<br />
<b>Deprecated</b>:  The each() function is deprecated. This message will be suppressed on further calls in <b>/home/zhenxiangba/zhenxiangba.com/public_html/phproxy-improved-master/index.php</b> on line <b>456</b><br />
<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" ><generator uri="https://jekyllrb.com/" version="4.4.1">Jekyll</generator><link href="https://gustavoribeiro.net/blog/rss.xml" rel="self" type="application/atom+xml" /><link href="https://gustavoribeiro.net/" rel="alternate" type="text/html" /><updated>2026-07-19T00:25:58-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/blog/rss.xml</id><title type="html">Gustavo Ribeiro</title><subtitle>O jardim digital de Gustavo Ribeiro</subtitle><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><entry><title type="html">Go Skate Day</title><link href="https://gustavoribeiro.net/2026/06/22/go-skate-day.html" rel="alternate" type="text/html" title="Go Skate Day" /><published>2026-06-22T14:02:00-03:00</published><updated>2026-06-22T14:02:00-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/2026/06/22/go-skate-day</id><content type="html" xml:base="https://gustavoribeiro.net/2026/06/22/go-skate-day.html"><![CDATA[<p>Ontem, dia 21, foi comemorado o Dia Mundial do Skate, ou Go Skate Day, e aqui e fizemos uma movimentação na Bank Skate Spot para não passar o dia em branco. Tivemos skateatas (uma passeata de skate) no últimos anos, mas dessa vez não rolou.</p>

<!--more-->

<p>Aproveitamos para inaugurar o novo obstáculo que construímos, o INA(cabado), com uma competição de melhor manobra sobre ele (best trick). Houve uma grande variedade de pessoas demonstrando habilidade e muitos prêmios foram distribuídos.</p>

<p>Como tem sido padrão nos últimos eventos da BSS, fiquei responsável pelo bar. Dessa vez não teve tanto público como imaginávamos, então boa parte dos produtos voltaram ao fornecedor. Ainda bem que era consignado!</p>]]></content><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><summary type="html"><![CDATA[Ontem, dia 21, foi comemorado o Dia Mundial do Skate, ou Go Skate Day, e aqui e fizemos uma movimentação na Bank Skate Spot para não passar o dia em branco. Tivemos skateatas (uma passeata de skate) no últimos anos, mas dessa vez não rolou.]]></summary></entry><entry><title type="html">Aplicativo Cuidar+On da Prefeitura de Ribeirão Preto não funciona</title><link href="https://gustavoribeiro.net/2026/05/21/cuidar-on-ribeir%C3%A3o-preto.html" rel="alternate" type="text/html" title="Aplicativo Cuidar+On da Prefeitura de Ribeirão Preto não funciona" /><published>2026-05-21T17:17:00-03:00</published><updated>2026-05-21T17:17:00-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/2026/05/21/cuidar-on-ribeir%C3%A3o-preto</id><content type="html" xml:base="https://gustavoribeiro.net/2026/05/21/cuidar-on-ribeir%C3%A3o-preto.html"><![CDATA[<p>Em junho passado, a prefeitura de Ribeirão Preto lançou o aplicativo “Cuidar+On” pra substituir o antigo Saúde24h. Não havia utilizado o antigo, mas minha namorada tentou o Cuidar+On por três vezes e não obteve êxito.</p>

<!--more-->

<p>Ela marcou com especialistas por três vezes. Na primeira, a pessoa não apareceu. Na segunda e terceira, os profissionais apenas apareceram para dizer que não era com eles que minha companheira deveria ser consultada e recomendaram remarcar com outro profissional.</p>

<p>Perguntei no subreddit da minha cidade e outras pessoas também tiveram experiências negativas. Pelo o que eu entendi, o serviço é terceirizado, comandado por uma empresa chamada Top Med e os profissionais não são do município.</p>

<p>Acredito que mais pessoas tenham tido problemas com o aplicativo que promete zerar a fila das UPAs da cidade. Por isso, as unidades continuam lotadas e os postinhos, com filas enormes para consultas, mas não posso afirmar isso aqui sem uma pesquisa mais aprofundada.</p>

