e respeito, conciliando fotografia documental e a força do retrato, formato sempre muito presente em meu trabalho.
Quis ainda prestar uma pequena homenagem a uma das séries fotográficas mais tocantes que já vi, justamente por existir nesse cruzamento estético entre fotografia documental e de moda. Entre 1979 e 1984, o fotógrafo norte-americano Richard Avedon percorreu dezessete estados do oeste dos Estados Unidos em um projeto encomendado pelo Amon Carter Museum of American Art, no Texas, batizado de “In the American West”. Em oposição radical aos trabalhos que consolidaram sua carreira, marcada por editoriais de moda e retratos de celebridades, Avedon pôs o pé na estrada e clicou trabalhadores anônimos, mineiros, caminhoneiros, agricultores, caubóis de rodeio, desempregados, donas de casa e andarilhos.
Houve um elemento fundamental que transformou completamente aquelas imagens. Avedon registrou os personagens diante de um fundo branco de papel. Ao eliminar interferências externas, fez o olhar se concentrar inteiramente nas pessoas. Decidi me apropriar desse formato, deslocando os jogadores do campo após as partidas e clicando-os também em um fundo branco. Quis direcionar a atenção para os rostos, as roupas, as marcas do corpo, a postura e as subjetividades de cada um.
Retratos de jogadores pelo país, capturados na frente de um fundo branco
Hick Duarte
Para “Em Campo”, atravessei o Brasil em busca das expressões mais genuínas dessa paixão coletiva pelo esporte. Fotografei jogos de várzea em São Paulo, acompanhei a Copa Quilombola Kalunga na Chapada dos Veadeiros, documentei partidas dentro da Floresta Nacional do Tapajós, no Pará... E ainda tenho mais duas viagens no itinerário.
O resultado são imagens que traçam um comentário sobre a relação entre corpo e campo, entre jogadores e biomas, sobre a rica pluralidade étnica do país, a estética do futebol popular e, de maneira mais subjetiva, a ideia desses campos como territórios de conexão, proteção e pertencimento.
Cena de disputa no bairro paulistano de Guaianases
Hick Duarte
O mais marcante ao longo das viagens foi perceber que o futebol permanece vivo como forma de resistência; o sonho continua pulsando mesmo em contextos de escassez e dificuldade. Constatei, inclusive, que o esporte funciona não só para encontro e diversão, mas também como importante ferramenta de saúde mental para muitos que enfrentam situações delicadas fora de campo.
Na exposição de “Em Campo”, prevista para acontecer entre julho e agosto deste ano, a ideia é apresentar os registros como um manifesto visual em homenagem a quem realmente mantém essa cultura viva no país. Todas as imagens foram realizadas em colaboração com clubes, coletivos e associações esportivas que encontramos ao longo do caminho. Um dos objetivos é que a venda das fotografias possa gerar recursos para apoiar essas organizações, contribuindo para melhorias em suas sedes, para a confecção de novos uniformes, organização de campeonatos e investimento no treinamento de seus jovens.
Comecei a desenhar a série pensando na documentação de um fascínio nacional e acabei diante de um retrato complexo do nosso território e seus tecidos sociais. Hoje enxergo esse projeto como um registro visual sobre o futebol entendido não apenas como esporte, mas também fenômeno profundamente enraizado na formação emocional, estética e coletiva da juventude brasileira. 
Campo de terra no Povoado do Moinho, na Chapada dos Veadeiros
Hick Duarte  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/113p3fDK-rUB_uK6VExTm9RG8P0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/z/i/TjqHqPSs6DB57OD53ETQ/dscf0024.jpg" medium="image"/>   <media:description>Campo de várzea em Taboão da Serra, na região metropolitana de São Paulo</media:description>   <media:credit>Hick Duarte</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:00:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa do Mundo: Léo Pereira, zagueiro da seleção, já passou por cirurgia plástica surpreedente; veja antes e depois</title>  <atom:subtitle>Léo Pereira passou por otoplastia em 2021 e antes e depois surpreende</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/copa-do-mundo-leo-pereira-zagueiro-da-selecao-ja-passou-por-cirurgia-plastica-veja-antes-e-depois.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/copa-do-mundo-leo-pereira-zagueiro-da-selecao-ja-passou-por-cirurgia-plastica-veja-antes-e-depois.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/59zKyKnTN9xnw63O6VhqBjjFV0I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/C/Q/ANb1ByRGil6b8kotO9nw/leo-1-.png" /><br /> ]]>    Aos 30 anos, Leo Pereira vive uma das fases mais marcantes da carreira. Zagueiro do Flamengo, o jogador foi convocado para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo, e a mudança estética do atleta chamou a atenção.
