Uma das Quatro Grandes Invenções da China (junto com a fabricação de papel, pólvora e impressão), a bússola fornece orientação pelos pontos cardeais: norte, leste, sul e oeste. Acredita-se que o instrumento tenha sido concebido como uma ferramenta divinatória, mas desenvolvimentos adicionais fizeram da bússola um recurso crucial para a navegação sob a dinastia Han (206 a.C.-220 d.C.).
A bússola foi mais tarde adotada mundialmente, e sua versão mais comum atualmente é a bússola magnética. Também conhecida como magnetômetro, a bússola magnética possui uma agulha que se alinha com o eixo horizontal do campo magnético do nosso planeta. Quando devidamente calibrada, a agulha é atraída para o polo magnético norte da Terra, de modo que sua outra extremidade fica voltada para o polo magnético sul.
O magnetismo não é mais a única maneira de encontrar a orientação cardeal; o giroscópio e o GPS integrados em vários dispositivos eletrônicos são outros exemplos. Esses sensores, juntamente com o magnetômetro, podem também operar juntos para maior precisão. Além disso, a maioria dos dispositivos móveis atuais funciona com uma e-bússola, uma bússola eletrônica que compreende dois sensores (magnetômetro e acelerômetro) e compensa a inclinação do dispositivo.