<p>Vou procurar saber mais sobre o aplicativo, como ele opera, quem são os profissionais que atendem nele, qual o critério de escolha, os valores recebidos e a empresa que faz todo o gerenciamento do serviço e volto aqui pra contar pra vocês.</p>]]></content><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><summary type="html"><![CDATA[Em junho passado, a prefeitura de Ribeirão Preto lançou o aplicativo “Cuidar+On” pra substituir o antigo Saúde24h. Não havia utilizado o antigo, mas minha namorada tentou o Cuidar+On por três vezes e não obteve êxito.]]></summary></entry><entry><title type="html">Vibe Coding</title><link href="https://gustavoribeiro.net/2026/05/16/vibe-coding.html" rel="alternate" type="text/html" title="Vibe Coding" /><published>2026-05-16T23:58:00-03:00</published><updated>2026-05-16T23:58:00-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/2026/05/16/vibe-coding</id><content type="html" xml:base="https://gustavoribeiro.net/2026/05/16/vibe-coding.html"><![CDATA[<p>Apesar de todos os problemas e as questões que permeiam os grandes modelos de linguagem (LLM), as questões éticas e a transformação no modelo de negócios e trabalhos, a popularização da inteligência artificial (IA) também trouxe liberdade.</p>

<!--more-->

<p><em>Vibe coding</em> é uma nova maneira de programar em que o usuário diz para a IA o que ele quer fazer e o LLM gera o código. O programador apenas revisa e corrige, muitas vezes através de outros comandos (prompts) para o modelo.</p>

<p>Eu tive duas pequenas necessidades nessa semana e encontrei soluções prontas que resolviam meu problema, mas não exatamente do jeito que eu queria. A primeira era pegar as notas de todas as minhas corridas de Uber em determinado período.</p>

<p>Achei um script em Python no GitHub, mas tive dificuldade para fazer as configurações necessárias para o programa acessar minha conta. Em poucos minutos, com a ajuda do Gemini, implementei uma função para fazer login pelo browser.</p>

<p>A outra foi com um plugin para gerenciar o Jekyll (gerador desse site) pelo Obsidian. Eu criava meus textos no VS Code, mas queria algo simples. Descobri que havia uma opção de fazer isso pelo Obsidian com um plugin.</p>

<p>O problema é que a ferramenta estava incompleta — talvez o desenvolvedor original só pensou no que ele realmente precisava — e senti falta de algumas funções. Abri o código fonte do plugin no Antigravity e perguntei porque o que eu que eu queria fazer não funcionava.</p>

<p>Em poucos segundos, tive a resposta e a sugestão para implementar. Confirmei as mudanças, testei e pronto. Funcionou. Talvez eu me contentaria com o que tinha, mas a IA me trouxe a possibilidade de adaptar a ferramenta para minha necessidade.</p>]]></content><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><summary type="html"><![CDATA[Apesar de todos os problemas e as questões que permeiam os grandes modelos de linguagem (LLM), as questões éticas e a transformação no modelo de negócios e trabalhos, a popularização da inteligência artificial (IA) também trouxe liberdade.]]></summary></entry><entry><title type="html">Homenagem a Paulinho da Costa</title><link href="https://gustavoribeiro.net/2026/05/16/homenagem-a-paulinho-da-costa.html" rel="alternate" type="text/html" title="Homenagem a Paulinho da Costa" /><published>2026-05-16T11:01:00-03:00</published><updated>2026-05-16T11:01:00-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/2026/05/16/homenagem-a-paulinho-da-costa</id><content type="html" xml:base="https://gustavoribeiro.net/2026/05/16/homenagem-a-paulinho-da-costa.html"><![CDATA[<p>6716 faixas, 972 artistas, 161 contribuições em músicas indicadas ao Grammy, sendo 59 delas vencedoras. Esteve em 12 canções e trilhas sonoras vencedoras do Oscar. Participou em 186 discos de ouro em platina, entre álbuns e singles.</p>

<!--more-->

<p>Esses números extravagantes são do percussionista Paulinho da Costa, homenageado — em vida — no documentário The Groove Under The Groove: Os Sons de Paulinho da Costa. Pouco conhecido no Brasil, Paulinho esteve entre os músicos mais requisitados no cenário musical estadunidense.</p>