Recentemente, fotos antigas do atleta viralizaram nas redes sociais e surpreenderam o público pela transformação visual ao longo dos anos.
Leo Pereira antes de cirurgia
Instagram
Ao comparar registros do início da carreira com imagens mais recentes, é possível perceber mudanças significativas em seu visual. 
Em 2021, Leo Pereira passou por uma otoplastia, procedimento cirúrgico realizado para corrigir ou alterar o formato e a projeção das orelhas. Além disso, adotou lentes de contato dentárias e passou a usar a barba mais cheia.
Leo Pereira após cirurgia
Instagram  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/59zKyKnTN9xnw63O6VhqBjjFV0I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/C/Q/ANb1ByRGil6b8kotO9nw/leo-1-.png" medium="image"/>   <media:description>Antes e depois de Leo Pereira</media:description>   <media:credit>Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:47:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Rodrigo Faro mantém rotina de treinos em Ibiza, na Espanha; artista tem 10% de gordura corporal</title>  <atom:subtitle>Rodrigo Faro mostra treino de calistenia durante viagem para Ibiza, na Espanha</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/06/rodrigo-faro-mantem-rotina-de-treinos-em-ibiza-na-espanha-mesma-pegada-do-cristiano-ronaldo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/fitness/noticia/2026/06/rodrigo-faro-mantem-rotina-de-treinos-em-ibiza-na-espanha-mesma-pegada-do-cristiano-ronaldo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/1q4omUZEHe5SAS0IfqAsxzA-1G0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/X/E/TYx9PlSdKKIQLSr5kSFQ/rodrigo-2-.png" /><br /> ]]>    Nesta quarta-feira, 10, Rodrigo Faro chamou a atenção nas redes sociais ao compartilhar novo vídeo em seu perfil do Instagram.
O apresentador está em Ibiza, na Espanha, e mesmo viajando, mostrou que não abriu mão de sua rotina de treinos.
Nas imagens, ele aparece fazendo exercícos de musculação e calistenia, como elevação de pernas na barra, séries de abdominais, puxadas em polia com corda e exercícios com halteres.
"Nem na viagem a Ibiza o treino parou…Boraaaaaaaaaa", escreveu na legenda. Nos comentários, seus fãs e seguidores se surpreenderam com a disciplina do artista. "Mesma pegada do Cristiano Ronaldo.....os dois são feras", disse um; "O Rodrigo com 50 e poucos anos faz isso de boas eu com 24 se fizer travo a coluna", declarou outro.
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Rotina de treinos
O comprometimento com a saúde e o condicionamento físico não é novidade para quem acompanha o apresentador. Em entrevista anterior à GQ Brasil, Faro revelou que alcançou a marca de 10% de gordura corporal, índice considerado típico de atletas, e que trabalha para atingir um objetivo ainda mais ambicioso: chegar aos 8%.
"Essa é minha meta atualmente. Continuo intensificando os treinos, melhorando mais ainda a alimentação e fazendo muitos exercícios aeróbicos", contou.
A musculação faz parte de sua rotina desde os 18 anos. Atualmente, ele treina quatro vezes por semana, com foco principalmente em pernas, bíceps e tríceps. Já a calistenia, modalidade que utiliza o peso do próprio corpo para desenvolver força e resistência, foi incorporada recentemente ao seu programa de exercícios.
Durante uma partida de futebol, Faro se chocou com um adversário e ficou impressionado com sua força física. "Quando trombei com ele, fui arremessado há uns dois metros de distância, como se tivesse batido numa barra de mármore", relembrou. Ao descobrir que o jogador era praticante de calistenia, decidiu experimentar a modalidade.