<p>O documentário segue o próprio Paulinho conversando com grandes produtores e músicos com quem trabalhou, entre eles Quincy Jones e Earth Wind and Fire. Para além dos que aparecem junto com ele, há menções de momentos com Michael Jacksson, Madonna e outros grandes nomes da música pop.</p>

<p>O filme é simples, feito para agradar — o que foi uma das críticas a biografia do Michael Jackson — mas isso faz com que a gente crie ainda mais empatia com um artista que, sem dúvidas, foi muito querido pelas pessoas com quem ele trabalhou.</p>

<p>Conversando com seus amigos e relembrando momentos nos palcos em nos estúdios, o documentário também serve como um registro histórico da música dos anos 70, 80 e 90, com suas evoluções musicais e mudanças de estilo dos cantores.</p>

<p>Não há entrevista, somente bate-papo, e isso pode fazer com que a audiência sinta falta de mais profundidade, mas há um vasto conteúdo sobre ele na internet para quem deseja descobrir mais sobre o artistas.</p>

<p>O ponto alto, pra mim, são as cenas em que Paulinho toca músicas de sucesso entre as conversas com seus amigos. Só isso seria suficiente para reconhecer a genialidade do artista que, sempre com um enorme sorriso, imprimia seu groove em cada canção.</p>

<p>Sobre o filme em si, não gostei da narração e da montagem, mas vale a pena superar a vergonha alheia em alguns momentos para conhecer um grande artista brasileiro que, pelo menos pra mim, passou despercebido durante todo esse tempo.</p>

<p>Vale notar que o artigo sobre ele na Wikipedia em inglês é mais completo e melhor escrito que o em português. Isso explica um pouco como ele é bem mais conhecido por lá do que aqui. Tomara que o documentário consiga mudar esse cenário.</p>]]></content><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><summary type="html"><![CDATA[6716 faixas, 972 artistas, 161 contribuições em músicas indicadas ao Grammy, sendo 59 delas vencedoras. Esteve em 12 canções e trilhas sonoras vencedoras do Oscar. Participou em 186 discos de ouro em platina, entre álbuns e singles.]]></summary></entry><entry><title type="html">Provocações</title><link href="https://gustavoribeiro.net/2026/04/07/provocacoes.html" rel="alternate" type="text/html" title="Provocações" /><published>2026-04-07T08:39:09-03:00</published><updated>2026-04-07T08:39:09-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/2026/04/07/provocacoes</id><content type="html" xml:base="https://gustavoribeiro.net/2026/04/07/provocacoes.html"><![CDATA[<p>A primeira provocação ele agüentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. 
Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por 
especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.</p>

<!--more-->

<p>Outra provocação foi perder a metade dos seus dez irmãos, por doença e falta de 
atendimento. Não gostou nada daquilo. Mas ficou firme. Era de boa paz.</p>

<p>Foram lhe provocando por toda a vida.</p>

<p>Não pode ir a escola porque tinha que ajudar na roça. Tudo bem, gostava da roça. 
Mas aí lhe tiraram a roça.</p>

<p>Na cidade, para aonde teve que ir com a família, era provocação de tudo que era 
lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o barraco, que estava 
onde não podia estar. Ir para um barraco pior. Ficou firme.</p>

<p>Queria um emprego, só conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu uma submulher. 
Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda, só entrando em fila. 
E a ajuda não ajudava.</p>

<p>Estavam lhe provocando.</p>

<p>Gostava da roça. O negócio dele era a roça. Queria voltar pra roça.</p>

<p>Ouvira falar de uma tal reforma agrária. Não sabia bem o que era. Parece que a 
ideia era lhe dar uma terrinha. Se não era outra provocação, era uma boa.</p>

<p>Terra era o que não faltava.</p>

<p>Passou anos ouvindo falar em reforma agrária. Em voltar à terra. Em ter a terra 
que nunca tivera. Amanhã. No próximo ano. No próximo governo. Concluiu que era 
provocação. Mais uma.</p>

<p>Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agrária vinha mesmo. Para valer. 
Garantida. Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi brigar pelo que pudesse 
conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer coisa. Só não estava mais disposto 
a aceitar provocação.</p>

<p>Aí ouviu que a reforma agrária não era bem assim. Talvez amanhã. Talvez no próximo 
ano… Então protestou.</p>

<p>Na décima milésima provocação, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas dizerem, 
horrorizadas com ele:</p>

<p>– Violência, não!</p>

<p>— Luis Fernando Veríssimo</p>]]></content><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><summary type="html"><![CDATA[A primeira provocação ele agüentou calado. Na verdade, gritou e esperneou. Mas todos os bebês fazem assim, mesmo os que nascem em maternidade, ajudados por especialistas. E não como ele, numa toca, aparado só pelo chão.]]></summary></entry><entry><title type="html">As atrações do João Rock</title><link href="https://gustavoribeiro.net/2026/03/24/joao-rock.html" rel="alternate" type="text/html" title="As atrações do João Rock" /><published>2026-03-24T14:46:09-03:00</published><updated>2026-03-24T14:46:09-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/2026/03/24/joao-rock</id><content type="html" xml:base="https://gustavoribeiro.net/2026/03/24/joao-rock.html"><![CDATA[<p>Se você viu a lista de atrações do João Rock deste ano e teve a impressão de que
são os mesmos artistas do ano passado (e todos os outros anos), você não está errado. 
Apesar disso, teremos oito estreantes no evento.</p>

<!--more-->

<p>CPM 22 lidera o ranking de participações no festival, com 14 aparições. Marcelo D2
surge em quinto lugar, com oito apresentações. Rael, convidado de D2, está na sua
terceira aparição diante do público do João Rock.</p>

<p>Abaixo, o ranking* completo:</p>

<table>
  <thead>
    <tr>
      <th>Atração</th>
      <th>Aparições</th>
    </tr>
  </thead>
  <tbody>
    <tr>
      <td>CPM 22</td>
      <td>16</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Pitty</td>
      <td>14</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Natiruts</td>
      <td>9</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>O Rappa</td>
      <td>9</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Marcelo D2</td>
      <td>8</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Capital Inicial</td>
      <td>7</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Charlie Brown Jr.</td>
      <td>7</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Cidade Negra</td>
      <td>7</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Criolo</td>
      <td>7</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Emicida</td>
      <td>7</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Nando Reis</td>
      <td>7</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Raimundos</td>
      <td>7</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>BaianaSystem</td>
      <td>6</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Detonautas</td>
      <td>6</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Nação Zumbi</td>
      <td>6</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Os Paralamas do Sucesso</td>
      <td>6</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Planet Hemp</td>
      <td>6</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Skank</td>
      <td>6</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Alceu Valença</td>
      <td>5</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Djonga</td>
      <td>5</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Zé Ramalho</td>
      <td>5</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Gabriel o Pensador</td>
      <td>4</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Humberto Gessinger</td>
      <td>4</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Jota Quest</td>
      <td>4</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Rael</td>
      <td>4</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Titãs</td>
      <td>4</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Armandinho</td>
      <td>3</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Barão Vermelho</td>
      <td>3</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Froid</td>
      <td>3</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Ira!</td>
      <td>3</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Lagum</td>
      <td>3</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Marcelo Falcão</td>
      <td>3</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Marina Sena</td>
      <td>3</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Os Mutantes</td>
      <td>3</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Poesia Acústica</td>
      <td>3</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>School of Rock</td>
      <td>3</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Aláfia</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Ana Carolina</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Batalha da Aldeia</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Coruja BC1</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Cynthia Luz</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Céu</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Dado Villa-Lobos</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Drik Barbosa</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Erasmo Carlos</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>FBC</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Filipe Ret</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Jorge Ben Jor</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Lellê</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Lenine</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Lurdez da Luz</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Maneva</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Marcelo Nova</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Matuê</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Móveis Coloniais de Acaju</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>NX Zero</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Negra Li</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>O Teatro Mágico</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Ponto de Equilíbrio</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Rashid</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Rincon Sapiência</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Rita Lee</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Scalene</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Seu Jorge</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Supercombo</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Tom Zé</td>
      <td>2</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Zeca Baleiro</td>
      <td>2</td>
    </tr>
  </tbody>
</table>