Hoje, ele dedica entre um e dois treinos semanais à prática, buscando ganhos em mobilidade, força e resistência cardiovascular. "Meu objetivo hoje é conquistar mais saúde, fazer meu corpo acreditar que eu não tenho 51 anos e levá-lo ao limite. Mas, claro, tudo direitinho, com treinos corretos, dormindo bem e comendo bem", explicou.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/1q4omUZEHe5SAS0IfqAsxzA-1G0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/X/E/TYx9PlSdKKIQLSr5kSFQ/rodrigo-2-.png" medium="image"/>   <media:description>Rodrigo Faro mantém rotina de treinos na Espanha</media:description>   <media:credit>Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:06:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Canário? Três leões? Aguardente? Descubra os apelidos curiosos de seleções no Mundial</title>  <atom:subtitle>Antes de a bola rolar, conheça o significado dos apelidos que identificam cada seleção</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/canario-tres-leoes-aguardente-descubra-os-apelidos-curiosos-de-selecoes-no-mundial.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/canario-tres-leoes-aguardente-descubra-os-apelidos-curiosos-de-selecoes-no-mundial.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/Fy9bt-TdrO_T_l6Wj4KgD09EKkU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2022/T/7/nnsupRQE69wZBLKlSDpQ/croacia-98.jpg" /><br /> ]]>    Muito além dos escudos e das camisas, as seleções da Copa do Mundo, que inicia nesta quinta (11), carregam apelidos que ajudam a contar as histórias de cada país. Alguns nasceram de tradições centenárias, outros surgiram por causa de símbolos nacionais, mascotes ou características marcantes de cada equipe e bandeira. Para você entender a origem de cada alcunha e acompanhar o Mundial com mais repertório, reunimos abaixo os apelidos de todas as seleções e suas respectivas explicações.
Brasil
Vinicius Jr em jogo pela Seleção Brasileira
Getty Images
Apelido: Canarinho
Explicação: depois de um concurso nacional, promovido pela Confederação Brasileira de Desportos (a atual CBF), o uniforme brasileiro passou a ser amarelo a partir da Copa de 1954, substituindo o branco que havia se tornado sinônimo de má sorte após a Seleção perder a final contra o Uruguai em pleno Maracanã, em 1950. O apelido é atribuído ao radialista Geraldo José de Almeida, que comparou as novas cores com a de um canário-da-terra. Logo, o apelido pegou na imprensa e permanece até hoje entre torcedores.
Croácia
Apelido: Ardentes
Explicação: o país, que se declarou independente da Iugoslávia em 1991, é chamado assim em homenagem a um drink típico, o Šlivovica, composto com aguardente.
México
Apelido: El Tri
Explicação: para os mexicanos, "tri" é referente ao nosso "tricolor". O apelido faz referência às cores verde, branco e vermelho do uniforme. Sem muito segredo. Já o “La Tri” ou “La Tricolor” também é usado pela seleção equatoriana, que vai disputar no grupo E da Copa 2026.
Espanha
Apelido: La Roja
Explicação: os espanhóis renegam o antigo apelido "A Fúria", marcado pelos antigos fracassos da seleção na Copa do Mundo antes de serem campeões do mundo, em 2010, na África do Sul. O apelido faz alusão ao uniforme vermelho principal da seleção do país europeu - ou "roja", em espanhol.
Holanda
Apelido: Laranja Mecânica
Explicação: apelido faz referência à grande geração holandesa da década de 70, liderada por Johan Cruyff, em uma correlação com o clássico "Laranja Mecânica", dirigido por Stanley Kubrick e lançado em 1971. 
Austrália
Apelido: Socceroos
Explicação: é mistura das palavras “Soccer” (futebol, em inglês americano) com “Kagaroos” (cangurus, uma espécie típica da Austrália). Os australianos se classificaram para a Copa do Mundo em 2026 após vencer a Arábia Saudita. Neste mundial, está no grupo D contra Austrália, Turquia e Estados Unidos. 
Colômbia
Apelido: Los Cafeteros
Explicação: país é o principal destino do turismo cafeeiro no mundo e um dos maiores produtores de café no planeta. Logo, o apelido pegou entre a seleção colombiana.