<p>*somente dos atos com mais de uma participação</p>]]></content><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><summary type="html"><![CDATA[Se você viu a lista de atrações do João Rock deste ano e teve a impressão de que são os mesmos artistas do ano passado (e todos os outros anos), você não está errado. Apesar disso, teremos oito estreantes no evento.]]></summary></entry><entry><title type="html">Transtorno do pânico e agorafobia</title><link href="https://gustavoribeiro.net/2026/02/24/panico-agorafobia.html" rel="alternate" type="text/html" title="Transtorno do pânico e agorafobia" /><published>2026-02-24T14:46:09-03:00</published><updated>2026-02-24T14:46:09-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/2026/02/24/panico-agorafobia</id><content type="html" xml:base="https://gustavoribeiro.net/2026/02/24/panico-agorafobia.html"><![CDATA[<p>Desde os meus 16 anos que eu convivo com esse diagnóstico e, 16 anos depois, ainda não entendo o que eu tenho, porque e como lidar com as situações que afloram os sintomas de transtorno do pânico e agorafobia.</p>

<!--more-->

<p>Estou durante uma crise. Na verdade, não sei se esse é o nome correto para o que
eu estou sentindo. O medo de sentir medo, o medo de passar mal e não ter ninguém 
para me ajudar.</p>

<p>A terapia me ajuda a lidar com esses momentos e tentar entender como e porque eles 
surgem. O psiquiatra me passa os remédios para controlar os sintomas e eu me 
sentir minimamente funcional nos momentos em que está mais difícil sair de casa.</p>

<p>Mesmo assim, minha mente me passa pra trás em alguns momentos. Tento me manter esperançoso, 
mas é difícil enxergar alguma perspectiva positiva. A fase chorosa já passou, agora lido com a autoestima baixa, insegurança e ódio contra mim.</p>

<p>Ter experiência, são 16 anos afinal, me ajuda. Já passei outras vezes por isso, 
mas será que agora vou demorar mais para voltar a minha “normalidade”? De qualquer forma, qual é mesmo minha normalidade?</p>

<p>Eu sei que quero sentir minha independência novamente. Fazer minhas coisas sem 
precisar pedir pra alguém me acompanhar, andar sozinho, entrar no ônibus sem imaginar dezenas de situações que poderiam desencadear um ataque de pânico.</p>

<p>Sinto que estou evoluindo, mas não consigo comemorar as pequenas vitórias. Queria me cobrar menos, aceitar ajuda, contar com as pessoas sem sentir que estou
sendo um peso para elas nesse momento. Ser homem deixa ainda mais difícil.</p>

<p>O que me deixa chateado também é não ter tempo pra me cuidar. Não poder parar para 
sentir o meu corpo, entender meus sintomas e tornar esse processo mais leve. Eu 
preciso me forçar a acordar cedo, pegar Uber, vir para o emprego… Fingir que estou bem.</p>

<p>Esses dias eu brinquei que meu “problema” é capitalismo.</p>

<p>Eu seria considerado doente, teria que tomar remédios se pudesse fazer as coisas no meu tempo, como e quando quisesse, sem as cobranças motivadas pelos numerinhos que ficam passando na tela?</p>

<p>É difícil saber, mas também não posso fazer esse teste.</p>]]></content><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><summary type="html"><![CDATA[Desde os meus 16 anos que eu convivo com esse diagnóstico e, 16 anos depois, ainda não entendo o que eu tenho, porque e como lidar com as situações que afloram os sintomas de transtorno do pânico e agorafobia.]]></summary></entry><entry><title type="html">Último Desejo</title><link href="https://gustavoribeiro.net/2026/02/23/ultimo-desejo.html" rel="alternate" type="text/html" title="Último Desejo" /><published>2026-02-23T14:46:09-03:00</published><updated>2026-02-23T14:46:09-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/2026/02/23/ultimo-desejo</id><content type="html" xml:base="https://gustavoribeiro.net/2026/02/23/ultimo-desejo.html"><![CDATA[<p>Nosso amor que eu não esqueço<br />
E que teve o seu começo<br />
Numa festa de São João</p>