Japão
Apelido: Os Samurais Azuis
Explicação: menção à tradição nipônica nas artes marciais e, claro, ao uniforme principal da seleção que promete chegar com tudo na competição.
Argentina
Apelido: La Albiceleste
Explicação: por conta das cores azul-celeste e branco do uniforme da atual campeão do mundo, que vai contar com a provável última participação de Lionel Messi na Copa.
Uruguai
Apelido: A Celeste
Explicação: faz referência à tonalidade de azul dos nossos vizinhos, que estreia no próximo dia 15 de junho na Copa do Mundo contra a Arábia Saudita no grupo H, em que também deve enfrentar a acirrada Espanha. 
França
Apelido: Les Bleus
Explicação: os "azuis", em referência ao uniforme azul adotado pela seleção francesa ainda no início de 1900. "Allez les Bleus", não à toa, se tornou o grito de torcida mais marcante da campeã do mundo em 1998 e 2018, que neste ano retorna aos gramados com Kylian Mbappé e grande elenco.
Inglaterra
Apelido: Os Três Leões
Explicação: referência ao brasão do Exército inglês, também presente no escudo da federação de futebol. 
Bósnia-Herzegovina
Apelido: Zuto-Plavi
Explicação: parece complicado, mas significa apenas "amarelo-azul". 
Irã
Apelido: team melli
Explicação: na tradução literal, "time do povo". Atualmente em guerra contra os Estados Unidos, muito se suspeitou da ausência do time na competição, que foi mantida pela federação iraniana. Os atletas do país estreiam no próximo dia 15 de junho contra a Nova Zelândia. Não sem problemas com os americanos. Segundo informação divulgada pelo Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla original em inglês) à agência Reuters, nesta terça-feira, a entrada dos jogadores no país só será permitida às vésperas da partida. 
Alemanha
Apelido: Mannschaft
Explicação: outro apelido que parece complicado, mas é muito simples. Significa "equipe". Para os alemães, seria o equivalente a forma como nós chamamos nossa seleção de “Seleção” apesar de existirem outras. 
Portugal
Apelido: Seleção de Quinas
Explicação: referência aos cinco escudos presentes no brasão da bandeira nacional.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/Fy9bt-TdrO_T_l6Wj4KgD09EKkU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2022/T/7/nnsupRQE69wZBLKlSDpQ/croacia-98.jpg" medium="image"/>   <media:description>Uniforme principal da Croácia na Copa de 1998, quando foi semifinalista, perdendo para a campeã França. Entre os croatas, seleção nacional recebe o nome de bebida alcóolica</media:description>   <media:credit>Alexander Hassenstein/Bongarts/Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:00:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Sacrifícios e zero luxo: a “rotina militar" de Endrick para jogar a Copa do Mundo; "Sempre vai custar, é a lei do futebol"</title>  <atom:subtitle>Capa da GQ Brasil de junho, Endrick se porta como um veterano. Para chegar à Copa do Mundo, o atacante de 19 anos dispensou ostentações e viveu uma rotina austera em Lyon, pouco comum à maior parte dos jogadores de futebol. Agora, espera ajudar a seleção brasileira na busca pelo sonhado hexacampeonato</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/sacrificios-e-zero-luxo-a-rotina-militar-de-endrick-para-jogar-a-copa-do-mundo-sempre-vai-custar-e-a-lei-do-futebol.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/sacrificios-e-zero-luxo-a-rotina-militar-de-endrick-para-jogar-a-copa-do-mundo-sempre-vai-custar-e-a-lei-do-futebol.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/X9opYZvXczclJw82DR85YEJzr3Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/W/e/BbgXG3Rf2Ut9YoyWhrqA/header-endrick3.jpg" /><br /> ]]>    Não há nada que salte aos olhos quando se anda pelas ruelas ou casas de Chemin de la Combe, em Caluire-et-Cuire — uma sossegada comuna na região metropolitana de Lyon, local que Endrick escolheu para morar nos últimos meses antes de retornar a Madri. A rua sem saída, os muros de cor pálida e o silêncio que quase nunca é quebrado remetem mais a um cantinho no campo do que ao lar de um astro do Real Madrid. 
Na parte térrea, uma sala de dois ambientes, uma cozinha de conceito aberto e a sala de jantar. No segundo piso ficam os quartos, e há também uma academia no subsolo. Mas não se veem por ali nenhuma luxuosa sala de cinema, pista de boliche, boate ou quadra privativa, fontes comuns de entretenimento entre os jogadores. Nem sequer uma área de churrasco ou piscina.
“A maior parte dos atletas de futebol opta por mansões voltadas para o luxo e até extravagâncias. Endrick procurou um lugar para dormir bem e ter seus cachorros por perto, até porque a rotina dele é quase monótona. Só precisava de conforto, privacidade e silêncio, nada mais”, explica Thiago Freitas, COO da Roc Nation Sports, empresa de entretenimento americana comandada pelo cantor Jay-Z, e responsável pela carreira do atacante.
Conhecida como a capital da gastronomia francesa, a região também é o berço de chefs premiados com estrelas Michelin, como Paul Bocuse (o fundador da nouvelle cuisine), Nicolas Le Bec, Michel Guérard e a família Troisgros. No entanto, o restaurante mais famoso de Bocuse, o L’Auberge du Pont de Collonges, bem como todos os pratos refinados que ele assina, passou ao largo da rotina do jovem, à exceção dos crepes e das raras idas a restaurantes brasileiros para aproveitar momentos a sós com a esposa, Gabriely Miranda, com quem está casado desde setembro de 2024.
Endrick é capa da GQ Brasil de junho
Rafael Greilberger/GQ Brasil
“Ele tem disposição ao sacrifício. É um jovem que poderia ter acesso a prazeres diversos, mas o valor que atribui ao prazer no domingo, o dia dos jogos, é superior às regalias que poderia ter de segunda a sábado. Então, ele não desfruta, não conhece muito as cidades em que vive. Tem uma rotina que por vezes parece até militar”, relata Freitas.
A rotina longe dos prazeres e a disposição ao sacrifício não são uma novidade para Endrick, que sempre diz ter o astro português Cristiano Ronaldo como sua principal referência esportiva, mas se tornaram ainda mais necessárias em uma tentativa obstinada do jogador de recuperar espaço na seleção brasileira para chegar à Copa do Mundo, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá a partir do dia 11 de junho. O plano funcionou. Após cinco meses na França, o atacante foi anunciado como um dos 26 nomes convocados pelo técnico Carlo Ancelotti para defender o país. Para isso, viveu intensamente o lado avesso à badalação.
“Vai custar, sempre vai custar. É a lei do futebol”, resume Endrick. “Se você está no meio de uma temporada, não pode fazer coisas que vão prejudicá-lo. Querer trabalhar muito, desde cedo, é uma coisa em comum com Cristiano Ronaldo, mas não o admiro só pelo trabalho. Ele tem muito talento e uma história de superação quando era jovem.”
O paralelo com a história do craque português, que disputará sua sexta Copa do Mundo na carreira e está próximo do milésimo gol, é traçado para além dos cuidados com a recuperação e a forma física. Ronaldo deixou a extrema pobreza na Ilha da Madeira antes do estrelato, assim como Endrick a de Valparaíso de Goiás, cidade-satélite de Brasília, para tentar a vida com a família em São Paulo com apenas 8 anos.
Apreço pela moda, mas foco total na Copa
Endrick ainda é um confesso amante da moda, mas mantém os olhos fitos em alcançar protagonismo no futebol. Entrou para esse universo em junho de 2024, ao estrelar uma campanha ao lado da atual esposa no Dia dos Namorados para a marca Ellus, e passou a chamar a atenção de grifes e de publicações nacionais, como a própria GQ Brasil; em abril de 2023, brilhou num ensaio fotográfico da revista publicado na edição 134. 
Também posou para a edição espanhola da Esquire. No armário, tem carinho por peças de grifes como Louis Vuitton, Gucci, Prada, Boss, Balenciaga e Off-White, e uma pequena coleção de relógios da marca Rolex. Na primeira aparição na seleção, em 2023, causou frisson nas redes sociais ao se apresentar à concentração na Granja Comary, em Teresópolis, coberto de Gucci — as peças tinham valor aproximado de R$ 42 mil. No ano seguinte, voltou de Louis Vuitton, com custo superior a R$ 118 mil, sendo R$ 30 mil só o suéter.