<!--more-->

<p>Morre hoje sem foguete<br />
Sem retrato e sem bilhete<br />
Sem luar, sem violão</p>

<p>Perto de você me calo<br />
Tudo penso e nada falo<br />
Tenho medo de chorar</p>

<p>Nunca mais quero o seu beijo<br />
Mas meu último desejo<br />
Você não pode negar</p>

<p>Se alguma pessoa amiga<br />
Pedir que você lhe diga<br />
Se você me quer ou não<br />
Diga que você me adora<br />
Que você lamenta e chora<br />
A nossa separação</p>

<p>Às pessoas que eu detesto<br />
Diga sempre que eu não presto<br />
Que meu lar é o botequim<br />
Que eu arruinei sua vida<br />
Que eu não mereço a comida<br />
Que você pagou pra mim</p>

<p>— Noel Rosa</p>]]></content><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><summary type="html"><![CDATA[Nosso amor que eu não esqueço E que teve o seu começo Numa festa de São João]]></summary></entry><entry><title type="html">Soneto de Fidelidade</title><link href="https://gustavoribeiro.net/2026/02/23/soneto.html" rel="alternate" type="text/html" title="Soneto de Fidelidade" /><published>2026-02-23T14:36:09-03:00</published><updated>2026-02-23T14:36:09-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/2026/02/23/soneto</id><content type="html" xml:base="https://gustavoribeiro.net/2026/02/23/soneto.html"><![CDATA[<p>De tudo, ao meu amor serei atento<br />
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto<br />
Que mesmo em face do maior encanto<br />
Dele se encante mais meu pensamento</p>

<!--more-->

<p>Quero vivê-lo em cada vão momento<br />
E em seu louvor hei de espalhar meu canto<br />
E rir meu riso e derramar meu pranto<br />
Ao seu pesar ou seu contentamento</p>

<p>E assim, quando mais tarde me procure<br />
Quem sabe a morte, angústia de quem vive<br />
Quem sabe a solidão, fim de quem ama</p>

<p>Eu possa me dizer do amor (que tive)<br />
Que não seja imortal, posto que é chama<br />
Mas que seja infinito enquanto dure</p>

<p>— Vinicius de Moraes</p>]]></content><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><summary type="html"><![CDATA[De tudo, ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento]]></summary></entry><entry><title type="html">Envelhecimento de nossos pais</title><link href="https://gustavoribeiro.net/2026/01/23/envelhecimento.html" rel="alternate" type="text/html" title="Envelhecimento de nossos pais" /><published>2026-01-23T09:49:09-03:00</published><updated>2026-01-23T09:49:09-03:00</updated><id>https://gustavoribeiro.net/2026/01/23/envelhecimento</id><content type="html" xml:base="https://gustavoribeiro.net/2026/01/23/envelhecimento.html"><![CDATA[<p>Esses dias a família de minha namorada foi lá em casa tomar um café da tarde. Durante
a conversa, começamos a falar sobre problemas de saúde e cirurgias, algo comum em 
bate-papo de pessoas com idades acima de 30 anos (eu acho).</p>

<!--more-->

<p>Lembrei das cirurgias que fiz quando criança. Eu quebrei meu tornozelo andando
de bicicleta e precisei de cinco intervenções para colocar o osso de volta no lugar, 
além de um enxerto no local porque a fratura foi exposta e difícil de cicatrizar.</p>

<p>Minha mãe começou a contar a história do ponto de vista dela, da pessoa que recebeu
a notícia, que foi desesperada para o hospital, mas algumas coisas não encaixavam na
maneira de como eu lembrava do episódio.</p>

<p>Não interrompi ela, mas fiquei pensativo. Minha mãe tem 3/4 de um século de vida. Sua
cabeça e memória não são as mesmas de quase 30 anos atrás. Ela está… envelhecendo.
Foi a primeira vez que eu notei isso com clareza.</p>]]></content><author><name>Gustavo Ribeiro</name></author><summary type="html"><![CDATA[Esses dias a família de minha nam