Endrick é capa da GQ Brasil de junho
Rafael Greilberger/GQ Brasil
“É bem claro que ele foi pegando gosto por esse universo, usando peças de fabricação restrita, curtindo essa presença como modelo, mas não é um fashion addict (viciado em moda). As pessoas do meio o elogiam por ser fotogênico, mas nunca o vimos numa semana de moda, seguindo estilistas, publicações específicas... Também não compartilha imagens de suas novas peças ou de seu closet. Sua principal rede social, basicamente, tem o que faz em campo. Agora, ele me pediu para reduzir o contato com patrocinadores, para que organizássemos os seus compromissos e cuidássemos da logística da família. Não quer se envolver com nada, prefere se concentrar exclusivamente no trabalho”, explica Freitas.
Visto como um tipo pouco comum no meio, Endrick não tem tatuagens no corpo nem brincos. Também não frequenta noitadas nem consome bebidas alcoólicas. É chamado de “jovem velho” e, carinhosamente, apelidado de Bobby pelos companheiros de clube e treinadores, inclusive por Carlo Ancelotti, maestro da seleção brasileira. O apelido surgiu por ter dito que uma de suas referências no futebol é o ídolo inglês Bobby Charlton, ao qual nunca viu jogar e de quem justifica gostar pelo bom desempenho no videogame.
“Hoje é possível também acompanhar o jogador fora de campo. As pessoas acabam pensando que somos todos iguais, que gostamos das mesmas coisas, pensamos do mesmo jeito, mas não é verdade. Os jogadores têm coisas em comum, mas muito mais diferenças”, cita o atleta, que não considera a rotina austera como algo excepcional: “Não sou um fora da caixa ou fora da curva. É somente fazer o meu trabalho bem feito, aquilo que precisa ser feito. Agora, nas férias, é o momento para fazer o que quiser.”
Dos Estados Unidos, ele quer fazer valer todo o esforço dos últimos meses para ajudar a seleção dentro de campo: “espero que possa tirar alguma vantagem desse tempo parado. Eu queria ter jogado todas as partidas desde o início da temporada, mas, se jogar menos que os outros me der alguma vantagem, vou usar a favor do Brasil”, diz.
Segundo jogador mais jovem do grupo, separado por apenas treze dias de diferença de Rayan, Endrick fala como um veterano. Não acredita em nenhum nome como “o cara do hexa” nem aponta times favoritos. Para ele, o extremo esforço coletivo pode levar o Brasil a quebrar o longo jejum de títulos da competição. “Vou voltar como lateral, desarmar como volante, e ir para disputas de bola como se fosse um zagueiro lá na frente”, promete. E de superação ele já entende como ninguém
Onde adquirir a GQ Brasil de junho
Endrick é capa da GQ Brasil de junho
GQ Brasil
A edição de junho da GQ Brasil, com Endrick na capa, chega às bancas nesta sexta (12) e já está disponível no aplicativo Globo+ e na loja virtual, com entrega para a Grande São Paulo e para Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Porto Alegre e Campinas.
Assista ao GQ Revisita com Kaká
Kaká, um dos melhores jogadores da história do futebol brasileiro, passa a limpo momentos marcantes da carreira, como seus grandes gols e a primeira convocação a uma Copa quando tinha 20 anos. Assista agora!  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/X9opYZvXczclJw82DR85YEJzr3Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/W/e/BbgXG3Rf2Ut9YoyWhrqA/header-endrick3.jpg" medium="image"/>   <media:description>Endrick é capa da GQ Brasil de junho</media:description>   <media:credit>Rafael Greilberger/GQ Brasil</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 09:00:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ator de X-Men revela diagnóstico de câncer de mama: especialista alerta sobre sintomas que merecem atenção</title>  <atom:subtitle>Tyler Mane revelou que iniciou a quimioterapia após ser diagnosticado com câncer de mama; especialista explica os principais sintomas e fatores de risco da doença em homens</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/bem-estar/saude/noticia/2026/06/ator-de-x-men-revela-diagnostico-de-cancer-de-mama-especialista-alerta-sobre-sintomas-que-merecem-atencao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/bem-estar/saude/noticia/2026/06/ator-de-x-men-revela-diagnostico-de-cancer-de-mama-especialista-alerta-sobre-sintomas-que-merecem-atencao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/9f4J0RTS3yj32sVC0lxYMmh7Buk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Y/h/NNpaeoTp6xc94qxNTa6Q/ator.png" /><br /> ]]>    O ator Tyler Mane, conhecido por interpretar o mutante Dentes de Sabre em X-Men - O Filme e por dar vida ao icônico Michael Myers no remake de Halloween, revelou que foi diagnosticado com câncer de mama. Aos 59 anos, o ex-lutador profissional compartilhou a notícia nas redes sociais e contou que iniciou imediatamente o tratamento de quimioterapia.
"Tenho más notícias. Começo a quimioterapia hoje", disse em vídeo publicado para seus seguidores. Mane aproveitou o momento para chamar atenção para um aspecto pouco discutido da doença: embora seja amplamente associada às mulheres, homens também podem desenvolver câncer de mama.
"Um em cada 750 homens será diagnosticado com câncer de mama durante a vida, e eu sou um deles. Como raramente se fala sobre isso, geralmente é descoberto em estágios avançados e tem piores prognósticos. Quero mudar isso", afirmou.
Na legenda da publicação, o ator contou que inicialmente pensou em manter o diagnóstico em segredo por considerá-lo constrangedor. A decisão mudou quando ele percebeu a falta de informação sobre o tema. Segundo Mane, a descoberta só aconteceu porque sua esposa, Renae Geerlings, insistiu para que ele investigasse um nódulo, mesmo após médicos descartarem a possibilidade de um tumor mamário.
"Os homens têm mais chances de serem diagnosticados em estágios avançados porque não se fala sobre isso e não se procura por diagnósticos", escreveu.
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Câncer de mama em homens é raro, mas existe
Apesar de ser uma das doenças mais comuns entre mulheres, o câncer de mama masculino representa menos de 1% de todos os casos diagnosticados.
"Apesar de ser uma doença com uma incidência muito alta em mulheres — cerca de uma em cada oito ao longo da vida pode vir a desenvolvê-la — menos de 1% desses tumores são diagnosticados em pessoas do sexo masculino", explica Pedro Exman, oncologista e coordenador do Grupo de Tumores de Mama e Ginecológicos do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
A raridade dos casos contribui para um problema importante: a falta de informação. Como muitos homens sequer consideram a possibilidade de desenvolver a doença, o diagnóstico costuma acontecer mais tarde, quando o tumor já está em estágio avançado.
Quais são os sintomas?
Segundo Exman, os principais sinais de alerta incluem:
Presença de nódulo ou lesão na mama;
Dor na região mamária;
Alterações no mamilo;
Caroço ou massa na axila;
Vermelhidão ou alterações na pele da mama.
Ao notar qualquer um desses sintomas, a recomendação é procurar avaliação médica para investigação.
Quem tem mais risco?
Diferentemente do que acontece em muitos casos femininos, a genética desempenha um papel ainda mais relevante no câncer de mama masculino.
"Genes que são herdados de geração em geração, que a gente chama de hereditários, são o principal fator de risco para o desenvolvimento deste câncer em homens", afirma o oncologista.
Por isso, homens com histórico familiar de câncer de mama ou mutações genéticas hereditárias devem ficar especialmente atentos e conversar com seus médicos sobre estratégias de acompanhamento.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/9f4J0RTS3yj32sVC0lxYMmh7Buk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2026/Y/h/NNpaeoTp6xc94qxNTa6Q/ator.png" medium="image"/>   <media:description>Tyler Mane, ator de X-Men, revela diagnóstico de câncer de mama</media:description>   <media:credit>Instagram</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 21:49:34 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Copa terá dois bilionários em campo; saiba quem são e quantos milhões eles ganharam apenas no último ano</title>  <atom:subtitle>Segundo lista da Forbes, dois jogadores têm fortunas que ultrapassam o bilhão de dólar e continuam a ganhar alto - dentro e fora de campo</atom:subtitle>  <link>https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/copa-tera-dois-bilionarios-em-campo-e-neymar-fora-de-top-10-dos-mais-ricos-saiba-quem-sao-os-jogadores-mais-ricos-do-mundial.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://gq.globo.com/esporte-clube/noticia/2026/06/copa-tera-dois-bilionarios-em-campo-e-neymar-fora-de-top-10-dos-mais-ricos-saiba-quem-sao-os-jogadores-mais-ricos-do-mundial.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-gq.glbimg.com/QeU-n-UQxCaMFRI2w4CYsWlkoto=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2023/y/y/D7oZfFRluKwhAzOY8MCg/messi-inter-miami.jpeg" /><br /> ]]>    A Copa do Mundo começa nesta quinta (11) e vai contar no campo com dois jogadores com fortunas bilionárias. Segundo o cálculo divulgado pela Forbes nesta quarta (10), Cristiano Ronaldo é dono de uma fortuna de 1.2 bilhões de dólares. Atrás dele está o atual campeão mundial argentino, Lionel Messi, dono de uma fortuna de 1.1 bilhões de dólares - ou cerca de R$ 6 bilhões cada um. 
A publicação também demonstrou quanto os dois atletas ganharam apenas nos últimos doze meses. No último ano, Cristiano acrescentou mais 300 milhões de dólares à sua fortuna. Já Messi, 140 milhões de dólares. Esse valores consideram o “fator dentro de campo”, como contratos e bonificações, e o “fora de campo”, como publicidade e direitos de imagem. 
Cristiano, por exemplo, ganhou 65 milhões de dólares apenas fora de campo. Já Messi conquistou 70 milhões de dólares sem encostar na bola.
Para Cristiano, foram 235 milhões de dólares nos últimos doze meses na apenas como jogador de futebol. No caso do português, pesa o fato de ter assinado com o Al-Nassr e conquistado o Campeonato Saudita, em maio, onde já leva milhares de torcedores aos estádios do Oriente Médio desde que assinou com os dirigentes sauditas, em 2023. Isso torna Ronaldo o jogador de futebol mais bem pago do mundo e o atleta mais bem pago entre todas as modalidades esportivas, segundo a Forbes.
Ao lado de Jorge Mas, Jose Mas, e David Beckham, Messi é apresentado à torcida do Inter Miami com a camisa 10
Getty Images
Já Messi, último campeão do mundo em 2022, no Catar, optou por uma vida mais pacata aos 38 anos. Ele atua na liga norte-americana de futebol, onde lidera o ataque do Inter Miami. Segundo a Forbes, ele conseguiu igualar os ganhos dentro e fora de campo.  Com a bola no chão, ele acrescentou mais 70 milhões na conta no último ano. 
Vale ressaltar que a publicação americana não considera dividendos e pagamentos de juros, valores que podem ter jogado a conta dos dois jogadores (ainda mais) nas alturas nos últimos doze meses. Por outro lado, a lista considera venda pública de participação em negócios para chegar no número final.
Cristiano Ronaldo em ação durante jogo do Al Nassr 
Fayez Nureldine/AFP
No último ano, atrás de CR7 e Messi está o francês Kylian Mbappé, que conquistou 95 milhões de dólares dentro e fora do campo no último ano e foi campeão do mundo pela França, em 2018. De um ano para cá, Neymar aparece como 11º jogador que mais ganhou dinheiro da última temporada dentro e fora de campo, quando acrescentou 38 milhões de dólares à própria conta segundo a Forbes, apesar de lesões que deixam em dúvida a participação como titular na Copa do Mundo.
*Uma versão anterior desta reportagem foi publicada levando em consideração o patrimônio e valores conquistados pelos jogadores no último ano. Para dar mais clareza em relação aos ganhos ao longo da vida e da última temporada, a redação do texto foi corrigida.  </description>  <media:content url="https://s2-gq.glbimg.com/QeU-n-UQxCaMFRI2w4CYsWlkoto=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_71a8fe14ac6d40bd993eb59f7203fe6f/internal_photos/bs/2023/y/y/D7oZfFRluKwhAzOY8MCg/messi-inter-miami.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Cristiano Ronaldo, de Portugal</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>gq</category> <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:00:43 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>